Álbum 20: padres e comemoraçÕes religiosas padre Alonso Ferreira de Carvalho



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ÁLBUM 20: PADRES E COMEMORAÇÕES RELIGIOSAS


  1. Padre Alonso Ferreira de Carvalho.

Nasceu em Araxá: Maio de 1844 – Faleceu em Franca: 19 de Setembro de 1929.
Padre Alonso, modelo de dedicação e amor, a quem Franca muito deve. Foi fundador do Cortume Progresso. Exerceu as funções de fabriqueiro da Igreja Matriz, mas permanecendo em nossa tradição.

Por certo, quando nos alvores da mocidade exemplificou a fé com suas virtudes de lidador intemerato da causa cristã.

Para nós, todavia há de ser evocado sempre como um santo e bom velhinho, arrastando com designação e paciência, pelas praças e vias públicas, um corpo arquejado pelas veneráveis clãs da velhice, como que a dispender as migalhas restantes da vida em véspera de seu fatal encontro com a implacável morte. Padre Alonso residia juntamente com Augusto de Oliveira, o fenomenal Augustão, à rua do Comércio, onde posteriormente funcionou a Ourivesaria Caio Silva, hoje loja de sapato. Augustão cuidou do sacerdote nos últimos dias de sua vida. A história do Padre Alonso é pontilhada de bondade, amor ao próximo, humildade e sabedoria. Verdadeiro sacerdote de Cristo, padre secular, tinha grandes haveres, porém ao falecer não possuía um níquel se quer. Jamais negou estender seus braços e oferecer seu coração a quem tinha fome e sede, e jamais deixou de levar alegria e conforto aos que disso muito necessitavam nas horas mais cruciantes da existência...
(Texto: Revista Sertaneja – Maio de 1958).
Fotografia – Gentileza de Jerônimo Teixeira – 1958.
Foto Galo.


  1. Padre Alonso Ferreira de Carvalho.

Padre Alonso governou os paroquianos de Franca por longos anos, nos idos de 1900; coração edificado na bondade, alma pura e imaculada. Padre Alonso era a caridade em pessoa.

Em 1906 o sacerdote que por longos anos viveu em Franca, tendo aqui falecido, juntamente com o Sr. Antônio Soares, fundaram às margens do córrego dos Coqueiros (Avenida Champagnat), um pequeno cortume (Cortume Progresso) dentro das possibilidades da época, dispondo apenas do elemento humano, uma vez que, modesto não poderia comportar maquinário. Os métodos eram rudimentares, mas o Sr. Antônio era um técnico experiente, e os produtos eram disputados com preferência, pela sua esmera qualidade.

(Texto: Revista Comércio da Franca – 1956 – página 86).
Fotografia: gentileza – Dr. José Marcondes Luz.
Foto Galo.

Padre Luis Góes Conrado.

Gentileza da fotografia: Senhora Eulália A. Conrado.


Padre Luís de Góes Conrado

Nasceu a 15 de Janeiro de 1870, na cidade de Mogy Mirin. Filho do capitão Antônio de Góes Conrado e de Senhora Escholastica Ignes da Conceição Góes.

Se ordenou no dia 4 de Julho de 1897. Com a enfermidade do Monsenhor Rosa, passou a dirigir a paróquia em 1898 e foi nomeado o Padre Luís para esta paróquia no dia 25 de abril de 1905.

Serviu na paróquia até 1918. Foi capelão do colégio Nossa Senhora de Lourdes, Vigário de Patrocínio Paulista de 1916 a 1922, Vigário de Restinga de 1923 a 1924, ano de sua morte.

Padre Conrado foi um verdadeiro formador do espírito religioso deste povo; foi um trabalhador de pulso. Devem-lhe os serviços de conclusão do interior da matriz, da construção da capela de Nossa Senhora Aparecida e da escola Agostiniana, e o início das obras da Capela do alto da Estação.
Texto: Jornal Tribuna da Franca – 07-12-1913.
Revista Comércio da Franca de 1956.
Monsenhor Cândido Rosa.

Monsenhor Cândido Martins da Silveira Rosa.


Monsenhor Cândido Rosa (sepultamento) – recorte de revista .

Monsenhor Cândido Rosa.


Nasceu em 16/01/1838.
Faleceu em 21/09/1903.
Recorte de Revista: gentileza de Aída Paganotti Fontoura, em 1959.
Monsenhor Rosa (recorte de revista).

Foi considerado o fundador da Santa Casa de Misericórdia, no ano de 1897. Pois adquiriu o prédio, mobiliário e rouparia, montou o hospital modestamente com os escassos recursos de que dispunha na época.

Logo após a fundação da Santa Casa de Misericórdia, continuou à frente dos problemas e como procurador da Santa Casa. Por diversas vezes angariou esmolas para serem empregadas nas despesas da mesma.

O Padre Cândido socorreu os doentes e desamparados. Fez a doação do terreno à Santa Casa.


(Texto: Monsenhor Rosa e sua participação na vida francana – 1860-1903 – páginas 29.30 – Profa. Mildred R. Gonçalves Naldi).
Monsenhor Rosa.

Monsenhor Cândido Martins da Silveira Rosa.


Monsenhor Rosa naseu em Jacareí – SP; no ano de 1838, e faleceu em Franca no dia 21 de Setembro de 1903.

Figura dinâmica de Franca, sua participação na vida da comunidade francana foi grande e atuante (1860-1903).

Colaborou ativamente na imprensa local.

Foi nomeado Vigário da Paróquia em 01/07/1860, mais tarde Cônego e Monsenhor.


Vulto de grande relevo na vida religiosa de Franca.
Fotografia: gentileza de José Alves Faleiros.
Monsenhor Rosa – 1870.

Monsenhor Cândido Martins da Silveira Rosa.


Foto de 1870.
Monsenhor Cândido Martins da Silveira Rosa, oriundo de Jacareí, chegou à Franca no ano de 1856, tendo falecido em setembro de 1903, 53 anos após uma admirável vida dedicada exclusivamente à salvação de almas.

Gênio vibrante, inquieto, tornou-se o Vigário querido da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da Franca. Lutou muito pela religião católica, pelo ensino, pela comunidade francana.

Foi aquele sacerdote a quem todos devotavam sincera veneração. Seus restos mortais estão sepultados numa das grandes colunas na nossa Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, próximo ao altar no seu lado direito, igreja essa de quem também foi o seu principal esteio.

Foi nomeado Vigário da Paróquia em 01 de Julho de 1860, mais tarde Cônego e depois e depois Monsenhor. Serviu até 14 de Janeiro de 1867.

Figura dinâmica da Franca, sua participação na vida da comunidade francana foi grande e atuante. Colaborou ativamente na imprensa local.

Deve-se a ele o primeiro coléginho de meninas, dirigido por suas irmãs, Da. Marcolina e Da. Minervina Rosa, a ele também se deve a vinda para Franca, o Colégio Nossa Senhora de Lourdes e o Ginásio Champagnat – naquele tempo com o nome Externato N.S. da Conceição, além de outros. Doou prédios e terrenos para os educandários locais.

Nasceu em 16 de Janeiro de 1838 – na cidade de Jacreí – SP.

Faleceu em 21 de Setembro de 1903 – na cidade de Franca.


(Texto extraído do Roteiro da Saudade – Rua Monsenhor Rosa pasta de pesquisa n° 07).

Frei Germano de Annecy – 1890.

Este crayon de Frei Germano veio de uma fotografia de 1890, por ele doada à família Joaquim Tristão de Franca. Em 1940 Da. Maria Tristão doou-a ao Prof. Carmelino, que providenciou a reprodução da mesma.


Fotografia: Takayama – SP.
Gentileza: Prof. Carmelino Corrêa Júnior, em Julho de 1960.
Natural de Annecy, alta Sabóia na França. Por volta de 1859 chegou ao Brasil, morreu em 1890, a bordo do navio “Bearn”, quando este zarpava da Bahia de São Salvador em direção a Marselha.

Ordenado sacerdote franciscano, foi transferido para a América do Sul (Uruguai e Brasil) para lecionar e propagar a sua fé.

Em sua peregrinação pelo Brasil, foi deixando marcas inapagáveis de sua passagem, especialmente por Franca, onde viveu quase dez anos.

Foi professor de matemática e física, no Colégio “Culto às Ciências”, além de auxiliar o Padre Cândido, vigário desta cidade, naquela época. Residiu também em São Paulo e Uberaba.

Constituiu em Franca o 1° Observatório Astronômico e Meteorológico, instalado em um prédio na antiga chácara do Padre Cândido, que outrora fora derrubado.

No ano de 1886, iniciou a construção do Relógio do Sol, na Praça Nossa Senhora da Conceição, cuja obra foi concluída a 11 de abril de 1887, data da inauguração oficial do 1° Relógio do Sol do Brasil.


(Texto: Folheto Relógio do Sol – 1887-1987 – pasta de pesquisa n° 09).
Recordação das Santas Missões.

Franca – Recordação das Santas Missões.


Esquerda para a direita: Padre Otto Maria, Estevam Maria e Antônio Pinto de Andrade.

De pé: Padre Vitor Andrade e Padre Miguel Posse.


Doador: Julieta Gomes de Souza, em Janeiro de 1960.
Frei Germano de Annecy – 1890.

Frei Germano chegou em Franca no final de 1881, da Ordem dos Franciscanos. Era considerado o maior matemático e astrônomo do mundo.

Meigo e bom, simples em suas conversas, desmanchava-se em carinhos a todos que o procuravam, mas preferia o silêncio do seu gabinete de estudos.

Uma de suas paixões era a Botânica, a convite do Padre Cândido veio para Franca, e residindo em sua chácara, cuidava com carinho de todas as flores de seu pequeno jardim.

Foi em Franca que transcorreu um bom tempo de sua vida: no recolhimento, no estudo, no magistério, na educação da juventude.

Construtor do Relógio do Sol em Franca (1886-1887).

Faleceu em 01 de Maio de 1890.
(Texto: Frei Germano de Annecy – por Antônio Constantino, junto da Monografia do Prof. Carmelino Côrrea Júnior).

A foto de 1890, foi por ele ofertada à família Joaquim Tristão – Maria Tristão. Em 1940 a foto foi doada ao prof. Carmelino Corrêa Júnior, que em 1960 ofertou o Museu com a mesma.


Primeiros Padres Agostinianos que chegaram em Franca – 1918.

Sentados: Frei Geraldo Buldaim, Frei Gregório Gil e Frei Teodoro.

Em pé: Frei Benjamin Buldaim; Frei Agostinho Fernandes e Frei Amâncio Macria.

A Ordem dos Padres Agostinianos foi feliz e intensa, criando roupeiros, diversas instituições de caráter religioso, instituições de caridades, término da igreja Matriz, e muitas coisas mais; sem se falar na sua vigília cosntante em prol da religião católica e dos católicos francanos.


Texto: O Aviso da Franca – Fevereiro 1972.
Padre Donizete Tavares de Lima e seus irmãos.

A foto relembra a vida do bondoso sacerdote passada em Vargem Grande do Sul (1920/26) defronte à velha casa paroquial de Vargem Grande, em companhia dos seus irmãos: Mozart, Modesto, Verdi, Rossini, Belini e Tristão Filho.


(Texto: Revista Sertaneja – Agosto de 1957 – página 09)
Fotografia: gentileza do Sr. José Chiachiri, em 1959.
Padre Donizete.

Padre Donizete Tavares de Lima em companhia de um grupo de coroinhas, nos fundos da Igreja de Santana da cidade de Vargem Grande do Sul, já demolida (1920/26). Desse grupo o coroinha assinalado, se trata de José Chiachiri (idealizador e organizador do Museu Histórico). A foto pertenceu a José Chiachiri, presente do Padre Donizetti, em 1943.


(Texto: Revista Sertaneja - Agosto de 1957 – página 09).
Fotografia: gentileza do Sr. José Chiachiri, em 1959.
Padre Donizetti Tavares de Lima.
Natural de Muzambinho, filho do advogado Tristão Tavares de Lima; pertencente à ramo da família francana Lima.

Faleceu por volta de 1955. Padre Donizetti preferia viver na penumbra, mas acabou aureolado pela fama de santo e humanitário diretor de almas.

Mensageiro de São José, foi mestro também e praticou muita caridade.

No dia 12 de Julho de 1957, o Padre Donizetti, Vigário de Tambaú, por intercessão de quem se atribuem os grandes milagres de Nossa Senhora Aparecida, tornando a pacata cidade paulista conhecida em toda a América do Sul, completou seus 50 anos de ordenação sacerdotal. É fácil de se avaliar a homenagem prestada pelo povo ao Padre Donizetti, houve uma revoada de 50 aviões atirando pétalas de rosas sobre a cidade.


(Texto: Revista Vila Franca – Abril de 1962 – página 291 – 293; Revista Sertaneja – Agosto de 1957 – página 09).

Irmandade de São Francisco – 1924.

Na foto vemos: Maria Caetano Pereira de Araújo (mãe de Teóphilo Araújo), 2. Elisa D. Taveira, 3. Antonieta de Melo Ferreira, 6. Guilhermina Figueiredo, 9. Benedita Ferreira , 11. Ana Paiva Taveira, 13. Bernadina de Figueiredo, 14. Sinhá Carolina de Figueiredo , 15. Frei Gregório Gil Mercês (Vigário da Matriz), 16. Elisa Taveira, 18. Minervina Rosa (irmã do Monsenhor Rosa), 19. Francisca de Andrade, 20. Maria Silveira da Cruz, 28. Nazareth, 32. Ana Silveira de Oliveira, 36. Ana Luiza Neves, 37. Maria Rita Taveira, 38. Mariana B. Cintra, 39. Joaquim Bernardes Pinto, 40. José Pinto, 41. José Porfírio, 42. Sabino Taveira, 43. Juvêncio Faleiros, 44. Francisco Taveira, 45. Sr. Rodrigues.


Gentileza da foto: Teóphilo de Araújo (Juiz de Paz em Franca).
Dom Diógenes da Silva Mattes.

Franca.
Dom Diógenes da Silva Mattes.

(Bispo Diocesano) abençoando um Biácono.
Primeira Comunhão de Meninas – 1920.

Franca – 1920.


Primeira Comunhão de Meninas – realizada pelo Padre Conrado, na Matriz. As crianças seguram diversos estandartes religiosos.
Primeira Comunhão de Meninos – 1920.

Primeira Comunhão de Meninos, em 1920, realizada pelo Padre Conrado.

As crianças seguram diversos estandartes religiosos.
Primeira Comunhão – alunas das irmãs Misseno de Mello – 1931.

Franca – 1931.


1a Comunhão das alunas do Jardim da Infância das Irmãs Mísseno de Mello Franco. Fotografia tirada na porta da Matriz, em construção.
Guiomar Mello Franco (Profa.), Graciete Azevedo, Luiza Sandoval, Dilac Coelho, Maria Emília Coelho, Silvio Pereira Diniz, Odila Mello Franco (Profa.), Niles D’Elia, José Ribeiro, Ivone Bruxellas, Elma Montonavi, Geraldo Seixas, Maria A. Jacintho Caleiro, Maria Aparecida B. Sandoval, Eunice Pimenta, Nádia Orlik Luz (falecida), Hélio Azevedo, Rui B. Luz, Maria Aparecida Misuraca, Hebe Marconi, Frei José de Gonhi.
Não consta doação da foto.
Primeira Comunhão – alunos das irmãs Misseno de Mello – 1937.

Franca – 1937.


Primeira Comunhão dos alunos do Jardim da Infância das Irmãs Misseno de Melo Franco. Realizada na Matriz, ainda em construção.
Grupo de Anjunhos fazendo a Primeira Comunhão.
1937 – junto á igreja Matriz vemos:

Maria Emília Pinho, Vera Vilhena, Cleide Castro, Maria Pia da Silva Castro, Helena Barbosa, Silvia Vilela, Wilson Sábio de Mello, João Batista de Paula Costa, Emyli Daú, Gracia Cury, Letícia Mello, Dilac Coelho, Maria Ruth Pandolfi, Salma Cury, Maria Pereira Gilberto, Maria A. Caleiro, Armando Elieser, Nádia Orlik Luz, Maria Aparecida Barbosa Sandoval, Alberto Elieser Filho, Carlos Armênio Luz, Maria Aparecida Misuraca, Ana Luiza Barbosa Sandoval, Dalva Spessoto, Maria Luiza de Castro, Dóris D’Elia, Maria de Lourdes Vilhena, Odila M. Mattos, Frei José de Gonhi, Da. Guiomar Mello Franco (Profa.), Raul Pereira Gilberto, Letícia Loboschi.


Primeira Comunhão de Meninos e Meninas.

Franca.
Primeira Comunhão de Meninos e Meninas.


Vivito Pinho, Antonio de Padua Loboschi, Periclies Silva Castro, Maria Aparecida Gomes, Geraldo Vilela Severo, Clemente Pinho, Maria Emilia Pinho, Ruth Pandolfi, Zilá Almeida, Nádia Orlik Luz, Silvia Castro, Nídia Silva Castro, Hebe Marconi, Eunice Pinto, Maria Aparecida Barbosa Sandoval, Ana Luiza Barbosa Sandoval, Graciete Azevedo.
Primeira Comunhão de Meninos e Meninas.

Eloi Montovani, Geraldo Seixas, Jose Ribeiro, Nile D’Elia, Maria Emilia Pinto, Dilac Coelho, Silvio Luz, Hélio Azevedo, Isaac Chamis, Geraldo Vilela Severo, Rui Barbosa Luz, Ivete Bruxelas, Ivone Bruxelas, Ana Luiza Barbosa Sandoval, Eunice Pimenta, Maria A. Caleiro, Nádia Orlik Luz, Nádia Silva Castro e Doris D’Elia.


Primeira Comunhão de Meninos e Meninas.

Franca – 1955.


Primeira Comunhão de meninas e meninos, realizada na Igreja de São Benedito.
Lembrança da 1a Comunhão de Carlos Henrique Almada Rangel – 1968.

Lembrança da 1a Comunhão de Carlos Henrique Almada Rangel – 1968 – SP.


Doação: Profa. Maria Luiza Almada Rangel, 19/02/1999 (mãe).
Procissão – Nossa Senhora da Conceição – 1905.

Franca – 1905.


Procissão tradicional da Padroeira de Franca, Nossa Senhora da Conceição, pelo antigo Largo da Alegria (hoje Praça N. Senhora da Conceição) à direita a nova Matriz em obras.
Gentileza da foto: Ritinha Louzada.
Texto: Revista Sertaneja, dezembro de 1958.
Procissão Religiosa.

Franca.
Procissão Religiosa, na velha Franca (no andar – Nossa Senhora da Conceição).


Procissão Religiosa – 1913.

Franca – 1913.


Procissão Religiosa, na velha Franca.

Lembrança da União das Filhas de Maria – 1920.

Franca – Lembrança da União das Filhas de Maria – 21/01/1920.


1. Olga Santos, 2. Maria Louzada, 3. Maria Ferreira, 4. Maria C. Andrade, 5. Frei Gil, 6. Eulâmpia Vilhena, 7. Alceste Souza, 8. Rita C. A. Franco, 10. Josephina A. Migloranza, 11. Maria Mighorine, 12. Catharina Guzzi, 13. Amélia Guzzi, 14. Anna Valle, 15. Josephina Valle, 16. Lina Valleri, 17. Catharina Faillage, 18. Esmerinda Giffone, 20. Corina Mello, 21. Odilla Franco, 22. Versona Mello, 23. Zizinha Monteiro, 24. Assunta Catierre, 25. Maria José M. Fillippe, 26. Otília Franco, 30. Hercília Monteiro, 31. Eufrásia Monteiro, 32. Maria Augusta Vilhena, 33. Lydia Vallerre, 34. Aurora Primon, 35. Ignez Andrade, 37. Anna Maghorine.
União das Filhas de Maria – 1932.

Franca – 1932.


Vigário da Paróquia, com a União das filhas de Maria, em 31/05/1932.

(Matriz em construção).


Cruzada Infantil – Paróquia de São Sebastião – 1947.

Franca – 1947.


Cruzada Infantil – Paróquia São Sebastião.
Foto tirada em frente à Paróquia.
Doação: Profa. Maria Luiza Almada Rangel – 19/02/1999.


  1. Deise Meletti

  2. Salua Behanduni

  3. Glória Ferracioli

  4. Eunice José (catequista), hoje irmã da Ordem de São José

  5. Maria Luiza A. Rangel

  6. Gilda Peliciari (Presidente da Cruzada)

  7. Maria José Ravagnhani

  8. Célia Licursi

  9. Zeire José

  10. Cecília Bolonhez

  11. Marilene Licursi

  12. Carminha Almada

  13. Dona Zélia (Catequista)


Instituição do Dia da Boa Semente – na Matriz – 1933.

Franca.
Instituição do Dia da Boa Semente, com benção do Ramo Simbólico.

Na semana ruralista, realizada em 28/04/1933 na Matriz.
A foto pertencia a Antonio Petráglia.

Gentileza da foto: Isbela Brigagão Junqueira.


Festa de São Benedito – 1932.

Franca – 15/05/1932.


Festa de São Benedito – onde vemos diversas crianças vestidas de anjos.
Foto: José Aguiar.
Lembrança da Folia de Santo Reis – 1954.

Lembrança da Folia de Santo Reis, em 24 de Janeiro de 1954.


Gentileza da foto: Sebastião Francisco, em 12/12/1981.
Grupo de Congadeiros de São Benedito – 1954.

Franca – 1957.


Grupo de Gongadeiros de São Benedito, festa coletiva. Há demonstrações de Congos de todas as raças.
Foto batida no alto da Bela Vista.
Gentileza da foto: Tarquínio F. Cordeiro, em 06/06/1959.
Congadeiros de São Benedito – 1957.

1957 – Congadeiros de São Benedito.


Gentileza da foto: João Valim.
Congadeiros de São Benedito – 1958.

Franca – 13/05/1958.


Os Congadeiros de São Benedito: Capitão Paulo João Alfredo, Geralda Garcia Galante, se vestiu de Nossa Senhora Aparecida.
Gentileza da foto: Presidente da Irmandade Sr. Benedito Manoel.
Frei Roque Yábar (xerox).

Franca.
Frei Roque Yábar – com um grupo de crianças e catequistas, ao lado da Matriz.


(As fotos originais estão com Da. Pequenina – Antonia da Silva Gomes).


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