Leia a notícia “Nasa encontra evidência que apóia teoria da relatividade de Einstein”



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Encontro31.07.2016
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Em 1905, Albert Einstein (1879-1955) publicou a sua famosa Teoria da Relatividade. Em 1916, Einstein ampliou seu trabalho e incluiu a gravidade na Relatividade que passou a ser chamada de Relatividade Geral.

A Teoria da Relatividade Geral apresenta uma nova maneira de ver o que para Isaac Newton era uma força gravitacional atrativa massa sobre massa. A idéia genial proposta por Einstein é que um corpo dotado de massa força o espaço-tempo(*) ao seu redor a curvar-se, formando uma espécie de buraco. Logo, o que entendíamos por atração gravitacional passa a ser encarado como uma espécie de "queda" numa ladeira ou buraco dimensional.

Nem mesmo a luz pode fugir desta curvatura espaço-temporal e, quando passa perto de um corpo massivo, também sofre uma espécie de desvio pois, na verdade, acompanha a curvatura do espaço-tempo.

A grande prova experimental da curvatura do espaço-tempo aconteceu em 29 de maio 1919, durante um eclipse solar total observado por duas equipes de físicos, uma na África e ouotra aqui no Brasil, na cidade de Sobral, Ceará. O Brasil entrou de carona nesta história que projetou Albert Einstein para o mundo todo.

Em 2005 vamos comemorar 100 anos de Einstein. Mas suas idéias sobrevivem a um século de comprovações e ainda continuam a dar o que falar. Saiu hoje uma notícia de que a NASA (agência espacial americana) conseguiu medir pela primeira vez o efeito “corpo-arrasto” que nada mais é do que o corpo massivo que deforma o espaço tempo arrastando-o por efeito de uma rotação. A medição foi feita com o planeta Terra que, ao girar ao redor do seu eixo, arrasta consigo o espaço e o tempo, afetando as órbitas dos satélites.
(*) Espaço-Tempo = espaço de quatro dimensões sendo 3 espaciais e 1 temporal. Para Einstein o tempo aparece

como uma quarta dimensão.


Leia a notícia “Nasa encontra evidência que apóia teoria da relatividade de Einstein”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12577.shtml

Site oficial do Ano Internacional da Física http://www.physics2005.org/

Site do Ano Internacional da Física no Brasil (SBF)

Uma equipe internacional de cientistas e pesquisadores universitários formada pela Nasa (agência espacial norte-americana) encontrou a primeira evidência direta de que a Terra arrasta tempo e espaço ao seu redor enquanto gira.

Os pesquisadores conseguiram medir o efeito formulado pela primeira vez em 1918, com a teoria da relatividade de Albert Einstein, "observando deslocamentos das órbitas de dois satélites que seguem a rotação da Terra".

Segundo a Nasa, a descoberta constitui "a primeira medição de um efeito bizarro no qual uma massa em rotação arrasta o espaço a seu redor".

O denominado "efeito corpo-arrasto é o que ocorre quando uma bola de boliche gira em um fluido espesso como o melaço", disse Erricos Pavlis, do Centro Conjunto para a Tecnologia do Sistema Solar, em Greenbelt, Maryland.

Segundo Pavlis, um dos coordenadores da pesquisa, "enquanto a esfera gira, move o melaço ao seu redor e tudo ligado ao melaço também se move em torno da bola". Do mesmo modo, "enquanto a Terra gira, arrasta tempo e espaço ao seu redor e isto altera as órbitas dos satélites do nosso planeta".


Cientistas norte-americanos conseguiram transferir informação de dois grupos de átomos para um fóton, mais um passo no desenvolvimento de sistemas de comunicação quântica, informa hoje a revista "Science".

Segundo os autores do estudo, patrocinado pela Nasa (agência espacial norte-americana) e pela Research Corporation, trata-se da "pedra angular" que poderá levar à criação de redes quânticas em grande escala.

Diferente da física convencional, a mecânica quântica entende que a matéria pode assumir formas paralelas e simultâneas. Muitos dos seus princípios foram confirmados cientificamente através do uso de fótons, que são as unidades mínimas da luz.

Nódulo quântico

Os cientistas Alex Kuzmich e Dzmitry Matsukevich, da Escola de Física de Geórgia Tech, em Atlanta (EUA), afirmam na revista que transferiram a informação sobre um estado atômico de duas nuvens de átomos de rubídio para um só fóton.

"O grande problema atual dos sistemas de informação quântica são as redes quânticas, e [para que elas sejam viáveis] é preciso transmitir os bits quânticos [ chamados qubits] de matéria para fótons", disse Kuzmich. "O que fizemos foi criar um nódulo quântico. O seguinte é criar um segundo nódulo e ligá-los".

Os qubits são diferentes dos bits da informática convencional --estes existem num estado de "0" ou "1", aqueles, em ambos os estados. Essa propriedade poderia proporcionar aos computadores quânticos enormes vantagens em relação aos computadores convencionais, acreditam os cientistas.


Cientistas transferem informação entre matéria e luz
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12576.shtml


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