Lettres de Marcellin J. B. Champagnat (1789-1840) Fondateur de l’Institut des Frères Maristes



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331 – Ao Padre JEAN-BAPTISTE CHAUMONT, Pároco de Saint-Philibert, Tournus, Saône-et-Loire.


14 de abril de 1840.

Não são apenas as localidades mais retiradas que pedem Irmãos, mas também algumas cidades. Alguns párocos fazem o pedido quando já foram tomadas quase todas as medidas para o funcionamento da escola. Outros, mesmo antes de ter algum local em vista, para sondar a possibilidade de efetuar o projeto, mais para a frente. É mais fácil então pedir um prazo, enquanto a paróquia e a municipalidade providenciam o local e estipulam as condições de manutenção da escola em perspectiva. Foi este o caso de Tournus, na diocese de Dom Bénigne, bispo de Autun.

Senhor Pároco,

Associo-me de boa mente a seu digníssimo Bispo para aplaudir o piedoso projeto que o senhor concebeu, de fundar um estabelecimento de Irmãos em sua paróquia.

Eu bem quisera atender imediatamente o pedido que o senhor fez por carta do dia três deste mês, mas os compromissos que assumimos há muito tempo com vários municípios, não nos permitem, no momento, acudir a seus desejos. Esta demora poderá, quem sabe, oportunizar-lhe o meio de encontrar um local adequado para a sua escola, pois não é nosso costume hospedar os Irmãos no presbitério.

O pagamento para dois Irmãos está marcado em mil francos anuais. Se o senhor conseguir que o seu Conselho Municipal participe desta obra, será muito melhor. Com os recursos que o senhor nos promete e o pagamento ordinário dos municípios, a cidade poderia ter três Irmãos.

Tenho a honra de ser, senhor Pároco, etc.

Champagnat

332 – Ao Padre JEAN-BAPTISTE SALLANON, Pároco de Craponne, Haute-Loire.


15 de abril de 1840.

Esta é uma resposta bem precisa a pequenos problemas surgidos no início da escola de Craponne. O Padre Champagnat deixa às autoridades locais a incumbência de resolvê-los.

Senhor Pároco,

Aprovamos de boa mente que o município seja o proprietário da mobília dos Irmãos, contanto que se responsabilize por sua conservação, segundo os termos de nosso prospecto. Para prevenir as discussões por demais freqüentes neste assunto, será preciso que o município, no caso de aceitar a doação da mobília, estipule ao mesmo tempo o pagamento de cem francos anuais para a conservação.

Senhor Pároco, peço-lhe que tenha em conta as observações que lhe fez o Irmão Visitador, a propósito da aula do Irmão Régis. Pois que o município não contribui em nada para o quinto Irmão, parece-me que não é justo que reserve para si uma parte da contribuição dos alunos que freqüentam esta aula particular. Além do mais, é no interesse da instituição que o digo, dado que os pais se indispõem geralmente quando têm que pagar em dois lugares, estarão menos dispostos a confiar seus filhos aos Irmãos. (sic)

Mas, esta aula superior pode dar prestígio ao estabelecimento e contribuir para mantê-lo nas boas graças das autoridades. (sic) Espero que entrando em entendimento com o município, o senhor acertará este caso.

Agradeço com a maior sinceridade por todas as benemerências que o senhor tem para com nossos Irmãos. Rogo-lhe aceitar o respeitoso devotamento com que sou, Senhor Pároco,...


333 – Ao senhor JEAN TACHON, prefeito de Vauban, Saône-et-Loire.


25 de abril de 1840.

O prefeito ficou sabendo que o Irmão Cassien fora nomeado Diretor da escola de Vauban. Como as ocupações dele não lhe permitiam que se ocupasse do ensino, o prefeito dirigiu-se ao Padre Champagnat, pedindo-lhe que destacasse para Vauban um bom professor. Tais são os informes do Irmão Avit, quando escreve os Anais de Vauban. A carta que segue é resposta ao prefeito.

Não sabemos se este acatou a observação do Padre Champagnat.

Senhor Prefeito,

Esperava levar-lhe pessoalmente a resposta à carta oficial que o senhor teve a amabilidade de me escrever, na data de 3 de abril. Pelo que vejo, tenho que renunciar a esse projeto; minhas indisposições me colocam na impossibilidade de empreender esta viagem.

Fico-lhe muito grato por sua boa vontade, assim como pela honrosa benevolência de seu digno Conselho para com o estabelecimento de nossos Irmãos. É motivo para eu fazer tudo o que estiver a meu alcance para corresponder a seus anseios e proporcionar-lhe uma boa escola. Vou tratar de encontrar uma pessoa competente e em condições de fazer esta boa obra dar certo.

Não sou de parecer que se dê início à aula neste momento. É a época em que os trabalhos do campo requerem a cooperação da maior parte dos meninos; em conseqüência haveria um número reduzido em aula e seria muito mais difícil iniciar o curso de maneira proveitosa. O senhor pode fazer suas observações a respeito disto ao Irmão Visitador que deve chegar em Vauban na primeira quinzena do mês que vem. Penso que, depois de ter refletido sobre o caso, o senhor julgará como eu.

Queira aceitar a homenagem etc.


334 – Ao senhor Barão AMBROISE RENDU, Presidente do Conselho Administrativo do Instituto Real dos Surdos-Mudos, Paris, Seine.


25 de abril de 1840.

O Padre Champagnat agradece ao Barão Rendu por ele ter concedido a matrícula de dois Irmãos no Instituto Real dos Surdos-Mudos. Diz mais: que está pensando em escolher quais serão os dois Irmãos. Infelizmente o projeto não vingou. (cf. Cartas no 320 e 321).

Senhor Barão,

Fico-lhe muito grato pela boa vontade do Conselho Administrativo em admitir gratuitamente dois de nossos Irmãos no Instituto Real dos Surdos-Mudos. Agradeço em particular pela carta que o senhor teve a gentileza de enviar-me a respeito.

Estamos ocupados na escolha de dois candidatos que satisfaçam o objetivo do Conselho e o nosso. Nós os submeteremos ao exame de que o senhor nos falou e não se apresentarão ao Curso senão munidos dos Certificados exigidos. Quanto ao tempo de permanência no Instituto, o nosso desejo como também o do Conselho, é que eles se capacitem a cumprir suas funções convenientemente, e portanto que fiquem o tempo necessário para apresentar-se aos Exames requeridos.

Deverão assumir os compromissos que forem determinados pelos Conselho Administrativo. Quanto ao regulamento da casa, espero que terão a peito dar, em toda ocasião, o exemplo de uma constante e exata fidelidade e que se sujeitarão a tudo o que se pratica no Instituto.

Nada mais esperamos do que a confirmação de nosso pedido por S. Excia. o senhor Ministro da Instrução Pública e então mandaremos os candidatos.

Queira aceitar a homenagem do profundo respeito, com que etc.

335 – Ao Padre JEAN-FRANÇOIS RÉGIS PEALA, Pároco de Tence, Haute-Loire.


abril de 1840.

Na Carta de no 283, o Padre Champagnat tinha prometido mandar, sem falta, Irmãos para a escola de Tence, em novembro do ano de 1840. Numa entrevista com o Superior do Seminário Maior da diocese do Puy, mano do pároco Jean-François, ficou sabendo que a subvenção da municipalidade era insuficiente para garantir a subsistência dos Irmãos.

Com a experiência mais do que comprovada que tinha, o Padre Champagnat dá ao pároco o seu parecer sobre a situação e os expedientes que poderiam ser adotados para contorná-la.

Senhor Pároco,

Tivemos ocasião de nos encontrar com o Superior do Seminário Maior do Puy e de lhe falar de seu estabelecimento. Ele nos disse que o município dava a entender que entraria com uma subvenção de 600 francos, mas que à parte esta quantia, o senhor não teria outros recursos senão através das contribuições mensais. Estou com muito receio que sua obra não terá muita base, se contar só com esses "fundamentos". O município pode tornar-se menos favorável e não contribuir mais do que com os 200 francos exigidos por lei. O número de alunos pagantes pode cair sensivelmente e provocar deste modo um grande déficit na receita. Há outro aspecto: a experiência nos demonstrou que os estabelecimentos que se vêem reduzidos a esses únicos recursos desaparecem ou, no mínimo, se sustentam com muita dificuldade.

Além disso, como a população é numerosa, são necessários de saída quatro Irmãos; e como conseguir 1.000 francos com as contribuições dos alunos? Para que seu empreendimento iniciasse com solidez, seria preciso que, além dos 600 francos do município, o senhor conseguisse criar uma renda anual de mais 600, mediante a cooperação de pessoas remediadas e caridosas. Deste modo, o pagamento de três Irmãos estaria garantido e o senhor poderia ter duas classes de alunos gratuitos, coisa muito importante em qualquer localidade onde a população é numerosa. Seria fácil conseguir fundos para o sustento de um quarto Irmão, se houvesse uma terceira aula de alunos pagantes, filhos de pais remediados, e escolares de um nível mais elevado.

Não vejo como o estabelecimento poderia iniciar-se de outra maneira, com chances de dar certo.

Embora pequeno, o município de Saint-Julien de Molhesabate conseguiu criar uma renda de 1000 francos em favor de seus meninos pobres. Será que o de Tence vai recuar diante de 600 francos?

Há outra solução, talvez menos boa: O senhor poderia também criar uma situação semelhante à que existe em Craponne. Lá o município se comprometeu a assegurar a subsistência de quatro Irmãos e a cobrar dos alunos uma contribuição fixada em 75 cêntimos para os principiantes e em 1,25 francos para os outros. O Conselho Municipal assinou conosco um convênio que poderia servir para o seu município, com as modificações exigidas pelo costume e as necessidades da região.

Ficaria sentido se tivesse que voltar atrás da promessa que lhe fiz, mas o que mais desejo é que o senhor tome os meios de assegurar o êxito de sua obra. Seria triste começar para vê-la periclitar logo a seguir. É para prevenir um tal desgosto que lhe faço essas observações.

Tenho a honra...

Champagnat


336 - Ao Padre JEAN-MARIE MATHIAS DEBELAY, Pároco de Nantua, Ain.


2 de maio de 1840.

Data de 18 de outubro de 1837 o pedido de Dom Raymond Devie, bispo de Belley, para que l'Hermitage mandasse Irmãos para Nantua. (cf. Carta no 143). Em abril do ano seguinte, (cf. Carta no 189), o pedido partiu também do próprio pároco. O bispo voltou a insistir, a 4 de janeiro de 1839 (cf. Carta no 239). O caso está mais do que maduro, para este ano de 1840.

Senhor Pároco,

O senhor encontrou o modo certo de conseguir Irmãos, com garantia e prontidão: Garantir a fonte de pagamento da escola e torná-la gratuita. Como é muito mais fácil fazer o bem em estabelecimentos desta natureza, damos sempre a preferência a estes e mantemos o princípio de favorecê-los de uma maneira toda especial.

Desejo ardentemente que o senhor possa entender-se com o vice-prefeito departamental, e também com o prefeito municipal. Sabemos por experiência que as coisas andam sempre melhor quando os estabelecimentos são apreciados pelas autoridades civis, e temos o costume de só iniciá-los depois de conseguir o parecer favorável das mesmas. Não duvido que o senhor faça tudo o que depender do senhor para agir em conformidade com o vice-prefeito departamental e o prefeito Municipal e fazer que se interessem por sua obra.

Então, estamos entendidos: Estando pronto o local, garantidos os recursos para o mobiliário e confirmada a gratuidade da escola, nós lhe mandaremos os Irmãos na próxima Festa de Todos os Santos. Mandarei visitar a sua casa no decorrer do verão e entraremos em acordo para a confecção do mobiliário.

Receba meus protestos de respeitosa dedicação com que etc.


337 – Ao Padre ABEL XAVIER MÈGE, Arcipreste de Morestel, Isère.


3 de maio de 1840.

O Padre Champagnat já está muito doente, de modo que esta carta, inspirada em seu modo de pensar, não é de sua autoria. Terá sido escrita por um de seus secretários. Nela são muito detalhadamente explicadas as condições em que são fundadas as escolas. No caso desta, os fundadores podem contar com os Irmãos no começo de novembro de 1840, se as condições de subsistência dos Irmãos estiverem garantidas. A carta faz muito claramente apelo à experiência de outras escolas já em andamento: quando garantidas as fontes de pagamento e totalmente gratuitos os alunos, os problemas são menores. Porém, em se tratando de subvenções das autoridades e de pagamento de alunos, quer dos internos, quer dos provenientes de outros municípios, é preciso que tudo seja de antemão previsto e ordenado.

O Padre Xavier Mège não desanimou com a complexidade dos problemas que lhe eram apontados. Em 22 de julho de 1851 voltou a pedir três Irmãos para o final do ano. Mas, somente o segundo sucessor dele conseguiu Irmãos, 35 anos mais tarde, em 1875.

Senhor Pároco,

Eu estaria realmente disposto a aceitar o seu pedido, se sua escola tivesse um lastro e fosse gratuita. Não hesitamos nunca quando se trata de tais escolas, porque aí é mais fácil e garantido fazer o bem. Foi assim que, por haver fundação, aceitamos o pedido que nos fez o município de Bougé-Chambalud, embora fosse bem posterior a outros. Pode então contar com o envio de nossos Irmãos na próxima Festa de Todos os Santos, no caso de sua escola ser gratuita, ser paga por uma fundação ou por um contrato municipal. Se o senhor se achar na contingência de contar só com as contribuições mensais e a subvenção municipal de 200 francos, nós vamos ficar muito contrariados, visto que as localidades que nos oferecem uma escola gratuita esgotarão, e de muito, nossas reservas em pessoal capacitado. Haveremos certamente de fazer o que depender de nós, mas não podemos garantir, pelo menos para a próxima Festa de Todos os Santos.

Por favor, comunique-nos quais os recursos disponíveis se não for possível sua escola ser completamente gratuita. Saberemos assim, pelo menos, qual a base de manutenção do estabelecimento e poderemos dar uma resposta de acordo.

A experiência nos ensinou que não podemos começar um estabelecimento senão quando tudo estiver pronto e a subsistência dos Irmãos garantida, seja qual for a modalidade. Um edifício já é alguma coisa, mas não é tudo. Se fosse só esta a condição, teríamos de imediato cem municípios a contentar, já, e que pediram até antes de Morestel. Desejo que prossiga na luta em prol desta boa obra, apesar das dificuldades que possa encontrar. Será até mais sólida por se ter constituído devagar e penosamente.

Com profundo respeito etc.

Champagnat

338 – Ao Padre JEAN-FRANÇOIS RÉGIS PEALA, Pároco de Tence, Haute-Loire.


3 de maio de 1840.

As condições das quais se fala na Carta no 335, na realidade não se adaptaram bem à cidade de Tence. Como foi anotado atrás, os Irmãos demoraram um século para aparecer e atuar naquela cidade.

Antes de nós, foram os Irmãos do Sagrado Coração, que lá permaneceram até 1903, quando as leis sectárias de Combes expulsaram da França os religiosos dedicados ao ensino. Retomaram as atividades em 1917, permanecendo até 1938. Foi então que os Maristas continuaram a ministrar a educação cristã aos meninos da quarta e quinta gerações.

Senhor Pároco,

Quando insinuamos que as condições estabelecidas com Craponne poderiam servir de base ao convênio que podemos fazer com o município de Tence, não tivemos em mente afirmar que seriam exatamente iguais. A cidade de Craponne ofereceu um local adequado para receber um grande número de internos com uma mobília suficiente para isto. E tem mais: O estabelecimento se encontra na posição de receber um grande número de internos. Como a cidade de Tence não pode oferecer-nos as mesmas vantagens, é indispensável modificar o convênio feito com a cidade de Craponne, para adaptá-lo às condições de Tence.

1. Não podemos mandar para Tence menos de quatro Irmãos.

2. Em vista disto, é condição essencial que o município se comprometa a garantir um pagamento de 1.600 francos anuais.

3. Que não reserve nenhuma porcentagem do que pagarem os internos, se houver; nem dos alunos das paróquias vizinhas, caso se apresentem alguns.

4. Não vemos que o estabelecimento seja viável; as escolas não são gratuitas, como deveriam ser pelo menos em parte, conforme lhe explicamos na última carta.

É importante que nos entendamos sobre esses diversos pontos e que cheguemos a um acordo, tanto quanto possível. Quanto mais vivência vamos adquirindo, mais sentimos a necessidade de ter de antemão uma garantia do pagamento dos Irmãos, por modesto que seja. Sabemos por experiência que somente as escolas gratuitas na sua totalidade ou pelo menos em boa parte são as que se sustentam e conseguem sobreviver.

Tenho a honra de ser, com o mais profundo respeito etc.

Champagnat


339 – Ao Padre PIERRE BERNARD HUGONY, Pároco de Prés-Saint-Gervais, Paris, Seine.


3 de maio de 1840.

A carta do pároco de Saint-Gervais, de Paris, deu ao Padre Champagnat a ocasião de reconhecer outra grande carência, desta vez não tanto no sentido material. O bem-estar e o conforto das grandes cidades podem, infelizmente, ajudar a espalhar mais depressa os maus costumes, ao passo que os trabalhos do campo favorecem a saúde física e moral. É pena não termos a carta do Pe. Hugony.

Senhor Pároco,

Muito grandes são as necessidades de sua paróquia, o quadro que delas o senhor nos traça atinge nosso íntimo e nos entristece sobremaneira, mas apesar de toda a boa vontade que tivéssemos para acudir a seu zelo, encontramo-nos na impossibilidade de o fazer, por ora.

Os compromissos que contraímos com vários municípios, faz muito tempo, esgotaram nossas reservas de pessoal, muito além do que se podia prever. Embora o mal talvez não seja tão medonho em nossas regiões, há muitas paróquias em que o zelo dos pastores tem muita necessidade de ser amparado pela influência de uma escola cristã e religiosa, para impedir que o contágio do mal se generalize. Quanto lastimamos não podermos acudir a todas as necessidades e não podermos atender a tantos pedidos que nos chegam!

Por outro lado, senhor Pároco, para ser viável um estabelecimento tão afastado e, por isso mesmo, sujeito a outras grandes despesas precisaria ter reservas que sua carta não parece mencionar.

Digne-se o bom Deus proporcionar a seu zelo os recursos para realizar obra tão importante e necessária e, a nós, o meio de corrermos em auxílio de seus caridosos projetos.

Tenho a honra etc.

Champagnat



1 Cf. Paulo RÓNAI. A tradução vivida. Rio de Janeiro, Educom, 1976, p. 50-51; Milred LARSON. La reducción baseada en el signifacado. Buenos Aires, Eudeba, 1989, p. 160-163.

2 Correspondência entre D. Pedro II e o Barão do Rio Branco. São Paulo, C. E. Nacional, s.d., p. 71.

3 Machado de ASSIS. Correspondência. Rio de Janeiro, Jackson, 1937, p. 328.

4 Ibidem, p. 72.

5 Francisco VENÂNCIO FILHO. Euclides da Cunha a seus amigos. São Paulo, C. E. Nacional, 1938, p. 106.

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