Lettres de Marcellin J. B. Champagnat (1789-1840) Fondateur de l’Institut des Frères Maristes



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CAPÍTULO V - 1838


167 - 4 de janeiro. A Barthélemy Goiran, prefeito de Couzon: promete mandar Irmãos para a paróquia dele, a partir de novembro.

168 - 5 de janeiro. Ao Irmão Denis, em Saint-Didier-sur-Rochefort: responde a várias questões a solucionar, e manda saudações especiais a cada membro da comunidade.

169 - 10 de janeiro. Ao Irmão François, em N.-D. de l’Hermitage: recomenda-lhe valer-se dos conselhos dos Padres e Irmãos experientes; pede também que lhe sejam mandados a Paris alguns objetos que esquecera.

170 - 25 de janeiro. Ao Irmão François: dá notícias de Paris e das tentativas para conseguir o Decreto de autorização do Instituto.

171 - 3 de fevereiro. A Dom Gaston de Pins, Administrador Apostólico de Lião: comunica o teor de sua resposta às objeções do Ministro da Instrução Pública.

172 - 4 de fevereiro. Ao Irmão François: dá notícias de Paris e solicita que lhe mande notícias da casa de l’Hermitage.

173 - 14 de fevereiro. Ao Ministro Antoine Salvandy, para pedir-lhe que ative o processo da autorização legal do Instituto.

174 - 24 de fevereiro. Ao Irmão François: participa a ele quantas visitas e correrias já teve que fazer em busca do seu objetivo, o que acha sobre várias questões.

175 - 7 de março. Ao Irmão François: dá mais notícias sobre as tentativas feitas e orientações para o bom governo das questões surgidas na casa mãe de L’Hermitage.

176 - 12 de março. Ao Irmão François: dá notícias e manifesta apreensões.

177 - 14 de março. Ao Irmão François: recomenda-lhe que faça uma visita ao senhor Ardaillon, que irá passar alguns dias de folga na região.

178 - 14 de março. Ao Padre Sébastien Millerand, pároco de Semur: responde à carta do dia 9 e põe-no a par dos convênios feitos entre a Congregação e seu predecessor, a respeito da escola.

179 - 15 de março. Ao Irmão François: recomenda que tente isentar o Irmão Cyprien do serviço militar; comunica o que escreve ao pároco de Semur; dá mais notícias a respeito das diligências que vem fazendo para conseguir a autorização.

180 - 16 de março. À cunhada, viúva pela morte de seu irmão Jean-Barthélemy, em Marlhes: carta de pêsames.

181 - 18 de março. Ao Irmão Hilarion, em Boulieu: dá notícias dos trâmites legais e fala de seu carinho para com os Irmãos.

182 - 22 de março. Ao Irmão François, para lhe dar notícias de como vão os trâmites para conseguir a autorização; também dá diretrizes para o bom governo da casa de l’Hermitage.

183 - 23 de março. Ao Irmão Antoine, em Millery: dá notícias e suas impressões sobre os parisienses, sua religiosidade e costumes.

184 - 11 de abril. Ao Ministro Salvandy, em Paris, para rogar-lhe que tenha consideração pela causa dos Irmãos, a fim de levá-la a bom termo.

185 - 12 de abril. Ao Irmão François: anuncia sua volta e dá as últimas informações sobre a autorização pleiteada.

186 - 21 de abril. Ao Ministro Antoine Salvandy: apresenta saudações respeitosas e pede que continue o processo da autorização.

187 - 11 de maio. Ao Padre Michel Dutour, pároco de Amplepuis: responde a uma segunda carta do padre e significa-lhe a impossibilidade de lhe mandar Irmãos, por ora.

188 - 11 de maio. Ao Padre Abel Mège, Arcipreste de Morestel: responde à carta deste e diz-lhe ser impossível mandar-lhe Irmãos de imediato.

189 - 11 de maio. Ao Padre Jean-Marie Debelay, pároco de Nantua: pede que forneça todos os detalhes das condições em que quer criar a escola.

190 - maio. Aos administradores de Saint-Etienne: promete fazer o possível para lhes mandar os Irmãos que estão pedindo.

191 - maio. Ao senhor Alexandre Delon, vice-prefeito departamental de Saint-Etienne: informa-lhe que os Irmãos, nas condições em que se acham, não poderão por mais tempo manter a escola de Saint-Martin-la-Plaine.

192 - maio. A Dom Louis De Bonald, bispo de Puy: responde sua carta e pesarosamente se escusa de não poder mandar Irmãos para a escola de Craponne no ano de 1838.

193 - 20 de maio. Ao Irmão François, para dar notícias de sua viagem e do começo de sua permanência em Paris.

194 - 27 de maio. A Dom Jean-Baptiste Pompallier, vigário apostólico da Oceânia: responde à carta deste e dá notícias de Paris.

195 - 7 de junho. Ao Irmão François: faz recomendações a respeito dos objetos que está mandando para l’Hermitage e dá notícias do andamento das negociações para conseguir a autorização.

196 - 20 de junho. Ao Irmão François, para mantê-lo informado sobre as múltiplas tentativas para conseguir a autorização tão almejada.

197 - 23 de julho. Ao Irmão François: anima-o em suas funções; dá notícias de Paris e de sua saúde; traça diretivas para o Irmão prosseguir no governo da casa de l’Hermitage.

198 - 16 de julho. Carta ao Padre François Mazelier, em Saint-Paul-Trois-Châteaux: responde a um pedido de informações sobre um Irmão.

199 - 16 de julho. Ao Padre Paul Benoit, diretor do Seminário Maior de Montpellier: promete visitá-lo, mas diz que por ora não pode mandar Irmãos.

200 - 25 de julho. Ao Padre Jean Cholleton, Vigário Geral de Lião, a quem pede autorização para mais uma tomada de hábito.

201 - 27 de julho. A Marcellin Gerontet, prefeito de Saint-Rambert: expressa-lhe quanto gostaria de implantar uma escola em Saint-Rambert, mas por enquanto não é possível.

202 - 8 de agosto. Ao Padre François Mazelier, em Saint-Paul-Trois-Châteaux: anuncia que manda dois Irmãos e agradece os serviços.

203 - 11 de agosto. Ao Padre Gaspard Grasset, superior do Seminário Maior de Montpellier: responde que se dirija a outra Congregação de ensino pois os Maristas estão assoberbados de pedidos.

204 - 12 de agosto. Ao Irmão Victor, em Viriville, ao qual concede autorização para passar alguns dias com a família.

205 - 12 de agosto. Ao Irmão Théodoret, em Ampuis: concede a autorização pedida e dá notícias de seus irmãos de família.

206 - 10-13 de agosto. Ao Padre Claude Merlin, pároco de Saint-Geoire: responde ao pedido de Irmãos para a escola paroquial.

207 - 13 de agosto. - A Dom Philibert De Bruillard, bispo de Grenoble, que pediu Irmãos para Saint-Lattier et Crolles.

208 - 20 de agosto. A Dom Bénigne Trousset D’Héricourt, bispo de Autun: desculpa-se de não poder fornecer de imediato os Irmãos que está pedindo.

209 - 21 de agosto. Ao amigo Victor Dugas, de Saint-Chamond: solicita-lhe que escreva a seu irmão em Paris para intervir em favor da autorização dos Irmãos.

210 - 21 de agosto. CIRCULAR aos Irmãos: anuncia a data das férias e traça diretivas para a circunstância.

211 - 25 de agosto. Ao senhor Claude Menu, prefeito de Sury-le-Comtal: pede-lhe que mande dispor as salas de aula de acordo com as normas do Instituto.

212 - 26 de agosto. Ao Padre Jean-François Peala, pároco de Tence: não conte com os Irmãos para o presente ano.

213 - 19 de setembro. A Dom Philibert De Bruillard, bispo de Grenoble: dá a conhecer as condições inaceitáveis que o Padre Douillet pretendia impor aos Irmãos em La Côte-Saint-André.

214 - 21 de setembro. Ao Padre Léonard Gazel, pároco de Chambon-Feugerolles: diz que não acha tempo para ir vê-lo e que, devido ao prolongado silêncio em que deixou encubar seu projeto, quase o tinha esquecido.

215 - outubro. Ao Padre Ferréol Douillet, La Côte-Saint-André: descarta peremptoriamente a oferta de ficar com a propriedade.

216 - 31 de outubro. Ao Padre Georges Metton, pároco de Sury-le-Comtal: pede-lhe que aceite o regulamento que os Irmãos devem seguir.

217 - 31 de outubro. Ao Padre Antoine Mollin, pároco de La Côte-Saint-André: anuncia a saída dos Irmãos; fica surpreso de que o Padre Antoine não esteja a par das discordâncias com o Padre Douillet.

218 - outubro. Ao Padre Jean Gagain, pároco De Saint-Gengoux-le-Royal: que tenha paciência por enquanto, porque não há Irmãos preparados em número suficiente para atender a todos os pedidos.

219 - outubro. Ao benfeitor Blaise Aurran, em Cuers: agradece pelo interesse que demonstra para com os Irmãos; pede que espere ainda um tempo para tê-los e solicita ajuda financeira para a escola dos PETITS GARÇONS, em Charlieu.

220 - outubro. Ao Padre Marie Lafay, pároco de Firminy, para que se ponha em dia com os pagamentos atrasados se quiser ter os Irmãos de volta.

221 - outubro. Ao senhor Delebecque, deputado de Bethune: anuncia a partida dos Irmãos para Saint-Pol (Pas de Calais); o Irmão diretor deverá fazer-lhe uma visita, quando de passagem por Paris.

222 - outubro. Ao Padre François Robitaille, decano de Saint-Pol-sur-Ternoise: anuncia a chegada próxima dos Irmãos; pede que acerte os gastos de viagem e de fundação; aproveita também da ocasião para pedir que intervenha na questão da autorização legal dos Irmãos.

223 - outubro. Ao senhor Barjet, proprietário de Cornas, informa que pelo espaço de alguns anos não será possível mandar Irmãos.

224 - 1º de novembro. Ao Padre César Charbonnier, pároco de Grignan: os efetivos são escassos, mas com o correr do tempo teremos ocasião de receber e preparar outros e o local também poderá ser providenciado com mais vagar.

225 - 5 de novembro. Ao Padre Joseph Venet, pároco de Mornant: fala da vigilância sobre os alunos durante os Ofícios paroquiais; lembra ao pároco de colocar-se pôr em dia com os pagamentos.

226 - 8 de novembro. Ao Padre Antoine Clavel, pároco de Jallieu: foi tomado nota do pedido, mas terá que esperar bastante tempo.

227 - princípios de novembro. Ao senhor Jean Aimé Jovin Deshayes, em Saint-Etienne: informa em que ponto estão as negociações; propõe argumento contra a cláusula que se queria impor aos Maristas: a de não criar escolas em localidades de mais de mil habitantes.

228 - 24 novembro. Ao deputado Jean Jacques Baude: diz que conta somente com ele para defendê-lo contra as acusações.

229 - 4 de dezembro. Ao pároco de Villeurbanne, Padre Pierre Faure: por ora, não pode fornecer-lhe Irmãos, embora dois deles acabem de ser diplomados.

230 - 4 de dezembro. Ao prefeito de Mornant, Antoine Bertholey: para pedir que pague o que ainda está devendo.

231 - 5 de dezembro. Ao pároco de Sainte-Sigolène, Padre Jean Menut: o pedido está anotado; não aceita receber o prédio como doação.

232 - 5 de dezembro. A um Irmão, para que venha de volta da família para l’Hermitage.

233 - 10 de dezembro. Ao Irmão Denis, em Boulieu: cumprimenta pelo diploma que conseguiu e pede que mande para l’Hermitage uma promissória que o interessado quer pagar.

234 - 28 de dezembro. Ao Irmão Dominique, em Charlieu: responde à sua carta e o exorta à constância e à confiança em Deus.

235 - Em dezembro. Ao Barão Ambroise Rendu, Paris: pede-lhe que apoie o pedido de admissão de dois Irmãos que se preparariam para a educação de surdos-mudos, na instituição que trata desses deficientes, em Paris.
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