Lettres de Marcellin J. B. Champagnat (1789-1840) Fondateur de l’Institut des Frères Maristes



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CAPÍTULO VI - 1839


236 - 7 de janeiro. A Dom Bénigne Trousset D’Hericourt, bispo de Autun: pede o prazo de um ano para erigir o noviciado de Vauban.

237 - 9 de janeiro. Ao pároco de Saint-Lattier, Padre Benoît Hector: pede que espere que chegue sua vez, na lista de assentamentos dos pedidos.

238 - 13 de janeiro. CIRCULAR aos Irmãos: manifesta-lhes seus sentimentos paternais; lembra aos Irmãos a gratidão pelos muitos benefícios recebidos e prescreve uma novena de ação de graças; noticia o falecimento do Irmão Pacôme.

239 - 20 de janeiro. Ao bispo de Belley, Dom Alexandre Devie: dificuldades encontradas na fundação de Nantua; agradecimento pelo empenho do bispo em ajudar na obtenção da autorização legal.

240 - 21 de janeiro. A Dom Bénigne Trousset D’Héricourt, bispo de Autun: aceita a idéia de confiar a um Irmão de Semur os postulantes que se destinam ao futuro noviciado a ser fundado em Vauban.

241 - 23 de janeiro. Ao Arcebispo de Aix, Dom Joseph Bernet: pede um prazo de preparação, antes de mandar Irmãos para Pélissanne.

242 - 14 de fevereiro. Ao Irmão Dominique, em Charlieu: anuncia que irá fazer-lhe uma visita e que tenha paciência até lá.

243 - 17 de fevereiro. Ao pároco de Cosne, Padre Jacques Limpot: diz-lhe que, por ora, é impossível mandar-lhe Irmãos.

244 - 23 de fevereiro. Ao Irmão Basin, em Saint-Paul-en-Jarret: concede-lhe a licença que pediu e o aconselha a perseverar na vocação.

245 - 26 de fevereiro. Ao pároco do Chambon-Feugerolles, Padre Léonard Gazet: diz-lhe que não se lembra de ter prometido enviar-lhe Irmãos antes da próxima Festa de Todos os Santos.

246 - 7 de março. Ao prefeito de Saint-Martin-la-Plaine, Joseph Bethenod: pergunta se, do momento em diante o município poderá pagar os Irmãos.

247 - 10 de março. Ao Irmão Avit, em Pélussin: concede-lhe a autorização pedida e dá-lhe alguns princípios de vida espiritual.

248 - 23 de março. Ao Irmão Anaclet, em Saint-Didier-sur-Rechefort: aconselha a confiança em Deus. Permite-lhe comungar três vezes por semana e sugere muita fidelidade à oração.

249 - 8 de abril. Ao Irmão Marie-Laurent, em Saint-Pol-sur-Ternoise: aconselha coragem nas provações morais e promete-lhe fazer que a comunidade de L’Hermitage reze por ele.

250 - 27 de abril. Ao pároco de Boen-sur-Lignon, Padre Jean Breuil: pede que tenha paciência por alguns anos para esperar o envio dos Irmãos.

251 - 4 de maio. Ao pároco de Saint-Pierre-de-Boeuf, Padre André Darnond: diz-lhe que seu pedido foi carinhosamente acolhido, mas é impossível atendê-lo no momento.

252 - 12 de maio. Ao Padre François Piccolet, Diretor de um Colégio, em Évian: sugere que se dirija aos Irmãos da Santa Cruz, do Padre Bochard, para conseguir dotar seu colégio de educadores religiosos.

253 - 12 de maio. Ao Padre Augustin Revol, pároco de Bougé-Chambalud: o pedido está anotado, mas não poderá ser atendido neste ano.

254 - 4 de junho. Ao Padre Abel Mège, Arcipreste de Morestel: não é possível mandar Irmãos para a próxima Festa de Todos os Santos.

255 - 8 de junho. Ao Padre François Piccolet, Diretor, em Évian: não consegue mandar-lhe Irmãos, mas na Sabóia, pode encontrar outras Congregações dedicadas ao ensino.

256 - 16 de junho. Ao Padre Benoît Hector, Coadjutor em Saint-Lattier: pede-lhe que tenha paciência por mais um tempo. Em 1840 irá mandar colaboradores para sua obra educacional.

257 - 27 de junho. Ao Vigário Geral de Lião, Padre Jean Barou: diz que não é possível subtrair algo do estrito necessário.

258 - 17 de junho. A Dom Bénigne Trousset D’Héricourt, bispo de Autun: explica por que não enviou um Irmão a mais para Semur.

259 - 20 de julho. A um Irmão Jovem, para ajudá-lo no combate às tentações contra a castidade.

260 - 21 de julho. Ao Padre François Mazelier, em Saint-Paul-Trois-Châteaux: anuncia a volta do Irmão Raphaël e, mais uma vez, agradece os serviços prestados.

261 - 24 de julho. Ao pároco de Vernaison, Padre Alexis Sanquin: diz-lhe que seu pedido está anotado e será atendido em tempo oportuno.

262 - 27 de julho. Ao prefeito de Charlieu, Jean-Marie Guinault: agradece-lhe a benevolência para com os Irmãos e também pelo novo local que oferece à escola.

263 - 9 de agosto. A Stéphanie de Virieu, em Grand Lemps: o Padre Colin deseja muito entrevistá-la; os Irmãos lhe serão mandados logo que possível.

264 - 12 de agosto. Ao Padre Claude Page, pároco de Digoin: não tem Irmãos disponíveis de imediato.

265 - 16 de agosto. Ao Padre Claude Thorin, em Lancié: seu pedido está anotado, queira aguardar a sua vez.

266 - 9 de setembro. CIRCULAR aos Irmãos: convocação para o retiro anual.

267 - 9 de setembro. Ao Irmão Philippe, em Sury-le-Comtal: declara que aceita um meio-termo na espera de uma organização completa das salas de aula.

268 - 13 de setembro. A Dom Bénigne Trousset D’Héricourt, bispo de Autun: desde que o convênio esteja firmado, os Irmãos serão mandados para Vauban; pede ao Prelado uma audiência, após 1º de novembro.

269 - 13 de novembro. Ao Padre Augustin Revol, pároco de Bougé-Chambalud: promete-lhe Irmãos para o início do ano letivo, 1º de novembro.

270 - 15 de setembro. Ao pároco de Virelade, Padre Julien Deschal: impossível prometer-lhe Irmãos, apesar de toda a benevolência pelo projeto.

271 - 17 de setembro. Ao Padre Jean-Baptiste Sallanon, pároco de Craponne: determina exatamente as condições para receber os Irmãos.

272 - 17 de setembro. Ao Padre François Robitaille, Decano, em Saint-Pol-sur-Ternoise: manifesta-lhe suas apreensões quanto ao futuro do estabelecimento de Saint-Pol que está para iniciar as atividades.

273 - 19 de setembro. Ao senhor Libersat, funcionário do Ministério, em Paris: solicita informações sobre o andamento da autorização; manifesta pesar em ter aceito Saint-Pol contra o desejo das autoridades locais.

274 - 30 de setembro. Ao Vigário Geral de Châlons, Padre Paulin Loisson de Guinaumont: aceita com prazer o pedido, mas só poderá ser atendido dentro de dois ou três anos.

275 - 6 de outubro. Ao Padre François Mazelier, em Saint-Paul-Trois-Châteaux: fala dos Irmãos Apollinaire e Gérasime; dá notícias da Congregação.

276 - 7 de outubro. Ao pároco de Érôme, Padre Jean-Pierre Avit: não podemos fornecer-lhe Irmãos, embora desejemos muito.

277 - 7 de outubro. Ao pároco de Ville-sur-Jarnioux, Padre Francis Flandrin: agradece pelos serviços que prestou aos Irmãos de Charlieu, mas por ora é impossível mandar-lhe Irmãos.

278 - 13 de outubro. A Dom Bénigne Trousset D’Héricourt, bispo de Autun: assinala alguns pontos essenciais que devem constar do contrato que regula a posse do castelo de Vauban.

279 - 14 de outubro. Ao Padre Etienne Celle, coadjutor em Saint-Julien-Molhesabate: os Irmãos estão prontos para assumir a escola, mas como não possuem ainda o diploma, não poderão ter o título de professores municipais, “instituteurs communaux”.

280 - outubro. Ao prefeito departamental de Puy, senhor Julien Lagoux: pede seu consentimento para a abertura das escolas de Craponne e de Saint-Julien-Molhesabate; anuncia a próxima visita do Irmão Assistente.

281 - 19 de outubro. Ao senhor Victor Dugas, em Saint-Chamond: dá os motivos de não ter trocado o pessoal do orfanato.

282 - 20 de outubro. Ao Padre François Mazelier, em Saint-Paul-Trois-Châteaux: confia-lhe Irmão Gérasime e pede que lhe faça as observações que julgar oportunas.

283 - 21 de outubro. Ao pároco de Tence, Padre Jean-François Peala: promete Irmãos para 1º de novembro do ano próximo.

284 - 21 de outubro. Ao pároco de Virilade, Padre Julien Deschal: reitera-lhe que não poderá fornecer-lhe Irmãos, de imediato.

285 - 22 de outubro. Ao Padre Touzet, em Aigueperse: responde sua carta e lhe dá esperança de os Irmãos sem muita demora.

286 - 22 de outubro. Ao pároco de Lamastre, Padre Victor Duroux: duas são as razões pelas quais não pode atender imediatamente: falta de Irmãos preparados e falta do parecer favorável das autoridades.

287 - 25 de outubro. Ao pároco de Perreux, Padre Joseph Beneton: anuncia-lhe o envio de mais um Irmão, o quarto, que cuidará do ensino dos adultos; trata também de questões financeiras.

288 - 31 de outubro. Ao pároco de Saint-Genest-Malifaux, Padre Jean-Antoine Gillibert: propõe-lhe que aceite o Irmão Pierre-Marie na qualidade de professor municipal (instituteur communal).

289 - outubro. Ao Padre Augustin Revol, Pároco de Rougé-Chambalud: anuncia a visita do Irmão Visitador; quanto a fazer abatimento no salário dos Irmãos, impossível.

290 - outubro. Ao Padre Jean-Baptiste Sallanon, pároco de Craponne: Vai chegar primeiro o Irmão Diretor, que preparará a chegada dos demais Irmãos.

291 - outubro. Ao prefeito de St-Martin-la-Plaine, Joseph Bethenod: quer saber do prefeito se está garantido o pagamento aos Irmãos que vão lecionar no município.

292 - 31 de outubro. Ao Padre Claude Dumas, Pároco de Usson-en-Forez: comunica que os Irmãos estão para chegar.

293 - 4 de novembro. Ao senhor Blaise Aurran, em Cuers: ainda não feita solicitação para abrir um noviciado em Lorgues; pode ir prevendo uma escola para a qual estamos dispostos a mandar Irmãos.

294 - 11 de novembro. Ao pároco de Sorbiers, Padre Etienne Coignet: faremos o impossível para que se reinicie a escola, mas será preciso garantir-nos os gastos de fundação.

295 - 19 de novembro. Ao Padre Claude Thorin, em Lancié; lembra a carta anterior (cf. Carta no 265); espera dar-lhe satisfação logo, contanto que tudo esteja pronto.

296 - 19 de novembro. Ao Vigário Geral de Châlons, Padre Paulin Loisson de Guinaumont: dá as condições para implantar um noviciado na diocese de Châlons.

297 - 19 de novembro. Ao Vigário Geral de Grenoble, Padre André Berthier: reclama da exigência do Superior do Seminário Menor, de cobrar dos alunos da escola a ocupação da Capela.

298 - 20 de novembro. Ao Padre Jean-François Madinier, pároco de Saint-Didier-sur-Chalaronne: é preciso controlar as ausências de alunos no tempo dos trabalhos do campo, mas admitir que faltem para ajudar os pais.

299 - 20 de novembro. Ao senhor Blaise Aurran, em Cuers: promete mandar Irmãos em 1840.

300 - 20 de novembro. Ao Padre Joseph Chabert, coadjutor em Les Vans: só podemos mandar Irmãos dentro de dois ou três anos, se tudo estiver pronto, dentro das condições exigidas.

301 - 21 de novembro. Ao Padre Joseph Martin, pároco de Albigny: propõe que haja uma só escola que receba os alunos de Albigny e Curis.

302 - 21 de novembro. Ao pároco de Curis, Padre Pierre Loire: apresenta a mesma proposta feita ao pároco de Albigny.

303 - 28 de novembro. Ao senhor Joseph Bethenod, prefeito de Saint-Martin-la-Plaine: que os Irmãos possam receber os atrasados, uma vez que conquistaram o diploma e a licença para lecionar.

304 - 2 de dezembro. Ao Padre Marcellin Riocreaux, pároco da Saint-Ferréol d’Aurouze: rascunho de resposta e envio do prospecto.

305 - 3 de dezembro. A Dom Alexandre Devie, bispo de Belley: expõe as dificuldades que antevê para colocar um noviciado no internato de Saint-Didier-sur-Chalaronne.

306 - 3 de dezembro. Ao pároco de Saint-Nizier, Padre Mathieu Menaide: promete Irmãos para o ano seguinte; dá a conhecer os convênios celebrados com os demais orfanatos.

307 - 4 de dezembro. Ao pároco de Sury-le-Comtal, Padre Georges Metton: justificativas, respondendo às censuras; litígios ainda não resolvidos.

308 - 18 de dezembro. Ao Padre Gire, pároco de Saint-Privat d’Allier: promete fundar a escola quando o candidato de lá estiver formado.

309 - 27 de dezembro. Ao Padre François Dorzat, pároco de Roches-de-Condrieux: pede que pague o que deve e não fique com as contribuições dos alunos de outras paróquias.
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