Levar: Marcos Que Pontilham o Caminho



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D ISCUSSÕES TEOLÓGICAS

OS Adventistas da promessa

Pr. Roberto de Oliveira

Levar: Marcos Que Pontilham o Caminho.


  1. Características




  1. São pentecostais: Culto barulhento, línguas estranhas, etc.;

  2. Não crêem no Espírito de Profecia. Por que?

Alguns ''têm uma algaravia sem sentido a que chamam língua desconhecida, desconhecida não só ao homem, mas ao Senhor e a todo o Céu. Tais dons são manufaturados por homens e mulheres ajudados pelo grande enganador". Testemunhos Seletos, Vol. I, pág. 161.





  1. História




  1. Como Eles Contam

João Augusto da Silveira, ancião da IASD do bairro de Torres, Recife - PE, estuda a Bíblia e aceita o batismo do Espírito Santo conforme pregado pelos pentecostais.


No dia 24 de janeiro de 1932, estando de joelhos em sua casa, pedindo a Deus para também passar por esta experiência, entra em transe e passa a falar em línguas estranhas. Ao levar a novidade para a Igreja, os irmãos se escandalizam e o excluem do Livro de Membros. É obrigado então a formar um grupo separatista com alguns adventistas que decidiram segui-lo.


  1. Como Realmente Aconteceu

Segundo o livro Marcos Que Pontilham o Caminho - História da Igreja Adventista da Promessa, escrito em 1973 por Otoniel da Silveira, pastor da Igreja da Promessa e filho do fundador, a história é outra:


João Augusto da Silveira foi de fato ancião da IASD do Bairro de Torres desde 1922. Também foi colportor e obreiro bíblico. Como, na época, havia carência de pastores, ele era enviado pela Missão Pernambucana para confirmar a fé nas igrejas no interior e preparar novos crentes para o batismo.
Pelo o que se percebe no livro, João Augusto da Silveira tinha o desejo de ser promovido a pastor, mas isto lhe era negado por possuir como currículo escolar apenas os quatro anos do ensino primário.
Desanimado, ele comunicou ao seu presidente na época, Pr. Ernesto Mansell, a sua intenção de retirar-se da Obra Adventista por motivos particulares.
Ao que tudo indica, João Augusto da Silveira queria, com essa atitude, sensibilizar os líderes da Missão a promovê-lo a pastor. Pensava que eles não aceitariam a demissão de um obreiro tão dedicado. Mas, para a sua decepção, ele recebe um telegrama, cuja cópia está publicada na página 45, informando-o que seu pedido fora aceito.
Magoado, João Augusto da Silveira decide não mais freqüentar a IASD, conforme o filho diz na página 56, mas decidiu ser um adventista em casa; a seguir, sua esposa toma a mesma decisão de abandonar a Igreja, mas os filhos continuam estudando na escola adventista da cidade.
O livro diz que essa situação perdurou até 1932. Ficaram quatro anos, portanto, afastados da Igreja.
Durante este período, João Augusto da Silveira guardava o sábado com um grupo de Adventistas da Reforma, composto de 16 pessoas, que se reuniam na casa de um tal Joaquim Jurema, mas não se filiou a eles. Também passou a freqüentar cultos de amigos pentecostais, onde se impressionou com o ''dom de línguas''.
Desejando receber o mesmo ''poder'', passa a orar em casa sobre o assunto até entrar em transe no dia 24 de janeiro de 1932.
Inicialmente, João Augusto da Silveira leva a novidade a seus antigos irmãos na fé, mas não recebe atenção, pois, como já disse, estava afastado da Igreja há quatro anos. Seu próprio filho informa no livro que nenhum membro da IASD aceitou segui-lo.
João Augusto da Silveira procura então os seus amigos reformistas, que permitem que ele faça uma série de vigílias com palestras sobre o dom de línguas. Em uma dessas vigílias, três pessoas entram em transe. Aos poucos, quase toda a congregação aceita a doutrina e decide fundar a Igreja Adventista da Promessa do Espírito Santo.
João Augusto da Silveira se autodenomina ''pastor", como sempre desejou, e passou a ordenar diáconos, anciãos e, posteriormente, outros pastores também, inclusive seus filhos.

Portanto, a Igreja da Promessa não é o resultado de um cisma na IASD, pois foi fundada por um ex-ancião afastado a quatro anos da Igreja.


Obs.: Ancião é um cargo eletivo por um ano.



  1. Situação dos Promessistas Hoje

À semelhança dos reformistas, progrediram somente até a década de 1970. Sabe-se que chegaram a fundar algumas igrejas fora do Brasil, como Paraguai, Chile e Argentina.

Os promessistas gostariam de crescer em ritmo bem acelerado, à semelhança dos demais pentecostais, mas não conseguem devido ao preconceito manifestado pelas igrejas pentecostais quanto à guarda do sábado. Argumentam que se é possível receber o Espírito Santo sem guardar o sábado, sem deixar de comer carne de porco, etc, por que fazer esse sacrifício?



  1. Como Convencê-los?

Dois argumentos:


1º) Provar que a versão que contam sobre a fundação de sua Igreja é inverídica;
2º) Provar pela Bíblia qual é o verdadeiro dom de línguas.

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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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