Lições da Escola Sabatina 4º Trimestre de 2002 São Elas que de Mim Testificam Introdução Geral



Baixar 282.54 Kb.
Página1/8
Encontro03.08.2016
Tamanho282.54 Kb.
  1   2   3   4   5   6   7   8
Lições da Escola Sabatina
4º Trimestre de 2002

São Elas que de Mim Testificam
Introdução Geral
“E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.” Lc 24:27.
“Existe uma grande verdade central a ser mantida em mente no estudo das Escrituras. Cristo crucificado. Todas as outras verdades terão a influência e o poder correspondentes à sua relação com este tema. É somente à luz da cruz que podemos discernir o carácter exaltado da lei de Deus. A alma paralisada pelo pecado pode ser dotada de vida somente através da obra levada a cabo na cruz pelo Autor da nossa salvação. O amor de Deus constrange o homem a unir-se com Ele nos Seus labores e sacrifício. A revelação do amor divino desperta neles o senso da sua obrigação negligenciada de serem a luz do mundo e inspira-os com um espírito missionário. Esta verdade ilumina a mente e santifica a alma. Banirá a descrença e inspirará a fé. Quando Cristo, na Sua obra redentora, for visto como a grande verdade central do sistema da verdade, será derramada uma nova luz sobre os acontecimentos do passado e do futuro. Serão eles vistos sob uma nova perspectiva e possuirão um novo e mais profundo significado.

O Velho Testamento é tão verdadeiramente o evangelho em tipos e sombras como Novo Testamento o é no seu poder revelador. O Novo Testamento não apresenta uma nova religião; o Velho Testamento não apresenta uma religião a ser substituída pela do Novo. O Novo Testamento é apenas a continuação e a revelação do Velho. Abel acreditava em Cristo e foi salvo pelo Seu poder como o foram Pedro e Paulo. Enoque foi um representante de Cristo como o foi João, o discípulo amado. O Deus que andou com Enoque foi o nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Ele foi a luz do mundo da altura, tal como o é agora. A verdade para este tempo é ampla nos seus contornos, alcançando lugares longínquos e abrangendo muitas doutrinas. Mas estas doutrinas não são temas soltos que pouco significam. Estão ligadas por fios dourados, formando um todo, tendo Cristo como o seu centro vivo.” That I May Know Him, pág. 208.


Lição 1


29 Setembro – 5 Outubro

“Senhor meu, e Deus meu”

Versículo a memorizar:

“Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu.” Jo 20:28
Estudo adicional: The Faith I Live By, pág. 47.

Introdução

“Jesus declarou: ‘Eu sou a ressurreição e a vida.’ Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. ‘Quem tem o Filho tem a vida.’ I João 5:12. A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente. ‘Quem crê em Mim’, disse Jesus, ‘ainda que esteja morto viverá; e todo aquele que vive, e crê em Mim, nunca morrerá. Crês tu isto?’” O Desejado de Todas as Nações, pág. 530.


No princípio”
1 – Como podemos mostrar que Jesus é verdadeiramente Deus? Jo 1:1. (Compare Jo 1:14)
NOTA: “Cristo é Deus na Sua essência e mais alto sentido. O Senhor Jesus Cristo, o divino filho de Deus, existe para além da eternidade, uma pessoa distinta e, contudo, um com o Pai. Ele é a incomparável glória do céu. É o comandante das inteligências celestiais e recebe as homenagens de adoração dos anjos com sendo Suas por direito. Há luz e glória na verdade que declara que Cristo era um com o Pai antes que as fundações do mundo fossem estabelecidas. Esta é a luz que brilha em lugar escuro, tornando-se resplandecente com a glória original e divina.” That I May Know Him, pág. 11.
2 – Como podemos mostrar que Jesus já existia antes do Seu nascimento em Belém? Mq 5:2.
NOTA: “A Palavra de Deus fala da humanidade de Cristo ao andar Ele por este mundo, mas também fala enfaticamente da Sua preexistência. A Palavra existiu como ser divino, como o eterno Filho de Deus, em união e unidade com o Seu Pai. Desde a eternidade, Ele foi o Mediador do concerto, Aquele em quem todas as nações da terra, tanto Judeus como Gentios, se O aceitassem, seriam abençoadas. ‘O Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.’ Antes que os homens e os anjos fossem criados, o Verbo estava com Deus e era Deus.” Second Advent Review & Sabbath Herald, 5 Abril 1906.

Deus forte”


3 – Como identificou Isaías a Criança que iria nascer para nós? Is 9:6.
NOTA: “Quem era Aquele que veio a esta terra a fim de redimir a raça caída? Isaías diz-nos: ‘Porque um filho nos nasceu, um filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.’ Permiti que vos diga que foram tomadas provisões para a nossa redenção. Cristo deixou as cortes celestiais e veio a este mundo fazer expiação por nós. Àqueles que vierem a Ele com uma fé viva, será permitido permanecerem em posição vantajosa. Ao proclamarem os servos de Deus estas coisas, Satanás aproximar-se-á daqueles que possuem mentes interpeladoras e apresentar-lhes-á os seus problemas científicos. Os homens sentir-se-ão tentados a colocar a ciência acima de Deus. Mas quem, buscando-O, encontrará Deus? Os homens poderão ter o seu próprio ponto de vista sobre Deus, mas nenhuma mente humana O compreenderá. Este problema não nos foi apresentado para que o resolvêssemos. Que o homem finito não tente interpretar Jeová. Que ninguém se lance em especulações sobre a Sua natureza. Sobre este assunto, o silêncio é eloquência. Aquele que é omnisciente está acima de qualquer discussão.” Second Advent Review & Sabbath Herald, 1 Junho 1905.

4 – Como expressou Paulo o seu entendimento desta verdade? 1Tm 3:16.
NOTA: Algumas das versões mais recentes da Bíblia declaram que a palavra ‘Deus’ não se encontra no manuscrito original deste versículo. A grande maioria dos manuscritos gregos antigos abrangendo I Timóteo (cerca de 500 deles) contêm a palavra ‘Deus’ e a prova mais evidente para a sua omissão apoia-se no Código Sinaítico, um manuscrito conhecido pelas suas 3455 omissões e que contém 14.800 correcções de erros de cópia dos seus escribas originais.

“Que visão esta aos olhos do Céu! Cristo, que não conhecia a menor mancha de pecado ou profanação, tomou a nossa natureza e a nossa condição deteriorada. Tal humilhação o homem finito não pode compreender. Deus manifestou-se na carne. Humilhou-se a Si mesmo. Que assunto para meditação, para uma contemplação profunda e diligente! Este é um assunto tão infinitamente grande, visto ser Ele a Majestade do céu que, apesar de tudo, desceu tão baixo, sem perder um átomo da Sua dignidade e glória! Ele fez-se pobre, humilhando-se profundamente entre os homens. Ele fez-Se pobre por nós para que, através da Sua pobreza, pudéssemos ser ricos.” God’s Amazing Grace, pág. 165.

Antes que Abraão existisse, eu sou”
5 – Como afirmou Jesus a Sua divindade? Jo 8:56-58. (Compare Jo 10:30-33)
NOTA: “Com solene dignidade, respondeu Jesus: ‘Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu Sou.’ João 8:58. Fez-se silêncio na vasta assembleia. O nome de Deus, dado a Moisés para exprimir a ideia da presença eterna, fora reclamado como Seu pelo Rabi da Galiléia. Declarara-Se Aquele que tem existência própria, Aquele que fora prometido a Israel, ‘cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade’. Mq. 5:2.

Novamente os sacerdotes e rabinos clamaram contra Jesus como blasfemo. O afirmar Ele ser um com Deus, incitara-os antes a tirar-Lhe a vida e, poucos meses mais tarde, declararam abertamente: ‘Não Te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfémia; porque, sendo Tu homem, Te fazes Deus a Ti mesmo.’ João 10:33. Porque Ele era e confessava ser o Filho de Deus, intentavam matá-Lo.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 469-470.


6 – Em que outra ocasião se identificou Cristo como “Eu o sou”? Mc 14:61-64.
NOTA: “Quando Ele veio ‘semelhante aos homens’, declarou ser o EU SOU. O Infante de Belém, o manso e humilde Salvador, é Deus manifestado ‘em carne’. I Tim. 3:16. A nós nos diz: ‘EU SOU o Bom Pastor.’ João 10:11 ‘EU SOU o Pão Vivo.’ João 6:51 ‘EU SOU o Caminho, a Verdade e a Vida.’ João 14:6 ‘É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra.’ Mat. 28:18. EU SOU a certeza da promessa. SOU EU, não temais. ‘Deus connosco’ é a certeza de nossa libertação do pecado, a segurança de nosso poder para obedecer à lei do Céu.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 24-25.
7 – De que outra maneira revelou Cristo a Sua divindade? Lc 5:20-21.
NOTA: “O Senhor Jesus é a personificação da glória da Divindade. A luz do conhecimento da glória de Deus é vista no rosto de Jesus Cristo. Deus revelou-se a Si mesmo aos homens. Ele tomou sobre Si a nossa natureza e no Seu Filho vemos a glória dos atributos divinos. Os que não vêem em Cristo o carácter divino, encontram-se na sombra das deturpações de Satanás em tudo o que diz respeito à divindade. ‘O deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandecesse a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus’. ‘O Filho é o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder. Havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade nas alturas’. ‘Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados. Ele é a imagem do Deus invisível, o primogénito de toda a criação.’” Signs of the Times, 12 Dezembro 1895.

Aquele que me enviou”


8 – Qual foi um dos propósitos da encarnação de Cristo? Jo 14:7-9. (Compare Jo 5:37-40)
NOTA: “Cristo, unicamente, era capaz de representar a Divindade. Aquele que esteve na presença do Pai desde o princípio, Aquele que era a expressa imagem do Deus invisível, era o único suficiente para realizar essa obra. Nenhuma descrição verbal poderia revelar Deus ao mundo. Mediante uma vida de pureza, vida de perfeita confiança e submissão à vontade de Deus, vida de humilhação da qual mesmo o mais alto serafim celestial teria recuado, o próprio Deus tinha de ser revelado à humanidade. Para isso fazer, nosso Salvador revestiu de humanidade a Sua divindade. Empregou as faculdades humanas, pois unicamente adoptando-as poderia ser compreendido pela humanidade. Unicamente a humanidade poderia alcançar a humanidade. Ele viveu o carácter de Deus através do corpo humano que Deus Lhe preparara. Abençoou Ele o mundo, vivendo na carne humana a vida de Deus, mostrando assim ter o poder de unir a humanidade à divindade.” Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 264.
9 – Porque ninguém pode conhecer o Pai excepto aceitando a Cristo? Mt 11:27.
NOTA: “Somente depois de conhecermos Deus aqui nos poderemos preparar para nos encontrarmos com Ele na Sua vinda. Nas Suas lições e poderosas obras, Cristo é a revelação perfeita de Deus. O mesmo Cristo o declara através do evangelista inspirado. ‘Ninguém nunca viu a Deus,’ diz Ele, ‘mas o Deus unigénito, que está ao lado do Pai, é quem o revelou’ (João 1:18). ‘Ninguém conheceu o Filho, senão o Pai e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.’ Estas palavras mostram a importância de se estudar o carácter de Cristo. Só conhecendo a Cristo podemos conhecer o Pai.” In Heavenly Places, pág. 250.
Deus bendito eternamente”
10 Como expressaram os apóstolos a sua crença na divindade de Cristo? Rm 9:5; At 3:14 (compare Jb 6:10; Sl 16:10); Co 2:8. (Compare Sl 24:8-10)
NOTA: “Jeová é o nome dado a Cristo. ‘Certamente Deus é a minha salvação,’ escreve o profeta Isaías, ‘confiarei e não temerei. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico; ele se tornou a minha salvação. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação. Direis naquele dia: Dai graças ao Senhor, invocai o seu nome; tornai manifestos os seus feitos entre os povos e contai quão excelso é o seu nome.’ ‘Naquele dia se entoará este cântico na terra de Judá: Uma forte cidade temos, a que Deus pôs a salvação por muros e antemuros. Abri as portas, para que entre nela a nação justa, que observa a verdade. Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti porque ele confia em ti. Confiai no Senhor perpetuamente, pois o Senhor Deus é uma rocha eterna.’” Signs of the Times, 3 Maio 1899.
11 – Que título foi dado ao encarnado Cristo? Mt 1:23. (Compare Is 7:14)
NOTA: “O brilho do ‘conhecimento da glória de Deus’ vê-se ‘na face de Jesus Cristo’. Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era "a imagem de Deus", a imagem de Sua grandeza e majestade, ‘o resplendor de Sua glória’. Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Veio à Terra entenebrecida pelo pecado, para revelar a luz do amor de Deus, para ser ‘Deus connosco’. Portanto, a Seu respeito foi profetizado: ‘Será o Seu nome Emanuel.’ Isa. 7:14. Vindo habitar connosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus - o pensamento de Deus tornado audível. Em Sua oração pelos discípulos, diz: ‘Eu lhes fiz conhecer o Teu nome’ - misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade – ‘para que o amor com que Me tens amado esteja neles, e Eu neles esteja’ João 17:23.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 19.
Senhor meu, e Deus meu”
12 – Com que palavras expressou Tomé a sua convicção da divindade de Cristo? Jo 20:28.
NOTA: “Muitos que, como Tomé, esperam que tudo aquilo que lhes causa dúvidas seja removido, nunca realizarão os seus desejos. Consolidar-se-ão gradualmente na descrença. No Seu modo de lidar com Tomé, Jesus deu uma lição aos Seus seguidores. O Seu exemplo mostra de que modo devemos lidar com aqueles cuja fé é fraca e com aqueles que têm grandes dúvidas. Jesus não reprovou Tomé, nem entrou em controvérsia com ele. Ele revelou-Se a Si mesmo àquele que duvidava. Tomé fora bastante despropositado ao ditar as condições para acreditar mas Jesus, com um amor e consideração generosos, quebrou todas as barreiras. A descrença raras vezes é dominada pela controvérsia. Mas permiti que Jesus, no Seu amor e misericórdia, seja revelado como o Salvador crucificado e de muitos lábios, outrora relutantes, ouvir-se-á a manifestação de apreço de Tomé: ‘Meu Senhor e meu Deus.’” Conflict & Courage, pág. 328.

13 – Que reconhecimento faremos nós um dia todos os seres criados? Fp 2:9-11.
NOTA: “‘Quem é este que vem de Edom, de Bozra, com vestes tintas? Este que é glorioso em sua vestidura, que marcha com a sua grande força?’ Isa. 63:1. Segura, vem a resposta: ‘Sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que Se manifestou em carne foi justificado em Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória.’ I Tim. 3:16. ‘Sendo em forma de Deus’, Ele ‘não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-Se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-Se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-Se a Si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus O exaltou soberanamente e Lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos Céus, e na Terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.’ Filip. 2:6-11.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 262-263.

Lição 2

6-12 Outubro
Todas as coisas foram feitas por ele”
Versículo a memorizar:

“Porque nele foram criadas todas as coisas que há, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele; e ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.” Cl 1:16-17.


Estudo adicional: That I May Know Him, pág. 18.
Introdução
“Quão grande é o contraste entre a divindade de Cristo e a desprotegida criança na manjedoura de Belém! Como podemos nós transpor a distância entre o Deus poderoso e a desamparada criança? E, contudo, o Criador dos mundos, Aquele em quem toda a divindade se fez corpo, manifestou-se naquele desamparado bébé na manjedoura. Muito superior a qualquer dos anjos, igual ao Pai em dignidade e glória e, no entanto, encoberto pela Sua roupagem humana! A divindade e a humanidade combinaram-se misteriosamente e homem e Deus tornaram-se num só.” The Faith I Live By, pág. 48.
Nele foram criadas todas as coisas”
1 – Quem foi o Criador de todas as coisas? Jo 1:1-3, 14; Cl 1:14-17.
NOTA: “Todas as coisas foram criadas pelo Filho de Deus. ‘No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus. ... Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.’ João 1:1-3. E uma vez que o sábado é uma lembrança da obra da criação, é um testemunho do amor e do poder de Cristo.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 281.
“O apóstolo exaltou a Cristo perante seus irmãos como aquele por quem Deus criara todas as coisas, e por quem tinha promovido a redenção. Ele declarou que a mão que sustém os mundos no espaço, e mantém na ordem perfeita e incansável actividade todas as coisas através do Universo de Deus, é a mão que foi pregada na cruz por eles. ‘NEle foram criadas todas as coisas que há nos céus e na Terra’, escreveu Paulo, ‘visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele. E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele.’ Col. 1:16 e 17.” Actos dos Apóstolos, pág. 471-472.
2 – Com que meios efectuou Cristo o trabalho da criação? Sl 33:6, 9; Hb 11:3.
NOTA: “Nenhuma explicação razoável poderá apresentar-nos os motivos para a criação do mundo. Deverá ser compreendido pela fé no grande poder criador. Pela fé devemos acreditar no grande poder criador de Deus através de Jesus Cristo. ‘Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus, de maneira que o visível não foi feito do que se vê’ (‘que agora se apresentam perante os nossos olhos’). Este é um assunto que pode ser discutido mas a razão nunca convencerá ninguém quanto à veracidade de tais declarações.” Southern Watchman, 24 Abril 1902.
Em seis dias”
3 – Quanto tempo levou Cristo a fazer a obra da Criação? Ex 20:11; Ex 31:17.
NOTA: “Pretende-se que milhões de anos fossem necessários para que a Terra evoluísse do caos; e com o fim de acomodar a Bíblia a esta suposta revelação da ciência, supõe-se que os dias da criação fossem períodos vastos, indefinidos, abrangendo milhares ou mesmo milhões de anos. Tal conclusão é absolutamente infundada. O relato bíblico está em harmonia consigo mesmo e com o ensino da Natureza. Relativamente ao primeiro dia empregado na obra da criação, há o seguinte registro: ‘E foi a tarde e a manhã: o dia primeiro.’ Gen. 1:5. E substancialmente o mesmo é dito de cada um dos seis primeiros dias da semana da criação. Declara a Inspiração que cada um desses períodos foi um dia formado de tarde [isto é, noite] e manhã, como todos os dias desde aquele tempo. Em relação à obra da própria criação diz o testemunho divino: ‘Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.’ Sal. 33:9. Para Aquele que assim poderia evocar à existência inumeráveis mundos, quanto tempo seria necessário para fazer surgir a Terra do caos? Deveríamos, a fim de dar explicação às Suas obras, fazer violência à Sua palavra?” Educação, pág. 128-129.
4 – Que lição requer Cristo que o homem aprenda do Seu exemplo na criação? Dt 5:13-14.
NOTA: “A primeira semana, na qual Deus realizou a Sua obra de criação em seis dias, descansando no sétimo, foi uma semana como qualquer outra... No sétimo dia da primeira semana, Deus descansou das Suas obras e depois abençoou o Seu dia de descanso, separando-o para o homem. O ciclo semanal de sete dias literais, seis dedicados ao trabalho e o sétimo ao descanso, que nos foi apresentado e preservado através da história bíblica, teve origem nos grandes factos dos primeiros sete dias. Quando Deus proclamou a Sua lei numa voz audível no Sinai, falou do Sábado, dizendo: ‘Lembra-te do dia de Sábado para o santificares.’ Depois declarou enfaticamente o que deveria ser feito nos seis dias e o que não deveria ser feito no sétimo. Então, ao dar-nos uma razão para o fazermos, apontou-nos para o Seu próprio exemplo nos primeiros sete dias do tempo. ‘Pois em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, mas ao sétimo dia descansou. Por isso abençoou o Senhor o dia de Sábado e o santificou’. Esta razão parecer-nos-á maravilhosa e convincente ao finalmente compreendermos que o registo da criação menciona dias literais. Os primeiros seis dias de cada semana são atribuídos à humanidade para que possa trabalhar, pois Deus utilizou o mesmo período da primeira semana na obra da criação. O sétimo dia reservou-o Deus como dia de descanso, em comemoração do Seu descanso durante o mesmo período, depois que terminou a Sua obra de criação em seis dias.” Spirit of Prophecy, vol. 1, pág. 85-86.
O sábado foi feito por causa do homem”
5 – Para que beneficiário instituiu Cristo o Sábado? Mc 2:27-28.
NOTA: “As instituições estabelecidas por Deus são para benefício da humanidade. ‘Tudo isso é por amor de vós.’ II Cor. 4:15. ‘Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro, tudo é vosso. E vós de Cristo, e Cristo de Deus.’ I Cor. 3:22 e 23. A lei dos Dez Mandamentos, da qual o sábado é uma parte, Deus deu a Seu povo como uma bênção. ‘O Senhor nos ordenou’, disse Moisés, ‘que fizéssemos todos esses estatutos, para temer ao Senhor nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida.’ Deut. 6:24. E, por intermédio do salmista, foi dada a Israel a mensagem: ‘Servi ao Senhor com alegria; e apresentai-vos a Ele com canto. Sabei que o Senhor é Deus: foi Ele, e não nós que nos fez povo Seu e ovelhas do Seu pasto. Entrai pelas portas dEle com louvor, e em Seus átrios com hinos.’ Sal. 100:2-4. E o Senhor declara acerca de todos quantos ‘guardarem o sábado, não o profanando:’ ‘... os levarei ao Meu santo monte, e os festejarei na Minha casa de oração’. Isa. 56:6 e 7.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 288.
6 – Porque Cristo é o Criador, que dia é o dia do Senhor? Mt 12:8; Lc 6:5.
NOTA: “Estas palavras acham-se repletas de instrução e conforto. Por haver o sábado sido feito para o homem, é o dia do Senhor. Pertence a Cristo. Pois ‘todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez’. João 1:3. Uma vez que Ele fez todas as coisas, fez também o sábado. Este foi por Ele posto à parte como lembrança da criação. Mostra-O como Criador tanto como Santificador. Declara que Aquele que criou todas as coisas no Céu e na Terra, e por quem todas as coisas se mantêm unidas, é a cabeça da igreja, e que por Seu poder somos reconciliados com Deus. Pois, falando de Israel, disse: ‘Também lhes dei os Meus sábados, para que servissem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica’ (Ezeq. 20:12) - os torna santos. Portanto, o sábado é um sinal do poder de Cristo para nos fazer santos. E é dado a todos quantos Cristo santifica. Como sinal de Seu poder santificador, o sábado é dado a todos quantos, por meio de Cristo, se tornam parte do Israel de Deus.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 288.
Desde o princípio da criação”
7 – Que outra instituição teve origem na obra da criação? Mc 10:6-9:
NOTA: “Jesus levou a mente dos Seus ouvintes à instituição do casamento tal como foi ordenada na criação. Foi aí que o casamento e o Sábado tiveram a sua origem, instituições gémeas para a glória de Deus em benefício do homem. Depois, quando o Criador casou o santo par, enunciou as leis do casamento para todos os filhos de Adão até ao fim dos tempos. Tudo aquilo que o próprio Pai Eterno declarou como bom transformou-se numa lei de grandes bênçãos e desenvolvimento para o homem. Tal como todos os outros maravilhosos dons que Deus confiou aos homens para seu bem, o casamento tem sido pervertido pelo pecado, mas é propósito do evangelho restaurá-lo à sua pureza e beleza iniciais.” The Faith I Live By, pág. 253.
  1   2   3   4   5   6   7   8


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal