Linhas de Orientação Calimera Digitalização



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Linhas de Orientação Calimera

Digitalização






OBJECTIVOS

Os temas que são tratados nesta linha de orientação incluem:



Planeamento e workflow

Considerações financeiras

Selecção

Hardware e software

Formatos de ficheiro

Padrões

IPR

Desenho e apresentação

Armazenagem


TEMAS RELATIVOS À POLITICA

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A União Europeia declarou que “A digitalização é um primeiro passo essencial para gerar conteúdo digital que assegurará uma Europa, completamente digital. É uma actividade vital na preservação do património cultural colectivo da Europa, permitindo aos cidadãos o acesso a esse património, para aumentar a educação e o turismo e para desenvolver as indústrias do e-Conteúdo”. Obrigou-se a coordenar os programas de digitalização nacional e publicou os Lund Principles [1], que conduziram ao Lund Action Plan [2].


O projecto Minerva foi estabelecido em 2002, com o fim de promover uma metodologia partilhada para a digitalização de material cultural e para facilitar a adopção do Lund Action Plan.
Os benefícios da digitalização incluem o acesso mais vasto e mais rápido, a conservação dos originais, as possibilidades de valor acrescentado a imagens e colecções (ver a linha de orientação Modelos de Negócios). A digitalização pode, também, publicitar materiais e atrair um vasto número de visitantes e utilizadores.
A digitalização é o processo de criar ficheiros digitais, transformando materiais análogos. A cópia digital resultante, ou substituto digital é, então, classificada como material digital e está sujeita aos mesmos grandes desafios envolvidos na preservação dos acessos, a ela, como material “born digital” (material criado em formato digital, que não tem equivalente análogo). A qualidade do ficheiro, o formato usado para o armazenar, a sua descrição, a intenção para o seu uso, a sua preservação, a longo prazo, o método de distribuição para os utilizadores finais e a protecção contra a infracção de direitos de propriedade intelectual, são, justamente, algumas das coisas que devem ser tidas em conta. Além disso, por cada tipo de material que é digitalizado, devem ser tidos em consideração factores específicos para nos assegurarmos que o material output pode ser usado, em todo o seu potencial, agora e no futuro.
As implicações com o pessoal têm de ser tomadas em linha de conta. A importância de habilitações de conservação, para assegurar que os materiais não sofrem qualquer dano durante o projecto de digitalização não deve ser menosprezado. Um projecto de digitalização pode fornecer uma boa oportunidade para levar a efeito um trabalho qualquer que necessite de conservação. Pode ser preciso usar a protecção de luvas e máscaras. O pessoal pode precisar de formação, nos aspectos técnicos da digitalização, mesmo se o trabalho actual for concessionado, precisará de compreender os procedimentos. O pessoal necessita também, de formação na utilização do produto final e na ajuda aos utilizadores. Além disso serão requeridas novas aptidões para trabalhar num ambiente digital, por quanto as perguntas serão, cada vez mais recebidas electronicamente e novos grupos de utilizadores, que historicamente não usavam os serviços tradicionais, podem agora, requerer um serviço. As habilitações necessárias incluirão desenho técnico, marketing e habilitações de marketing.
Os projectos de digitalização criaram oportunidades para um trabalho de associação com outras instituições de património cultural e com organizações comerciais (ver a linha de orientação Cooperação e Associação). Estas podem incluir a junção de recursos para criar novas colecções virtuais, partilhar sabedoria e/ou equipamento e trabalhar com reveladores e fornecedores de softwares. A colaboração com organizações educacionais e/ou grupos da comunidade pode resultar também, na criação de recursos “born digital”.


LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA UMA UTILIZAÇÃO CORRECTA

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O projecto Minerva deu à estampa um Good Practice Handbook [4] e Linhas de Orientação técnicas [5], que estabelecem Linhas de Orientação para um projecto de digitalização.


A digitalização é o processo de criar ficheiros, convertendo materiais análogos. A cópia digital daí resultante ou cópia substituta, pode, então, ser classificada como material digital e está sujeita aos mesmos grandes desafios, na preservação ao seu acesso, como material “born digital”.
Planeamento e workflow Voltar aos objectivos

É importante planear o projecto cuidadosa e conscienciosamente (ver a LInha de Orientação Planeamento Estratégico e Modelos de Negócios). O plano deve incluir:



  • a(s) razão(ões) para a digitalização, para promover, por exemplo, o acesso às influências menos usadas, para proteger os items mais frágeis do uso e desgaste motivados pelo manuseamento, para criar uma colecção virtual, para assinalar um grupo específico de utilizadores, para contribuir para uma rede regional, nacional ou internacional;

  • o que há para ser digitalizado. Isto será, largamente, determinado pela (s) razão (ões) para a digitalização e de se a permissão para a digitalização pode ou não ser obtida dos detentores dos direitos;

  • quem realizará o trabalho. Pode ser pessoal, que trabalha a partir de casa, pessoal especialista, com um contracto temporário, pessoal de uma organização associada ou um empreiteiro comercial. O pessoal envolvido pode precisar de protecção, tal como o uso de luvas, máscaras, etc. O pessoal, que superintende, deve estar familiarizado com os materiais, sempre que seja necessário movimentar ou pegar, em caso de items frágeis.

(Isto pode ser, também, uma oportunidade para levar a cabo, qualquer trabalho de conservação);

  • onde se deve realizar o trabalho. Em muitos casos seria preferível fazer o trabalho, no local, para evitar riscos, como seja a perda ou dano dos originais, custos com o transporte, etc. O ideal seria o de pôr à disposição um espaço para esse efeito tendo em conta as condições de luz, temperatura, humidade, etc., especialmente quando estão a ser digitalizados originais frágeis;

  • quando deve ser feito. Devem ser tidos em conta os horários de trabalho, as férias do pessoal, as exposições especiais ou outros acontecimentos ou projectos. Deve haver um programa indicando os acontecimentos importantes;

  • como deve ser feito. Esta parte do plano deve incluir detalhes do workflow, porque é essencial saber o destino do material a ser digitalizado e do progresso do mesmo. Poderá ser útil ter um sistema de listagem, de sinalização e de data de todos os movimentos. Os arquivos devem ser nomeados durante o processo de digitalização;

  • uma estratégia de preservação. Isto precisa de ser destacado, imediatamente após a fase de planeamento, para nos assegurarmos da manutenção e uso, a longo prazo, da colecção. A preservação dependerá da documentação de todos os procedimentos tecnológicos, que conduzem à criação do objecto digital e muita informação critica só pode ser obtida, unicamente, no ponto da criação (ver a directriz Preservação Digital);

  • outras considerações que são necessárias na fase de planeamento, incluem temas legais, tais como IPR (Intellectual Property Rights), escolha de formatos digitais, hardware, software, métodos de distribuição ou formatos de output e custos de porte.


Considerações financeiras Voltar aos objectivos

A digitalização pode ser cara e as instituições locais podem precisar de procurar modos de aumentar os seus fundos internos utilizando, por exemplo:



  • o lobbying e a advocacia, a níveis nacionais e locais;

  • influenciar a opinião pública e formar grupos de amigos;

  • pedir a concessão de fundos para um projecto especifico de digitalização.

Nos últimos anos, tem - se visto, em muitos países, o aparecimento de uma cultura de associações em museus, bibliotecas e arquivos. Os governos, a União Europeia, associações de caridade e outros corpos ou fundações, escolheram canalizar fundos, através de ofertas competitivas ou de apresentação de uma licitação. O website Europa contém um guia para as oportunidades fundiárias europeias [6];

  • associação com outras instituições para financiar, externamente, o trabalho envolvido (ver a linha de orientação Cooperação e Associação);

  • algumas formas de gerar receita. Alguns países serão restringidos, por estatuto, a ver-lhes ser ou não permitido levantar receitas ou a fazer quaisquer mudanças nos serviços, incluindo serviços de valor acrescentado (ver também, a linha de orientação Modelos de Negócios);

A quantia e tipo de material a ser digitalizado dependerá dos fundos disponíveis e terão de ser tomadas decisões, acerca do que é tido como prioritário. Para isso devemo-nos basear no objectivo do projecto (preservação ou acesso aumentado), raridade ou valor dos originais, a condição dos originais, a utilização potencial, etc.


Em comparação, as opções, a baixo custo, podem ser adequadas para alguns fins. Por exemplo, as câmaras digitais, os scanners etc. destinados ao mercado doméstico podem produzir resultados de qualidade suficiente, para projectos de pequenas comunidades.
Selecção Voltar aos objectivos

Os critérios de selecção serão como acima indicados, largamente determinados pelas finalidades do projecto, mas terão de incluir também, por exemplo:



  • temas legais, tais como, se é possível obter permissão para copiar, em caso de necessidade (ver a secção IPR abaixo e também, a linha de orientação Temas Legais e Direitos);

  • o público a que se destina;

  • a importância dos items no património cultural da comunidade, região, país, Europa ou do mundo;

  • a raridade dos items;

  • a condição dos items e a necessidade de preservação dos originais, através da execução de versões digitais disponíveis, como uma alternativa;

  • ligações a outros projectos;

  • temas financeiros, tais como a necessidade de obter receita impondo uma taxa pelo uso ou venda de CD-ROMS, o apreço pelo dinheiro e os custos.


Hardware e software Voltar aos objectivos

Estes devem ser escolhidos na fase de planeamento tendo em conta a responsabilidade, os custos, a facilidade de utilização, as necessidades de formação de pessoal, a manutenção dos custos, a disponibilidade do espaço, as possibilidades de arrendamento etc. O equipamento deve possibilitar que sejam levados a efeito, da melhor maneira possível, o registo e o armazenamento, porque imagens de resolução mais baixa ou um ficheiro mais pequeno pode ser extraído de uma qualidade mais alta, de uma imagem de resolução mais alta, mas nunca de outro modo. As implicações de armazenagem também terão de ser tidas em consideração, porque as imagens de resolução mais altas criam ficheiros maiores e requerem mais espaço de armazenagem.


O equipamento tem de se adequar ao material a ser digitalizado. Têm de se tomar, em consideração, os seguintes pontos:

Scanners


  • os scanners planos(flatbed) só devem ser usados para material imprimido, mas não encadernado ou para documentos;

  • os items encadernados necessitam de um livro base ou de uma câmara digital;

  • os scanners devem ser, sobretudo, pelo menos tão grandes como o maior dos items a ser copiado, para evitar dobras e “mosaicing”.

Instrumentos de scanning 3D



  • estes devem ser usados para objectos de museus ou edifícios históricos.

Câmaras digitais



  • as câmaras podem ser usadas para objectos de museus ou para livros encadernados, etc.;

  • as câmaras podem ser usadas para registar acontecimentos, edifícios, lugares e paisagens;

  • para obter boas fotografias é importante a qualidade do número de pixels, a bit-depth e as lentes ópticas;

  • é conveniente ter, também, um suporte, para o material a ser fotografado;

para a câmara será necessário um tripé;

  • em muitos casos é importante ter luz suplementar;

  • para reduzir a deformação da cor, é bom utilizar filtros.

Câmaras de vídeo



  • será preciso equipamento para captar o output digital dos filmes convencionais e de vídeo;

  • o equipamento de registo de vídeo é usado para captar imagens móveis e como tal será necessário para projectos de criação de conteúdo, resultando em materiais “born digital”;

  • é, também uma ferramenta poderosa para apresentar uma visão continuada, de todos os lados de um objecto ou para mostrar um espaço a três dimensões;

  • a possibilidade de adquirir equipamento digital, barato, de câmaras de vídeo, torna esta apresentação possível para instituições mais pequenas, principalmente museus ou galerias, que não se podem permitir o equipamento para criar conteúdo completo de realidade virtual.

Equipamento de registo áudio



  • será necessário ter equipamento, que possa produzir output digital de media análoga;

  • é, também usado para obter som ( fala, música, etc.) e como tal será necessário para projectos de criação de conteúdo, resultando em material “born digital”.



Software Voltar aos objectivos

O software poderá ser necessário para processar o output digital, por exemplo, para corrigir a cor das imagens digitais, cortar as margens ou condensar o arquivo para distribuição pela web. Um tal software deve ser capaz de:



  • abrir ficheiros, muito grandes;

  • modificar a firmeza e o auge da cor;

  • salvar versões diferente, em ficheiros de tamanhos diferentes;

  • copiar parte de uma imagem e salvá-la como outro ficheiro;

  • exportar imagens em ficheiros de diferentes formatos.

A selecção de software adequado tem de se tomada, em apreço, aquando o material está a ser digitalizado, por exemplo, se os documentos contiverem material escrito à mão, precisará de ser então, acondicionado num OCR (reconhecimento de carácter óptico).
O web site TASI (Technical Advisory Service for Images) contém aconselhamento sobre os aspectos totais da digitalização, incluindo hardware e software. [7]
Formatos de ficheiros Voltar aos objectivos

A imagem ou output produzidos pelo processo de digitalização serão conservados num formato particular de ficheiro.


É preferível usar formatos de padrões abertos, quando se criam recursos digitalizados para se assegurar que os resultados são reutilizados e podem ser criados, modificados e distribuídos por uma certa variedade de aplicações software. Isto aumentará a interoperabilidade e desse modo o acesso, reduzirá a dependência de um fornecedor e ajudará a guardar, evitando cair em desuso. Cópias mestras deverão ser num formato que suporte imagens grandes e de alta qualidade (por exemplo, TIFF (Tagged Image File Format) para imagens fotográficas).
Para distribuição de recursos é preferível usar mais do que um formato, em diferentes tamanhos e resoluções, tendo em mente que os utilizadores terão diferentes tipos de hardware e software e diferentes níveis de largura de banda. A distribuição de cópias deverá ser feita em ficheiros mais pequenos, adequados, para transmitir pela Internet (por exemplo, JPEG, PNG (Portable Network Graphics) ou GIF (Graphical Interchange Format) para imagens paradas.) Para outras informações ver Padrões, abaixo.
Padrões Voltar aos objectivos

Os padrões são muito importantes porque o malogro da utilização de formatos de ficheiros padrão e armazenagem de media pode:



  • ser um obstáculo maior à troca internacional de ficheiros de imagem e à criação de recursos de trabalhos em rede;

  • levar ao desuso (a concordância com padrões é um indicador razoável de apoio futuro a um formato ou a um medium).

Existem padrões diferentes para diferentes tipos de formatos digitais e para recolha, armazenagem e distribuição.



  • Codificação de caracteres (ver Jukka Korpela: A tutorial on character code issues [8];

  • Formatos de documentos (ver AHDS Guide to good practice: creating and documenting electronic texts [9].

  • Distribuição de texto – De novo para orientação sobre a codificação de carácter ver o artigo de Jukka Korpela [8]. Para formatos de documentos são aconselhadas as últimas versões de XHTML ou HTML, embora os formatos proprietários, tais como PDF (Portable Document Format), ou RTF (Rich Text Format) ou o Microsoft Word possam ser apropriados, como alternativas. Ver:

  • HTML 4.01 Hyper Text Markup Language [10];

  • XHTML 1.0 Extensible Hyper Text Markup Language [11];

  • Portable Document Format (PDF) [12].

  • Captura de imagens paradas e armazenagem – as imagens paradas são raster (para fotografias), vector (para objectos ou formas geométricas) ou gráficos não vectores (para desenhar linhas). Para informação ver TASI: Advice: Creating digital images: Criação de imagens digitais [13].

  • Quando se criam imagens raster a resolução espacial (pixels per inch) e as resoluções de cor (bit depth) têm de ser tomadas em linha de conta e a mais disponível é a preferida. A mais comum é a TIFF (Tagged Image File Format) [14].

  • Para imagens vector, deveria usar-se um formato livre, tal como os SVG (Scalable Vector Graphics) [15]. O formato proprietário Macromedia Flash [16] será, em muitos casos, o mais aproriado.

  • PNG (Portable Network Graphics) [17] é o formato mais comum para imagens gráficas, não vector.

  • Distribuição de imagens paradas

  • As imagens fotográficas distribuídas pela Internet deverão estar em formato JPEG (Joint Photographic Expert Group) [18] ou JPEG/SPIFF (JPEG Still Picture Interchange File Format) [19]. Há mais informação disponível acerca de JPEG [20] e acerca do JPEG 2000 [21] e há um padrão ISO [22].

  • As imagens vector deveriam ser distribuídas usando:

  • GIF (Graphics Interchange Format) [23];

  • Formato PNG (Portable Network Graphics) [24];

  • ou formato SVG (Scalable Vector Graphics) [25].

  • Captura de imagens video e armazenagem – deve-se armazenar o vídeo, utilizando formato de material puro, não condensado, AVI (Audio Video Interleave) [26], mas pode usar-se também, um formato MPEG (Moving Pictures Expert Group) [27] ou mesmo o Microsoft WMF (Windows Media Format), o Microsoft ASF (Advanced Systems Format) ou o Apple Quicktime (os detalhes estão disponíveis nas páginas web proprietária [28]. Os padrões estão, à disposição, no website MPEG [29].

  • Distribuição de vídeo – há que ter em conta que o acesso ao vídeo é afectado pela largura de banda, de modo que é aconselhável fornecermo-nos de mais do que um formato de ficheiro ou saída de qualidade.

  • O vídeo, que se tenciona descarregar, deve estar no formato MPEG-1 [30], ou em Microsoft WMF (Windows Media Vídeo), em AVI (Audio Vídeo Interleave) ou nas páginas web do Apple Qicktime (detalhes disponíveis nas páginas web propriétarias [28]).

  • O vídeo, a sair, deverá estar em Microsoft ASF (Advanced Streaming Format), em WMF ou Apple Quicktime (os detalhes estão, há disposição, nas páginas web proprietárias [28]).

  • Captura de audio e armazenagem – o audio pode ser armazenado ou:

  • em formatos condensados, tais como o Microsoft WAV (Wave) ou o Apple AIFF (Audio Image File Format) (detalhes disponíveis nas páginas web proprietárias [28]);

  • ou em formatos formatos condensados, tais como MP3 [31], formato Microsoft WMA (Windows Media Audio) [28], Real Audio [32] ou Sun AU [33].

A Audio Engineering Society (AES) [34] e a Internacional Association of Sound and Audiovisual Archives (IASA) [35] dão recomendações, que devem ser tidas em conta.

  • Distribuição audio – tal como no vídeo, o acesso é afectado pela largura de banda, pelo que uma série de ficheiros ou correntes de qualidades diferentes deveriam ser, preferencialmente fornecidas. As recomendações do AES [34] e da IASA [35] deveriam ser seguidas.

  • Captura 3D e armazenagem - a digitalização de material tridimensional é, particularmente importante, para os museus. O vídeo digital é uma alternativa de baixo custo, para criar modelos 3D, mas é, na verdade, mais limitado na série de possibilidades interactivas. Para uma discussão sobre tecnologias 3D ver os websites da Web 3D Consortium [36] ou 3dsite, inc. [37].

  • Distribuição 3D VRML (Virtual Reality Markup Language) e X3D [38] são os padrões principais usados em visitas virtuais e em modelos 3D. Uma alternativa é a shockwave 3D [39]. Isto permite que o conteúdo seja visto por qualquer pessoa com a versão mais recente plug-in da pessoa que viu, a shockwave livre, mas que ainda não tem as capacidades de VRML.

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IPR (Direitos de Propriedade Intelectual) (ver também a linha de orientação Temas Legais e de Direito)



A importância deste tema não pode ser menosprezada, porque se o direito de copiar não for obtido, então a digitalização do item não poderá ir avante.
Há dois aspectos para isto:

  • Instituição de copyright. A instituição detém direitos para fazer cópias digitais? É necessário assegurar os direitos do material, especialmente, se se tenciona publicar na web e isto pode, potencialmente ser um processo de duração longa e dispendiosa. É um factor com que contar, num processo de selecção e deve ser considerado desde o começo da etapa de planeamento.

  • A segurança do copyright. Que direitos é que a instituição pretende impor às imagens digitalizadas? Será que todas as imagens ficarão livremente, à disposição ou será que os thumbnails vão ser expostos na web e que vai haver uma taxa para cópias de definição mais elevada? Isto tem de ser considerado na fase de planeamento. A produção de fundos pode ser um factor com políticos e corpos fundiários. O copyright de material colocado na Internet pode ser protegido por meios técnicos, tais com:

  • marcas de água visíveis;

  • marcas de água digitais e invisíveis [40];

  • inserção de imagens;

  • restrição de publicação de imagens de baixa resolução;

  • restrição de publicação de pequenas partes de uma única imagem;

  • restrição de exposição para utilizadores registados e autorizados.

Todos estes métodos têm prós e contras e devem ser considerados em relação aos fins e objectivos do projecto e da instituição.
O website da University of New York, Buffalo contém links a páginas muito úteis [41] e para obter aconselhamento deve ver-se a página de copyright TASI (Technical Advisory Service for Images) copyright page) [42].
Além disso, as organizações podem desejar encorajar a reutilização do seu conteúdo, particularmente no contexto de promover o ensino e a aprendizagem. Isto pode obter-se pela utilização de uma licença Creative Commons [43] (ver a Linha de orientação Temas Legais e de Direito). A licença Creative Commons estabelece, explicitamente, os modos pelos quais os items digitais podem ser reutilizados e o mapa que se pode ver no Appendix demonstra como isto deveria ser aplicado na Internet, em conjunto com a publicação de imagens de resolução baixa.

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Desenho e apresentação (ver também a linha de orientação Interactividade e Serviços Multimédia).

Muitos projectos de digitalização, na área cultural, levarão à criação de sites web [44], embora alguns sejam, somente para uso doméstico.


Os exemplos para uso doméstico incluem:

  • exposições interactivas em museus;

  • exposição digital de documentos ou livros frágeis em arquivos ou bibliotecas;

  • exposição digital de objectos em museus ou para proteger items frágeis da exposição à luz ou para expor um objecto na forma de múltiplos ângulos;

  • os catálogos, os indexes e os guias para uso do visitante à instituição, incluindo guias audio;

  • a digitalização a fim de implementar a acessibilidade a deficientes (ver a linha de orientação Acessibilidade para Deficientes).

Para publicação na web temos de nos lembrar dos seguintes pontos:



  • facilidade de navegação, por exemplo links ao frontispício, mapa do site ou tábua de conteúdos, disponíveis em todas as páginas;

  • acessibilidade para deficientes (ver a linha de orientação Acessibilidade para Deficientes).

  • Uso, muito cuidadoso, de animações, pop-ups, Flash etc., com possibilidades de não as cumprir;

  • Acesso multilingue (ver a linha de orientação Multilingualismo).

A preparação para a publicação na Internet envolve o processamento de ficheiros principais adequados às necessidades operacionais da Internet, que significa, geralmente, a redução do tamanho do ficheiro e a qualidade, para possibilitar curtos tempos de download. Quando são publicadas imagens maiores, deve-se fazê-lo através de um link da página web, com um aviso de que o tempo de download pode ser lento.

O processamento de imagem e o software editor de audio e vídeo está prontamente disponível, para ser alugado ou fornecido com o hardware. Os espectadores de 3D e de matérias de realidade virtual não estão tão grandemente disponíveis, embora os PCs concentrados nos jogos tenham, por vezes, aceleradores de hardware e gráficos aumentados de memória, que podem melhorar a situação.


Outros sistemas de entrega incluem CD e DVD.

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Armazenagem (ver também a linha de orientação Preservação Digital)

Os CDs e os DVDs podem ser, também usados para armazenar colecções digitais. O material digital deve ser mantido em máquinas servidoras (server) e o ideal seria que estas fossem apoiadas, pelo menos por dois tipos de media, armazenada separadamente. Os CD-Rs foram, até há bem pouco tempo, um tipo comum de apoio aos media, mas, presentemente, foram substituídos por DVDs, que podem armazenar ficheiros maiores. Contudo, o Digital Linear Tape ainda se usa, pelo que os dois tipos podem ser DLT e DVD. Contudo, há uma tendência para armazenar dados em unidades móveis hard drive e transferi-los para novos servidores, à medida que o tempo passa, reduzindo assim os riscos dos media ultrapassados.




AGENDA FUTURA

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A digitalização possibilita que os museus, as bibliotecas e os arquivos estendam a mão a novos utilizadores e sirvam os utilizadores tradicionais, de novas maneiras. A digitalização pode transformar o modo pelo qual as colecções são usadas e também a maneira como as próprias instituições estão organizadas. A tecnologia digital oferece novos modos de preencher missões fulcrais, tais como a educação, a pesquisa e o enriquecimento cultural. Os museus, as bibliotecas e os arquivos deverão pensar na criação de novos modelos de negócios para assegurar uma defensa sem conflitos, com missões e objectivos primordiais. (ver a linha de orientação Modelos de negócios).


No futuro, haverá uma adopção alargada de padrões técnicos conducentes à interoperabilidade entre colecções.
Os políticos precisam de trabalhar com vista à reconciliação de temas de direito, a fim de possibilitar o acesso imediato aos recursos digitais.

Presentemente, pensa-se que os media se tornarão antiquados no prazo de aproximadamente 5 anos, pelo que as instituições precisam de ter, no lugar devido, politicas rigorosas de apoio e de migração.


A tendência crescente de armazenar dados “na Internet“, em grandes máquinas servidoras, bem como a existência de dados, em unidades móveis de hard drive, facilitam a migração de dados de medium para medium. Uma vez que os servidores estejam apoiados e tenham imigrado, no decorrer do tempo, para novos servidores, diminuirá a dependência nos media amovíveis, como armazenagem apoiante. A longo prazo, espera-se que os media se desenvolvam, o que é conveniente para uma preservação permanente das colecções digitais.
A colaboração entre as instituições poderia levar ao desenvolvimento de armazéns comunitários e, ligado a isso, teríamos assim, uma colaboração na preservação de objectos digitais. [45]
O material, será cada vez mais, criado em forma digital. As instituições precisarão de ter politicas, no lugar próprio, para assegurar que o material “born digital” está preservado e posto à disposição (ver a linha de orientação Descrição de Recursos e Preservação Digital).
No futuro, os novos métodos de pesquisa deverão possibilitar aos utilizadores a pesquisa a qualquer objecto digital ou imagem, ver e fazer download, sem necessidade de saber onde está conservado o original ou sem ter de fazer ajustamentos nos seus PCs.(ver a linha de orientação Descoberta e Recuperação).
Para ter uma visão do futuro veja-se The Digicult Report: Paisagens Técnicas para a economia do futuro: descobrindo o valor do património cultural Commissão Europeia 2002. ISBN 9282862658 [46].


REFERÊNCIAS

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[1] Princípios Lund



http://www.cordis.lu/ist/directorate_e/digicult/lund_principles.htm
[2] Plano de Acção de Lund

http://www.cordis.lu/ist/directorate_e/digicult/lund_ap_browse.htm
[3] Projecto Minerva http://www.minervaeurope.org/
[4] Manual de Boa Utilização, editado por Minerva Workimg Group 6. Versão 1.3 de 3 de Março de 2004.

http://www.minervaeurope.org/structure/workinggroups/goodpract/document/goodpractices1_3.htm
[5] Linhas de Orientação Técnicas Minerva para os Programas de Criação de Conteúdo Cultural Digital. Versão 1.0 de 8 de Abril de 2004.

http://www.minervaeurope.org/publications/technicalguidelines.htm
[6] Europa: Garantias e Empréstimos http://europa.eu.int/grants/
[7] TASI (Technical Advisory Service for Images): Captação de Imagens: Hardware e Software http://www.tasi.ac.uk/advice/creating/hwandsw.html
[8] Jukka Korpela: Um tutorial acerca de letras de temas codificados.

http://www.cs.tut.fi/~jkorpela/chars.html
[9] AHDS é um guia para uma boa utilização: criar e documentar textos electrónicos texts.

http://ota.ahds.ac.uk/documents/creating/
[10] HTML 4.01 Linguagem HyperTexto Markup http://www.w3.org/TR/html401
[11] XHTML 1.0 Linguagem Extensível HyperTexto Markup

http://www.w3.org/TR/xhtml1/

[12] Formato de Documento Portátil (PDF)



http://www.adobe.com/products/acrobat/adobepdf.html
[13] TASI : Opinião : Criação de imagens digitais.

http://www.tasi.ac.uk/advice/creating/creating.html
[14] TIFF

(Formato de Ficheiro de Imagens Etiquetadas)



http://www.itu.int/itudoc/itu-t/com16/tiff-fx/docs/tiff6.pdf
[15] SVG ( Gráficos de Vector Escalável ) http://www.w3.org/TR/SVG
[16] Macromedia Flash http://www.macromedia.com
[17] PNG ( Gráficos Portáteis de Rede) http://www.w3.org/TR/PNG/
[18] JPE formato ( Grupo Unido de Peritos Fotográficos)

http://www.w3.org/Graphics/JPEG
[19] JPEG/SPIFF (JPEG Formato de Ficheiro de Trocas de Imagens Paradas)

http://www.jpeg.org/public/spiff.pdf
[20] Sobre o JPEG há mais informação disponível em

http://www.jpeg.org ou http://www.faqs.org/faqs/jpeg-faq/
[21] O padrão JPEG 2000 pode encontrar-se em

http://www.jpeg.org/jpeg2000/index.html
[22] ISO/IEC 15444
[23] GIF ( Formato de Troca de Gráficos)

http://astronomy.swin.edu.au/~pbourke/dataformats/gif/
[24] Formato PNG (Rede de Gráficos Portáteis)

http://www.w3.org/TR/REC-png-multi.html
[25] Formato SVG (Gráficos de Vector Escalável) (Tal como as especificações de Maio de 2004 ainda estão em formato de rascunho http://www.w3.org/TR/SVG12/
[26] Formato AVI (AudioVideo Interleave)

http://support.microsoft.com/default.aspx?id=kb;en-us;Q316992
[27] Formato MPEG ( Grupo de Peritos de Fotografias em Movimento)

http://www.chiariglione.org/mpeg/
[28] Microsoft http://www.microsoft.com/ ;apples http://www.apple.com/
[29] Padrões MPEG http://www.chiariglione.org/mpeg/standards.htm
[30] Formato MPEG-1

http://www.chiariglione.org/mpeg/standards/mpeg-1/mpeg-1.htm
[31] Formato MP3 http://www.mp3-tech.org
[32] Real Audio http://www.real.com
[33] Sun AU http://www.sun.com/
[34] Sociedade de Engenharia Audio(AES) http://www.aes.org/
[35] Associação Internacional de Arquivos de Som e Audiovisual (IASA)

http://www.iasa-web.org/
[36] Consórcio Web 3D http://www.web3d.org
[37] 3dsite, inc http://www.3dsite.com
[38] VRML (Linguagem de Realidade Virtual Markup) e X3D http://www.web3d.org
[39] shockwave 3D http://www.macromedia.com
[40] Para ter uma visão da marca de água veja-se

http://www.webreference.com/content/watermarks/
[41] É o website da Universidade de New York, Buffalo,

http://ublib.buffalo.edu/libraries/units/cts/preservation/digires.html
[42] É a página do copyright do TASI (Technical Advisory Service for Images)

http://www.tasi.ac.uk/advice/managing/copyright.html
[43] Creative Commons http://www.creativecommons.org
[44] Há, literalmente, milhares de websites relacionados com o desenho e a criação de websites, incluindo:

http://www.essdack.org/webdesign/

http://www.htmlgoodies.com

http://www.iasl-slo.org/creatingweb.html
[45] Ver o website Digital Preservation Coalition em

http://www.dpconline.org/text/index.html
[46] The Digicult Report: Paisagens Técnicas para a economia cultural do futuro: descobrindo o valor dão património cultural. Comissão Europeia, 2002. Relatório completo ISBN 92-828-5189-3. Sumário executivo ISBN 92-828-6265-8

http://www.digicult.info/pages/report.php

LINKS

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International

Google digitisation Project

As colecções de cinco das instituições, mais académicas e importantes do mundo, estão a ser digitalizadas através do Google. As páginas dos livros pesquisados, no domínio público, serão então, postas à disposição, para pesquisa e leitura online. As bibliotecas que emparcereirão com o Google são a Oxford University Library, as bibliotecas de Michigan, Harvard e Standford, nos USA e a New York Public Library.



http://business.timesonline.co.uk/article/0,,9075-1403143,00.html
Armenia

Digital Library of Classical Armenian Literature from the Vth to the XVIIIth Centuries

Este projecto digitaliza vários tipos de literatura arménia: legal, económica, geográfica, histórica, filosófica, teológica, médica etc. e trabalha com uma base de dados de objectos de museu, para criar uma versão virtual do mesmo, com uma classificação tridimensional.



http://www.digilib.am
Bulgária

Old Varna Project

Destina-se a preservar a história de Varna em fotos e textos, para futuras gerações e populariza-a entre os cidadãos de Varna. Foram coligidas peças de exibição e fotografias, restauradas com tecnologia especial e guardadas em CDs “talking” (falantes) e na web. Os Cds estão disponíveis em inglês. O website só está disponível na Bulgária.



http://www.libvar.bg/old-varna/
Euxinograd Palace Project

Estão a ser reunidos, digitalizados e, sistematicamente, organizados, em 6 tópicos principais, fotos do palácio, do parque e documentos arquivados . Estão planeadas, na próxima etapa do projecto, as simulações em 3D dos halls do Palácio e/ou uma viagem simulada pelo parque. Só disponível na Bulgária, numa versão planeada em CD-ROM.


Croácia

Digital collections “ Silvije Strahimir Kranjcevic”

Colecção de materiais digitalizados (texto completo de colecção de poesia, manuscritos, história da família, arquivos da família, correspondência, fotografias) referentes a este famoso poeta croata do século XIX. Inclui um inventário detalhado e uma base de dados de todos os items, para facilitar uma pesquisa posterior. Disponível, online e em CD-ROM.



http://www.sskranjcevic.hr
Eslováquia

CEMUZ – Central Register of Museum Objects in Slovakia

Em 2002 o Slovak National Museum criou o projecto CEMUZ para digitalizar objectos do museu (estimados num total de 8 milhões), construir uma base de dados a ser usada como uma parte do Register of Culture e para participar no portal conjunto e no sistema de informação estatal.



http://www.cemuz.sk
Espanha

Archivo De La Ciudad

Acesso online, a imagens digitais da colecção Arganda Archives, principalmente para fins educacionais. O website deste arquivo local é um dos melhores exemplos do uso das novas tecnologias, em Espanha.



http://www.ayto-arganda.es/archivo
Digitisation of Historic Newspapers in Spanish Public Libraries

A digitalização está a ser feita usando tecnologia actualizada, ao minuto. A base de dados, resultante, incluirá descrições bibliográficas dos items originais (de acordo com a Dublin Core Metadata Initiative) e metadata de estruturas de ficheiro (de acordo com Metadata Encoding & Transmission Standard).



http://www.digibis.com/prensahis
Document Virtuales del Archivo Histórico de Sueca

Todos os documentos, de 1264 até 1954, estão a ser digitalizados e serão postos, à disposição na Web.



http://sapiens.ya.com/webarchivo/
Patrimonio.es (2004-2008)

É o Programa de Digitalização da Herança Cultural, Científica e Natural de Espanha, cujo fim é a preservação, catalogação e a divulgação. Inclui uma lista de várias iniciativas para digitalizar o sector da herança cultural.



http://patrimonio.red.es/
Virtual Library of Andalusia

Os documentos digitalizados podem ser acedidos, via catálogo virtual da biblioteca, que permite a pesquisa por autores, títulos ou assuntos, ou por subdivisões, tais como Map Library, Graphic Library, Andalusian Reference Library, Newspaper Library, Film Library, etc. Inclui recursos adicionais de cultura e aprendizagem, destinados a alunos, tais como “Today in the history of Andalusia” e “Study and learn with the Virtual Library of Andalusia”.



http://www.juntadeandalucia.es/cultura/bibliotecavirtualandalucia/
Virtual Library of the Spanish Bibliographical Heritage

Protótipo para a Virtual Library of the Spanish Bibliographical Heritage, desenvolvido pela Sub-Directoria Geral para a Coordenação da Biblioteca.



http://www.digibis.com/digibib

França

Valenciennes library

Fornece acesso a microfilmes digitalizados de manuscritos antigos.



http://www.ville-valenciennes.fr/bib/fondsvirtuels/microfilms/accueil.asp
Islândia

Maps of Iceland in the Internet

Todos os mapas antigos da Islândia (após 1900) estão reunidos na colecção da Biblioteca Nacional e Universitária da Islândia e no Banco Central, tendo sido convertidos num formato digital acessível, através da Internet.



http://www.bok.hi.is/kort
Irlanda

Ask About Ireland

Este é o site do portal piloto para acesso ao conteúdo cultural local em bibliotecas, museus e arquivos, na Irlanda. Vários projectos de digitalização piloto estão disponíveis, a partir daqui, incluindo os Waterford Museum of Treasures (objectos 3D), o Cork Archives Institute, o Watwerford City Library (Optical Character Recognition) e a Mayo County Library (material audio e vídeo).



http://www.askaboutireland.com/bestpractice.html
Luxemburgo

Bibliothèque nationale Luxembourg

A biblioteca nacional está a levar a efeito um grande projecto de digitalização.



http://www.bnl.lu/
Polónia

Cieszynska Bibliteka Wirtualna (CBW)/ Cieszyn Virtual Library (CVL)

É o acesso à Internet para digitalizar materiais de biblioteca ligados à ´Slask Cieszynski (região multicultural na fronteira entre a Polónia e a República Checa).



http://www.ata.com.pl/kcc/biblioteka/
República Checa

Archbishop chateau and gardens in Kroměříž

É um exemplo da digitalização de um livro, numa instituição local.



http://digi.azz.cz

Também digitalizou colecções de moedas.



http://coins.azz.cz
Database of seals in Czech archives

Projecto da Archives Direction Division do Ministério do Interior da República Checa e AiP Beroun s.r.o.



http://database.aipberoun.cz/pecete
Digitisation of regional documents (DRD)

A intenção é a de digitalizar fontes regionais de arquivos, tais como jornais e periódicos, crónicas de clubes e de paróquias, crónicas familiares e pessoais, além de documentos significantes que formam o District Archive e outras colecções.



http://www.soka-cr.cz; http://www.knihovna-cr.cz

Memoria Project

Fornece acesso ao conjunto completo de documentos digitalizados e às discrições detalhadas de documentos históricos além de, a dados bibliográficos de uma enormidada de fontes, na base de dados Memoria. O projecto aceita qualquer tipo de dados.



http://www.memoria.cz
Roménia

Digitization of Dobrudjean old press (DPDV) – Project of “Ioan N. Roman” Constanta County Library

Digitalização de jornais antigos de Dobrudjean, que estavam microfilmados e em formato de imprensa.



http://www.biblioteca.ct.ro
Monuments From the Open-Air Museums in Romania

Formas electrónicas de monumentos de arquitectura popular preservadas nos museus da Roménia ou “in situ”.



http://www.cimec.ro/aer/aeretn.htm
Rússia

Pushkin Museum collections

São várias colecções existentes no Pushkin Museum e noutros locais, digitalizadas, usando o sistema EPOS, muito exacto, e a tecnologia de pesquisa “fying lens”, que não prejudica os originais.



http://www.eposgroup.ru
Memory of Karelia

A National Library of the Republic of Karelia desenvolveu e implementou este projecto, como parte do programa federal “Memory of Russia”. A finalidade é a de conservar stocks de livros raros e únicos relacionados com estudos locais, enquanto que, ao mesmo tempo permitem, um grande acesso aos mesmos, através da Internet. A digitalização permitirá também, possibilidades adicionais de trabalhar com publicações raras (pesquisa de contexto, pesquisa de descrição de documentos baseados na ortografia, importação de textos em formatos diferentes, etc.).



http://library.karelia.ru/rus/prog/pamyat2002.shtml
Servia e Montenegro

Digitialização de fragmentos escritos à mão e de impressão antiga da Biblioteca do mosteiro Franciscano de Santa Clara em Kotor;

CD-ROM “Arquivos, bibliotecas e monumentos de Kotor”

Estes projectos do Centre for the Preservation and Presentation of Kotor´s Documentary Heritage “Notar” estão relacionados com a conservação, avaliação, descrição e apresentação de colecções históricas.



http://www.cdknotar.cg.yu; http://www.matf.bg.ac.yu/iak
National Center for Digitization (NCD)

É um consórcio que consiste em dirigir instituições culturais e de pesquisa envolvidas na digitalização, incluindo o Mathematical Institute SANU e a Mathematical Faculty de Belgrado (que fornece o apoio técnico), a Biblioteca Nacional da Sérvia, o Museum Nacional de Belgrado, o Instituto Arqueológico de Belgrado, o Arquivo da República Sérvia, o Instituto Sérvio para Protecção de Monumentos e o Arquivo de Filmes da Jugoslávia. Está a ser levada a efeito uma colaboração com outros institutos culturais e de pesquisa da Sérvia e do Montenegro, bem como com projectos semelhantes estrangeiros. Estão, em progresso, vários projectos.



http://www.ncd.matf.bg.ac.yu
Suécia

Digitaliseringsprojekt inom arkiv, bibliotek och museer

É um projecto conjunto de digitalização.



http://www.kultur.nu/rapporter/digitaliseringsprojekt.html
Turquia

Akdas – Atatürk Kitaplığı Dijital Arşiv Sistemi (Atatürk Library Digitized Archive System, Istanbul Greater City Municipality)

Têm sido digitalizados trabalhos do período do Império Otomano, tais como diários, manuscritos, livros, postais, mapas etc. e o projecto está em progresso de adaptação de novas tecnologias para incrementar a rapidez da digitalização. Os trabalhos digitalizados são imediatamente disponibilizados, para ligação caseira.



http://www.ibb.gov.tr/minisite/kutuphaneler/


APENDIX

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A licença Creative Commons [43] estabelece, explicitamente, os modos pelos quais os items digitalizados podem ser reutilizados e este mapa, produzido pela Minerva [3] demonstra como isto pode ser aplicado, em conjunção com a publicação na Internet de imagens de baixa resolução.




Tipo de Imagem

Informações Técnicas

Usos Típicos

Condições de Licenças

Thumbnail

  • JPG

  • 72 dpi

  • bit depth of 24-bit colour or 8-bit greyscale

  • 120 pixels para a dimensão mais longa

educacional:
incluido na montagem
Comercial:

nenhuns


  • Atribuição

  • Não Comercial

  • Trabalhos não derivados

[Opcional]


Baixa resolução:

  • JPG

  • 150 dpi

  • bit depht of 24- bit colour or 8-bit greyscale

  • maximum of 600 pixels for the longest dimension

educacional:

usa-se numa apresentação ou ensaio


comercial:

Selecção de imagens e layout incial, potencial para

licenças de uso em Websites e em apresentações


  • Atribuição

  • Não Comercial

  • Trabalhos não derivados

[Opcional]



Alta resolução:

  • TIFF

  • 600dpi

  • bit depth of 24-bit colour or 8-bit greyscale




educacional:

revisão de detalhes, e cópia de arquivo.


comercial:

produção de multimédia, reprodução de impressão e difusão.



  • Copyright

©



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