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MILITARES EVANGÉLICOS DE PORTUGAL-Associação

P. João de Azevedo Coutinho, n.º 7 - 1º Esq.


1170 - 190 LISBOA /PORTUGAL TELEFAX: + 351 21 8146442


E-Mail: militares.evangelicos@clix.pt Site: WWW.militaresevangelicos.com

Membro da: AEP - Aliança Evangélica Portuguesa

AMCF - Association of Military Christian Fellowship

BOLETIM INFORMATIVO N.º14 (Julho/2007)

“LEMA” SOMOS UM EM CRISTO



EDITORIAL:

O suicídio é uma espada de dois gumes que Satanás coloca astutamente na mente humana, como uma aparente solução para os seus problemas: Primeiro porque destrói o corpo e em segundo plano, condena deliberadamente a alma para uma eternidade sem Deus.

Infelizmente este problema afecta praticamente todas as sociedades e classes! No meio militar e policial onde muitas vezes o nível de “Stress” provocado pela pressão da missão associado a conotações de ordem pessoal, familiar e espiritual negativas; tem lamentavelmente ocasionado alguns casos entre as forças militares e policiais da sociedade portuguesa.

A Bíblia afirma que o Homem/Mulher sem uma verdadeira convicção de Deus no coração e aceitação do sacrifício de Jesus no calvário para perdão dos seus pecados, está á mercê de Satanás para que este cumpra os seus intentos na vida humana.

A sua obra conforme afirma João 10:10 “O Ladrão (comparando Satanás a um ladrão), não vem senão para: roubar, matar e destruir; mas Jesus veio para nos dar vida e vida com abundância.” Portanto, há solução! Quem tem Jesus, tem a vida e não comete tal atrocidade.

Se já alguma vez foi atormentado(a) por este apelo negativo (que não vem de Deus, mas de Satanás) leia a Bíblia! aceite Jesus como seu salvador e clame pelo Seu sangue! Seja liberto desse sentimento destruidor e viva a vida que Deus lhe proporcionou para ser feliz.



Bíblia: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu filho unigénito para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça mas tenha a vida eterna (João 3:16)






MEP - Editam 20.000 Bíblias para evangelização entre militares/polícias

Conscientes da verdadeira importância que a palavra de Deus tem para o homem/mulher em geral e em particular par o militar/polícia, a direcção dos MEP decidiu por em marcha este verdadeiro projecto em parceria com a Sociedade Bíblica Portuguesa, com a finalidade de serem oferecidas na unidades militares e policiais onde nos for concedida essa oportunidade.

O modelo escolhido é o que a figura ao lado ilustra, num português moderno, formato moderadamente pequeno e tendo como conteúdo principal, o Novo Testamento.

O encargo financeiro deste projecto é elevado para as possibilidades dos MEP, mas acreditamos num Deus que sempre supre as nossas necessidades! Obrigado desde já pelas suas orações e donativo de amor para estas sementes da palavra de Deus, o qual certamente Deus o(a) recompensará.



O soldado da Cruz

(Transcrito)

Foi um dia triste aquele em que Adão, de repente, viu terminar sua vida confortável no jardim do Éden; e essa tristeza chegou até nós. Adão foi criado para dominar, mas sua escolha em desobedecer a Deus mudou tudo. Perdeu a sabedoria da criação do todo poderoso, tornando-se escravo do pecado e assalariado de Satanás. Por esse acto de desobediência Adão entregou ao seu inimigo o seu título de realeza; o demónio desde então, reivindica o domínio oferecido pela desobediência do homem, tornando-se o príncipe deste mundo. No Éden, Deus decretou a inimizade entre a descendência da serpente e o descendente da mulher. Como resultado, a lei da competição tornou-se, para a humanidade, a lei da vida. Desde então o olhar sinistro do enganador está em alerta constante para as evidências da chegada da Semente, a fim de dispor seus planos maléficos e impedir a vinda daquele que lhe esmagaria a cabeça.

Na plenitude dos tempos de Deus, nasceu Jesus Cristo, a semente da mulher, o Filho Eterno de Deus. Na terra, como filho do homem, Jesus não foi apenas um cidadão que sofria passivamente os ataques e tormentos de Satanás. Ele foi o pioneiro e capitão da nossa salvação, O primeiro Soldado da Cruz que avança para a vitória ao longo da solitária morte ao longo da solitária estrada através do sofrimento da morte. Seus pés foram cravados na Cruz, mas, mesmo assim, Ele conseguiu esmagar a cabeça de Satanás com o calcanhar. Com as mãos perfuradas pelos cravos, arrancou de si os poderes do mal que tentavam impedir-lhe a ascensão ao trono.

Glorificado e assentado à direita do Pai, muito acima de todo o principado, poder, força e domínio, Jesus, o senhor de todas as coisas, está fora do alcance dos ataques satânicos. O objectivo do Calvário foi consumado. Nada do que Satanás possa fazer muda a finalidade do golpe de vitória que lhe esmagou a cabeça.

Contudo as implicações dessa vitória sobre os poderes do mal e suas aplicações no mundo dos homens estão agora nas mãos da igreja, na terra. Consequentemente toda a hostilidade maligna se dirige contra a igreja, com a finalidade de atingir-lhe a cabeça, por meio dos membros do corpo. Na autenticidade do seu carácter como adversário, Satanás está bastante vivo para privar a obra consumada por Cristo de seu pleno efeito entre os homens. Seus dardos inflamados tem como alvo os membros do corpo de Cristo, que ainda não aprenderam, pela fé, a ocupar o seu lugar com Cristo, nas regiões celestiais; assim sendo, enfrentam a vida sem tomar posse da oração, como armadura de Deus. O inimigo está interessado principalmente naqueles que proclamam as Boas Novas da salvação aos confins da terra.

Devido à hostilidade do diabo, o Espírito Santo de Deus tem como prioridade modelar os membros do corpo de Cristo à semelhança da imagem da Cabeça, o Senhor Jesus Cristo. Como crentes, estamos em Cristo e Ele em nós; isto significa que os ataques de Cristo contra Satanás se expressam por nosso intermédio. Portanto, não mais estamos livres para representar o papel de criaturas que vivem como se não houvesse guerra.

Nosso papel de soldados está retratado no Antigo Testamento e agora estabelecido em nossa união coma Cabeça vencedora e confirmado no Novo Testamento. A história dos santos, através de todas as idades, é uma história de conflito. O caminho trilhado pelo discípulo ao seguir o Senhor, é de guerra na certa.

As questões que devemos fazer a nós mesmos são bastante sérias:


  • Expresso, em minha vida, a hostilidade que Deus colocou entre Cristo e o demónio?

  • Estou procurando coexistir ou retardar, concordar ou acomodar-me mediante transigência?

  • Sou um instrumento útil, disponível, valioso para o Senhor, pronto para ser usado por Ele nesta guerra?

  • Conheço bem o ensino das Escrituras, no que diz respeito à minha parte neste conflito espiritual?

Dizem que “a batalha de Waterloo foi ganha nos campos desportivos de Eton”. As principais causas que levaram Napoleão à derrota foram fomentadas num campo de futebol. Se aí não tivesse havido uma verdadeira disciplina, os resultados poderiam ter sido diferentes. O estudante que joga pelo grupo da sua escola, aprende que a vontade do individuo tem de estar submissa à vontade do capitão. O jogador dá o melhor de si para a glória da sua equipe e não apenas para ganhar fama.

Seria talvez atrevimento transferir este exemplo, e dizer que a batalha da Cruz foi ganha no campo de oração do Getsêmani. Se não realmente em termos de choque com o inimigo, então do ponto de princípio vital, certamente sim.

O Soldado da Cruz ensinou aos discípulos a necessidade de orar, dizendo: “Seja feita a tua vontade assim na terra como nos céus.” Conclui-se daí que Deus limitou algumas de suas actividades em resposta às orações do seu povo. Se este não pedir, ele não actuará. O céu pode desejar que algo aconteça, mas espera e estimula a iniciativa de expormos a ele a nossa vontade; e então querer e orar para que isso aconteça. Deus não age como um cruel omnipotente que rejeita ou ignora a vontade do homem.

Ao contrário, em muitas situações, Deus detém a sua mão, enquanto espera por um intercessor que lhe suplique: “Seja feita a tua vontade”, em qualquer das situações.

A cruz de Jesus Cristo representa na história o ponto focal onde a obra redentora de Deus se concentra no homem, culminando num gesto infinito e maciço. O Getsêmani representa o princípio fundamental que torna a obra redentora possível de ser completada triunfalmente. Vamos, então, aprofundar nossas considerações sobre este gesto “infinito e maciço”.

No caminho para o Calvário, o Salvador é visto como um homem passivo, um homem conduzido, e não um homem activo. Ele foi levado, acoitado, cuspido e, finalmente, pregado na cruz; levado como um cordeiro para o matadouro, uma vítima cujo sangue foi derramado. O cordeiro de Deus foi premido entre a boa, aceitável e perfeita vontade de Deus, e o desejo maléfico de homens sem coração.

Na calma solidão do bosque das oliveiras, Jesus se nos apresenta como um agente activo. Se no Gólgota agiu passivamente, no Getsêmani, Ele é o Líder, a figura dominante. Aqui, Jesus se propõe suportar as dores cruciantes de um conflito de coração, desejando ardentemente que Deus execute a Sua obra por intermédio d’Ele, não importando o quanto lhe custe. Lágrimas e clamores são as expressões de seu espírito conturbado. A batalha se inicia. A intensidade cresce. Legiões celestiais se formam para combater, mas este não é o seu campo de batalha. Jesus está só. Sua vontade é atacada em todos os pontos. Seu suor, como grandes gotas de sangue, escorrem para o chão. A obra de Deus se realiza da maneira como Ele quer: Deus desejando-a no céu, e o homem desejando-a na terra.

O sacrifício do Calvário aconteceu porque, primeiro no Getsêmani, o soldado da cruz, do íntimo de sua alma, respondeu à vontade de Deus. Enquanto se eleva a oração “Seja feita a tua vontade”, a resolução do Pai determinava o sacrifício do seu Cordeiro. O soldado da cruz ganha a batalha no campo de oração do Getsêmani com a oração de uma única sentença, mas que envolvia toda a sua vida. Aí, o Salvador, pronto para a batalha ajoelha-se, e uma voz ressoa ao redor do mundo: “Seja feita a tua vontade.”

Em sua luta no Getsêmani, o Senhor Jesus nos ensina duas lições muito importantes: “Submissão a Deus” e “Resistência ao diabo”. A Guerra de Deus contra Satanás é levada avante por seu povo submisso que resiste activamente ao inimigo insistindo a todo o custo: “Seja feita a tua vontade.”

SOLDADO da PÁTRIA e de JESUS! Faz agora esta ORAÇÂO: Senhor! Ajuda-me a aceitar a realidade de que nasci para a luta. Sou responsável por buscar fazer a vontade do meu Deus, na terra, resistindo sempre às tentativas do inimigo de anular os teus planos. Imploro o teu auxílio, para que me desembarace dos emaranhados da minha vida e me fortaleça em ti, como um bom soldado de Jesus Cristo. Senhor, que nenhum espírito de covardia venha deturpar os propósitos deste guerreiro que ouviu o teu chamado.
TESTEMUNHO de membro MEP

Nascido em 1945 numa família crente membros da Igreja Evangélica Presbiteriana de Bebedouro. Durante cerca de 15 anos nunca frequentei uma Igreja a não ser na minha meninice. O meu pai pela sua profissão estava sempre destacado (e a família com ele na maior parte das vezes) em localidades onde o evangelho ainda não tinha chegado, nomeadamente Cantanhede, Arganil, Penela, Ançã, Açores (Terceira).

No entanto a minha mãe ao longo destes anos nunca deixou de nos transmitir, a mim e à minha irmã, os princípios da fé que ela professava e de nos apresentar o Senhor que tanto amava. Já em Coimbra e durante a frequência dos 6º e 7º anos do liceu, saído de casa e pela primeira vez só, comecei a assistir aos cultos em casa do Pastor António Maurício. Terminado o liceu e com os meus 16 anos rumei à capital para ingressar na Academia Militar, distanciando-me ainda mais da família e da Igreja. Mas naquela época não deixava de em todos os fins de semana livres regressar ao lar, regressar a Coimbra e de também assistir (quando tinha tempo!...) aos cultos que entretanto tinham passado da casa do saudoso pastor para instalações próprias na baixa de Coimbra. E foram certamente os ensinos recebidos da minha mãe, e o amor manifestado pelo pastor Maurício, que em Setembro de 1966 me fizeram dobrar os joelhos perante o Senhor Meu Deus. Num desses fins de semana em que tinha viajado de Lisboa para Coimbra, ao assistir ao culto, o Senhor tocou profundamente o meu coração de tal modo que no final fui falar com o pastor sobre o que tinha sentido. Foi algo de maravilhoso na minha vida e uma grande alegria para a família, especialmente a minha mãe nessa altura já bastante doente. Desci às águas do baptismo em testemunho público da minha entrega ao Senhor. Não sem dificuldade fui-me submetendo à Sua vontade, por vezes sendo rebelde, outra vezes contestatário. Mas Ele foi-me moldando e tem sido fiel para comigo mesmo nos momentos em que fugi à Sua direcção.

Deu-me uma esposa que O amava e filhos que também eles dobraram os joelhos ao Seu senhorio. Durante vários anos membros da Igreja Evangélica Baptista de Amadora e mais tarde Queluz, nelas exercemos como família o nosso ministério não sem que algumas sombras se tivessem levantado e muitos obstáculos tivessem de ser ultrapassados, por vezes de forma dolorosa. Mas em todos os momentos o Senhor mostrou a Sua soberania, mesmo quando a Sua vontade não foi buscada e muito menos feita. E nos anos de doença da esposa e na sua chamada para o Senhor, Ele consolou os nossos corações e deu-nos força e ânimo para continuarmos o ministério na Sua Igreja e em várias organizações evangélicas. Ainda na Sua misericórdia, alguns anos mais tarde concedeu-me nova esposa amorosa e dedicada que juntamente comigo louva o Seu Santo nome. Hoje já com 61 anos, sinto-me feliz por ser Seu filho, sinto uma paz imensa no meu coração porque sei que Ele está sempre ao meu lado, me acompanha e me dá forças em todas as circunstâncias, mas essencialmente porque sei que Ele perdoa as minhas rebeldias, as minhas iniquidades, os meus pecados. A Ele todo o louvor e toda a glória, hoje e sempre.
COR/ENGAER(Res) Carlos Mendes Jorge/Presidente da A.Geral
MEP em Movimento MEP Notícias…

VISITE O SITE MEP: www.militaresevangelicos.com

Campanha para novos sócios”

Prezado irmão(a) e amigo(a), militar/policia/civil!

Se ainda não é sócio dos MEP, aproveite a visita ao Site acima indicado e inscreva-se ou envie-nos essa informação. Ser sócio dos MEP é um meio pelo qual Deus o quer fazer participante mais directo neste ministério: Orando, contribuindo e participando.



III Conferência MEP

Data: 26/28 Outubro 2007

Local: ABLA - Sociedade Luso-Alemã /Carcavelos

Tema: Liderança Militar/Cristã

Oradores Convidados:

  • Coronel Capelão (Ref)F.A./A.Sul e Pastor Ev. Ramiro de Freitas

  • Empresário(Ref)/Direcção ASPEC - Dr. Klaus

Reserve já na sua agenda este fim de semana especial de comunhão MEP para si, sua família e amigos. Mais informações e inscrições através do site MEP ou pelos contactos normais, indicados no cabeçalho deste boletim.

17JAN - Cadetes Escola Naval Recebendo N.T.GEDEÕES.



17JAN07- Assembleia Geral MEP, Igreja Boas Novas.

Visita TCor Capelão-Zimbabwe Val & Gina Rajah.

25JAN07 - Visitantes, saúdam Comandante BALUM.



25JAN - Casal Rajah, ministrando ao grupo MEP-BALUM.



31JAN - Visitantes na BA5, pousando com o Comando.



31JAN-Casal Rajah, após reunião com grupo MEP/BA5.



17MAR-SMOR Armando e Odete Almeida, representaram

MEP na Conferência de Oração AFCU/R.U.

15ABR - AJ Jorge Raposo, Final Comissão-Moçambique.



1-3 JUN - Sócios MEP, no18º Encontro ACP/Toledo.



16JUN - Piquenique no Lar da família Almeida no Juncal.





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