Língua Portuguesa: Categorias ou elementos do texto narrativo



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Língua Portuguesa: Categorias ou elementos do texto narrativo



1.Ação

Relevância dos acontecimentos:


- principais: fundamentais para a ação
- secundários: não fundamentais, mas contribuem para o seu desenvolvimento.
Organização dos acontecimentos:

- encadeamento: sequências se encadeiam segundo uma ordem cronológica, havendo uma coincidência entre a ordem real e textual (contar uma história que passou em 15 dias e começar a narrar todos os acontecimentos do primeiro dia até ao décimo quinto)


- alternância: as sequência vão se variando e só depois é que mostram pertencer à mesma história (contar uma história de alguém que vive num continente e de outra que vive noutro e que não se conhecem, mas depois vão se encontrar vivendo momentos em comum)
- encaixe: uma ou mais sequências são encaixadas no encadeamento cronológico das restantes (quando uma pequena história é introduzida na principal para mostrar, por exemplo, a coragem da personagem).

Momentos da ação:
- introdução: motivar o desenvolvimento, apresentar personagens, dar informação sobre o tempo, espaço ou antecedentes.
- desenvolvimento: encerra a sucessão de acontecimentos mais marcantes.
- conclusão: simplesmente a sequência final.

2.Personagens

Relevo:
- principal: personagem que se destaca mais na ação;
- individual: só ela ou coletiva: várias personagens agem da mesma maneira
- secundárias: interagem com a personagem principal relacionando-se com ela;
- figurantes: não têm intervenção na ação, mas ajudam a criar o ambiente.

Conceção:
- personagem modelada: revelar sobre aspetos relacionados com a vida profissional, privada, vícios, drama interior ou ânsia de liberdade e a personagem vai mudando o seu comportamento mostrando-se cada vez mais complexa e psicologicamente ativa.
- personagem plana: quando nunca evolui nem demonstra densidade psicológica.

3. Espaço da ação
- espaço físico: onde decorre a ação
- espaço social: quando existe elementos caracterizadores do ambiente e condição económica das personagens.
- espaço psicológico: quando fores dadas a conhecer existências especiais condicionadas pelo estado emocional das personagens (por exemplo: um acidente pode tornar-se um espaço psicológico de medo e angústia).

4.Tempo da ação
- Tempo cronológico: expressões de contagem de tempo “naquele dia”; “ontem”, “há poucos dias” designadas por notações temporais.
- Tempo psicológico: mais curto ou mais longo do que o tempo cronológico depende da existência do tempo “Como o tempo corria devagar”; “As horas passaram a correr”.

5.Narrador
- participante: quando este também é personagem principal ou secundário
- não participante: quando este não intervem na história
- objetivo: quando relata os acontecimentos sem os comentar
- subjetivo: quando o narrador comenta e valoriza ou desvaloriza situações, personagens ou acontecimentos
Língua Portuguesa: Processos e níveis de caracterização das personagens
1.Caracterização direta

- direta: pode ser feita pelo narrador, por outras personagens e pela própria personagem (“ O Rui era alto, magro, elegante, verdadeiro, tolerante e amável…”)



2.Caracterização indireta

- indireta: é concluída pelo leitor a partir dos atos, atitudes e comportamentos da personagem ao longo da ação. (“ A Joana entrou no edifício em chamas, e salvou o seu irmão” – mostra que ela é corajosa).



3.Níveis de caracterização
Físico:

- quando indica particularidades como a estrutura, olhos, altura …


- característica física da forma direta: “Ele tinha olhos azuis esverdeados”
- característica física da forma indireta: “Ele tinha olhos da cor do mar” – indica que tem olhos azuis esverdeados.
Psicológico:
- quando indica particularidades como hábitos, sentimentos, temperamento, estado emocional, relacionamento com os outros…
- caracterização psicológica da forma direta: “ Ela era inteligente, teimosa e muito perspicaz!”
- caracterização psicológica da forma indireta: “ Eles voluntariaram-se para ajudar as crianças necessitadas” – indica que eram prestáveis


Social:
- indica particularidade como profissão, estatuto económico, nível cultural
- caracterização social de forma direta: “A Daniela é pobre e está desempregada”
- caracterização social de forma indireta: “ Esta família vivia numa casa de luxo, com uma piscina e tinham 3 carros” – indica que eram ricos.

Língua Portuguesa: Gramática


  1. Tipos e Formas de Frases


Tipos

- Declarativo (Refere, informa, caracteriza, descreve situações)

- Interrogativo (Formula uma questão)

- Exclamativo (Exprime sentimentos e emoções)

- Imperativo (Transmite um conselho, pedido, ordem)
Formas

- Afirmativa (Exprime uma afirmação)

- Negativa (Exprime uma negação)
- Enfática (Inclui-se um elemento dispensável mas que dá realce à frase)

- Neutra (Não se incluiu o elemento dispensável)


- Ativa (O sujeito pratica a ação expressa pelo verbo)

- Passiva (O sujeito recebe ou sofre a ação expressa pelo verbo)





  1. Forma ativa/passiva

- Nas frases em forma ativa, o sujeito pratica a ação expressa pelo verbo.

Ex.: Esta personagem representa toda a nobreza.
- Nas frases em forma passiva, o sujeito sofre (ou recebe) a ação indicada pelo verbo.

Ex.: Toda a nobreza é representada por esta personagem.

Nota: Quando se muda a forma da frase, os elementos sintáticos desta podem passar a desempenhar funções diferentes na frase. (sujeito passa a complemento indireto, etc...)


  1. Subordinação/Coordenação




  • Orações Subordinadas – Estas orações exigem sempre a existência de uma oração subordinante ou coordenada na frase e são introduzidas por locuções ou locuções conjuncionais. Principais relações de subordinação:

- Sub. Causais: Relação de causa (visto que, porque, dado que);

- Sub. Temporais: Relação de tempo (quando, assim que);

- Sub. Condicionais: Relação de condição (se);

- Sub. Finais: Relação de fim, de objetivo (a fim de que, para que);

- Sub. Comparativas: Relação de comparação (bem como, tal como, assim como);

- Concessivas: Indicam uma circunstância que se opõe à ação, mas não a impede (ainda que, mesmo que);

- Sub. Consecutivas: Introduzem uma consequência (de maneira que, de forma que);

- Sub. Completivas: Completam o sentido da oração anterior (que);

- Sub. Relativas Restritivas: Limitam o significado da oração anterior (que – no interior da frase);

- Sub. Relativas Explicativas: Introduzem uma ideia adicional (que – separado por virgulas).


  • Orações Coordenadas – Estas orações têm sentido mesmo sem oração subordinante, embora algumas peçam a presença de outra oração coordenada. Principais relações de coordenação:

- Cood. Copulativas: Ideia de adição (e, nem, também, não só... como também, tanto... como ).

- Cood. Adversativas: Ideia de oposição (mas, porém, no entanto, contudo, apesar disso, ainda assim)

- Cood. Disjuntivas: Ideia de alternativa (nem...nem, ou...ou, ou)

- Cood. Conclusivas: Ideia de conclusão (logo, por isso, então, portanto)


  1. Classes Morfológicas

Classes Variáveis:

Substantivos, Determinantes, Pronomes, Adjetivos, Verbos, Numerais.



Classes Invariáveis:

Advérbios, Preposições, Conjunções, Interjeições.




    1. Substantivos

Os nomes (substantivos) designam seres, objetos ou sentimentos. Flexionam-se em Género, Número e em Grau. Dividem-se em:

- Concretos: Designam tudo o que é físico ou palpável (livro, papel…).

- Comuns: Indicam qualquer um dos seres de uma espécie (árvore…).

- Próprios: Individualizam um ser (Lisboa…)

- Coletivos: Designam um conjunto de seres ou objetos da mesma espécie (multidão).

- Abstratos: Designam sentimentos, estados, ações, qualidades, estados ou conceitos, seres não físicos/palpáveis (amor, colheita…).




    1. Determinantes

Os determinantes precedem o nome, concordando com este em número e género e muitas vezes definindo-o.
- Artigos

- Definidos: Definem o nome (o/a, os/as)

- Indefinidos: Não definem o nome (um/uma, uns/umas)



- Demonstrativos: Demonstram o estado ou posição do nome (este, esse, aquele, o mesmo, o outro, o tal – os mesmos no feminino e no plural).

- Possessivos: Exprimem a posse do ser/objeto

- Um possuidor: (meu/minha, teu/tua, seu/sua – os mesmos no plural)

- Vários possuidores: (nosso, vosso, seu – os mesmos no feminino e no plural)

- Indefinidos: Referem-se ao nome de modo vago (Variáveis: algum, nenhum, todo, muito, pouco, tanto, outro, certo, qualquer – os mesmos no feminino e no plural; Invariável: cada)

- Interrogativos: Questionam o nome (Variáveis: qual/quais, quanto/quantos; Invariável: que).




    1. Pronomes

Os pronomes substituem os substantivos, para evitar repetições de nomes.
- Pessoais: Indicam quem fala, com quem se fala ou de quem se fala.


Número

Sujeito

C. Direto

C. I. com preposição

sem preposição

Singular

eu, tu, ele/ela

me, te, se/o/a

me, te, lhe

mim, ti, si/ele/ela

Plural

nós, vós, eles/elas

nos, vos, se/os/as

nos, vos, lhes

nós, vós, si/eles/elas
- Possessivos: Exprimem a posse do ser/objeto

- Um possuidor: (meu/minha, teu/tua, seu/sua – os mesmos no plural)

- Vários possuidores: (nosso, vosso, seu – os mesmos no feminino e no plural)

- Demonstrativos: Demonstram o estado ou posição do ser/objeto (este, esse, aquele, o mesmo, o outro, o tal – os mesmos no feminino e no plural).

- Indefinidos: Referem-se ao ser/objeto de modo vago (Variáveis: algum, nenhum, todo, muito, pouco, tanto, outro, certo, qualquer – os mesmos no feminino e no plural; Invariáveis: alguém, algo, ninguém, tudo, outrem, cada, nada)

- Interrogativos: Questionam o ser/objeto (Variáveis: qual/quais, quanto/quantos; Invariável: que, o quê, quem, onde).

- Relativos: Fazem referência, ao ser/objeto (Variáveis: o qual, cujo, quanto – os mesmo no feminino e no plural; Invariáveis: que, quem, onde)




    1. Adjetivos

São palavras variáveis que caracterizam o nome/substantivo, atribuem-lhe características, qualidades ou propriedades.



  • Género: podem ser biformes, quando têm duas formas: masculina e feminina, e uniformes, quando têm apenas uma forma.

  • Número: podem ser biformes, quando têm duas formas: masculina e feminina, e uniformes, quando têm apenas uma forma.


Flexão em Graus


  • Grau Normal: o adjetivo caracteriza o nome. (ex.:O Zacarias é inteligente.)

  • Grau Comparativo: estabelece-se a comparação entre dois nomes.

- Comparativo de Superioridade (ex.: O Albano é mais inteligente que o Zacarias)

- Comparativo de Igualdade (ex.: A Catarina é tão inteligente como o António)

- Comparativo de Inferioridade (ex.: A Daniela é menos inteligente que o Tomás)


  • Grau Superlativo Absoluto: a característica atribuída pelo adjetivo é intensificada.

- Superlativo Absoluto Analítico (ex.: O Diogo é muito inteligente)

- Superlativo Absoluto Sintético (ex.: A Diana é inteligentíssima)



  • Grau Superlativo Relativo: a característica destaca o sujeito.

- Superlativo Relativo de Superioridade (ex.: A Ana Vanessa é a mais inteligente)

- Superlativo Relativo de Inferioridade (ex.: O Osvaldo é o menos inteligente).



Nota: Alguns adjetivos têm graus Superlativos Absolutos Sintéticos irregulares. (ex.: nobre – nobilíssimo). Os adjetivos “bom”, “mau”, “grande” e “pequeno” são casos especiais de comparativos e superlativos (ótimo, péssimo, boníssimo, malíssimo...).
e.Verbos

Os verbos indicam ações, qualidades ou estados situados no tempo.

Nota: Os tempos compostos estão no mesmo Modo que se está a abordar. Junta-se sempre o Particípio Passado do verbo principal. O auxiliar pode sempre ter ou haver.
Modo Indicativo (Tempos Simples)

- Presente: Indica uma ação praticada no momento em que se fala, que é contínua ou habitual ou que é verdadeira.

- Pretérito Perfeito: Indica uma ação passada completamente realizada.

- Pretérito Imperfeito: Mostra uma ação passada mas não concluída ou ainda em realização.

- Pretérito Mais-que-perfeito: Exprime uma ação anterior a outra passada.

- Futuro: Indica uma ação que se realizará, ou ainda uma dúvida.



Modo Indicativo (Tempos Compostos)

- Pretérito Perfeito: Presente do auxiliar

- Pretérito Mais-que-perfeito: Pretérito Imperfeito do auxiliar

- Futuro Perfeito: Futuro simples Indicativo do verbo auxiliar


Modo Conjuntivo (Tempos Simples)

Apresenta uma ação, qualidade ou estado como possibilidade, desejo ou dúvida.

- Presente (ex.: Talvez eles nos oiçam)

- Pretérito Imperfeito (ex.: Tomara o treinador que o cão melhorasse)

- Futuro (ex.: E se eu não souber o código de entrada?)
Modo Conjuntivo (Tempos Compostos)

- Pretérito Imperfeito: Presente do auxiliar

- Pretérito Mais-que-perfeito: Pretérito Imperfeito do auxiliar

- Futuro Perfeito: Futuro simples do auxiliar


Modo Imperativo

Ordem, conselho ou pedido (só apresenta a 2ª pessoa do Singular e do Plural. Ex.: “Passa a bola!”; “Espere um pouco.”, etc...). É característica do discurso direto.


Modo Condicional

Ação, qualidade ou estado dependente de uma condição.

- Simples (ex.: faria (se)... dirias (se)... viríamos (se...))

- Composto: Auxiliar no condicional


Modo Infinitivo (Pessoal)

Apresenta uma ação, qualidade ou estado de modo vago ou abstrato.

- Simples (ex.: Para conseguires isso, tens que te esforçar mais)

- Composto: Infinitivo pessoal do auxiliar


Modo Infinitivo (Impessoal) – Forma Nominal

Este infinitivo é uma forma nominal porque pode desempenhar, de certa forma, a função de um nome.

- Simples (ex.: É preciso avisá-lo! [avisar = o aviso])

- Composto: Infinitivo do auxiliar



Nota: Ver páginas 249 a 255 do Manual para finalizar o estudo.


    1. Advérbios

São palavras invariáveis que servem para determinar ou intensificar o sentido de verbos, adjetivos ou outros advérbios.


  • Advérbios de Lugar: abaixo, acima, acolá, adiante, aí, além, algures, ali, antes, aqui...

  • Advérbios de Tempo: agora, ainda, amanha, anteontem, antes, cedo, tarde, hoje...

  • Advérbios de Modo: assim, bem, como, depressa, devagar, mal, bem, sobretudo, simplesmente, bruscamente (e outros com o sufixo –mente, os quais nunca levam acentuação!)

  • Advérbios de Intensidade ou Quantidade: bastante, bem, demasiado, muito, pouco, tanto...

  • Advérbios de Afirmação: já, sim, certamente, efetivamente, também...

  • Advérbios de Negação: jamais, nunca, não...

  • Advérbios de Inclusão: ainda, também, mesmo...

  • Advérbios de Exclusão: apenas, somente, só, unicamente...

  • Advérbios de Dúvida: acaso, porventura, possivelmente, talvez

  • Advérbios de Designação: eis

  • Advérbios Interrogativos: onde, quando, porque, porquê


Locuções Adverbiais (preposição + nome/advérbio): à antiga, a cada, de manhã, de novo, em breve, por vezes...


    1. Preposições

Palavras invariáveis que estabelecem uma relação entre elementos da frase. Essa relação pode ser de: tempo, lugar, modo, companhia, causa, fim, oposição, carência, falta, conteúdo ou existência.

As preposições simples são: a, ante, após, até, com, contra, de, desde, durante, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás. As preposições podem contrair-se e formar preposições contraídas (ex.: a+a = à). Existem ainda Locuções Prepositivas (abaixo de, acerca, de, diante de, à volta de, em vez de...).




    1. Conjunções

Palavras invariáveis que servem para relacionar orações dentro da frase.

Coordenativas (ver 3 – Coordenação/Subordinação)

- Copulativas

- Adversativas

- Disjuntivas

- Conclusivas
Subordinativas (ver 3 – Coordenação/Subordinação)

- Causais

- Temporais

- Condicionais

- Finais

- Comparativas

- Concessivas

- Consecutivas

- Completivas/Integrantes



  1. Funções Sintáticas

Os elementos que podem constituir uma oração são: Sujeito, Predicado, Atributo, Vocativo, Complemento Determinativo, Complemento Circunstancial, Agente da passiva e Aposto. De entre estes, apenas o Sujeito e o Predicado são essenciais.


Sujeito – quem pratica a ação

Tipos: Simples (um nome, palavra ou expressão), Composto (mais que um nome, palavra ou expressão), Omisso/Subentendido (não está expresso mas é possível identificá-lo), Indeterminado (não pode ser determinado, ou seja, não se sabe que praticou a ação) ou Inexistente (quando não existe – fenómenos naturais, verbo haver com o sentido de existir, verbo ser indicando tempo).
Predicado – é o que se diz acerca do sujeito

- Predicado Nominal (constituído por um verbo copulativo «ser, estar, continuar, parecer, ficar» que exige predicativo do sujeito, que é o elemento que atribui a característica do sujeito. Ex.: Essas peças são textos cómicos. Sujeito + predicado nominal [verbo copulativo + predicativo do sujeito])

Predicado Verbal

- Com verbo intransitivo: o verbo só por si transmite o conteúdo da ação.

- Com verbo transitivo: o verbo passa a ação para um ser ou ideia.


  • Transitivo Direto: Exige complemento direto [“o quê”] (ser sobre o qual recai diretamente a ação do verbo)

Predicativo do Complemento Direto: Nome que caracteriza o Complemento Direto. É pedido pelos verbos transitivos diretos: «achar, considerar, declarar, nomear».

  • Transitivo Indireto: Exige complemento indireto [“a quem”] (ser sobre o qual recai indiretamente a ação)

  • Transitivo Direto e Indireto: Exige complemento direto e complemento indireto [“o quê, a quem”].

Atributo – Adjetivo que se junta ao nome para o caracterizar. É acessório e dispensável.


Vocativo – Nome ou expressão que se chama ou invoca. É acessório na oração, e próprio do discurso direto.
Complemento Determinativo

Preposição “de” + Nome

- De posse

- De parentesco

- De qualidade

- De origem

- De matéria

- De fim
Complemento Circunstancial

- De tempo

- De lugar

- De companhia

- De modo

- De causa

- De fim


- De instrumento

- De meio


Agente da Passiva – ser que pratica a ação sofrida pelo sujeito na frase passiva.
Aposto – nome ou expressão que dá uma explicação sobre outro nome ou expressão.


  1. Figuras de Estilo (Recursos Estilísticos)

- Aliteração: Repetição de consoantes.

- Anáfora: Repetição de uma palavra ou palavras no início de uma frase para fazer sobressair o que se repete.

- Antítese: Aproximação de ideias opostas para criar um contraste.

- Apóstrofe: Interpelação a alguém, real, imaginário ou inanimado.

- Assonância: Repetição de vogais.

- Comparação: Estabelecimento de uma relação de semelhança entre dois elementos diferentes, aproximando-os. É estabelecida através de uma palavra ou expressão comparativa (como, tal como) ou verbos equivalentes (parecer, lembrar).

- Enumeração: Apresentação sucessiva de vários elementos de natureza semelhante.

- Eufemismo: Suavização de uma ideia desagradável.

- Hipérbole: Exagero da realidade.

- Ironia: Transmitir uma ideia dizendo precisamente o contrário do que se pensa, com entoação que revela a verdadeira intenção.

- Metáfora: Comparação sem expressão comparativa para aproximar dois elementos diferentes.

- Perífrase: Dizer por varias palavras o que pode ser resumido numa ou em poucas.

- Personificação: Atribuição de características humanas a coisas, animais ou ideias.

- Sinédoque: Expressão da parte pelo todo ou do todo pela parte


  1. Formação de Palavras


Composição:

Consiste na formação de uma nova palavra a partir da junção de duas, ou mais, palavras primitivas. A palavra adquire um novo significado.



Aglutinação: união de palavras primitivas, sofrendo alterações e ficando sujeitas a um único acento. EX.: embora (em+boa+hora)

Justaposição: união de palavras primitivas por um hífen, mantém os acentos. EX.: beija-flor (beija+flor)

Derivação:

Formação de uma nova palavra a partir um outro elemento (prefixo ou sufixo).



Derivada por prefixação: elemento no início da palavra primitiva. EX.: rebobinar (re+bobinar)

Derivada por sufixação: elemento no fim da palavra primitiva. EX.: malvadez (malvado+ez)

Derivação imprópria: a palavra muda de classe ou subclasse, não ocorre alteração. EX.: O pinto saiu da casca. e Telefonei ao Sr. Pinto. – A palavra mudou de nome comum para próprio.
Nota: para mais sufixos e prefixos, consultar a ficha que a “stôra” deu.


  1. Discurso Direto e Indireto




    Discurso Direto

    Discurso Indireto

    Sinais de pontuação: o dois pontos (:), o travessão (-), as aspas ("…"), o ponto de esclamação (!) e o ponto final (.).

    Geralmente, o ponto final (.).

    Verbos intrudutórios: dizer, afirmar, declarar, acrescentar, responder, inquirir, pedir, perguntar… seguidos de ":" e um "-"

    Verbos Intrudutórios: dizer, afirmar, declarar, contar, acrescentar, responder, inquirir, pedir, perguntar… seguidos de "que" ou "se"

    Tempos Verbais:

    Tempos Verbais:

    Presente do Indicativo

    Pretérito Imperfeito do Indicativo

    Pretérito Perfeito

    Pretérito Mais-Que-Perfeito Indicativo

    Futuro do Indicativo

    Condicional

    Presesnte do Conjuntivo

    Pretérito Imperfeito Conjuntivo

    Modo Imperativo

    Pretérito Imperfeito Conjuntivo/Infinitivo



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