Luiz Antonio de Castro Santos



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Luiz Antonio de Castro Santos

Possui graduação em Ciências Políticas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1970), é Master of Sciences em Estudos Populacionais pela Harvard School of Public Health (1974) e PhD em Sociologia pela Harvard University (1987). Atualmente é professor asociado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde exerce as funções de ensino e pesquisa no Instituto de Medicina Social, desde 1987. Recebeu a medalha do Centenário da Fundação Oswaldo Cruz, em 2000, por contribuição relevante à pesquisa histórica e sociológica em saúde pública no Brasil. É consultor de inúmeras fundações de amparo à pesquisa, membro de conselhos editoriais, Pesquisador do CNPq, Avaliador Institucional do SINAES/INEP, autor de resenhas e pareceres, por solicitação de editoras e periódicos, nacionais e estrangeiros. Dedica-se ao estudo de temas do Pensamento Social no Brasil -- particularmente à obra e à vida de Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Caio Prado Júnior -- bem como ao exame de figuras centrais na história da reforma sanitária e educacional no Brasil, como Belisário Pena, Artur Neiva, os irmãos Osório de Almeida e Azevedo Sodré. Na área de Sociologia Histórica, escreve sobre movimentos sociais e Saúde Pública, atuando, neste campo, principalmente nos temas ligados ao Nacionalismo e Internacionalismo em Saúde -- linha de pesquisa pela qual é responsável no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. No momento, dedica-se particularmente a estudos sobre a cooperação internacional em saúde pública, com ênfase na atuação da Fundação Rockefeller, e sobre a história da Enfermagem, no Brasil e em perspectiva comparada (Inglaterra, Estados Unidos, França). Tem publicado extensamente sobre esses temas, em trabalhos individuais ou em co-autoria com a historiadora Lina Faria.



Sistemas de Saúde e Formação Profissional na América Latina

Luiz Antonio de Castro Santos

Análise e reflexão histórica e sociológica sobre as políticas e programas de saúde na América Latina, com ênfase nos aspectos da formação profissional e criação de recursos humanos. O curso procurará debater e reter as questões cruciais sobre o subdesenvolvimento, a dependência e a marginalidade social no continente latino-americano, como um cenário para discussão dos temas focalizados,. Alguns textos clássicos sobre o tema e desdobramentos recentes serão lidos e debatidos na primeira parte do curso. A segunda parte do curso focalizará de perto o tema central de discussão e reflexão, sobre os sistemas de saúde e as políticas de formação profissional em saúde na América Latina. As dimensões históricas de tais processos, sistemas e políticas, raramente colocadas em pauta no debate internacional, representarão um esforço particular na condução do curso e oficinas.



Bibliografia:
I. Cenário: Por uma sociología histórica da exclusão social na América Latina (à memoria de Gino Germani).
Aníbal Quijano, “La marginalidad en América Latina”, Revista Latinoamericana de Sociologia V (2) 1969.
José Nun, “Superpoblación relativa, exército industrial de reserva y masa marginal”, Revista Latinoamericana de Sociologia V (2) 1969.
Luiz A. Castro-Santos, “Evitar a moral? (Desafios para a Boa Sociedade)”. Novos Estudos Cebrap. Vol. 46, novembro de1996. http://novosestudos.uol.com.br/
José Nun, “O futuro do emprego e a tese da massa marginal”, Novos Estudos n. 56, março 2000, pp. 43-62;
Marie-France P. Shapira, “Segregação, fragmentação, secessão: a nova geografia social de Buenos Aires”, Novos Estudos n. 56, março 2000, pp. 169-183.
Alba Zaluar, A integração perversa: pobreza e tráfico de drogas. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2004

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Simon Schwartzman e Mauricio Blanco Cossio- “Juventude, Educação e Emprego no Brasil”. Cadernos Adenauer - Geração Futuro vol VII. 2. 51-65, 2007.



II. A Saúde: Rumos e Desafios na América Latina
Marcio Almeida et alii. A educação dos profissionais de saúde na América Latina. 2 volumes. São Paulo: HUCITEC, 1999.
Alberto Infante. Las reformas de los sistemas de salud en América Latina y el Caribe. Revista de Administración Sanitária. Vol 4 (13) enero-marzo 2000

http://www.dinarte.es/ras/ras13/pdfs/inte01.pdf
Miriam Abramovay et alii. Juventude, Violência e vulnerabilidade social na América Latina. Brasília: Unesco/BID. 2002.
Mônica Nunes e Jairnilson Silva Paim. Um estudo etno-epidemiológico da violência

urbana na cidade de Salvador, Bahia, Brasil: os atos de extermínio como objeto de análise. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 21(2):459-468, mar-abr, 2005.


Irma Arriagada et alii, Políticas y programas de salud en América Latina. CEPAL. Santiago de Chile, diciembre del 2005. www.eclac.org
Organização Panamericana de Saúde (OPS/OMS). Health agendas for the Américas: 2008-2017. Presented by the Ministers of Health of the Americas. Ciudad de Panamá, June 2007.

http://www.mspas.gob.sv/x_conferencia2008/pdf/Health_Agenda2008_2017_.pdf


X Conferencia Ibero-americana de Ministras e Ministros de Salud. “Juventud, salud y desarrollo em Iberoamerica”. Declaración de San Salvador.

http://www.mspas.gob.sv/x_conferencia2008/pdf/Declaratoria_Final_X_Conferencia_ES12072008.pdf


Mirta Roses (OPS/OMS) Determinantes psicosociales y ambientales en el desarrollo de la juventud iberoamericana. X Conferencia Iberoamericana de Ministras y

Ministros de Salud “Juventud, Salud y Desarrollo”.El Salvador, 11 y 12 de julio 2008.

http://www.mspas.gob.sv/x_conferencia2008/pdf/presentaciones/Determinantes.pdf


Luiz A. Castro-Santos. “‘The self as risk-taker’. Confrontos, Aproximações e Dissensões entre a Epidemiologia e a Sociologia”. Conferência realizada no Instituto de Medicina Social da UERJ (Rio de Janeiro, 16/10/2008) e no Centro Biomédico da Universidade do Oeste do Paraná, (Cascavel, 19 de novembro de 2008). Texto preliminar.

II. Colóquio: Imperialismo e Saúde na América Latina: Análises, propostas, inspirações e desacertos sobre um tema clássico.


Organizador: Luiz A. Castro-Santos
Sugestão de convidados: Atílio Boron, Howard Waitzkin (University of New México), Luiz A. Castro-Santos, José Nun.
Meses de trabalho em Buenos Aires: Março/Abril de 2009.

Em caso de dificuldades ou imprevistos do Programa: Setembro/Outubro de 2009


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