Mais Histórias o lobo e os três carneirinhos



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O LOBO E OS TRÊS CARNEIRINHOS

        ERA UMA VEZ UM LUGAR MUITO BONITO, NESTE LUGAR A GRAMA ERA BEM VERDINHA E A ÁGUA MUITO LIMPA E FRESQUINHA, MAS NESTE LUGAR MORAVA UM LOBO MUITO MALVADO QUE ACHAVA QUE ERA DONO DO LUGAR.

        LÁ TAMBÉM MORAVA TRÊS CARNEIRINHOS, O CARNEIRINHO GRANDE, O CARNEIRINHO MÉDIO E O CARNEIRINHO PEQUENO.

        O CARNEIRINHO PEQUENO RESOLVEU PASSEAR E FOI CANTANDO:

        __ TITÓTÓ, TITÓTÓ, ÁGUA FRESQUINHA PARA BEBER!

        __ NHOC, NHOC, NHOC

             NHOC, NHOC, NHOC, GRAMA FRESQUINHA PARA COMER, PAM PAM.

        QUANDO ESTAVA BEBENDO A ÁGUA, ELE OUVIU UMA VOZ QUE DIZIA:

        __ QUEM ESTÁ BEBENDO DA ÁGUA DA MINHA FONTE?

__ SOU EU O CARNEIRINHO PEQUENO, NÃO FAÇA NADA COMIGO, JÁ ESTOU INDO EMBORA.

        QUANDO CHEGOU EM CASA O CARNEIRINHO PEQUENO CONTOU TUDO O QUE HAVIA ACONTECIDO AO CARNEIRINHO MÉDIO. O CARNEIRINHO MÉDIO DISSE:

        __ EU VOU LÁ E VOU ENFRENTAR ESSE LOBO, E LÁ SE FOI CANTANDO:

        __ TITÓTÓ, TITÓTÓ, ÁGUA FRESQUINHA PARA BEBER!

        __ NHOC, NHOC, NHOC

             NHOC, NHOC, NHOC, GRAMA FRESQUINHA PARA COMER, PAM PAM.

        QUANDO ESTAVA BEBENDO DA ÁGUA, ELE OUVIU UMA VOZ QUE DIZIA:

        __ QUEM ESTÁ BEBENDO DA ÁGUA DA MINHA FONTE?

__ SOU EU O CARNEIRINHO MÉDIO, NÃO FAÇA NADA COMIGO, JÁ ESTOU INDO EMBORA.

CHEGANDO EM CASA CONTOU PARA O CARNEIRINHO GRANDE TUDO O QUE TINHA ACONTECIDO. O CARNEIRINHO GRANDE FALOU:

__ EU NÃO TENHO MEDO DESSE LOBO... E LÁ SE FOI CANTANDO:

__ TITÓTÓ, TITÓTÓ, ÁGUA FRESQUINHA PARA BEBER!

        __ NHOC, NHOC, NHOC

             NHOC, NHOC, NHOC, GRAMA FRESQUINHA PARA COMER, PAM PAM.

QUANDO ESTAVA BEBENDO DA ÁGUA, OUVIU UMA VOZ QUE DIZIA:

__ SOU EU, SOU EU SEU LOBO, O CARNEIRINHO GRANDE E EU NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ E FIQUE SABENDO QUE VOCÊ NÃO É DONO DAQUI! TUDO ISSO QUEM FEZ FOI DEUS E ELE DEU PARA TODOS NÓS MORARMOS.

E O LOBO ENTENDEU QUE ELE NÃO ERA DONO DAQUELE LUGAR E TODOS OS ANIMAIS FICARAM CONTENTES, PORQUE AGORA PODIAM BEBER DA ÁGUA FRESQUINHA E COMER DA GRAMA VERDINHA. TODOS CANTARAM:

__ TITÓTÓ, TITÓTÓ, ÁGUA FRESQUINHA PARA BEBER!

        __ NHOC, NHOC, NHOC

           NHOC, NHOC, NHOC, GRAMA FRESQUINHA PARA COMER, PAM PAM.

Fantoches... Foram confeccionados em cartolina americana e colados no palito de churrasco!!!



Lobo


 

 Carneirinho Pequeno



 

Carneirinho Médio



 

 

Carneirinho Grande

História: Essa lenda as crianças gostam bastante, além de serem ouvintes elas podem participar no decorrer da contação da mesma, dobrando e desdobrando... Essa lenda também conta com uma surpresa no final... as crianças amam!!!


A Lenda do Tsuru

Era uma vez um camponês muito pobre. Vivia em uma cabana tosca e seu único alimento eram algumas verduras que colhia de sua terra cansada

Um dia, ele encontrou uma garça machucada, com a asa destroçada. Por isso ela não podia voar e buscar alimento: isto a deixou muito fraca, à beira da morte.

O camponês teve pena da garça, cuidou de sua asinha e pacientemente colocou em seu bico algumas sementes. Sua bondade a livrou da morte e quando ela pôde voar, o camponês a soltou.

Alguns dias depois, uma mulher adorável apareceu em sua casa e pediu que lhe desse abrigo por uma noite. O camponês, por ser bom, não negaria esta caridade a qualquer pessoa, mas a beleza da mulher fez com que ele acreditasse que deixá-la dormir em sua pobre cabana era realmente uma honra. Os dois se apaixonaram e se casaram.

A noiva era delicada, atenciosa e tinha tanta disposição para o trabalho quanto era bonita, e assim eles viviam muito felizes. Mas para o camponês, que já tinha muita dificuldade em viver sozinho, ficou muito difícil cobrir as despesas que sua nova vida de casado lhe trazia.

Preocupada com esta situação, a esposa disse ao marido que produziria um tecido especial (tecer era um trabalho comum para as mulheres nessa época). Ele poderia vendê-lo para ganhar dinheiro, mas ela alertou que precisaria fazer seu trabalho em segredo, e que ninguém, nem mesmo ele, seu marido, poderia vê-la tecer.

O homem construiu uma outra pequena cabana nos fundos de sua casa e lá ela trabalhou, trancada, durante três dias. O marido só ouvia o som do tear batendo, e a curiosidade e a saudade que tinha de sua bela mulher fazia com que estes dias demorassem muito para passar.

Quando o som de tecelagem parou, ela saiu com um tecido muito bonito, de textura delicada, brilhante e com desenhos exóticos. A tecelã lhe deu o nome de “mil penas de Tsuru”.

Ele levou o tecido para a cidade. Os comerciantes ficaram surpreendidos e lutaram entre si para consegui-lo. O vendedor pagou com muitas moedas de ouro por ele. O pobre homem não podia acreditar que tão de repente a sorte começasse a lhe sorrir.

Desde então, a esposa passou a trabalhar no valioso tecido outras vezes. O casal podia, com o fruto da venda, viver em conforto. A mulher, porém, tornava-se dia após dia mais magra.

Um dia, ela disse que não poderia tecer por um bom tempo. Ela estava muito cansada. Seus ossos lhe doíam e a fraqueza quase a impedia de ficar em pé.

O camponês a amava muito e acreditava naquilo que ela dizia, porém tinha experimentado a cobiça e, como havia contraído algumas dívidas na cidade, pediu para que ela tecesse somente por mais uma vez. No princípio ela não aceitou, mas perante a insistência do marido, cedeu e começou a tecer novamente.

Desta vez ela não saiu no terceiro dia, como era de costume. E o homem ficou preocupado. Mais três dias se passaram sem que ela aparecesse. E isso começou a deixar o marido desesperado.

No sétimo dia, sem saber mais o que fazer, ele quebrou sua promessa, espiando o serviço de tecelagem que ela fazia.

Para a sua surpresa, não era sua mulher que estava tecendo. Arqueada sobre o tear encontrava-se uma garça, muito parecida com aquela que o camponês havia curado.

O homem mal pôde dormir à noite, pensando o que teria acontecido com a mulher que amava. Amaldiçoava-se por ter sido insaciável e praticamente ter obrigado a sua querida esposa a tecer mais uma vez.

Na manhã seguinte, a porta da cabaninha se abriu e o camponês com o coração aos saltos fixou seus olhos na porta, esperançoso em ver sua esposa sair dela com vida.

A mulher saiu da cabana com profundas olheiras, trazendo o último tecido nas mãos trêmulas. Entregou-o para o marido e disse:     _Agora preciso voltar, você viu minha verdadeira forma, assim eu não posso ficar mais com você!

Então, ela se transformou em uma garça e voou, deixando o camponês em lágrimas.

Dobradura do Tsuru

(calcule o tempo durante a história para cada dobradura, para que no final dê certo)



(Autora: Malba Tahan)

 Essa é a história "Meu barquinho de papel" além de chamar a  atenção das crianças possibilita a interação das mesmas com a história:
Meu barquinho de papel

        Joãozinho era um menino muito esperto e teimoso. Um dia apostaram com ele que, da casa até a cidade próxima, se chegava em uma hora, andando a pé. Ele não concordou e apostou que demorava muito mais tempo. No outro dia saiu bem cedinho. Andou. Andou. Já fizera mais de duas horas andando sem parar e nem sombra da tal cidade. Cansado, suado, sentou à sombra de uma árvore para descansar. Tirou a camisa, pois estava com muito calor e lembrou-se desta canção: (Brincar com a folha de papel, acima da cabeça: explorar o som do vento)  

 

Estava Joãozinho refrescando-se, quando surgiu uma borboleta voando e lembrou-se desta música: (dobrar a folha ao meio, segurando pela dobra. Abaixar e levantar a mão, fazendo o papel balançar como se fosse asas de borboleta)



“Borboletinha ta na cozinha

Fazendo chocolate para a madrinha.

 Poti, poti, perna-de-pau.

 Olho de vidro e nariz de pica-pau”

 E a borboleta voa – voa, e pousa na cumeeira de:

 “uma casa muito engraçada,

 Não tinha teto,

 Não tinha nada.

 Ninguém podia

 Entrar nela não

 Porque na casa

 Não tinha chão.

 Ninguém podia

 Dormir na rede,

 Porque na casa

 Não tinha parede.

 Ninguém podia

 Fazer pipi,

 Porque pinico

 Não tinha ali.

 Mas era feita

 Com muito esmero

 Na rua dos bobos

 Número zero”.

 (Música e letra de: Toquinho e Vinícius)

 (esta casa é muito engraçada, mas nela havia muito amor. Desenhar um coração e escrever AMOR)

 Mas a casa era toda desajeitada. Joãozinho precisou dobrar mais um pedacinho, outro pedacinho, mas ela parecia que ia desmontar. Então ele dobrou um pedaço de um lado, outro pedaço do outro lado, e... O que será que apareceu? Olhem só! Um chapeuzinho do soldado! Joãozinho começou a cantar esta música:

Marcha soldado cabeça de papel .Quem não marcha direito vai preso no quartel.

O quartel pegou fogo Francisco deu sinal .Acode, acode, acode a Bandeira Nacional.

Mas o chapéu era muito grande para a cabecinha do Joãozinho e ele resolveu dobrar mais uma vez, (de um lado, do outro lado) surgindo assim um chapeuzinho muito pequeno. Joãozinho ficou muito aborrecido e tentou faze-lo voltar ao mesmo tamanho, mas não conseguiu.

Um barquinho!!!!!

E o Joãozinho ficou feliz da vida. Correu para a praia que ficava ali por perto. No caminho começou uma chuvinha danada e ele tentou enxugar o barquinho com a camisa. Quando acabou de enxugar, largou a camisa e foi embora. Já estava na praia quando notou que estava sem camisa e logo pensou:

 __ Epa! Minha camisa! Onde será que a deixei? Vou levar uma surra da minha mãe! Mas agora eu não vou acha-la mesmo e vou apanhar do mesmo jeito! Então eu vou brincar um pouquinho e depois vou para casa!

Usando sua imaginação embarcou no frágil barquinho que navegou, rapidamente, mar a dentro.

Já estava longe, navegando, quando uma tremenda tempestade começou a jogar o barquinho pra cá e pra lá. Pra lá e pra cá!

Nesse jogo das ondas, o barquinho bateu com a proa no rochedo, partindo-se. (frente)

A tempestade ficou mais forte ainda, continuando a jogar o barquinho que, bateu também com a popa, partindo-se como a proa. (trás)

E o barquinho vira e vai para o fundo do mar, batendo com a ponta da vela que também se parte. Mas o barquinho da vela quebrou de forma redondinha.

E sabem o que aconteceu?

Joãozinho, por causa do cansaço e do calor, havia se abrigado à sombra de uma árvore perto da praia e adormecera. Quando acordou, sua camisa estava ao lado dele.

Onde? Onde está a camisa do Joãozinho?

(Abrir a dobradura e surgirá a camisa do menino.)


Após a surpresa!!! Que será o surgimento da camiseta, vc pode criar atividades utilizando a camiseta (pintar, decorar), as músicas que aparecem no decorrer da história, recontar a história, mas desta vez através da dramatização, do envolvimento das crianças, expressão corporal...
 


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