Mais um Fintinha se aproxima, ora vamos lá pensar…



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Mais um Fintinha se aproxima, ora vamos lá pensar…
Os olhos são para ver,

as mãos para tocar,

as orelhas para ouvir,

a língua para saborear

E o nariz?

O nariz é para cheirar!


Mas continuando a pensar…

no fintinha vamos ter:

exposições, espectáculos, oficinas, instalações,

bolo de anos, pula-pula, malabaristas e trapalhões…


VER

Olhar com olhos de ver:

duas exposições de ilustração

e um livro de poesia

feito à nossa medida.
Espectáculos fantásticos!

Espectáculos de encantar,

histórias de muitas coisas,

de fazer rir e chorar.


Um encontro de espantalhos

que cansados de estarem quietos

nas histórias dos meninos

ficaram irrequietos.


TOCAR

Com balões e grãos de arroz

iremos construir bolas.

São teimosas, pé ligeiro.

Vamos ver quem de nós todos

as fará rodar primeiro!

Em alguidares de tinta

podem as mãos mergulhar,

para num painel gigante

nosso desenho ficar.


E não podemos esquecer…

há também o pula-pula!

Fofo, macio e sempre pronto a balançar.

Primeiro, tiram-se os sapatos

e depois… é só pular!

ESCUTAR


Atenção! Ouvido alerta, vamos todos escutar…

É música para bebés, não são canções de embalar!

SABOREAR

Na tarde do dia 1

vamos todos comemorar.

o Fintinha faz 9 anos

há um bolo para saborear!

É bonita a lenga-lenga,

está tudo pronto a começar,

só o nariz não tem motivo

para poder trabalhar?…
CHEIRAR

A que cheira o Fintinha?

Vamos lá investigar…


PROGRAMA RESUMO

DOMINGO, 1 DE JUN’08

às 15.30h > “COMPASSO BEBÉ” - d’Orfeu Associação Cultural

às 15.30h > “TRISTAN CARA DE CAN” – C.IA Elefante Elegante (Espanha)

às 16.45h > BOLO DE ANIVERSÁRIO FINTINHA

às 17.00h > PINTA O TEU MUNDO Oficina de pintura e manipulação de diferentes materiais

durante a tarde > ANIMAÇÃO CIRCENSE

SEGUNDA, 2 DE JUN’08

às 10.30h PE > “TRISTAN CARA DE CAN” – C.IA Elefante Elegante (Espanha)

às 11h e 14.30h PE > “LENHEIRAS DE CUCA MACUCA” - Teatro e Marionetas da Mandrágora

TERÇA, 3 DE JUN’08

às 10.30h PE > “ALDEIA DAS 4 CASAS” - Companhia do Chapitô

às 11h e 14.30h PE > “COR DA PELE” - Entretanto Teatro/Teatro Casa (Brasil/Portugal)

QUARTA, 4 DE JUN’08

às 10.30h e 14.30h > “MINHA ÁRVORE MUNHA CASA” - Encerrado para Obras – Ass. Cultural e Artística

às 11h PE > “SEM MEDO PARA SONHAR” - Teatro de Portalegre

OFICINAS

2, 3 e 4 de Jun’08 às 10h e 14h PE > “BOLAS TEIMOSAS”

Oficina de construção de bolas de malabarismo

2, 3 e 4 de Jun’08 às 10h PE > “DO PLÁSTICO À PLÁSTICA”


Oficina de criação de objectos a partir da “fundição” de sacos de plástico

EXPOSIÇÕES

VIAGENS AO IMAGINÁRIO (Ilustração) > Elizabete Ferreira

SÍTIO PALMA DA MÃO (Ilustração) > Lápis Voador

ERA UMA VEZ UM ESPANTALHO > Espantalhos no Jardim
Pelos Agrupamentos de Escolas do Concelho de Tondela

MURAL COLECTIVO > Pelo Público do FINTINHA

E AINDA…

instalações, bolo de anos, pula-pula, malabaristas e trapalhões…





PROGRAMA COMPLETO

COMPASSO BEBÉ

D’ORFEU ASSOCIAÇÃO CULTURAL (PORTUGAL)

1 Jun’08, 15h30

Sala Orgânica


Classificação: Crianças até aos 5 anos

Duração: 1h30


É uma experiência familiar, um concerto lúdico tanto para os bebés como para os respectivos papás, mamãs, vovós, titios, padrinhos, miaus, etc. A música pode ser feita com instrumentos de brinquedo, assim como a brincadeira pode surgir dos instrumentos convencionais.

Trata-se de um espectáculo interactivo, onde haverá tempo para ouvir, experimentar e comunicar. Os mais novos vão conhecer as músicas tradicionais do mundo, desmontar e construir instrumentos, e ainda conversar com sons. Uma vez que serão eles os músicos por excelência, pede-se que venham munidos do seu próprio “equipamento” (brinquedos que produzam som). Um conselho para os mais velhos: preparem-se para viver novas diversões na companhia dos “artistas de colo”!


Músicos - Artur Fernandes e Bitocas

TRISTAN CARA DE CAN /TRISTÃO CARA DE CÃO

C.IA ELEFANTE ELEGANTE (ESPANHA)

1 Jun’08, 15h30

2 Jun’08, 10h30 (público escolar)

Auditório 2
Classificação: Crianças até aos 12 anos

Duração: 50 minutos


Uma comédia gestual interpretada ao estilo de desenho animado: as palavras transformam-se em gestos, as personagens falam uma língua inventada (mas imediatamente decifrada pelo público) e a música acompanha, em pano de fundo, o desenrolar da acção.

O espectáculo conta a história de Tristão, um homem que parece um cão. Um dia estava tão triste que decidiu entregar o seu coração a um pássaro, para que ele o levasse para bem longe dali. Passou então os dias “ladrando”, desconfiado, sem que o mais pequeno sorriso aparecesse nos seus lábios. Mas a história não acaba assim… Dentro de uma misteriosa caixa aparece uma boneca de trapos com a tarefa de o fazer rir. Será capaz?


Criação - Maria Torres, Gonçalo Guerreiro, Hélène Gibert e François Kah

Interpretação - Maria Torres e Gonçalo Guerreiro

Encenação - Elefante Elegante


ARTES CIRCENSES – ANIMAÇÃO

1 de Jun’08

Bar/Jardim/Foyer
Três palhaços bem-dispostos, formados pela experiência de vida e pela Escola de Circo do Chapitô, vão fazer fervilhar este Domingo com animações, tropelias, números de circo e esculturas de balões.
Interpretação - Ana Pontes, José Manaças e Pedro Borges

LENHEIRAS DE CUCA MACUCA

TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA (PORTUGAL)

2 Jun’08, 11h00 e 14h30 (público escolar)

Auditório 1


Classificação: Maiores de 6 anos

Duração: 50 minutos


As lenheiras – mulheres que carregam lenha – darão o mote para a viagem e construção de uma identidade. Os espectadores sentir-se-ão, de certa forma, incluídos nestas lendas através do seu imaginário, bem como da proposta cénica que, ao deixar espaços em branco, permite ao público inscrever o seu próprio texto interior.

Duas personagens transportarão dois feixes de lenha, duas pequenas máquinas de cena que se desdobrarão nas várias cenografias e ambiências da peça. Estes objectos metamórficos contêm toda a matéria do sonho e da realidade cénica, funcionando como fontes sonoras, complemento dos figurinos e apetrechos na construção das formas animadas.


Texto - João Pedro Mésseder

Encenação - José Caldas

Interpretação - Clara Ribeiro e Filipa Alexandre

Cenografia - Marta Fernandes da Silva

Marionetas - enVide neFelibata

ALDEIA DAS 4 CASAS

COMPANHIA DO CHAPITÔ (PORTUGAL)

3 Jun’08, 10h30 (público escolar)

Auditório 1


Classificação: Maiores de 4 anos

Duração: 45 minutos


Numa aldeia muito especial, os habitantes deixaram de comunicar e passam a vida a refilar. Joaquim Plutão quer acabar com este ambiente pesado, mas ninguém lhe dá ouvidos. Decide então pedir ajuda à Lua, e os anciãos que nela habitam descem à Terra para dar uma lição aos rabugentos: trancam as casas e guardam a chave em território lunar.

Sentindo-se responsável pelo sucedido, Joaquim logo sugere a construção de uma escada até lá acima e a população, embora desconfiada, acaba por ajudá-lo nessa missão. Enquanto esperam pelo viajante, os habitantes juntam-se e conversam como não faziam há muito tempo. Conseguirá Joaquim regressar desta aventura? Trará de volta as chaves? E serão as portas das casas, finalmente, abertas?


Baseado numa História de Inês Pupo

Encenaçã - Gina Tocchetto

Assistência de Encenação - Jaqueline Momesso

Interpretação - Leonor Cabral, Patrícia Adão Marques, Pedro Luzindro

COR DA PELE

ENTRETANTO TEATRO/TEATRO CASA (BRASIL)

3 Jun’08, 11h00 e 14h30 (público escolar)

Auditório 2


Classificação: Maiores de 3 anos

Duração: 50 minutos


Dois irmãos gémeos ou duas irmãs gémeas com a curiosidade do conhecimento viajam pelo reino dos conceitos e preconceitos: um percurso com ou sem volta?

Um rei. Uma rainha e duas princesas. Prisioneiros, vampiros, palhaços, índios negros, extraterrestres, a família cor-de-rosa, o homem que queria ser colorido – todos com apenas uma cor.

A mudança de cor, o homem do princípio ao fim, a mulher do princípio ao fim, o cabeçudo, o rosto de tela, o rosto indefinido. Três olhos e três bocas. Os narizes. O gordo e a melancia. A estudiosa e a invejosa. A casa e o banco. A Mona Lisa, sem os braços, sem as pernas e sem tronco. E a cabeça?
Criação, Texto, Encenação e Espaço Cénico - Júnior Sampaio

Assistente de Encenação - Luciana da Silva (BR)

Interpretação - Daniela Gonçalves e Tânia Reis

MINHA ÁRVORE
MINHA CASA

ENCERRADO PARA OBRAS – Associação Cultural e Artística (PORTUGAL)


4 Jun’08, 10h30 e 14h30 (público escolar)

Auditório 2


Classificação: Maiores de 4 anos

Duração: 60 minuto


Numa clareira rodeada de eucaliptos vive o último representante da floresta nativa: um enorme carvalho solitário. Solitário? Não propriamente. É certo que tem o estatuto de “última árvore do bosque”, mas neste habitam também uma flora e fauna maravilhosas, gravitando à volta do seu tronco plantas e animais de toda a espécie. Assim, apesar dos seus mais de cinco séculos – comprovados pelos seus quinhentos e tal anéis – está cheio de vida e constitui, por si só, um verdadeiro ecossistema.
Autoria e encenação - David Cruz, Estela Lopes

Interpretação - Andreia Barão, David Cruz, Estela Lopes

SEM MEDO PARA SONHAR

TEATRO DE PORTALEGRE (PORTUGAL)

4 Jun’08, 11h00 (público escolar)

Auditório 1


Classificação: Maiores de 4 anos

Duração: 45 minutos


Um espectáculo que nos confronta com os nossos receios e angústias. Alfredo é um bonecreiro que, com os seus companheiros Dina, António e Roberto, leva teatros de fantoches aos quatro cantos do mundo. Porém, desta vez, o texto escrito por este último amigo fala sobre medos – aqueles que todos sentimos mas não confessamos a ninguém.

Os convidados deste espectáculo de fantoches são o Sr. Medo do Escuro Santos; o Sr. Ai Que Aqui É Tão Alto Barreto; a Menina Eu Penso Que Não Estou Bem Sousa; e o conhecido Dr. Wainer, afamado cientista que descobriu a cura para todos estes temores.

E é assim que, em conjunto, descobrimos que estes fantasmas não nos podem impedir de sonhar e de realizar os nossos mais secretos desejos.


Texto e Encenação - Susana Teixeira

Interpretação - Adriano Bailadeira, Rui Ferreira, Verónica Barata, Victor Pire

OSSOS DO OFÍCIO
A G.N.R NO FINTINHA

2,3 e 4 Jun’08 entre as 10h e 11h (público escolar)

Entrada do recinto Novo Ciclo ACERT
No seguimento da actividade de 2007 – Um Bombeiro no Fintinha – este ano temos a presença da Guarda Nacional Republicana, com uma viatura e dois elementos no pátio de entrada do Festival. Este elementos irão dar a conhecer, aos mais novos, um pouco melhor, a sua actividade e os meios que utilizam para desenvolvê-la. Esta actividade tem como objectivo sensibilizar as crianças para comportamentos preventivos no que diz respeito à segurança e combate ao crime.

OFICINAS
PINTA O TEU MUNDO

OFICINA DE PINTURA E MANIPULAÇÃO DE DIFERENTES MATERIAIS


Dia 1 de Jun’08

17h às 19h


Limite máximo de 10 crianças
Formadora – Elisabete Ferreira
Tendo como base a forma geométrica do Planeta Terra, semelhante à de uma bola tão redonda como a Lua, serão apresentados vários globos em branco (feitos a partir de pasta de papel ou outro material), que deverão ser preenchidos pelas crianças (individualmente), a seu gosto. O Planeta destas crianças traduzirá um novo mundo, um universo pessoal e único, moldado pelas vivências, sonhos e aspirações de cada participante.

BOLAS TEIMOSAS

OFICINA DE CONSTRUÇÃO DE BOLAS DE MALABARISMO


Dias 2, 3 e 4 Jun’08

10h às 11.30h e das 14h às 15.30h


Formadoras – Susana Campina e Liliana Matos
Com esta oficina podemos criar bolas de malabarismo “caseiras” de uma maneira prática e simples.

Os materiais são rudimentares e acessíveis e o resultado final é delicioso.




DO PLÁSTICO À PLÁSTICA

OFICINA DE CRIAÇÃO DE OBJECTOS A PARTIR DA “FUNDIÇÃO” DE SACOS DE PLÁSTICO


Dias 2, 3 e 4 Jun’08

10h às 11.30h


Formadora – Marta Fernandes da Silva
Com sacos de plástico normais, (de pacotes de arroz, massa, batatas fritas, supermercado etc…) colocados em sobreposição e pela acção do calor, criam-se placas plásticas, com novas texturas e desenhos, que originam objectos variados feitos pelas crianças, com a ajuda da tesoura e do agrafador.

Esta oficina pretende alertar, de uma forma lúdica, para a necessidade da reciclagem de materiais, através do reaproveitamento destes artigos quotidianos e acessíveis.



EXPOSIÇÕES
VIAGENS AO IMAGINÁRIO”

Elisabete Ferreira

Ilustração infantil

De 30 de Maio a 29 Jun’08

Galeria Novo Ciclo ACERT
Cada imagem conta uma história, cada história tem um recanto e cada recanto forma… um universo. A bordo da locomotiva imaginária de Elisabete Ferreira, os espectadores vivem um percurso de sobressaltos e paragens, amigos e amizades, encontros e memórias.

As ilustrações apresentadas nesta exposição, especialmente criada para a Galeria da ACERT, não são mais do que registos dessa viagem encantada e transbordante de espaços, enredos e personagens.

A autora, que vive e trabalha entre Tondela e Porto, complementa a sua actividade de designer de moda com a escrita e ilustração infantil. Terá sido, talvez, uma necessidade primária de regressar à infância e de voltar a ter corpo de criança que a motivou a encher de desenhos as histórias para o público de palmo e meio.
“Abri a porta do quarto e lá estava ele,

Singelo armário cheio de roupas.

Cada roupa sua história,

Cada história seu personagem.


(excerto do conto “Viagens ao Imaginário”)

O SÍTIO PALMA DA MÃO

Lápis Voador

ILUSTRAÇÃO INFANTIL
Exposição

1 a 4 Jun’08

Foyer Novo Ciclo ACERT
Um, Dois, Três, Quatro, Cinco de uma só mão. Lugares encantados que nos transportam ao mais puro imaginário da nossa enfeitiçada infância, em forma de ilustração. De palavras em verso e reverso de cor, de imaginação, assim apareceu mágico O Sítio Palma da Mão.
Lápis Voador, 15 Maio 2008


ERA UMA VEZ UM ESPANTALHO

Agrupamentos de escolas do concelho
Exposição

1 a 4 Jun’08

Jardim Novo Ciclo ACERT
Dando continuidade a relação estabelecida com as escolas em 2007 a quando da exposição –“ As Preocupações do Billy” – nasce a ideia de um novo projecto representativo de todas as crianças de Tondela, levado a cabo em estreita colaboração com os agrupamentos das escolas do concelho.
Até 2009 comemora-se o Ano Internacional do Planeta Terra e, neste âmbito, surgiu a figura do espantalho como mote para a exposição 2008. Este elemento ainda muito presente no imaginário rural, do qual faz parte um grande número de estabelecimentos de ensino deste Concelho, está muito ligado à terra a às sementeiras mantendo vivas a imaginação e a curiosidade dos mais novos.

Sugere-se, assim, a criação de um espantalho – único e com uma identidade própria – por cada grupo de crianças.



Daqui resulta uma exposição de espantalhos tão distintos como as respectivas histórias, num reflexo nítido das diferentes sensibilidades e gostos dos nossos meninos e meninas.

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