Marcha nico lopes: ressignificaçÕes da memória coletiva da comunidade acadêmica e viçosense



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UFV / VII SEU / OUTUBRO DE 2009 / DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

MARCHA NICO LOPES: RESSIGNIFICAÇÕES DA MEMÓRIA COLETIVA DA COMUNIDADE ACADÊMICA E VIÇOSENSE

ADRIANO SOARES RODRIGUES (Voluntário/UFV), TAIANE CRISTINA DA SILVA (Voluntário/UFV), RONILSE DA PAIXÃO OLIVEIRA (Voluntário/UFV), TAILANE DE OLIVEIRA DIAS (Voluntário/UFV), ALVARO DE ARAUJO ANTUNES (Coordenador/UFV)

Pensamos a memória coletiva como um amontoado de memórias individuais, que buscam na narrativa, construir um todo homogêneo, mas que ao se fundirem compõem um corpo disforme. A partir de diferentes narrativas procuramos reconstruir a memória coletiva da “Marcha Nico Lopes”, desde seu surgimento até os dias atuais, analisando diferentes códigos discursivos: impressos, orais e imagéticos (fotografia e cinema). Ela originou-se em meados do século XX e era tida como um rito de passgem de calouros a “agostinos”, seu nome foi dado em homenagem a uma figura da cidade, o senhor Nico Lopes que junto à “Marcha” foi ganhando ressignificações e mitos originários ao decorrer dos anos. Nossa proposta é atentarmos para diferentes interpretações e versões acerca do evento, percebendo-as como reconstruções da memória individual e coletiva. Como nosso objeto de análise apresentava-se em três diferentes tipos de registros documentais, houve a preocupação de se utilizar uma metodologia própria a cada fonte, respeitando as suas peculiaridades e especificidades. O intuito era contrastar as informações recolhidas na comunidade viçosense e acadêmica no âmbito da construção e reconstrução da memória e da narrativa na história de Viçosa e da Universidade, tendo-as como fonte e ao mesmo tempo público alvo. Isto porque, o resultado das pesquisas será apresentado à comunidade universitária e viçosense por meio de um filme documentário. Com isso, buscaremos promover um processo de identificação e de problematização da memória mostrando seu caráter manipulável, bem como as peculiaridades das narrativas. Percebemos que a memória coletiva não é construída segundo uma verdade sobre o passado, uma única grande memória que seria uniforme a todos. Mas, sim através de verdades ou memórias individuais que revelam a subjetividade que conformaria a plasticidade da memória coletiva.

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Da ESAV à UFV: resgatando a memória

FELIPE LEAL DE OLIVEIRA (Voluntário/UFV), LANDER LIMA DOS SANTOS (Voluntário/UFV), KARLA DENISE MARTINS (Coordenador/UFV)

O Arquivo Central e Histórico, criado em 1985, da Universidade Federal de Viçosa, possui um acervo documental que compõe a memória desta instituição. No seu acervo, podem ser encontrados documentos dos três períodos constitutivos: ESAV, de 1926 a 1948; UREMG, de 1948 a 1969; e UFV, de 1969 aos dias atuais. A situação de grande parte do acervo se encontra desorganizada e com documentos amontoados. No entanto, há esforços no sentido de recuperar e permitir que os documentos estejam plenamente acessíveis para futuras consultas. No primeiro momento, os documentos passam por um processo de separação entre documentos orgânicos e não-orgânicos, em seguida são acondicionados em folders e indexados, lançados os dados em uma base de dados e finalmente colocados em caixas-arquivo. Aqueles considerados documentos permanentes são higienizados. Parte da documentação passou por esse processo, para então compor os inventários analíticos de seu respectivo fundo. Está em desenvolvimento um instrumento de busca e pesquisa do acervo permanente e de suas coleções. A idéia é permitir a divulgação em multimídia, objetivando alcançar um número maior de usuários no acervo. Os resultados alcançados foram significativos, tendo por base a estrutura precária da qual o arquivo dispõe. Os problemas arquivísticos principais encontrados no Arquivo são: a perda do controle do acervo e a dificuldade em acessar as informações. A solução para esses problemas está numa implantação de uma política de Gestão de Documentos, “... que diz respeito a uma área da administração geral relacionada com a busca de economia e eficácia na produção, manutenção, uso e destinação final dos mesmos...”. O grande feito foi a elaboração de um banco de dados sobre o acervo ali existente. Futuramente um instrumento de pesquisa será elaborado para otimizar a busca pela informação, fazendo com que o usuário tenha precisão e agilidade na sua pesquisa.

UFV / VII SEU / OUTUBRO DE 2009 / DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA



ENSINAR A APRENDER: A PESQUISA E A INSTRUMENTALIZAÇÃO DOS ENSINOS DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE MANHUAÇU – MG

GLAUBER MIRANDA FLORINDO (Voluntário/UFV), ANGELO ADRIANO FARIA DE ASSIS (Coordenador/UFV), FERNANDA GENEROSO (Voluntário/UFV)



Este projeto desenvolve através da pesquisa em fontes e em documentos históricos um livro paradidático contendo os principais aspectos geográficos e históricos do Município de Manhuaçu (sua origem, modelo de ocupação, a construção sócio-cultural e as transformações econômicas ocorridas ao longo do tempo). Assim pretende a instrumentalização dos educadores dos ensinos fundamental e médio da região para que esses possam utilizar com eficiência tal material no processo de ensino-aprendizagem do conteúdo de Geografia e História nas escolas públicas do Município. Desta forma, envolvemos professores e alunos destas escolas com os Departamentos de História e Geografia da Universidade Federal de Viçosa, estabelecendo, através da pesquisa e do ensino de Geografia e História regionais, um diálogo entre a pesquisa e a sociedade. O uso de aspectos da história regional no ensino é um recurso de extrema viabilidade, pois permite a aproximação do aluno do processo histórico que ocorre em seu cotidiano, proporcionando a ele o conhecimento da trajetória de seu município, criando, a partir da visão da experiência local, uma compreensão mais abrangente do processo histórico. Está sendo feito um levantamento dos principais dados que serão trabalhados e da base cartográfica existente, para através da reunião dessas, se elaborar o material de História e Geografia acerca do Município de Manhuaçu. O projeto encontra-se em sua fase inicial, mas as fontes documentais encontradas já mostram uma rede socioeconômica, política e religiosa que vincula Manhuaçu às cidades ao seu redor como Durandé e Manhumirim, evidenciando, assim, a importância da relação pesquisa/ensino para se compreender historicamente tal região.
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