Masarykova univerzita V brně Filozofická fakulta



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49 Vallvé, J.: La división territorial de la España musulmana. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Cientificas, 1986, pág. 195.

50 Ibid., pág. 194 e 197.

51Zayed, A. S. M.: Datos dialectales andalusíes (gramaticales y léxicos) en algunos documentos tardíos granadinos y moriscos [online]. Tese de doutoramento. Madrid: Universidad Complutense, Facultad de Filología, Departamento de Estudios Árabes e Islámicos, 1993, pág. 10 [cit. 2010-12-14]. Disponível em:

.

52 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 139.

53 Ibid., pág. 140.

54 Ibid.

55 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 139.

56 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 373.

57 Ibid.

58 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 142.

59 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 373.

60 Do latim Maurus. Reichert, R.: Denominações para os muçulmanos no Sudão Ocidental e no Brasil [online]. Revista Afro-Ásia, nº 10-11, 1970, pág. 109 [cit.2011-01-07]. Disponível em:

.

61 Ibid., pág. 110.

62 O profeta Muhammad.

63 Do árabe al-andalus (nome dado à Península Ibérica pelos Árabes).

64 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 407.

65 Do árabe hispânico muwalladīn, („concebidos por mãe não árabe“).

66 Glick, T. F.: Islamic and Christian Spain in the early Middle Ages [online]. Princeton: Princeton University Press, 1979, cap. 1 [cit.2010-12-07]. Disponível em: .

67 Kemnitz, E.-M. Von.: A construção de uma nova sociedade: o caso específico da minoria moura [online]. Revista de Guimarães, nº 106, 1996, pág. 159-174 [cit.2011-01-11].

Disponível em: .



68 Kaufmann, H. Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 143.

69 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 121.

70 Ibid.

71 “Maladia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [online]. 2011 [cit.2011-01-07]. Disponível em: .

72 Do árabe musta'rab ( „arabizado“).

73 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 409.

74 Ibid.

75 Ibid., pág. 407.

76 Recaredo (?-601), rei dos Visigodos de 586 a 601.

77 Pérez, J.: Los judíos en España. [online]. Madrid: Marcial Pons, 2005, pág. 30 [cit.2010-12-07]. Disponível em: .

78 Ibid. pág. 31.

79 Ibid. pág. 32.

80 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 407.

81 Em árabe “Eslavos”. Zayed, A. S. M.: Datos dialectales andalusíes (gramaticales y léxicos) en algunos documentos tardíos granadinos y moriscos [online], pág. 10 [cit. 2010-12-13].

82 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 148.

83 Os dois idiomas pertencem à família afro-asiática.

84 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 140.

85 Castro, I.: Introdução à História do Português. Lisboa: Edições Colibri, 2006, pág. 55.

86 Ibid., pág. 53.

87 Ibid., pág. 53.

88 Ibid., pág.56.

89 Ibid., pág. 62.

90 Ibid., pág. 62 e 64.

91 Do árabe arǧa („saída“ )

92 Do árabe muwašša.

93 Castro, I.: Introdução à História do Português, pág. 64.

94 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 27.

95 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 374-375.

96 Castro, I.: Introdução à História do Português, pág. 61.

97 Zayed, A. S. M.: Datos dialectales andalusíes (gramaticales y léxicos) en algunos documentos tardíos granadinos y moriscos [online], pág. 47 [cit. 2010-12-13].

98 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 375.

99 Ibid.

100 Castro, I.: Introdução à História do Português, pág. 62.

101 Fernandes, M.A.: O dialecto algarvio: abordagem histórica [online]. Tavira: Campo Arqueológico de Tavira, 2008, pág. 8 [cit. 2010-01-11]. Disponível em:
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