Masarykova univerzita V brně Filozofická fakulta



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158 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 27.

159 João de Souza (1730/35-1812), frade e célebre arabista.

160 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas. Lisboa: Sociedade de Lingua Portuguesa e Círculo David Lopes, 1968, pág. 19.

161 David de Melo Lopes (1867-1942), professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e especialista de língua e literatura árabe.

162 Piel, J. M.: Aspectos da Toponímia Pré-árabe ao Sul do Tejo. Boletim de Cultura da Câmara Municipal de Évora, nº 59, 1976, pág. 44.

163 José Pedro Machado (1914-2005), arabista e historiador da língua portuguesa.

164 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta. Lisboa: Sociedade da Língua Portuguesa, 1992.

165 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 22.

166 Muhammad bin Ayyub al-Gharnati ibn Ghalib (o século XII), geógrafo e historiador granadino. Escreveu o livro Farhat al-anfus fi ta’rikh al-andalus, preservado em fragmentos.

167 Muhammad ibn Abd al-Mun’im al-Himyari (o século XV), natural de Ceuta, jurista e o autor da obra Kitab al-Rawd al-Mi’tar fi Khabar al-Aqtar, onde reuniu relatos diversos de conteúdo geográfico e histórico, referentes à África do Norte e à Península Ibérica.

168 Abu Bakr Ahmad ibn Muhammad al-Razi (888-955), historiador muçulmano, nascido em Córdova. Compôs a obra Akhbar Muluk al-Andalus. Atribuía-se-lhe tradicionalmente a autoria do texto conhecido como Crónica do Mouro Rasis, traduzido para o português nos séculos XIII-XIV, mas trata-se de uma compilação do século XII.

169 Rei, A.: O Gharb al-Andalus em dois geógrafos árabes do século VII/XIII: Yâqût al-Hamâwî e Ibn Sa'îd al-Maghribî [online]. Revista Medievalista, nº 1, 2005, pág. 2 [cit. 2011-01-06]. Disponível em:

.

170 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online]. São Brás de Alportel: Câmara Municipal, 2007, pág. 44 [cit. 2011-01-10]. Disponível em:

.

171 Ibid., pág. 45.

172 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 27-28.

173 A lista completa dos topónimos recolhidos está incluída no apêndice.

174 Alguns autores propõem para este nome uma etimologia românica do latim vulgar Olia (“oliveira”). Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 56 [cit. 2011-01-12].

175 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 133.

176 Matos, J.L.de.: Lisboa Islâmica [online]. Lisboa: Instituto Camőes, 1999, pág. 7 [cit. 2010-12-20]. Disponível em: .

177 Kaufmann, H.: Maurové a Evropa: Cesty arabské vědy a kultury, pág. 154.

178 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 117.

179 Conde, Manuel Sílvio Alves.: Ocupação humana e polarização de um espaço rural do Garb-al-Andalus: o Médio Tejo à luz da toponímia arábica [online]. Revista Arquipélago - História, 2ª série, vol. 2, 1997, pág. 356 [cit. 2010-12-20]. Disponível em:

.

180 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 154.

181 A mesma etimologia têm, provavelmente, os topónimos Vale de Beja, Vale de Bordeira, Vale de Mértola, Vale de Silves, Vale de Sines e Vale da Serra, em que o nome comum valede terá sido segmentado em vale de, numa reinterpretação motivada pela existência dessas palavras no léxico português e pelo timbre semi-fechado da vogal final. Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 62 [cit. 2011-01-11].

182 Desconheçemos a razão que levou J. Mattoso a incluir nos seus dados cartográficos algumas localidades que levam estes nomes, de etimologia puramente árabe, na área da toponímia moçárabe (Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 457), já que os vocábulos rābia e zāwiya se referem, segundo as nossas informações, exclusivamente às ermidas e conventos religiosos do Islão (“Zawiyah” in Britannica Online Encyclopedia [online]. 2011 [cit.2011-01-08]. Disponível em:

. ).

183 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 390.

184 Conde, Manuel Sílvio Alves.: Ocupação humana e polarização de um espaço rural do Garb-al-Andalus: o Médio Tejo à luz da toponímia arábica [online], pág.

185 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 69-70 [cit. 2010-12-20].

186 Conde, M.S.A.: Ocupação humana e polarização de um espaço rural do Garb-al-Andalus: o Médio Tejo à luz da toponímia arábica [online]. [cit. 2010-12-20].

187 No território de Portugal registam-se 28 freguesias com este nome ou com as suas variantes. Lista das freguesias [online]. 2005 [cit. 2010-01-05]. Disponível em:

.

188 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 375.

189 Assim em: Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 62 [cit.2011-01-11]. O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa define o vocábulo alcaria como “casa campestre para guardar instrumentos de lavoura” (“Alcaria”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [online]. 2011 [cit.2011-01-11].).

190 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 62 [cit. 2011-01-12].

191 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 123.

192 Veja o capítulo 4.1.2.

193 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 63.

Ao que parece, J. Vallvé supõe o uso do termo al-Ġarb como denominação do Algarve, então compreendido pela kūra de Ossónoba, já na época anterior à Reconquista. No entanto, não apresenta nenhumas informações adicionais que possam corroborar esta suposição. Vallvé, J.: La división territorial de la España musulmana, pág. 182.



194 Ribeiro, O.: A formação de Portugal [online]. Lisboa: Ministério da Educação-Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, 1987, pág. 103 [cit. 2011-01-10]. Disponível em:

.

195 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 28.

196 Ferreira, M.S.C.: O Douro no Garb Al-Ândalus: a Região de Lamego durante a presença árabe [online]. Dissertação de mestrado. Universidade do Minho, 2004, pág. 87-104 [cit. 2010-12-20]. Disponível em: .

197 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 58.

198 Sa'id ibn Harun (1016-1042).

199 Ferreira, M.S.C.: O Douro no Garb Al-Ândalus: a Região de Lamego durante a presença árabe [online], pág. 88-89 [cit. 2010-01-05].

200 Ibid., pág. 88.

201 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 170.-171.

202 Conde, M. S. A.: Ocupação humana e polarização de um espaço rural do Garb-al-Andalus: o Médio Tejo à luz da toponímia arábica [online], pág. 377-385 [cit. 2010-12-20].

203 Oliveira Marques, A.H. de.: História de Portugal: Volume I, pág. 21.

204 Veja o capítulo 2.1.

205 Também Oguz (do turco Oğuz).

206 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 16 e 65 [cit. 2011-01-09].

207 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 28.

208 Ribeiro, O.: A formação de Portugal [online], pág. 125 [cit. 2010-12-20]. O. Ribeiro regista este topónimo como “Almagrave”, afirmando que se encontra no concelho de Aljezur (distrito de Faro). Corrigimos as suas informações, ignorando se se trata de um erro ou de uma simples mudança administrativa e ortográfica.

209 Segundo Melo Lopes, deve-se este topónimo ao nome da “Cidade de Marrocos” (Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 28.). J.P.Machado relaciona-o com a possível “presença no local de alguém que tivesse andado por aquela região norte-africana”. Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta. pág. 36.

210 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 30.

211 Oliveira Marques, A.H. de. História de Portugal: Volume I, pág. 290.

212 Veja o capítulo 2.2.

213 “Mouraria”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [online]. 2011 [cit.2011-01-11].

214 Oliveira Marques, A.H. de: História de Portugal: Volume I, pág. 290.

215 Sarmento, F. M..: A Mourama [online]. Revista de Guimarães, n.º 100, 1990, pág. 343-353 [cit.2011-01-11]. Disponível em: .

216 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 36.

217 Ibid.

218 Fernandes, M. A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 65-66 [cit. 2011-01-12].

219 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 37.

220 Coelho, C.: A ocupação islâmica do Castelo dos Mouros (Sintra): interpretação comparada [online]. Revista Portuguesa de Arqueologia, vol. 3, n.º 1, 2000, pág. 209 [cit. 2011-01-14]. Disponível em: .

J. Mattoso regista este topónimo como moçárabe, em contradição à etimologia acima apresentada (Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 457).



221 Dan Stanislavski (1903-1997), professor da Universidade do Texas de 1949 a 1962 e da Universidade do Arizona de 1963 a 1973.

222 Stanislawski, D.: The Individuality of Portugal: A Study in Historical-political Geography [online], Charts: Figure 14 [cit. 2010-12-21]. O mapa está incluído no apêndice deste trabalho.

223 Joseph M. Piel (1903-1992), filólogo e linguista alemão.

224 Piel, J. M.: Aspectos da Toponímia Pré-árabe ao Sul do Tejo, pág. 44.

225 O Porto e Braga foram reconquistadas pelos cristãos cerca de 868, Lamego em 1057 e Viseu em 1058.

226 Mattoso, J.: História de Portugal: Volume I, pág. 456.

227 Ribeiro, O.: A formação de Portugal [online], pág. 96 [cit. 2010-12-20].

228 Ferreira, M.S.C.: O Douro no Garb Al-Ândalus: a Região de Lamego durante a presença árabe [online], pág. 87-104 [cit. 2010-12-20].

229 Ribeiro, O.: A formação de Portugal [online], pág. 97 [cit. 2011-01-08].

230 Ibid., pág. 98.

231 Stanislawski, D.: The Individuality of Portugal: A Study in Historical-political Geography [online], Charts: Figure 14 [cit. 2010-12-21].

232 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 44 [cit.2011-01-11].

233 Por exemplo: a transliteração de [tˤ] e [t] como t, [ɣ] como g etc.

234 A tabela comparativa entre estes dois sistemas de transcrição fonética está incluída no apêndice.

235 Zayed, A. S. M. Datos dialectales andalusíes (gramaticales y léxicos) en algunos documentos tardíos granadinos y moriscos [online], pág. 48-67 [cit. 2010-12-14].

236 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 25.

237 Segundo M. Nimer, a palavra almoxarife provém de al-mušārif, uma variante dialectical do clássico al-mušrif (Nimer, M.: Influências Orientais na Língua Portuguesa [online], pág. 141 [cit.2011-01-06].) No entanto, a primeira forma, registada por D. Oliver, parece mais plausível, já que na palavra portuguesa o acento está na penúltima sílaba, dificilmente explicável se proviesse do étimo al-mušārif (Oliver, D.: Los arabismos del "Libro conplido" y otras huellas árabes [online]. Anuario de lingüística hispánica, vol. 21-22, 2005-2006, pág. 85 [cit. 2011-01-06]. Disponível em:

.)

238 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 70 [cit.2011-01-06].

239 Topónimo provavelmente de origem pre-árabe. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa [online]. 1997 [cit.2011-01-04]. Disponível em: .

240 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 40.

241 [tˤ], [dˤ], [sˤ], [q], [ðˤ] e [zˤ].

242 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 49.

243 Fuentes, A.G. de.: Toponimia: Mito e Historia [online]. Madrid: Real Academia de la Historia, 1996, pág. 46 [cit. 2011-01-04]. Disponível em:

.books.google.cz/books?isbn=849598394X>.

244 Castro, I.: Introdução à História do Português, pág. 144.

245 Ibid.

246 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 30

247 Até o século XVIII, o dígrafo ch representava a africada palatal surda [tʃ] na grafia portuguesa. Castro, I.: Introdução à História do Português, pág. 198.

248 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 50.

249 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 16.

250 Em árabe conhecidos como urūf šamsīyya, (“letras solares”), em oposição às urūf qamarīyya (“letras lunares”), que não se assimilam com o som [l] do artigo.

251 Machado, J. P.: Arabismos na toponímia lisboeta, pág. 15

252 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 23.

253 Ibid., pág. 102.

254 Riiho, T.: Evolução linguística interna [online]. Lexikon der Romanistischen Linguistik, vol. VI/2, 1994, cap. 4 [cit.2011-01-14]. Disponível em: .

255 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 116.

256 Ibid., pág. 125.

257 Ibid., pág. 113.

258 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 67 [cit.2011-01-14].

259 Ibid.

260 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 23.

261 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online], pág. 43 [cit. 2010-12-20].

262 Mattoso, J.: História de Portugal: Vol. I, pág. 409.

263 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 23.

264 Piel, J. M.: Aspectos da Toponímia Pré-árabe ao Sul do Tejo, pág. 48.

265 Ibid.

266 Fernandes, M.A.: O dialecto algarvio: abordagem histórica [online], pág. 17 [cit. 2010-01-11].

267 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 24.

268 Ibid., pág. 69.

269 Piel, J. M.: Aspectos da Toponímia Pré-árabe ao Sul do Tejo, pág. 46-47.

270 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 104.

271 Castro, I.: Introdução à História do Português, pág. 64.

272 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 26.

273 Ibid., 104.

274 Fuentes, A.G. de.: Toponimia: Mito e Historia [online]. 1996, pág. 46. [cit. 2011-01-04].

275 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online]. 2006 [cit. 2011-01-09].

276 Melo Lopes, D. de.: Nomes árabes de terras portuguesas, pág. 26.

277 Ibid., pág. 166.

278 Fernandes, M.A., Khawli. A., Silva, L.F. da: A viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves [online]. 2006 [cit. 2011-01-08].

279 Ibid., pág. 26.

280 Ibid., pág. 27.

281 Veja o capítulo 5.2.3.



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