Materialismo histórico e dialético: a indissociabilidade entre teoria e prática



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MATERIALISMO HISTÓRICO E DIALÉTICO:

A INDISSOCIABILIDADE ENTRE TEORIA E PRÁTICA


Leandro Eliel Pereira de Moraes
Mestrando do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Metodista de Piracicaba





Resumo: Este trabalho refere-se a uma pesquisa de mestrado iniciada em 2010. Trata-se da relação entre teoria e prática no método materialista histórico e dialético. Proponho-me a analisar historicamente o processo de debates e conflitos no campo marxista acerca da relação teoria e prática, mais especificamente como as tentativas de construção do socialismo e seus impasses teóricos e práticos, assim como o avanço do capitalismo influenciaram os referenciais da esquerda marxista, tanto na academia como na luta política, criando uma dissociação entre formulação teórica e luta política pela transformação social. No método materialista histórico e dialético, não só em Marx e Engels, mas também para outros referenciais dessa perspectiva, a unidade entre teoria e prática é um elemento indissociável desse método e das possibilidades de uma práxis revolucionária.
Palavras-Chave: materialismo histórico e dialético; teoria e prática; marxismo.
Objetivo: Analisar o processo histórico da relação entre teoria e prática no campo marxista, seja nas experiências de tentativas de construção do socialismo como naqueles que, afastando-se da luta política, se refugiaram na academia, ainda que tenham mantido uma análise crítica da sociedade. Proponho-me a analisar como a ação prática dos marxistas lidou com as referências teóricas, como os teóricos desse campo lidaram com a ação prática. A partir dessa análise, buscarei discutir como a Teoria Crítica, que iniciou sua trajetória num dialogo com o marxismo, foi se afastando desse referencial e também da luta política, e como um partido de esquerda, o PT, lida com os referencias teóricos.
Introdução: Marx dizia que “Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de diferentes maneiras; o que importa é transformá-lo” (MARX; ENGELS, 1984: 14. Grifo dos autores). O método materialista e dialético, desenvolvido por Marx e Engels, foi construído como teoria para a transformação social. Não foi sem sentido que outros importantes marxistas, como Lênin, Rosa Luxemburgo, Trotsky, Gramsci, Lukács foram, ao mesmo tempo, teóricos e militantes políticos. Para eles, apreender o movimento da realidade era condição fundamental para a eficácia da luta política, das perspectivas revolucionárias. Nesse sentido, a teoria era um guia para a ação.

Perry Anderson (1976) constatou, em sua obra “Considerações sobre o Marxismo Ocidental”, que após a II Guerra Mundial houve um divórcio entre o que ele classificou como “marxismo ocidental” e a prática política, fazendo com que boa parte dos intelectuais marxistas se afastasse do cotidiano da luta de classes e das organizações políticas. As origens dessa desvinculação entre teoria e prática, segundo o autor, podem ser encontradas na seguinte combinação:


As duas grandes tragédias que de tão diferentes maneiras submergiram o movimento operário europeu no período entre as duas guerras – o fascismo e o estalinismo – conjugaram-se assim para dispersar e destruir os portadores potenciais de uma teoria autóctone unida à prática de massas do proletariado do Ocidente (ANDERSON, 1976: 46).
O autor refere-se a Gramsci, Lukács e Korsch1, que ainda se mantinham ligados às ações práticas, mas que tanto pela ação fascista, no caso de Gramsci como pelas divergências com a linha estalinista de suas organizações, no caso de Luckás e Korsch, se afastaram da luta política. Em seguida, como um momento marcante desse processo, o autor se refere ao Instituto de Investigação Social de Frankfurt, onde inicialmente foi desenvolvido “... um sólido trabalho empírico com uma análise teórica séria” (ANDERSON, 1976: 46 - 47) no campo marxista, mas operou, no pós Segunda Guerra, uma profunda mudança, descrita assim:
A ruptura entre a teoria e a prática, que começara a desenvolver-se discretamente na Alemanha nos últimos anos da década de vinte, foi ruidosamente consagrada em teoria no meio da década de sessenta, com a publicação de O Homem Unidimensional2 (ANDERSON, 1976: 49).

As transformações ocorridas no século XX trouxeram para os marxistas um grande desafio, seja na construção de uma nova ordem social, a partir das revoluções socialistas, como também para o momento pós queda do Muro de Berlim e do socialismo existente no leste europeu.

Gramsci havia afirmado que a revolução russa ocorrera contra O Capital, obra em que Marx defendia haver só nos países de capitalismo avançado reais condições de construção do socialismo, já que as condições materiais, de intenso desenvolvimento das forças produtivas poderiam assegurar um processo eficaz de produção e distribuição de riquezas, que o socialismo seria um estágio superior de desenvolvimento social em relação ao capitalismo e não um retorno às formas pré-capitalistas.

Acontece que as revoluções socialistas vitoriosas se deram em países de desenvolvimento capitalista atrasado, obrigando os revolucionários a lidarem com um problema prático e teórico complicado: como desenvolver as forças produtivas em países de desenvolvimento precário; como distribuir riqueza sem que haja condições imediatas de sua produção e distribuição. Adotar métodos capitalistas? Essas questões foram resolvidas na prática, sendo ou não satisfatórias do ponto de vista das variadas matizes marxistas. Lênin, compreendendo plenamente os desafios existentes, dizia que seria mais fácil fazer a revolução na Rússia do que na Alemanha, assim como seria mais fácil construir o socialismo na Alemanha do que na Rússia. É fato que essas experiências e seus impasses impulsionaram um amplo debate no campo marxista, trazendo profundas marcas e divergências para as organizações políticas que reivindicavam o marxismo como referência prática e teórica.

Do ponto de vista teórico, o período estalinista empobreceu o debate. As justificativas teóricas para o processo em curso foram não só rebaixadas como se abriu um período de perseguições políticas pelo mundo afora, contribuindo para que intelectuais marxistas se afastassem da luta política e para que as organizações políticas marxistas, fundamentalmente os partidos comunistas, simplesmente justificassem suas ações em função da necessidade de defesa do socialismo realmente existente. A reflexão teórica foi secundarizada.

Emir Sader (2009), comentando esse distanciamento, afirmou:


Inevitavelmente a analise e a denúncia passaram a predominar sobre as propostas, as alternativas. Houve um deslocamento dos temas, mas também um deslocamento a favor da teoria desvinculada da prática política. Prática política sem teoria, teoria sem prática – os dois problemas passaram a pesar como um carma sobre o marxismo e a esquerda. A prática política da esquerda tendeu ao realismo, ao possibilismo, ao abandono da estratégia, enquanto a teoria marxista tendeu ao intelectualismo, a visões especulativas, de simples denúncia, de polêmicas ideológicas em torno dos princípios, sem desdobramentos práticos (SADER, 2009) 3
Para o marxismo, a separação entre teoria e prática rompe a sua unidade interna e a sua especificidade em relação às demais teorias. Um marxista que não vincule seu pensamento com a prática política não assume o marxismo como histórico e dialético. Igualmente grave é o militante político que não coloca a teoria como referência de sua ação prática.

Vivemos um período de grandes desafios. O modo de produção capitalista continua produzindo desigualdades sociais, pobreza, guerras, ameaças ao meio ambiente, violência física e simbólica cotidianamente. Mais do que nunca se faz necessária uma analise crítica da realidade, assim como a sua transformação.

Dessa forma, para buscar as raízes do afastamento da luta política por parte de alguns intelectuais marxistas e do pragmatismo por parte de algumas das organizações políticas, considero fundamental compreender os condicionantes históricos, políticos, econômicos e sociais desse processo. Isso passa, também, pelo debate sobre o papel da educação na compreensão da relação teoria e prática. Marx, se contrapondo ao materialismo mecanicista, dizia:
... que são precisamente os homens que transformam as circunstancias e que o próprio educador deve ser educado. (...) A coincidência da modificação das circunstâncias com a atividade humana ou alteração de si próprio só pode ser apreendida e compreendida racionalmente como práxis revolucionária (MARX; ENGELS, 1984: 126. Grifo do autor).
Nesse sentido, a educação assume um papel fundamental, de formação política nesse processo. Da mesma forma que o sistema capitalista tem uma dimensão totalizadora, a educação que se pretenda transformadora precisa partir de uma crítica global ao modo de produção existente. Segundo Meszáros, a educação, no seu sentido mais amplo, é a nossa própria vida. Nesse sentido, não há separação, para utilizar os termos de Gramsci, do Homo Faber e do Homo Sapiens. Trabalho e educação estão relacionados, ainda que sejam conceitos distintos. A superação da realidade, ou seja, da alienação do trabalho, deve ser acompanhada por uma educação emancipadora.
Metodologia: Considero o materialismo histórico e dialético como o método mais adequado para a crítica, para elaboração de pesquisas comprometidas com a pratica social e a transformação da realidade. Nesse sentido, gostaria de aprofundar a análise da relação teórica e prática nesse método, estabelecer um dialogo crítico com a Teoria Crítica nessa mesma questão e analisar a relação dos fundamentos teóricos com a prática de organizações políticas, mais especificamente, o Partido dos Trabalhadores.

Marx dizia que se a aparência e essência das coisas coincidissem a ciência não seria necessária. Portanto, o método materialista e dialético é fundamental para revelar as conexões que estão por traz das aparências, suas interconexões, para sair do abstrato é indispensável a mediação teórica, alcançando o concreto pensado, a essência.

A indissociabilidade entre o pressuposto materialista e a lógica dialética garante a coerência do método marxista. O abandono de um desses aspectos trouxe para parte do marxismo e de organizações políticas sérios problemas para compreensão da realidade, ora resvalando num materialismo mecanicista, ora num voluntarismo idealista.

De acordo com o método, nesta pesquisa haverá dois momentos interconstitutivos: o método de pesquisa que consiste, num primeiro momento, numa investigação empírica que exige coleta de informações e categorizações por meio da utilização de um conjunto de técnicas e de procedimentos adequados à apreensão analítica do material empírico; e o método de exposição que consiste no segundo momento da pesquisa, na reconstrução, por meio racional e teórico, da realidade pesquisada, tendo como exigência básica a pesquisa empírica.

Esta pesquisa será desenvolvida através de análise documental e revisão bibliográfica. A primeira se refere as resoluções dos Partidos dos Trabalhadores, dos Encontros Nacionais, Congressos e Programas de Governo, de 1980 a 2010, quando se realizou seu 4º Congresso. A segunda refere-se a uma leitura das principais obras de Marx, Engels e autores marxistas que contribuíram para a compreensão e fundamentação do materialismo histórico e dialético; e a leitura das obras das principais referências da Escola de Frankfurt, fundamentalmente aqueles autores que tiveram vinculação prática e/ou teórica com o marxismo.
Resultados: Neste momento, fase inicial do curso de mestrado, após a primeira reunião de orientação, minha principal tarefa é relacionar os conteúdos das disciplinas cursadas em trabalhos finais que contribuam para a elaboração da dissertação. Nesse sentido, quatro temas surgiram para a produção desses trabalhos: a questão metodológica nos autores clássicos (Comte, Marx, Weber); uma análise da relação prática e teoria na Teoria Crítica; o desenvolvimento histórico do capitalismo no século XX; a questão educacional, sua contribuição e limites para a transformação social. Serão trabalhos que se constituirão em capítulos da dissertação, sendo cada um deles orientado pelos professores das respectivas disciplinas.

Além disso, estou elaborando um roteiro de estudos sobre a questão do materialismo histórico e dialético, tema central de minha pesquisa, e estou ministrando um minicurso sobre Noções básicas do método materialista histórico e dialético para entidades sociais de Piracicaba e alunos da Pós Graduação do Programa de Educação da Unimep, qualificando a elaboração e síntese dessa perspectiva teórica, revisando a literatura no sentido de compreender profundamente o conteúdo para transmissão de tal conhecimento.


Considerações Finais: A partir de leituras anteriores e dos estudos que desenvolvi nesses meses iniciais do mestrado tenho compreendido o processo de ruptura entre teoria e prática a partir de um processo histórico determinado, que se inicia no final do século XIX, momento de elaboração teórica que encontrará na prática, ou seja, na luta política, seu instrumento de transformação social. Em seguida, diante dos limites teóricos e práticos desse processo, inicia-se essa ruptura entre teoria e prática, que se desenvolve ao longo do século XX.

Com a grave crise econômica mundial na década de 1970, a crise do petróleo, a crise do Welfare State, uma crescente indignação com a vida e com o futuro se apresentava. A insegurança e a crise eram preocupações diárias da população dos países pelo mundo afora.

Dessa forma, abriu-se um período de fortalecimento brutal do capitalismo e de suas idéias e políticas, agora, neoliberais de avanço dos interesses privados em detrimento dos interesses públicos, provocando um fosso ainda maior entre ricos e pobres.

Na década de 90, esse processo atingiu um ponto ainda mais avançado. A queda do Muro de Berlim e o desmoronamento da União Soviética fortaleceram ainda mais a hegemonia capitalista.

É nesse contexto que as idéias conservadoras conquistam um espaço ainda maior. As teorias sobre o fim da história (FUKUYAMA, 1992), o “segundo adeus ao proletariado” 4, os postulados da pós modernidade que diziam adeus às metas-teoria, a chamada Terceira Via (GIDDENS, 2000), os ataques às teorias marxistas tiveram na academia um campo fértil de desenvolvimento.

Lessa (2007), sobre esse período comenta:


No plano teórico, todos nós, em maior ou menor grau, pagamos o preço da sobrevivência nestes tempos de obscurantismo: nos convertemos em intelectuais de cátedra. (...) Algo semelhante aconteceu conosco, acadêmicos. Para sobrevivermos, terminamos nos amoldando à resistência possível e, por este viés, de modo (quase sempre) inconsciente terminamos incorporando vários dos limites impostos pelo momento histórico. Foi assim que fomos deixando de lado, muito mais que propostas políticas, categorias científicas tão fundamentais (independente ou não de concordarmos com elas) como proletariado, comunismo, luta de classes, revolução, etc. (...) quantas vezes substituímos revolução por “transformação radical” ou, então, sociedade comunista por “sociedade emancipada”, proletariado por “trabalho”? Isto, ideologicamente, não é de pouca monta pois, repetido ao longo dos anos, colabora para a reprodução de uma concepção de mundo que não mais incorpora os conceitos científicos com a sua indispensável precisão. Pelo contrário, vai se articulando, também por essa mediação, uma concepção de mundo que adota conceitos e noções cada vez mais imprecisos, frouxos, que possuem uma carga semântica, indefinida. Aludimos, ao invés de dizer. (LESSA, 2007: 331 - 332)
Na vida real e no debate teórico as perspectivas do marxismo pareciam derrotadas nos anos 90. No momento de mais amplo desenvolvimento capitalista, as desigualdades sociais permanecem, a violência e a guerra perduram pelo mundo afora, os monopólios avançam sobre as economias nacionais, os interesses privados avançam sobre as necessidades básicas da população, alargando os espaços de lucratividade do capital. Diante disso, essas teorias citadas permanecem atuais? Vivemos o fim da luta de classes com a queda do socialismo no leste europeu? O trabalho deixa de ser uma categoria fundamental da sociedade capitalista? A terceira via de Giddens, tendo Tony Blair, Clinton e Fernando Henrique Cardoso como modelos vingou como perspectiva societária? O combate às meta teorias e as concepções pós modernas onde estão? Continuam válidas?

Nesse sentido, considero que as premissas marxistas continuam válidas, ainda que sua atualização seja fundamental. E o estudo sobre a relação entre teoria e pratica do método materialista e dialético ganha relevância na medida em que se articule, também, com uma prática que seja educativa. Meszáros (2005), em sua obra “A Educação para além do Capital”, apresenta uma concepção de educação mais ampla, educação que deve educar para a vida, dizendo:


... a nossa tarefa educacional é, simultaneamente, a tarefa de uma transformação social, ampla e emancipadora. Nenhuma das duas partes pode ser posta à frente da outra. Elas são inseparáveis. A transformação social emancipadora radical requerida é inconcebível sem uma concreta e ativa contribuição da educação no seu sentido mais amplo (...). E vice-versa: a educação não pode funcionar suspensa no ar. Ela pode e deve ser articulada adequadamente e redefinida constantemente no seu inter-relacionamento dialético com as condições cambiantes e as necessidades da transformação social emancipadora e progressiva em curso. Ou ambas têm êxito e se sustentam, ou fracassam juntas. Cabe a nós todos – todos, porque sabemos muito bem que “os educadores também tem de ser educados” – mantê-las de pé, e não deixá-las cair. (MESZÁROS, 2005: 76 - 77. Grifo do autor).
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1 Anderson refere-se a eles como os verdadeiros progenitores do marxismo ocidental, sendo importantes dirigentes políticos nos seus respectivos partidos políticos.

2 Obra de Herbert Marcuse.

3 SADER, E. O indissolúvel nexo entre teoria e prática no marxismo. Disponível em http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15965 Acesso em 3 de novembro de 2009.

4 Ver interessante estudo de Sergio Lessa (2007) “Trabalho e proletariado no capitalismo contemporâneo” sobre a questão da centralidade do trabalho enquanto categoria fundamental do marxismo.





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