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Talvez as Garotas más se divertem mais!
Pesquisa e disponibilização: Mell

Tradução A.S. Cândido

Revisão final: Gloria Sueli

Formatação: Mari L.


Um cavalheiro prefere um Succubi

O Diário de uma Succubus - Livro 1

Jill Myles

Título original: Gentleman Prefer Succubi



Quem imaginaria que um anjo pudesse encontrar uma garota

com tantos problemas diabólicos?

Jackie Brighton acordou em uma lixeira, esta manhã, e seu

dia só ficou estranho. Seus seios cresceram durante a noite,

O seu impulso sexual é insaciável, e, aparentemente, ela teve

sua primeira noite. . . Com um anjo caído.

Claro, ela só se lembra do enorme e lindo volume de Noah.

E do vaporoso sexo no chuveiro. Hmm. . . E o sombrio estranho

cuja mordida transformou em uma sirene imortal com

uma coceira sedutora.

Com a ajuda de Noah e o companheiro succubus Remy Summore,

em adaptar Jackie para seu novo estilo de vida, até que, acidentalmente

faz um acordo que envia seu amante para as garras mortais da rainha

Vampira, e aterriza Jackie, Remy, para as mãos perversamente

quentes do homem que é o braço direito da rainha,

no meio de uma feroz batalha

por um halo antigo.

Mas como é que uma garota supostamente pode salvar

o mundo, quando o inimigo é tão difícil de resistir?

Olha, você está começando a parecer estranho, eu disse.



O quanto eu queria descobrir o que realmente tinha acontecido na noite passada, até agora tinha uma boa idéia, e o pensamento de passar mais tempo neste local estava provando ser um grande erro.

Assim, embora seja foi muito bom te conhecer, realmente preciso ir. Sua mão apertou a minha novamente.

Você fica.

Eu vou? Cada fibra do meu ser protestou com essa noção, porém não podia desobedecer. Outra coisa estranha.

Certo. Eu vou ficar.



Eu me sentei. A mão de Noah posou sobre a minha novamente.

Acho que temos um problema em nossas mãos.

Por que diz isso?

Ele se inclinou e sussurrou em meu ouvido. Inclinei-me mais perto, também, os meus seios pressionando contra a dura bancada e meu corpo formigava pela excitação. Será que ele irá lamber a minha orelha? Eu iria estourar num orgasmo instantâneo, se ele fizesse?

Eu acho que você morreu na noite passada.



E falando em matar o humor.



Legendas

Succubus - Succubi: Demônio feminino que

se alimenta da energia sexual dos homens



Suck: succubus

Serim: Legião de Anjos

CAPÍTULO UM
Obviamente a noite passada tinha sido um inferno por que não conseguia me lembrar como acordei numa lixeira.

Pisquei algumas vezes, olhando para o céu acima.

Uma lixeira? Certamente não poderia ser. Mas estando entre moscas, o mau cheiro e os sacos de lixo em torno de mim, eu não sabia mais o que poderia ser. Minha mão esquerda repousava sobre algo úmido e molhado, eu esperava que fosse um jornal velho e não algo mais sinistro. Eu nem sequer quero pensar sobre o que estava roçando em meus pés descalços.

Sentei-me, embalando minha dor de cabeça só por tentar pensar. O que diabos aconteceu? Eu normalmente não caio em coma e babando entre pilhas de lixo.

Merda. Meu chefe ia ficar totalmente chateado comigo.

Algo pressionava contra meu peito abaixo, encontrando um cartão de plástico rígido empurrei para o lado do meu sutiã.

A chave do quarto de um hotel. The National Grand aqui em New City, Wyoming.

Minha mente jogava uma série de memórias minha completamente bêbada na noite passada. Eu conheci um homem no bar do luxuoso hotel quando o sol já coroava a madrugada quando estava bebendo meu último Martini. Ele entrou no bar e uma vez que o lugar estava deserto, veio direto para mim e me comprou outra bebida. Eu deixei. Quer dizer, o inferno, era sem álcool.

Ele ainda era muito sexy, o que foi uma mudança agradável do que normalmente se arrastava para me paquerar. Lembro vagamente de um corpo incrível, uma voz que poderia parar o trânsito, e os olhos mais azuis que já vi.

Essa não foi à única coisa que lembrei. Meu cérebro piscou outra imagem na minha cabeça, de uma parte importante de sua anatomia. Que eu tinha visto em detalhes.

−Ai, Meu Deus. Eu sou uma vagabunda, gemi, enterrando meu rosto nas mãos.

Eu nunca tinha tido uma noite destas antes, não até conhecer o meu Casanova de olhos azuis, depois de oito ou doze martinis durante toda noite e conversando tranquilamente. Eu não conseguia lembrar nada, exceto daqueles olhos e aquele sorriso. E claro o seu membro.

Isso me incomodou em níveis que não queria nem pensar. Suspirei e tirei um chumaço úmido do lixo da minha mão e ajeitei meus óculos tortos em meu rosto. Pelo menos eles não haviam sido destruídos pela minha noite no lixo.

− Quem está aí? Uma voz embriagada perguntou, e subiu até a borda da caçamba de lixo, olhando para dentro.

Um velho barbudo, sem-teto, pelo gorro e um cheiro forte de whisky já eram toda indicação, olhou para mim com surpresa. Uma pequena bolsa familiar preto-e-rosa estava debaixo de seu braço esquerdo.

− Ei, isso é meu. Apontei o dedo sujo na bolsa.

−Devolva-me.

Para minha grande surpresa, ele a entregou com os olhos arregalados.

− Eu pensei que estava morta. Desculpe.

Isto foi uma afirmação estranha. Eu fiz uma careta para ele.

− Desculpe, não estou. Você tem mais alguma coisa minha aí que eu possa precisar?

Minhas pernas estavam desprovidas de meia-calça, e os meus pés descalços afundados entre o lixo. Meus sapatos estavam longe de ser visto, e eu não tinha certeza de que ainda tinha a calcinha, tudo estava me deixando muito nervosa. Resisti à vontade de chorar, Engoli a seco.

− Eu não peguei. Não peguei nada.

O sem-teto parecia bastante irritado porque tive a ousadia de acusá-lo de roubo.

Eu o ignorei e comecei a vasculhar o lixo, tentando não pensar muito sobre o que estava tocando. Quase certa de que meus sapatos favoritos rosa e preto de Steve Madden estavam embaixo de uma caixa de pizza.

Sacudi-os para fora para estar segura.

Com os meus pertences na mão, balancei a perna para o lado da lixeira e comecei a subir. Provavelmente exibia ao vagabundo uma visão da minha calcinha (se eu ainda estiver com ela), mas não me importei.

Ele tomou um gole de sua garrafa coberta num saco marrom.

− Você estava morta, sabia, ele ressaltou. − Você não estava respirando.

Eu escorreguei na calçada com uma pancada, sacudindo alguns fios de comida que tinha grudado na minha saia.

− Hum, por que exatamente diz isso?

Perguntei quando me acomodei no meu lugar.

− Estou falando sério, ele protestou. − Eu chequei e você não estava respirando. Eu mesmo vi o seu namorado te despejar aqui. Não pegaria a bolsa de uma garota viva.

Levantei os olhos que estavam sobre o fio de macarrão no meu sapato.

− Você o viu? Um loiro? Olhos azuis? Membro grande?

O vagabundo sacudiu a cabeça e tomou outro gole da garrafa.

− Não. Moreno. Alto. Boa pinta. Ele beijou seu rosto e te jogou ai dentro.

Eu não me lembro do pretendente Nº. 2. Bom Senhor, o que eu tinha feito na noite passada? Tinha tido um encontro definitivamente com um loiro. Uma imagem passou pela minha mente, uma memória? De nós, no chuveiro, meus braços em volta do seu pescoço enquanto ele levantava minha perna nua para envolver em torno de seus quadris...

Eu queria chorar. Não sabia se ficava aborrecida por ter dormido com um estranho, ou que ele era super sexy e eu não conseguia lembrar muito dele. Suspirei e esfreguei meu pescoço. Senti uma forte dor através da minha pele, como se eu tivesse esfregado em algo durante o meu sono. Toquei no local com os dedos cuidadosos e achei algo pegajoso. No entanto, era mais lixo. Ugh. Olhei para meu companheiro bêbado.

− Que horas são?

O vagabundo checou o seu relógio de plástico.

−Onze da manhã de terça-feira, anunciou.

− Não, não é. Hoje, é segunda-feira.

Lembrei-me porque fomos programados para estar numa reunião docente no museu hoje. Segunda-feira.

− É terça-feira, repetiu ele. − Você está nesse lixo desde ontem. Morta.

Sua história de morta já estava ficando muito cansativa. Eu decidi mudar de assunto.

− Diga-me, você tem alguns guardanapos, senhor? Ou algo para me limpar?

Eu toquei a ferida no meu pescoço e estremeci novamente.

− Eu tenho. Custam cinco dólares.

Olhei para ele.

− Que tal você me dar os guardanapos e não chamo a polícia?

Ele deu de ombros.

−Eles me dariam três refeições por dia e uma cama para dormir. Vá em frente, chame-os.

Obviamente eu não iria convencê-lo. Suspirei e puxei a carteira da minha bolsa. Todo o dinheiro estava no local, dólares amassados imprensados entre algumas receitas, e minha identidade intacta. Isso era um bom sinal, e meu espírito se animou um pouco. Eu tinha uma nota de cinco dólares por aqui.

− Aqui. Comprarei de você.

Ele estendeu uma pilha de guardanapos do Burger King em retorno e pegou o dinheiro.

−Muito obrigado.

−Não seja por isso, disse-lhe, limpando o meu pescoço me dirigi até o beco enquanto tentava reconhecer a minha localização. Parecia ser a cidade de New City ainda pelo bar que encontrei. A pista estava repleta de lixo, poças escuras de sujeiras na calçada, e a minha lixeira era apenas uma das muitas. Ainda assim, parecia a mesma área de entretenimento que me lembrei antes de ser apagado da minha memória, o que foi muito reconfortante. Joguei o guardanapo para baixo e parei quando vi a mancha vermelho escuro.

Sangue?

Corri minhas mãos ao longo do meu pescoço em alarme. Nada mais que a pele lisa sob meus dedos, sem cortes, nem arranhões, nada. Talvez alguém tivesse derramado um daiquiri em mim, dei outro toque rápido em meu pescoço apenas para me certificar que não havia feridas abertas. Nada.

− Bem, foi divertido, mas eu devo ir, anunciei ao vagabundo, movendo os dedos para ele em despedida. − Obrigada pelos guardanapos.

− Quando quiser menina, morta. Ele tomou outro gole, olhando-me como se eu fosse mordê-lo.

Eu tropecei balançando nos meus saltos altos. Primeiro café. Em seguida, um ônibus para casa e um chuveiro quente.

Eu virei à esquina e vi duas coisas inesperadas:

Primeiro ali não era o beco atrás do bar em tudo, mas atrás de um suntuoso hotel que eu tenho certeza que não poderia arcar com o salário do museu (mas tinha uma chave em meu sutiã).

E segundo dei de cara com o senhor de olhos azuis, vestido num terno, com um copo da Starbucks na mão.

Ele parou e olhou para mim em choque.

Eu fiz o mesmo.

Ele quebrou o silêncio primeiro.

− Jackie?

− Sim?

Senti-me estúpida por responder isso, mas minha memória estava cheia de buracos. Tudo que eu podia lembrar, aleatoriamente, eram partes de seu corpo nu. Meus olhos se fixaram até sua virilha. Sim, era ele.



− Você ainda está aqui?

Eu não tinha certeza se ria com o seu comentário ou chorava. Cara, por falar de momentos desconfortáveis.

− Eu não deveria estar?

Ele sorriu, e minhas pernas viraram gelatina. Senhor, ele era lindo.

− É uma surpresa vê-la novamente. Você saiu, foi embora apressada.

Ele olhou para o meu cabelo com um olhar de surpresa.

Meu encontro parecia diferente... De alguma forma. Eu o estudei, tentando decidir o que era. Não foi só a roupa, mas me pareceu lembrar de um peito cheio nu e bronzeado pressionando contra o meu pálido e carnudo. Eram seus olhos. Eles não tinham a mesma tonalidade de azul como eu me lembrava da última noite ou ontem, qualquer que seja, mas não passavam nada mais de um prata desbotado. Foi decepcionante vê-lo à luz do dia e perceber que ele tinha perdido a beleza.

Claro, ele ainda era um pedaço de mau caminho, mas tinha sido algo totalmente carnal... Alguém que a minha auto embriaguês não tinha sido incapaz de resistir. Meu cérebro piscou outras imagens, dele cavando seus dedos em minha cintura, meus seios saltando no ar. Eu estava montada sobre ele, balançando os quadris em cima enquanto ele levava o seu membro duro dentro de mim...

Eu enterrei meu rosto em minhas mãos, tentando parar o ataque de memórias.

− Você tem macarrão em seus cachos. Ele se aproximou para tocar um cacho sujo.

−Eu?

Senti-me confusa. Não o bastante, um espaguete tinha-se enroscado no meu cabelo castanho-avermelhado.



− Acho que adormeci sobre o jantar de alguém. Você sabe, quando me deixou no lixo?

−Quando eu acordei você tinha ido embora.

Ele tocou meu rosto num gesto de ternura, as pontas dos dedos roçando as grossas lentes dos meus óculos.

− Eu pensei que você estivesse brava comigo. Que lamentava o que aconteceu entre nós.

Com o seu sorriso, meu coração bateu no meu peito e meus mamilos enrijeceram. Lembrei-me deste doce sorriso. Ele piscou para mim um pouco antes de abaixar sobre a cama do hotel. Ele chupou meus mamilos através do meu sutiã branco liso, os provocando através do tecido barato. As pontas dos meus seios endureceram pela memória e cruzei meus braços sobre meus seios.

Oh, meu Deus, eu era uma vagabunda! Ele era quente como o inferno, mas eu nunca dormi com um cara no primeiro encontro. Nunca. E isso não foi nem mesmo um encontro, lembrei com horror. Ele me pegou num bar. Bêbada. E fácil.

Eu olhei carrancuda para ele e golpeei a sua mão.

− Eu não sei por que você prefere deixar suas conquistas no lixo, mas me deixar num táxi e dizer que você ia me ligar teriam surtido efeito se não queria me ver novamente.

Ele me deu outro palpitar no coração num olhar intrigado.

− O que você está falando? Eu acordei e você não estava lá.


Ele puxou a minha mão na sua, esfregando o dedo na minha pele suja.

−Eu queria descobrir o seu nome completo, Jackie.

Estávamos apenas na base do primeiro nome? Falar de ego.

−Jackie Brighton, disparei.

Ele sorriu para mim como se fosse deliciosa, e um pouco de calor latejante começou a subir entre minhas pernas.

− Prazer em conhecê-la, Sra. Brighton. Estou contente por termos nos visto outra vez.

Puxei minha mão para fora da sua antes que eu pudesse pular nelas novamente. Como eu era uma mulher selvagem era capaz de qualquer coisa, afinal.

− Que dia é hoje?

O sorriso tornou-se confuso.

− É dia dezessete. Terça-feira.

Ou ele estava associado com o mendigo ou algo muito estranho estava acontecendo. Eu fiz uma careta e puxei meu celular da bolsa, olhando para a data na tela. Certo, era dia dezessete. Meu celular tinha estado ligado há tanto tempo que uma barra de energia permanecia no canto superior.

− Parece que perdi um dia de alguma forma.

− Você está exausta.

Ele tocou em meu rosto novamente e uma sensação maravilhosa de fusão começou em minha barriga novamente.

− Gostaria de comer algo? Já é quase hora do almoço. Nós podemos comprar alguma coisa.

− Almoço?

Meu estômago roncou, em resposta, lembrando-me que não tinha comido nada depois dos martinis. Que, de acordo com todos, foi há duas noites.

− Eu realmente não tinha pensado nisso.

−Vamos lá, disse ele, tomando minha mão na sua. −Parece que você está tendo um dia difícil. Eu vou comprar algo.

Tão logo sua mão fechou sobre a minha calorosamente, o mundo balançou com o desejo explodindo dentro de mim. Minhas roupas coçavam e de repente eu ansiava por arrancá-las e arrastá-lo para o próximo beco e montá-lo.

Eu arrebatei a minha mão para fora da dele.

−Não me toque.

Ele parecia perplexo com minha atitude reservada.

− Calma eu vou te pagar o almoço.

− Ótimo.

Assim quando disse, lamentei. Porque ele era um cara tão difícil de resistir? A atração de um café era tentador, mas não tão grande quanto o desejo de descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E por que de alguma forma, eu não poderia dizer não para ele.

− Café esta bem, mas nada de gracinhas, senhor.

Sua boca deslizou num sorriso lindo, e um pulso de atração bateu direto através de mim. Definitivamente, o mesmo cara, olhos azuis ou não. Como era embaraçoso que eu ainda estivesse atraída por ele.

Como embaraçoso era que eu não me lembrava o nome dele.

− Noah, ele disse. −Gideon Noah.

− Ótimo, falei, tentando não pensar no seu membro ou nas coisas maravilhosas que ele fez comigo.

−Durante o almoço, pode-me contar sobre os detalhes, Noah.

−Ficarei encantado se você aceitar tomar um café comigo, ele disse, levantando minha mão e beijando os nós dos dedos, com cheiro de lixo e tudo mais.

Idiota, lembre-se. Ele te deixou no lixo!

Agora alguém diga isso para meus palpitantes quadris.
CAPÍTULO DOIS
−Dois cafés, ele pediu indicando-me. A garçonete olhou chocada com a visão deste cara lindo e acenou com a cabeça, correndo para atender. Eu conseguia entender como ela se sentia.

Sentei-me na mesa, determinada a não ser conquistada pelo radiante sorriso sexy que ele estava lançando em minha direção.

−Belo lugar, comentei com dificuldade, desembrulhando os talheres e colocando o guardanapo no colo.

−Espero que o fato de que estou coberta de lixo não o incomode.

−Bem, eu estava esperando que você lavasse as mãos.

Ele piscou para mim.

Eu quase derreti em uma poça bem aí. Deus, aqueles lábios. Ele puxou a minha carne em inúmeras maneiras impertinentes, e meu cérebro parecia determinado a alimentar isso em momentos inadequados na maioria das vezes. A memória do seu rosto entre as minhas coxas divididas fizeram-me disparar aos meus pés, me coraram e incomodaram.

−Volto já.

Lavei o rosto e as mãos no banheiro, depois voltei para o meu encontro de improviso. O restaurante era mais uma cafeteria pequena, do que um elegante restaurante de serviço completo, mas mesmo assim encolhi-me com o olhar que alguns dos outros fregueses lançaram sobre meu estado e roupas sujas. Ou para a mancha marrom que não saiu da minha manga, não importando o quão duro eu esfreguei com o sabonete.

O sorriso brilhante no rosto de Noah poderia ter derretido um iceberg.

− Aqui tem uma boa atmosfera, não é?

Ele empurrou um cardápio para mim quando deslizei para dentro da cabine.

− Tudo em ordem. Parece que você teve uma noite difícil.

Eu quase engoli minha língua. Mordendo para não dar uma réplica, sorri docemente para ele e empurrei o cardápio longe.

− Eu vou pedir salada. Não estou com muita fome.

Na verdade, eu estava faminta, mas não poderia comer um hambúrguer na frente de um homem tão lindo. Ele provavelmente se admiraria em saber como me alimento bem, quando eu deveria estar fazendo dieta. Em seu olhar incrédulo, eu não sei se me sentia ofendida ou adulada.

−Salada soa bem, eu disse, e reabrindo o meu guardanapo no colo.

−Agora, sobre a noite passada...

Eu interrompi a conversa inicial, quando a garçonete retornou para levar nossos pedidos. Para o meu crédito, não pestanejou quando meu companheiro pediu um cheeseburger triplo de carne com mostarda extra e cebolas. Em vez disso, me concentrei em abrir um pacote de adoçante Sweet'n com muito cuidado para despejar metade em meu café.

− Senhorita? A garçonete olhou para mim, a caneta posicionada sobre seu bloco de notas.

−Salada, eu disse, tentando ser agradável.

Ela levantou uma sobrancelha para mim.

−Você...

−Eu não posso pedir uma maldita salada? Falei antes que ela pudesse me envergonhar ainda mais. Era tão difícil de acreditar que uma menina gorda queria uma salada?

Ela rabiscou algo em seu bloco de notas.

−Eu ia dizer que você tem um macarrão em seu cabelo.

−Ah, claro. Puxei o macarrão e o depositei no guardanapo, entregando para ela. − −Você poderia...?

Quando a garçonete pegou e foi embora pisando duro, Noah suspirou depois dela.

−Você fez que ela cuspisse no meu hambúrguer agora.

−Acho que você deveria ser um pouco mais exigente quando se trata de com quem sai, eu disse, envolvendo minhas mãos em torno da xícara de café e soprando sobre ele.

−O que me leva porque estou aqui.

−Não é pelo prazer da minha companhia? Sua voz era baixa, rouca.

Estas simples palavras enviaram um raio de desejo através de mim novamente, elevando um sentimento um pouco irritante em si, ainda mais quando experimentado no meio de um café lotado. Minha mente se arrastou de volta para a sarjeta quando ele pegou seu copo da água, e eu me encontrei fixa em seus dedos longos e bronzeados. Aqueles dedos tinham se arrastado por toda a minha pele como penas quentes, afagando e roçando minhas áreas mais sensíveis. Eu me lembro quando ele olhou em meus olhos com os seus azuis profundos enquanto acariciava o meu clitóris. Eu empurrava contra seus dedos com tanta força que gritei.

Um rubor se apoderou de meu corpo inteiro.

−Hum.

Eu me ventilei com minha mão. O que estávamos falando? Oh, sim.



−Isso é apenas uma das coisas. Eu não me lembro do prazer de sua companhia. E vendo como eu acordei em numa lixeira sem meia calça ou calcinha, acho que um esclarecimento seria ótimo.

Eu fiz o meu melhor para beber o café com uma expressão suave no meu rosto. Não deve ser dominada por sua voz sexy. Ou os lábios. Ou aqueles ombros largos e gostosos.

Noah se inclinou perto, sorrindo.

−Então, isso significa que você não está usando calcinha agora?

Eu eclodi num suor nervoso.

−Basta responder a pergunta.

Ele se inclinou para trás e sua mão foi para o seu cabelo loiro grosso, o mexendo.

− Bem, ah. Nós nos conhecemos no bar do hotel. Você já estava lá toda a noite a partir do olhar das coisas, e eu me ofereci para chamar um táxi. A próxima coisa que eu me lembro, foi de você subindo no meu colo. Eu tomei isso como um convite muito bom, se eu posso dizer isso.

Ele me olhou e eu podia jurar que seus olhos tinham um toque a mais de azul.

− Você pode fazer coisas realmente incríveis com a boca.

Cuspi o café por toda a mesa. Meu Deus, isto não parecia comigo em absoluto.

Ele tomou um gole de seu café, não se incomodando pelos meus ruídos estrangulados.

−Você mencionou uma decepção no trabalho um pouco antes... sabia.

Seus olhos brilhavam enquanto olhava minha aparência.

−Algo sobre a obtenção de uma promoção preterida? Estou certo?

Eu disse a ele sobre isso? Sobre ser coordenadora de exibição no museu. Muito melhor do que um docente humilde.

−O quê?

−Bem uma docente. Ninguém sabia o que era um docente. − Nós damos passeios e apontamos as pinturas.



−Ah. Fez uma pausa, tomando seu café. −Coordenador Exposição é muito melhor, então?

Uma maneira muito melhor de colocá-lo suavemente. Eu finalmente comecei a trabalhar com os artefatos antigos, trazendo-me um passo mais perto do meu verdadeiro amor, arqueologia. Eu tinha os olhos no trabalho de coordenadora de exibição desde que entrei como estagiária no Museu de Arte da Cidade. Ralei duro nos últimos dois anos, mas quando isto chegou, o trabalho tinha sido dado a alguém com menos graus e mamas maiores. Foi o suficiente para conduzir alguém a beber, até mesmo uma puritana como eu.

−Fiquei chateada. Dei de ombros, tentando não mostrar o quanto isso me incomodou, enquanto eu tentava piscar de volta as lágrimas frustração.

−Eu saí para tomar alguns drinques no Escapes.

Escapes era um bar péssimo na outra extremidade da cidade, do meu trabalho, mas a batata frita com queijo eram boas.

−Não é na parte sul da cidade?

Eu bebi o meu café, esperando que dominasse a rosnar do meu estômago.

−É.


−Então o que você está fazendo aqui no centro da cidade agora?

−Eu estava esperando que você pudesse me dizer. Foquei no meu café, tentando distrair-me de olhar em seus olhos lindos como uma boba apaixonada. Novamente.

−Para ser honesta, eu disse, é tudo um borrão após o assalto.

−È um grande borrão cheio de sexo. Engraçado, eu não tinha sequer lembrado do assalto, até há poucos momentos atrás.

− Assalto?

− Sim. Lancei um olhar a mais para ele. Ele estava olhando para a minha boca com uma fixação estranha, como se tivesse se lembrado de todas as coisas que a vadio-bêbada tinha feito a ele com a minha "boca" talentosa. Corei e cruzei minhas pernas. Pelo ardente homem bem aqui.

− A coisa mais estranha, disse eu, tentando não subir em cima da mesa e fazer coisas perversas com ele.

−Eu me lembro de um cara me agarrando na saída do Escapes e pegar minha bolsa. Só que eu não a larguei.

Eu não quis acrescentar, a parte que estava bêbada.

−Eu me lembro de um beco, e. Esfreguei o lado do meu pescoço

−Eu acho que ele me mordeu. Eu não lembro muito o que aconteceu depois disso, exceto na parte de trás de um táxi e partilhar algumas bebidas com você.

A memória do assalto e a mordida me incomodaram. Meus dedos tocaram meu pescoço de novo e tive de engolir seco.

O ar sexy, e o olhar me fôda tinha sumido de seu rosto. Na verdade, ele parecia bastante verde.

−Você quis dizer que foi mordida?

Balancei a cabeça, olhando melancolicamente para baixo na minha caneca de café vazia. Noah não estava olhando para mim como se quisesse me devorar como antes. Sem café, e a garçonete tinha provavelmente deslizando um fio de cabelo ou dois na minha salada.

−Como eu disse tudo é um nevoeiro.

Noah se inclinou em cima da mesa e agarrou a minha mão na sua.

−Jackie, isso é muito importante. O que ele estava vestindo?

Tentei empurrar a minha mão da sua e constatei ser uma ação bastante inútil.

−Solte-me ou eu vou começar a gritar.

−O que ele estava vestindo? Sua voz era baixa e mortal.

Revirei os olhos, tentando parecer casual.

−Um casaco preto, eu acho. Em agosto, vai entender. Posso ter minha mão de volta agora?

Noah empalideceu e lançou minha mão de uma só vez. Foi quase divertido, exceto que ele parecia que tinha acabado de descobrir que estava prestes a ser pai.

−Inferno sangrento.

−Algum problema? Eu perguntei, inclinando a cabeça.

−Eu não vejo porque a vestimenta desse cara é tão importante. Quer dizer, eu fui molestada por ele e você não esta me vendo em pânico. Eu pausei.

−O que, o fez pensar nisso, é meio estranho até para você.

−Ele mordeu você Jackie. Ele retirou parte de seu sangue e te trouxe a este lado da cidade para te jogar fora de seu caminho.

Noah passou a mão pelo rosto.

−E para colocá-la junto ao meu caminho. Maldição.

Sua boca definiu em uma linha sombria, ele olhou para mim.

−Me conte sobre o último dia que você se lembra. Seu cronograma. Tudo o que você fez.

−Olha, você está começando a me parecer estranho, disse-lhe.

O quanto eu queria descobrir o que realmente aconteceu noite passada, até agora tinha uma boa idéia, e o pensamento de passar mais tempo neste local estava provando ser um grande erro.

− Assim, embora fosse muito bom te conhecer, eu realmente preciso ir...

Sua mão apertou sobre a minha novamente.

−Você fica.

Eu vou? Cada fibra do meu ser protestou com essa noção, porém não podia desobedecer. Outra coisa estranha.

−Certo. Eu vou ficar.

Eu me sentei. A mão de Noah posou sobre a minha novamente.

−Acho que temos um problema em nossas mãos.

−Por que diz isso?

Ele se inclinou e sussurrou em meu ouvido. Inclinei-me mais perto, também, os meus seios pressionando contra a bancada dura e meu corpo formigava pela excitação. Será que ele irá lamber a minha orelha? Eu iria estourar num orgasmo instantâneo, se ele fizesse?

−Eu acho que você morreu na noite passada.

E falando em matar o humor.


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