Memória – oficina 1 Dinâmica do desenho sobre a violência escolar



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MEMÓRIA – OFICINA 1



  • Dinâmica do desenho sobre a violência escolar:

Os grupos apresentaram desenhos demonstrando que a violência na escola é fruto de vários fatores, como: o meio em que a criança/adolescente vive, seja ele a família, a comunidade, os amigos, o meio religioso, etc; a desestruturação familiar; a influência da mídia; a falta de respeito nas relações inter-pessoais; a falta de valores, falta de limites do pais; a disputa de poder; a rivalidade; a vingança; a tentativa de delimitar território; a carência; a falta de amor; a desigualdade social.

Os grupos também colocaram que as crianças/adolescentes muitas vezes não sofrem a violência física, mas sofrem a violência moral. E por muitas vezes, a violência das crianças/adolescentes é uma auto-defesa.

Outra colocação foi que o ambiente escolar muitas vezes pode favorecer a violência, como a super-lotação das salas de aulas, o despreparo dos professores e dos funcionários, o tráfico de drogas dentro das escolas e o baixo salário dos professores e dos funcionários da escola.

A mídia foi muitas vezes apontada como uma grande influenciadora da violência nas crianças/adolescentes, pois ela exibe programas violentos, como filmes, desenhos, noticiários, novelas, etc. E as crianças/adolescentes passam a imitar o que vêem na mídia, dentro de casa e da escola.


  • Trabalho com papelógrafo: Qual os caminhos de superação da violência do meio escolar?


Grupo 1:
Objetivo: Levar ao aluno a compreender questões relacionadas a paz e violência.

Metodologia: 1 vez na semana, duração de 15 à 20 minutos. O Professor lê textos relacionados a paz, discutindo questões relacionadas ao assunto e ao cotidiano.

Recursos: música clássica para relaxar, textos, cartazes.
Grupo 2:

1- Conscientização da comunidade escolar para promover a paz.

2- Capacitar os professores através de cursos, palestras e oficinas.

3- Trabalhar valores e virtudes com os alunos.

4- Promover encontros com a família em grupos de apoio (problemas sociais).

5- Análise e reestruturação de músicas através de paródias e paráfrases.


Grupo 3:

- Capacitação: Sensibilização de todos os profissionais e discussão para reflexão e amadurecimentos de idéias.

- Elaboração de projetos interdisciplinares visando a cultura de paz, que envolva toda a comunidade escolar.

- Manter espaços para avaliação contínua dos resultados durante o processo de execução dos mesmos.


Grupo 4:

- Escola de pais:

Objetivo: Incentivar a participação dos pais na escola.

Justificativa: a presença dos pais tende a melhorar o desempenho dos alunos.

Desenvolvimento: Práticas esportivas, palestras de conscientização, depoimentos de pais sobre suas profissões, histórias de vida, tarde festiva com festa junina, bingo.

Recursos: a própria comunidade, a escola como espaço físico, profissionais de instituições superiores, estagiários e parcerias.

Avaliação: Coletas de ideais, sugestões, críticas; repensar condutas tanto familiares como profissionais; reconstruir valores.
Grupo 5:

- Implantar na escola um projeto de paz

- Sensibilizar a comunidade escolar para uma política de paz (discussões em grupos, apresentação dos pacifistas, palestras, músicas, campanha da fraternidade “solidariedade e paz” ecumênica.


  • Levar a administrar conflitos e diferenças: dinâmicas de grupos, grupos de estudos, gincanas, premiações, montagem de painéis, campanhas (prevenção de gravidez na adolescência, drogas, sexo, etc.).


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MEMÓRIA – OFICINA 2
O Objetivos dos grupos era escrever cinco princípios da não-violência e montar uma ação pedagógica com nestes princípios:
Grupo 1:

Os cinco princípios:

1- Diálogo: expor idéias e não impor, construir soluções.

2- Clarear valores e crenças sobre a paz, justiça, verdade e o amor.

3- Respeito à dignidade humana: ser contra atitude, não a pessoa, conhecimento do direito do próximo.

4- Perseverar em ideais: constância e coerência

5- Multiplicar conhecimentos: exemplos.
Ação pedagógica:
1- Não interromper quanto o outro fala: educação.

2- Trabalhar jogos cooperativos. Solidariedade ensinada. Teatro.

3- Passos dos Alcoólicos Anônimos: viver um dia de cada vez - “Por hoje não” – tirar ansiedade.

4- Divulgar os direitos do próximo, mostrar limites com criatividade. Pode ser com a ajuda de cartazes.

5- Adotar os princípios pacifistas como estilo de vida. Criar um projeto pedagógico voltado para isto.
Grupo 2:

Os cinco princípios:

1- Não ser passivo

2- Identificar-se com o outro

3- Lutar contra as injustiças

4- Estar disposto a fazer sacrifícios

5- Não usar a contra-violência
Ação pedagógica:

1- Músicas, filmes, dinâmicas.

2- Elaboração de regras para o convívio social.

3- Valorização das boas ações.

4- Gincanas.
Grupo 3:

Os cinco princípios:

1- Respeitar/aceitar a diversidade (idéias, crenças...).

2- Não responder à violência com outra violência.

3- Defender a vida.

4- Buscar sempre a verdade e a justiça.

5- Diante das situações: ame, reflita e posicione-se.
Ação pedagógica:

Projeto: O lixo fora do lixo

Proposta:

1- Conscientização do papel de cada um na manutenção do meio.

2- Valorização dos serviços de limpeza.

3- Respeito pelo ser humano.

4- Ao ver a sujeira, procurar não aumentá-la.
Estratégias:

1- Dar o exemplo (partindo do professor).

2- Elogiar as atitudes positivas.

3- Confecção de cartazes com frases positivas.

4- Providenciar recipientes para coleta seletiva.

5- Comparar a própria casa numa tarde de sexta-feira e de domingo. Instiga-los a enxergar a diferença.


Grupo 4:

Os cinco princípios:

1- Opor-se à passividade e à inércia.

2- “Resistência” a um sistema social injusto, ou seja, a busca por uma sociedade mais justa.

3- O respeito às diversidades (postura ética, união).

4- O não constrangimento, quer seja, físico, moral, psicológico ou intelectual.



5- Disseminação da Cultura da paz.
Ação pedagógica:

  1. Campanhas de arrecadação e distribuição de roupas e alimentos. Durante a campanha ensinar os conceito inerentes aos princípios da não-violência.


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MEMÓRIA – OFICINA 3
Ações pedagógicas que promovam a educação para a paz:

Grupo 1:

  • Oficinas diversas, envolvendo alunos e comunidade,

  • Oficina de esportes,

  • Oficina de músicas,

  • Oficina de artesanato,

  • Oficina de dança,

  • Oficina de culinária,

  • Oficina de teatro.


Grupo 2:


  • Leitura de frases positivas

  • Debate sobre o que pode ser melhorado no ambiente de vivência,

  • Motivar a construção de cartazes, cm frases/idéias/sugestões positivas,

  • Leitura e interpretação coletiva dos trabalhos produzidos,

  • Exposição dos trabalhos em toda a escola, de modo a valorizar e incentivar uma mudança de comportamento.


Grupo 3:
Local: escola

Público: professores

Objetivo: criar um ambiente agradável de trabalho entre professores e funcionários.


  • Dinâmicas periódicas (na entrada ou no intervalo).

  • Criar regras de condutas e princípios

  • Sensibilização através de filmes

  • Encontros fora do ambiente escolar


Grupo 4:


  • Músicas,

  • Filmes,

  • Dinâmicas (para se colocarem no lugar do outro);

  • Teatro com fantoches,

  • Grupos de dança,

  • Valorizar sempre suas boas ações,

  • Leitura de textos que levam à reflexão,

  • Reciclagem.


Grupo 5:

- Gincana mista com pais, alunos, funcionários, que tenham jogos cooperativos, na qual todos ganhem, assim a solidariedade é ensinada.
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MEMÓRIA – OFICINA 4


  1. Grupos e organizações que trabalham pela paz e não-violência na cidade:

    • Igrejas

    • Escolas

    • Casa Abrigo

    • ONG Londrina Pazeando

    • Projeto Sinal Verde

    • Projeto Viva Vida

    • Rede de Cidadania

    • Eu

    • Fundação Tamarozi

    • Pastoral da Sobriedade

    • Amor exigente

    • EPSMEL – Guarda Mirim

    • Associações de bairro

    • Rotary Club

    • SESC

    • L.B.V

    • Terapia comunitária




  1. Grupos e organizações que trabalham pela paz e não-violência no país:




    • INFRAERO Social

    • ONG Sou da paz

    • ONG Educadores para a paz

    • Igrejas

    • ONG Viva Rio

    • Fundação Ayrton Senna

    • Criança Esperança (projetos)

    • Redes de televisão (algumas campanhas)

    • Pastoral da criança e da juventude

    • CNBB

    • Desbravadores

    • Médicos da Alegria

    • L.B.V




  1. Grupos e organizações que trabalham pela paz e não-violência no mundo:

    • ONU

    • Greenpeace

    • UNESCO

    • UNICEF

    • Médicos sem fronteiras

    • Cruz vermelha

    • FIFA

    • Vaticano

    • Igrejas

    • Missões

    • Anistia Internacional

    • Voluntariado

    • Sites contra a violência (ex: site bendita:violência contra as mulheres)

2) Planejar uma ação pedagógica que possibilite um contato e conexões com grupos e organizações pacifistas.


Grupo 1:

  • Troca de informações entre lideranças de grupos

  • Promover eventos: esportivos, culturais, de lazer (ex: caça-talentos, etc.)

  • Palestras temáticas

  • Solicitar aos meios de informação maior ênfase à cultura da paz e não-violência.


Grupo 2:

  • Buscar contatos (e-mails, telefones, etc.) de modo a conhecer o trabalho realizado e fazer parcerias com grupos pacifistas.

  • Ser promotores da Paz

  • “Cutucar” a imprensa e líderes políticos.


Grupo 3:

Uma empresa poderia:



  • fazer o levantamento das necessidades da comunidade do entorno da empresa.

  • definição da área de ação Ex: reciclagem

  • contato via e-mail, visitas, telefone com organizações que atuam nessa área

  • formação de parcerias

  • desenvolvimento do projeto envolvendo os empregados da empresa


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MEMÓRIA – OFICINA 5




Fortalecendo pessoas para serem ativistas de não-violência


1) Planejar uma ação que possibilite desenvolver o protagonismo infanto-juvenil pela paz, em diferentes ambientes sociais.

- Casa de Detenção:



  • Desenvolver oficinas que sensibilizem os jovens para a questão da violência e formas de buscar mudanças de atitudes.

  • Esportes.

  • Artes.

  • Grupos de reflexão.

  • Dança.

  • Música.

- Instituições Religiosas:

  • Reunir jovens e formar uma cartilha sobre temas polêmicos.

  • Promover a tolerância frente às diferenças – “Não Julgareis”

  • Sessão Cinema com direito a debate.

- Empresas:

  • Sensibilização: envolver os filhos dos empregados através de filmes, histórias, etc. a conhecerem mais a respeito da paz e levá-los a refletir sobre ações possíveis.

  • Compartilhar: experiências, histórias, fatos pesquisados, etc.

  • Participação concreta (ação): confecção de um gibi educativa para a paz.

- Bairro:



  • Estimular jovens que tenham experiências positivas a compartilhá-las com outros jovens de sua comunidade, através de conversas, concedendo espaços para discussões, lanches, etc.

- Escolas:



  • Projeto:

  1. Coletânea de idéias, atitudes que mobilizem para a paz.

  2. Seleção das idéias e necessidades da comunidade.

  • Metodologia:

  • Composição de músicas, paródias, etc.

  • Teatro,

  • Poesias,

  • Oficinas de sucatas ( criação de brinquedos que não geram violência),

  • Dinâmicas trabalhando a solidariedade, companheirismo, afetividade, etc,

  • Culminância:

  • As crianças como protagonistas apresentando todo o resultado alcançado.


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MEMÓRIA – OFICINA 6

Convivendo com as diferenças e abolindo preconceitos e estereótipos



1) Dinâmica: Levantamento das situações de intolerância e preconceito

Grupo 1:

  • Preconceito às pessoas portadoras de necessidades especiais na escola;

  • Preconceito ao poder aquisitivo (“valor”);

  • Preconceito a opção religiosa;

  • Preconceito à pessoa que não se encontra no padrão estético estabelecido pela mídia.

Grupo 2:

  • Preconceito racial no Brasil: ocorre de forma velada (japonês: estudioso/ negro: folgado/ turco: não-confiável).

  • Imposição de padrões estéticos – vestuário: nível econômico, aparência física, obesidade: preguiça.

  • Consumismo: associação de bens com qualidade de vida, o indivíduo acumula dívidas para manter aparências.

Grupo 3:

  • Classe social;

  • Religião;

  • Raça;

  • Aspecto físico;

  • Mulher;

  • AIDS;

  • Mãe Solteira;

  • Prostituição;

  • Homossexualismo;

  • Deficiente físico;

  • Idosos.

Grupo 4:


  • Intolerância: falta de respeito, palavrões, atitudes violentas, cinismo, falta de responsabilidade, falsidade, falta de paciência.

  • Preconceito: Discriminação racial, Discriminação econômica, Discriminação com deficientes físicos, Discriminação com a aparência física.

Grupo 5:


  • Deficiente;

  • Loura;

  • Gordo;

  • Muito magro;

  • Muito alto;

  • Muito baixo;

  • Homossexual;

  • Pobre;

  • Negro;

  • Velho;

  • Criança;

  • Estrangeiro;

  • Dialeto;

  • Gênero;

  • Profissões (agentes auxiliares);

  • Agricultor;

  • Periferia;

  • Religião;

  • Usos e Costumes;

  • Gostos;

  • Ideologia;

  • Política;

  • Divórcio;

  • Viúva

  • Prostituição;

  • Maria Gasolina;

  • Maria Chuteira;

  • Maria Breteira;

  • Diferença de idade entre o casal


Grupo 6:

Racismo


  • Preconceito a religião

  • Preconceito social (ricos e pobres)

  • Preconceito sexual

  • Discriminação ao Idoso

  • Discriminação à Formação acadêmica

  • Discriminação contra as pessoas que não possuem uma higiene adequada.


Grupo 7:
Exemplos de racismo e intolerância pelo mundo:


  • Alemanha: holocausto judeu;

  • Pequim: Praça Celestial;

  • São Paulo: chacina dos PMs;

  • Morte do rapaz londrinense pelos PMs;

  • Estupros;

  • Xenofobia norte-americana;

  • Brasileiros x Argentinos;

  • Apartheid na África do Sul

  • Coréia do Sul, Japão: não dá liberdade para o jovem, ele não pode errar.

2) Trabalho em grupos para responder a pergunta: Quais os passos importantes para abolir preconceitos e estereótipos? E elaborar uma ação pedagógica que contribua com a abolição de preconceitos e estereótipos no ambiente onde se atua.



Grupo 1:

Passos:

  • Não se afobe;

  • Priorizar;

  • Identificar o desafio;

  • Aprender com os erros;

  • Recomeçar com mais inteligência;


Ações:

  • Atenção em si mesmo (palavras, gestos, etc.);

  • Saber ouvir a frase toda;

  • Romper padrões;

  • Manter o respeito;

Grupo 2:

Passos:

  • Conceituar;

  • Auto-percepção;

  • Aceitar as diferenças;

  • Sem perder as convicções;

Ações pedagógicas:

  • Sensibilização (leitura, filmes, dinâmicas);

  • Reflexão (diálogo, exposição de idéias, e fatos vividos);

  • Ação ( na semana do PNE, convidar profissionais de cada instituição junto com o portador de deficiência física para entrevista).

Grupo 3:

Passos:

  • Educação na casa, no ambiente do trabalho, nos relacionamentos humanos,

  • Reflexão consigo mesmo;

Ações:

  • Fazer um trabalho de reflexão e dinâmicas com o corpo docente;

  • Através de vídeos, palestras, cartazes com frases incentivadores.

Grupo 4:

Passos:

  • Só gostamos daquilo que conhecemos;

  • Ir ao encontro (ouvir);

  • Dialogar;

  • Valorizar os pontos positivos;

  • Aceitar a diversidade;

  • Com relação às questões divergentes, aprender a ceder e negociar;

Ações:

- Promover espaços na sala de aula, através de textos diversos, para discussão de temas como preconceito e estereótipo. Ex: raça, condição econômica, atributos estéticos, gênero, religião.


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MEMÓRIA – OFICINA 7 Instrumentalizando a resolução não-violenta de conflitos

1) Dividir o grupo em subgrupos para que levantem conflitos que tiveram na escola, sala de aula, empresa, etc. A partir disto, planejar uma ação pedagógica que contribua para a apropriação do instrumental da resolução não-violenta de conflitos.



Grupo 1:

Conflito: Mal aspecto da sala de aula

Solução: Só prometer o que se pode cumprir pela equipe. E quando acontecer algo errado, a direção deve criar métodos pra descobrir que é o culpado.

Proibir o uso de materiais que facilitam os danos materiais.

Planejar durante um bimestre com os professores, estratégias que promovam a conservação e valorização do ambiente escolar. No final do período, realizar uma reunião para avaliar os resultados do trabalho.

Grupo 2:

Conflito: Desentendimento entre professor e aluno; Brigas entre os alunos; Não aceitação das regras; Desinteresse em aprender.

Definição do conflito: Estes seriam causados por: falta de diálogo, choque de opiniões, autoritarismo e comodismo.

Soluções: Saber ouvir, empatia, dinâmicas, trabalhar auto-estima.

Elementos da não-violência: Tolerância, compreensão mútua.

Grupo 3:

Conflito: Dificuldade em respeitar as normas de convivência.

Solução: Construção coletiva das regras através do consenso e da negociação; vivenciar a conseqüência da quebra das normas; acreditar que é possível; trabalho integrado com a família.

Grupo 4:

Tema: A liderança do síndico

Conflito: Onde investir?

Causas: Os condôminos não comparecem às reuniões; não aceitam as decisões tomadas; não se respeitam entre si.

Soluções: Despertar o interesse nas pessoas envolvidas; resgatar o respeito entre si; incentivar o diálogo; responsabilidade dos atos (se quebrar, paga); escolha de alguém com diplomacia.

Para o grupo, a solução mais viável é o resgate do respeito entre si.



Cronograma: Renegociar dívidas; escolha participativa dos investimentos; estabelecer regras de boa conduta

Contrato: Aplicar em 90 dias, a título de experiência; reunião após 90 dias para analisar e/ou modificar qualquer problema

Grupo 5:

Conflito: Falta de limites, o que gera tumulto em sala de aula, falta de respeito e brigas constantes.

Soluções: Entrar em negociação; construção de regras partindo dos educandos mediados pelo educador; trabalhar com dinâmicas e textos de valorização e auto-estima podem ajudar.

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MEMÓRIA – OFICINA 8: Diminuindo o Potencial de Agressão


1) Os grupos deviam responder: Quais os passos importantes para canalizar a agressividade? E partir da resposta dada, planejar uma ação pedagógica que possibilite canalizar construtivamente a agressividade dos sujeitos do ambiente onde se atua.

Grupo 1


Passos:

  • Refletir antes de qualquer ação;

  • Focalizar o problema e não a pessoa;

  • Redirecionar a agressividade;

  • Sair de cena perante uma “situação problema”;

Ação:

  • Dinâmicas que possibilitem o aprendizado do “saber ouvir”;

  • Construção de regras;

  • Momentos de reflexão;

Grupo 2


Passos:

  • Respirar;

  • Ouvir com o coração;

  • Dialogar estabelecendo acordos;

  • Acolher idéias expostas;

  • Priorizar o que é importante para o grupo e o momento;


Ação:

  • Dar oportunidades e responsabilidades;

  • Visualizar competências, ou seja, descobrir talentos;

  • Usar mais palavras de elogio, de incentivo;

  • Ir ao encontro, aproximar-se, conhecer, estabelecer vínculos, a fim de investir no seu viver e daqueles com quem convive.

Grupo 3

Passos:

  • Parar e tentar refletir sobre o assunto;

  • Exercitar através de dinâmicas variadas, possibilitando perceber a si próprio e ao outro, buscando expor de forma clara e não-violenta as suas opiniões.

Ações:

  • Elaborar normas a serem respeitadas na sala de aula junto com os alunos;

  • Fazer a leitura e reflexão nos momentos críticos;

  • Levar o aluno a perceber a importância do ser humano;

  • Relatar no final da aula, se houve situações positivas ou negativas.

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MEMÓRIA – OFICINA 9 Criando aversão à violência: crítica do currículo oculto e do militarismo

1) Trabalho em pequenos grupos para responder a seguinte questão: Como operar e ajudar a operar a crítica ao militarismo e à violência oculta? E depois de respondida essa questão, planejar uma ação pedagógica que possibilite operar a crítica ao militarismo e ao currículo oculto da violência.



Grupo 1:

  • Mandar e-mail aos canais de TV que transmitem programas violentos.

  • Fazer manifestações públicas

  • Repassar os conhecimentos adquiridos no curso de Educação para a paz.

Grupo 2:

  • Moderação no que falar, seja em casa, no trabalho, etc;

  • Mudança de comportamento diante de certas situações;

  • Mobilizar e sensibilizar através de depoimentos.

Ação pedagógica:

  • Fazer um levantamento das ações violentas no cotidiano;

  • Trabalhar este levantamento, procurando alternativas não-violentas à essas ações;

  • Fazer acordo em sala de aula, buscando ações de paz.

Grupo 3:

  • Conscientização e quebra de paradigmas;

  • Pesquisa, levantamento de dados com o objetivo de descobrir a violência oculta e o militarismo no contexto familiar e escolar;

  • Tabulação dos dados e confecção de gráficos dos resultados;

  • Contextualizar essas informações;

  • Propostas de mudança dessa realidade exposta através de dramatizações em eventos com toda a comunidade escolar.

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MEMÓRIA – OFICINA 10

1) Trabalhar em pequenos grupos, listando dez pontos de uma agenda para a paz e planejar uma ação pedagógica que possibilite ajudar crianças e jovens a vislumbrar futuros de paz.



Grupo 1:

Agenda:

  1. Incentivar a tolerância entre os indivíduos.

  2. Diante de conflitos, estabelecer consensos.

  3. Observe, ouça, pense, analise e aja.

  4. Cultive pensamentos positivos.

  5. Procure viver um momento de cada vez.

  6. Fale de paz com todos ao seu redor.

  7. Nas horas de lazer procure realizar atividades que desenvolvam a paz interior.

  8. Tente elogiar sempre que possível.

  9. Concentre seus esforços nos pontos positivos do indivíduo.

  10. Desenvolva a solidariedade.

Ação:

Buscar um novo olhar para os problemas: alunos, diretores, funcionários, comunidade, etc. Desviando o problema e canalizando para um ponto positivo.



Grupo 2:

Agenda:

  1. Bom senso

  2. Diálogo

  3. Respeito

  4. Tolerância

  5. Cooperação

  6. Consenso

  7. Aceitar as diferenças

  8. Solidariedade

  9. Sonhar

  10. Perseverar

Ação:

Proporcionar, a cada dia, um “Momento de Paz”: uma frase positiva, uma notícia boa, um testemunho, um sonho de paz, uma ação positiva, uma música, um desenho.



Grupo 3:

Agenda:

  1. Estar em paz consigo mesmo.

  2. Parar para ouvir o outro.

  3. Respeitar e aceitar as diferenças.

  4. Dialogar antes da ação.

  5. Ser franco no cumprimento do acordo.

  6. Ter convicção (fé).

  7. Mudar comportamento.

  8. Unir forças.

  9. Construir.

  10. Promover a paz.

Ação:

Colocar frases, cartazes, dramatizações sobre a paz.


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MEMÓRIA – OFICINA 11

Oficinando para a Paz: Aprofundamento e Sistematização da Metodologia de Oficinas


1) Dinâmica: Técnica das fichas: Qual o primeiro passo para construir uma cultura de paz? Cada participante receberá uma ficha devendo responder de maneira simples e objetiva a pergunta: qual o primeiro passo para construir uma cultura de paz?

Respostas:

- Conscientização de que isto é necessário e o que isto implica.

- Conscientização do indivíduo.

- Avaliação dos atos.

- Ser uma pessoa amigável, social com outras pessoas através de um bom-dia ou boa-tarde ou boa-noite para com os vizinhos, no elevador, no supermercado, na escola, etc..

- Percepção.

- Auto-avaliação constante das próprias atitudes.

2) Traballho em pequenos grupos com papelógrafo para a partir do que foi estudado e vivido neste curso, planejar uma oficina da paz no ambiente onde se atua.
Grupo 1:

Tema: Prevenindo a violência nas famílias e nas escolas

1) Dinâmica: Labirinto com olhos vendados. O Objetivo da dinâmica é estimular a confiança no grupo.

2) Sensibilização: notícias de jornal, revistas, TV, etc...,sobre a violência na família e na escola. Ex: Susane Richtofen; a criança que ficou cega na sala de aula; alunos que andam armados; o pai que matou o filho; reportagem do Fantástico sobre a violência psicológica, física e sexual. Discutir as notícias, a que elas remetem, que sentimentos evocam, o que lembramos sobre isso, como nos afetam?

3) Mostrar textos com dadis estatísticos, o que dizem os especialistas sobre o assunto.

4) Dividir a turma em dois grupos: escola e família, para discutirem sobre os textos e produzirem um texto respondendo a pergunta: Como evitar que a violência acontença? E como divulgar a paz e não-violência nas famílias e escolas?

5) Avaliação: Como cada um se posiciona? Como se sente em relação ao tema? Em relação às providências que podem ser tomadas? Está preparado para ajudar?

6) Assumir um compromisso de colaborar para que a paz tome o lugar da violência, tanto nas escolas como nas famílias. Dar o primeiro passo para que não haja mais violência. Tomar atitudes.

7) Encerramento: música Eu sei que vou te amar.
Grupo 2:

Tema: Sementes da Paz

1) Acolhida: Receber de forma calorosa os participantes e propor que cada um pense fatos, pessoas, acontecimentos que suscitam em você, sentimentos, ações de paz. Colocar música suave ao fundo. Cada pessoa é motivada a escrever uma pequena mensagem de paz. Essa mensagem será colocada dentro de uma bexiga, que é cheia, e ao ritmo da música é jogada para outra pessoa. Ao final da música, cada participante pega uma bexiga, estoura, lê e guarda a mensagem.

2) Aprofundamento: Apresentaar partes do filme “Corrente do Bem”. Mostrando que não somos poucos ou pequenos. Da mesma forma que não existe mágicas, a paz é um processo, uma construção diária.

3) Síntese; Os participantes, em pequenos grupos, respondem aos questionamentos: Que ações/sentimentos do garoto do filme despertaram em você? Ao seu ver, o filme acabou? Após responder, partilha-se as respostas com o grupo todo.

4) Reconstrução da prática: Novamente em grupos pequenos, reflita sobre seu cotidiano e como você pode agir como um semeador da paz em: casa, trabalho, escola, grupo social, no lazer, na instituição religiosa. A seguir, as ações concretas serão colocadas no grande grupo.

5) Avaliação: O grupo forma um círculo e vai relatando o que está levando desse encontro.

6) Encerramento/Confraternização: Cantando “Utopia” do Zé Vicente, o oficineiro entrega uma semente de girassol para cada participante, este a embrulha na mensagem que recebeu na acolhida e entrega à pessoa que está à sua direita, encerrando com um abraço e votos de paz.


Grupo 3:

Tema: Oficina Irmã Dorothy: Propagadora da justiça e paz

Objetivos da oficina: Conscientizar da importância de se construir a justiça e paz
1) Primeiro momento: Acolhida e sensibilização

Formar dulas, cada uma delas com uma cadeira. O oficineiro induz a imaginação dos participantes, dizendo que todos estão num mar agitado, no qual as duplas terão que atravessá-lo em cima da cadeira sem que coloquem quaisquer membros no chão.

2) Segundo momento: percepção e aprofundamento do tema

Introdução a temática: filme “Corrente do Bem” ou “Diário de Motocicleta”.

Estudo em grupo sobre o filme e Plenária.

3) Terceiro momento: Síntese

Trabalho em pequenos grupos, com papelógrafo: O que é justiça e paz? Que colaboração podemos dar para promover a justiça e paz?

4) Quarto momento: Reconstrução da prática

Momento de encontro em pequenos grupos, para reflexão do tema estudado, justiça e pa e planejar uma ação pedagógica.

5) Quinto momento: Avaliação

Espaço coletivo para exposição de idéias e opiniões trazido por esta oficina.

6) Sexto momento: Encerramento e Confratermização

Música Legião Urbana “Monte Castelo”.
Grupo 4:

Tema: União pela Paz: Depende de mim

1) Acolhida e Sensibilização:

Dinâmica: Solicitar aos participantes que formem um círculo. Dentre os participantes, solicitar um voluntário para iniciar prendendo o barbante em seu dedo indicador, o mesmo terá que dizer ua frase ou palavra de incentivo para um segundo participante, “jogando” para o mesmo o rolo de barbante. (O barbante deve permanecer amarrado no dedo do iniciante). Assim sucessivamente até que todos tenham o dedo enrolado formando uma teia. Oficineiro dirá os comandos: a) tentem todos puxar ao mesmo tempo e percebam o que acontece; b) um dos lados levantem os dedos; c) solte o barbante de alguns dedos; d) lados opostos puxem para o seu lado; e) criem outros movimentos. Partilha dos sentimentos pessoais em relação as dificuldadeas e problemas que surgiram quando o individualismo impera.

2) Percepção e aprofundamento do tema

a) Estudo e reflexão sbreo filme “Guerra de Titãs”

b) Em grupos, apontar os pontos que contribuiram para desunião e união.

3) Síntese

Os gurpos terão que representar os pontos elencados através de mímicas, ressaltando a necessidade de mudanças.

4) Reconstrução da Prática

Planejar ações que possibilitem a valorização do trabalho em grupo.

5) Avaliação:

Idéias e sugestões trazidas por esta oficina? Perguntas a serem perseguidas: Gosto de trabalhar em grupo? Percebo a ausência de um membro do grupo?

6) Encerramento:

Música: “Corpo e Família” - Padre Marcelo

Material utilizado na oficina: 1 rolo de barbante, Folhas e pincéis, filme: “Guerra de Titãs”.


Grupo 5:

Tema: O futebol da alegria e da tristeza

a) Acolhida e sensibilização:

1º momento- vídeo com cenas intercaladas com alegria, euforia, tristeza, dor.

2º momento- questionar os participantes o que eles acharam das cenas assistidas.

b) Percepção e aprofundamento do tema:

Reunir em grupos e cada grupo com um texto (reportagens de jornais) abordando os seguintes temas:

- a expectativa do jogo, valores envolvidos, alegria, preparação, amigos se reunindo;

- reportagens de jornal sem o vandalismo e violência após os jogos;

- apresentar a síntese dos grupos

c) Síntese

Relatos de experiências positivas e negativas;

Montar dois painéis sendo um positivo com relatos e experiências e outro negativo também com relatos.

d) Reconstrução da prática:

Destacar os pontos negativos e trabalhar algumas alternativas, a fim de reverter o quadro, buscando a transformação nas ações do indivíduo.

e) Avaliação:

Fazer com que os participantes analisem e dêem suas opiniões, refletindo o quanto isto será benefico na sua vida cotidiana.

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MEMÓRIA – OFICINA 12



ORGANIZANDO PROJETOS DE SUPERAÇÃO DAS VIOLÊNCIAS NO MEIO ESCOLAR

- Os grupos têm como objetivo organizar um projeto de educação para a paz e prevenção da violência, observando os seguintes pontos:

  1. Título

  2. Área de Abrangência

  3. Cenário

  4. Objetivos

  5. Público-pretendido

  6. Princípios e Valores

  7. Metas

  8. Indicadores

  9. Metodologia

  10. Recursos

Grupo 1: Anésia de C. Marques, Leda Patrícia Medrado de Queiroz, Vera Pereira da Silva Oliveira, Sueli Romero Jandre, Mara Severino.

Título: Educar para a paz, os direitos humanos e democracia

Área de abrangência: Toda comunidade escolar, incluindo alunos do fundamental e médio.

Cenário: Lugares específicos para exposição de mensagens, idéias, reflexões, trabalhos realizados, que proporcione a auto-estima e aborde os assuntos à respeito dos direitos humanos e valores.

Objetivos:

- Desenvolver a educação para a paz como caminho para a superação da violência no meio escolar;

- Capacitar a comunidade escolar como centro promotor da paz;

- Aprimorar as relações humanas na comunidade escolar;

- Fortalecer espaços democráticos no sistema escolar;

Público-pretendido: A escola

Princípios e valores:

- Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa sem discriminação nem preconceitos;

-Contribuir ao desenvolvimento de minha comunidade, propiciando a plena participação das mulheres e o respeito dos princípios democráticos, com o fim de criar juntos, novas forma de solidariedade.

Metas:

- Que a comunidade escolar seja ativa perante a violência;

-Que haja mudança de comportamento. Esperamos que todos participem das decisões de forma democrática, dessa forma, motivados a comunidade se envolverá com o processo de crescimento e sucesso da escola.

Indicadores:

Pesquisa de campo, atingindo a comunidade que vive nas proximidades da escola, constatando a mudança de comportamento.



Metodologia:

- Sensibilização através de filmes, músicas, história de vida dos pacifistas;

- Apresentação através de teatros, poesias e danças sobre o tema.

- Visitas à instituições: APAE, ILES, Ilece, asilos, creches.



Recursos: vídeos, jornais, revistas, sala de informática, aparelho de som, fichas para levantamento de dados, reportagens, etc.
Grupo 2: Rosângela Martins Cabral, Fábio Luís Martins, Sônia Aparecida Silvério, Fabiana Medrado, Elaine Sola Pozzobon.

Título: Avós pazeando na Escola
Área de abrangência: um bairro

Cenário: Um espaço na escola ou num salão da associação de moradores

Público-pretendido: grupos de 3ª idade

Objetivos:

- Estimular os idosos a serem multiplicadores da cultura da paz,

- Despertar sua participação cidadã,

- Propiciar situações que favorecem a integração e socialização.

Princípios e valores:

- Solidariedade

- Respeito

- Tolerância

- Participação

- Sensibilidade

- Sinceridade

- Não-violência

- Resolução de conflitos

- Fortalecimento pessoal

- Caráter

- Afetividade

- Auto-confiança



Metas:

- Ampliar a rede da cultura da paz com a formação de multiplicadores no grupo da 3ª idade

- Incluir na Programação do grupo da 3ª idade, a formação contínua de educação para a paz, organizada pelos próprios participantes do grupo



Indicadores:

- Freqüência dos participantes no decorrer do projeto

- Material produzido e coletado em cada encontro

- Relatos e discussões surgidos no grupo

Metodologia:

- Dinâmicas de grupo

- Leituras e discussões

Recursos:

- Recursos audiovisuais (músicas, filmes, documentários)

- Apostilas com textos


Grupo 3: Eliana Sermidi de Freitas, Carolina Parra Pinto, Maria Luzineide da Silva Santos, Márcia Severino, Vera Ogurtowa.

Título: Diferentes, porém iguais

Área de abrangência: Relações interpessoais

Cenário: Ambiente escolar (sala de aula, pátio, etc)

Objetivos: Superar as práticas discriminatórias no ambiente escolar

Público-pretendido: educandos a parttir da 5ª série

Princípios e valores: tolerância, respeito e valorização do outro

Metas: Criar um ambiente de harmonia e convivência solidária

Indicadores: Observação e sondagem, enfocando o comportamento. 1º pré-teste: antes de iniciar o projeto, aplica-se uma entrevista com questões relativas a: aceitação do outro, presença do outro, como vê o diferente, o que é diferente, etc.

Metodologia: Trabalhar com gibis da “Turma da Mônica”, no qual cada personagem é diferente. Fazer levantamento das características: físicas, comportamentos, etc, e como se relacionam entre si e com grupos maiores. Ex: um é bravo, outro tem dificuldade de fala, outro não toma banho, outro é mudo, outro é estudioso...

A partir do levantamento, resgatar o que há de bom em cda um, e que apesar das diferenças, são unidos e amigos. Debate sobre ser diferente, a diversidade produz riqueza.



Recursos: gibis, produção de painéis, papel, canetas.


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