Metodologias de Projeto e de Investigação Prof. Sílvia Simões



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Metodologias de Projeto e de Investigação

Prof. Sílvia Simões

Na Pele

Rascunho do Relatório de Projeto - Mestrado em Pintura


Juliana Ribeiro | 200903491


Resumo
A presente investigação de projeto compreende uma íntima relação entre têxteis e pintura. Sendo deste modo, que todo o trabalho é explorado, investigado e desenvolvido plasticamente.

Conceptual e metodologicamente, existe a incidência do corpo como narrativa de vida, nas suas cicatrizes e na sua história implícita, reveladora dos sentimentos, sejam eles mais ou menos sofridos, mas sempre com um caracter auto biográficos.

Os têxteis possuem um caracter determinante em todo o trabalho, ora como suporte da pintura, ora como composição texturada, retirada do contexto da moda. São estes têxteis, que têm vindo a tomar conta de todo o trabalho criativo, tornando-se o foco principal do trabalho de investigação, através da exploração das potencialidades plásticas e texturais de um tecido liso e banal, o pano-cru.

Existe uma reflexão e um processo de cicatrização, implícito a todo este processo, que impõe relações de planos sensoriais diferentes, como visão e tacto, na aplicação e manipulação dos tecidos construídos aliados à pintura. E que nos transporta para conotações ligadas á pele.

Conceptualmente, este projeto é desenvolvido através de memórias, sentimentos e cicatrizes físicas e psicológicas, é aquilo de que nos é mais íntimo e pessoal, marcado eternamente na nossa pele, e que imprimem uma temporalidade presente no corpo, na pele e no objeto artístico.

Introdução
O presente relatório expõe os resultados da investigação que tem vindo a ser desenvolvida paralelamente ao trabalho prático.

Esta investigação divide-se em dois aspetos centrais. Sendo o primeiro composto pelo processo de construção das peças, onde á uma apropriação da cicatriz e um processo de cicatrização implícito a todo este processo, é através deste que é desenvolvida e explorada a parte teórica. O segundo aspeto prende-se com toda a exploração realizada na relação entre têxteis e pintura e nos resultados plásticos que estas produzem, no caracter prático do projeto.

A investigação conceptual compreende a análise de uma série de fatores psíquicos ligados a uma vivência e memória traumática vivida no passado, que resulta numa catarse que está inerente a todo o processo de trabalho. Em que através de toda a apropriação que é feita da cicatriz física presente no corpo, procura-se tratar estas questões, que constroem o trabalho prático.

Nesta primeira parte, não se trata de fazer uma pesquisa exaustiva e pormenorizada do assunto em análise. Mas constitui uma parte fundamental e indispensável para a compreensão, contextualização e enquadramento teórico de todo o trabalho prático e onde alcanço consequentemente um desenvolvimento e enriquecimento pessoal e do objeto de trabalho que está a ser desenvolvido.

A investigação teórica auxilia a investigação prática, apresentada na segunda parte do relatório, onde serão explicados os desenvolvimentos processuais.

Esta segunda parte, apresenta o desenvolvimento do projeto plástico, a construção do objeto, onde os têxteis possuem um caracter determinante. E serão pensados enquanto pele. A construção e manipulação de uma pele, enquanto revestimento de um corpo, a peça.

Procura-se explorar a manipulação e construção do têxtil aliado á pintura. E existindo uma relação constante entre linha, forma, textura, corpo e tinta. O gesto é existente através de três formas distintas que se complementam, na construção e manipulação dos têxteis, na construção das linhas e na pintura.

Esta investigação tem como objetivo, apresentar e contextualizar o enquadramento teórico, desenvolvimento processual e metodológico que está subjacente ao trabalho prático. Mas onde um, não existe sem o outro, tendo vindo a ser complementado e construído em simultâneo.

Revisão da literatura
Procurando perceber tudo o que está subjacente a uma marca física presente no corpo. Esta investigação apresenta, explana todas as características existentes nesta e que suportam todo o trabalho prático. É a partir daqui que começo por questionar. Parto do passado ou do presente?

Ambos. Parto da minha cicatriz, que reside permanentemente em mim, parto do dia do surgimento desta cicatriz, o acidente, um episódio traumático e marcante vivido no passado.

Apropriando-me dos sentimentos que se desencadearam a partir dai, a pessoa que era naquela altura, uma menina de 13 anos, e no que me fui tornando. Todas as minhas lutas interiores, a forma de ultrapassar e encarar o problema, o processo de recuperação e o adaptar-me á minha nova condição. Esta circunstância levou-me à pessoa que sou hoje.

O trabalho é construído, onde nos seus aspetos conceptuais trata um passado que permanece presente, sentimentos memórias e vivências, é aquilo que é mais íntimo e pessoal permanentemente marcado na pele. Deste modo, o corpo possui um caracter enquanto narrativa de vida.

A pele, em todos os seus sentidos acaba por ser o motor de arranque de todo o trabalho. Percebemos a pele enquanto revestimento externo do corpo, considerado o maior órgão do corpo humano. Mas neste projeto encontraremos também um sentido de uma segunda pele, que podemos entender pelo vestuário, os têxteis, que nos protegem e revestem o nosso corpo.

“O corpo, a pele: tudo o resto é literatura anatómica, fisiológica e médica. Músculos, tendões, nervos e ossos, humores, glândulas e órgãos são ficções cognitivas. São formalismos funcionalistas. Mas a verdade é a pele. Está na pele, faz pele: autêntica extensão exposta, toda voltada para fora ao mesmo tempo invólucro do interior, do saco repleto de borborigmos e de bafios. A pele toca e faz-se tocar. A pele acaricia e afaga, fere-se, esfola-se arranha-se. É irritável e excitável. Apanha sol, frio e calor, vento, chuva, inscreve marcas de dentro – rugas, sinais, verrugas, escoriações e marcas de fora, por vezes as mesmas ou ainda gretas, cicatrizes, queimaduras, incisões.” (Marcos, M. L . & Cascais, A. F. (2004), p.22-23).

Pertencente a esta pele existe a cicatriz. Uma cicatriz é muito mais do que uma marca na pele. É uma historia de vida, que trás consigo recordações de um momento inesquecível. Que pode surguir fruto do acaso, da vontade ou até mesmo daquilo a que muitos chamam de destino. Os médicos explicam ainda que as cicatrizes não desaparecem. Atenuam-se, podem diminuir, mudar ligeiramente de lugar, mudar a cor ou a textura, mas instaladas, não partem, nem tão pouco as cicatrizes psicológicas que trazem consigo. E assim, para cada marca corporal, há uma memória emotiva, determinante e indelével.

“A pele estabelece o limite físico entre a pessoa e o ambiente e é na pele que a cicatriz se fixa. Fissura corporal, abismo emocional, a cicatriz torna-se sinal de identificação. Motivo de espanto, esconde uma história que tem de ser contada. É visual, mas não se esgota na imagem. Pede mais. É justamente a cicatriz que sutura a significação.” (Martins, Christiana (2013) p.26).

Um artigo sobre cicatrizes, expõe o depoimento de uma mulher que afirma “Mesmo que fiquem visíveis, não me importo porque contam a história da minha mudança de vida. (…) Sinto que hoje sou mais eu. Estou mais combativa e já não me preocupo tanto em agradar os outros. Houve uma afirmação da minha personalidade.”, (Martins, Christiana (2013) p.33). Não se trata só da cicatriz, da sua forma feia, chocante ou singular e curiosa que esta possa ter. Mas também tudo o que nela ou a partir dela está envolvido.

A apropriação que faço da minha condição e da cicatriz para este projeto, faz-me referir de algum modo a modelo e atleta Aimee Mullins, que tem as duas pernas amputadas e toma partido da sua condição ou adapta-se á sua condição, para os trabalhos que faz. Ela é aqui referida, especialmente por ter participado em alguns trabalhos de Matthew Barney (Fig.1) e ainda em trabalhos de moda com Alexander McQueen. Onde estes tiram partido precisamente desta sua condição para a construção dos seus trabalhos.

Nesta investigação pessoal, são tratadas questões identitárias, onde revivo todos os sentimentos e emoções, em que me debruço sobre o meu problema, a minha condição, partindo da cicatriz. O que resulta num processo de introspeção, autoconhecimento e ainda um processo de cicatrização. Numa relação constante entre um passado que está no presente e um presente que permanece no passado, que revive/recorda um passado.

H
Fig. 1

Cremaster 3, Matthew Barney, 2002
á uma catarse, inerente à natureza processual e metodológica, que define todo o trabalho. Segundo Aristóteles, a palavra catarsis, significa “limpeza da alma”. Esta catarse, será o que melhor define tudo o que tem vindo a ser desenvolvido e descoberto, durante todo o processo.

Frida Kahlo utiliza o mesmo mecanismo de transferir para as suas pinturas, aquilo que melhor conhece, ela mesma. Assim como acontece neste projeto, Frida Kahlo também em muitas das suas obras pintava a partir de uma circunstância particular da sua vida, um acidente que sofreu ainda jovem. As suas angústias e dificuldades em lidar com a sua condição e as suas dores físicas e psicológicas. Deste modo, esta artista não se considerava uma artista surrealista, pois dizia que não pintava sonhos, mas sim a sua própria realidade.

Esta catarse aqui existente, nos seus aspetos psicanalíticos relaciona-se com sintomas exteriorizados emocionalmente e traumas recalcados. O que nos leva à psicanalise freudiana e ao funcionamento do aparelho psíquico.

De algum modo, considero que este projeto rege-se segundo aquilo a que Freud chama de princípio do prazer. Durante todo o processo de construção do projeto existe um prazer implícito a toda a construção e manipulação têxtil aliada á apropriação que é feita partindo da cicatriz. Ao manipular os tecidos à uma ligação física, um prazer físico.

A psicanálise busca o fundamento oculto dos comportamentos e dos processos mentais, com o objetivo de descobrir e resolver conflitos intrapsíquicos. Na perspetiva freudiana, o nosso inconsciente é sempre uma parte de nós que ficou na primeira infância e que é omnipotente, omnipresente, que não quer saber da realidade e só lhe interessa o princípio do prazer. Esta é uma parte mais infantil que está dentro de nós e é egoísta, tem de arranjar sempre uma maneira de ficar bem, de se sentir bem. É deste modo que a arte é uma excelente maneira de uma pessoa realmente realizar o seu desejo de uma forma que é socialmente aceite, pois através da arte podemos criar, recriar, inventar, extravasar todos os limites e barreira sem nada ter de reprimir. É onde de algum modo trabalhamos a nossa parte mais infantil, mais rebelde e mais autêntica, resolvendo os nossos conflitos intrapsíquicos.

Paula Rego faz o mesmo no seu trabalho, “Com os quadros é a única possibilidade que eu tenho de poder fazer tudo o que se quer. E se não se gosta de uma coisa pode-se cortar, pode-se riscar. Uma pessoa que a gente não gosta, a gente põem lá e depois risca tudo por cima. E pode sair a raiva toda que a gente tem.”(Ramos, Olga (1997) 00.12.09min).


Metodologia


O objetivo nesta investigação é perceber como pode ser fortalecido um projeto individual de pintura e construção têxtil, que parte de uma relação entre moda-arte.

A investigação técnica e conceptual que tem vindo a ser desenvolvida, consiste fundamentalmente em peças escultóricas que executo, através das construções e manipulações têxteis. Mas também através da apropriação da cicatriz, que assume uma intima relação com a pele e o corpo.

É feita uma exploração da matéria têxtil, tendo como referência as bases da moda, através da construção de diferentes texturas, formas, cortes, pespontos, entre outros, moldando, manipulando, costurando e transformando o tecido, que são aliadas/integradas à plasticidade da pintura.

A importância dos têxteis neste projeto, surge pela necessidade e vontade de aliar, pintura e moda. Parto das minhas bases em design de moda, um trabalho já executado em 2008, uma mini coleção, onde o que predomina nas minhas criações, são os tecidos trabalhados, a criação de uma textura de um efeito, através do tecido costurado criando o efeito de pregas em zig-zag. Este era o efeito predominante em toda a coleção, mas não era o único. Deste modo, volto ao passado e aproprio-me destes efeitos criados nos tecidos, e de toda a formação adquirida na confeção de vestuário e transformação dos têxteis. Pego na minha primeira aptidão adquirida, na confeção de vestuário e adapto às artes plásticas, integrando deste modo o têxtil, a pintura e a escultura.

E
Fig. 2

PAP- Mini coleção, Juliana Ribeiro, 2008


xiste um caracter escultórico e meramente plásticos, que tem como influência o trabalho explorado na moda, composto pela construção dos têxteis, pela construção das linhas, de texturas, com cortes, costuras, pespontos, aplicações e bordados, onde existe desta forma uma elaborada construção têxtil integrada com a pintura. O mesmo acontece em Estilistas como Valentino, Alexander McQueen, Dolce & Gabbana, são estilistas de haute couture, onde estes exploram de forma mais arroja as possibilidades matéricas dos tecidos, apostando nos volumes e em tratamentos plásticos distintos, tornando-se estilistas referenciados pelas suas criações escultoricamente elaboradas. A alta-costura possui um trabalho extremamente elaborado onde existe uma proximidade com a escultura, com o design, com a pintura e mesmo a arquitetura que são, por si só, motivos de reflexão sobre a relação entre moda e arte.

O caracter escultórico das construções e a relação intrínseca com os têxteis, também é evidente no trabalho de artistas como Emilie Faif e Deepa Panchamia. Ambas exploram ao máximo as potencialidades do tecido, tirando partido das texturas, das características do tecido e de toda a manipulação a que o submetem para a construção do objeto. Para além desta integração dos têxteis, existe também a utilização de bordados ou de pespontos costurados á máquina, entre outros, como meio de trabalho nas artes, que surge no trabalho de artistas como por exemplo Annika von Hausswolf, Ghada Amer, Eliza Bennet e David Cáta.

É
Fig. 3

Spring-summer collection, Valentino, 2013


na manualidade do têxtil, na exploração do material e experimentação da técnica e sua manipulação, aliada à pintura, que tenho vindo a explorar as formas orgânicas. Peças escultoricamente estruturadas, que construo tendo como referência a cicatriz do meu corpo, aqui, apodero-me dessa forma (o formato da cicatriz), para a construção da sua forma mais abstratizada e de composição mais orgânica da peça.

Processualmente, para a construção destas formas, são retirados diversos decalques e transferências do formato da cicatriz, para o papel. É feita uma recolha exaustiva destes decalques e fotografias, feitos em diferentes datas.

Posteriormente, toda a peça é construída tendo como base essas linhas e formas obtidas, aumentando a sua dimensão, para uma macro escala. O formato orgânico das peças e todas as linhas existentes no seu interior, construídas quer por cortes, pespontos ou vivos em napa, partem desta recolha, deste mapeamento da cicatriz.

A linha possui um caracter essencial, pois existe em todo o trabalho através dos registos, do desenho, construídas através de cortes, pespontos costurados à máquina, aplicações de vivos e os bordados. Para além de estas estarem diretamente relacionadas com as linhas existentes na cicatriz, também estão intimamente relacionadas a uma ideia de sutura.



Fig. 4

Cicatrização, Juliana Ribeiro, 2014

Simultaneamente, é explorada a expressividade do gesto, a matéria, a consistência da tinta e a variação do suporte, o pano-cru, (entre panos crus finos, mais grossos, com mais ou menos algodão, com mais trama ou menos trama), napas e musselines tons carne. Pois a forma como estas variedades de tecidos se relacionam com a pintura, também se reflete em diferentes resultados expressivos e visuais.

Suturas, enxertos, reconstrução do tendão e calcanhar de Aquiles, foram vários os procedimentos cirúrgicos a que fui submetida para a reconstrução do pé. Todos estes aspetos assemelham-se á manipulação que exerço sobre os tecidos no processo de confeção da peça têxtil.

O têxtil adquire um caracter enquanto pele, e é feito um revestimento da peça, do corpo. A peça é revestida por este tecido, como se de uma pele se trata-se.

Neste processo existe uma reflexão e um processo de cicatrização, que impõem relações de planos sensoriais distintos, na aplicação e manipulação dos tecidos construídos aliados à pintura e que nos transporta para conotações ligadas á pele.

Deste modo, este é um projeto em todos os sentidos, autobiográfico e com um grande caracter feminino em toda a sua forma, construção e sentido.

Bibliografia


Fundação de Serralves, Museu de Arte Contemporânea (2004). Paula Rego.  João Fernandes, Ruth Rosengarten, Marco Livingstone.  Porto : Fundação de Serralves.
Freud, Sigmund (2001 [1901]). "Sobre os Sonhos", in Textos Essenciais da Psicanálise (3ª ed. Vol. I).Mem-Martins: Publicações Europa-América.

Heller, Eva. (2012). psicologia das cores : como as cores afetam a emoção e a razão.  trad. Maria Lúcia Lopes da Silva. FBAL.
Kettenmann, Andrea. (2000). Frida Kahlo : 1907-1954.  Köln : Taschen. 

Zamora, Martha. (1992) Frida Kahlo. Paris : Herscher.

 

Martins, Christiana (2013). Cicatrizes: Marcados para a vida. Revista Expresso. (nº21). p. 24-33.22/06/2013.


Miranda, J. A. B. & Coelho, E. P. (2000). Revista de Comunicação e Linguagem: Tendências da cultura contemporânea. (nº28). Relógio d’Agua.
Marcos, M. L. & Cascais, A. F. (2004). Revista de Comunicação e Linguagem: Corpo, Técnica, Subjectividades (nº33). Relógio d’Agua.
Rosenggarten, Ruth. (2004). Compreender Paula Rego : 25 perspectivas.  ( 2ª ed.). Porto: Fundação Serralves.

Webgrafia


http://kelliconnell.com; Acedido 18.11.2014.

http://anateresabarboza.blogspot.com; Acedido 18.11.2014.

http://davidcata.com; Acedido 27.02.2015.

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www.emiliefaif.com; Acedido 17.11.2014.

www.deepapanchamia.com; Acedido 26.02.2015.

www.ghadaamer.com; Acedido 26.02.2015.

www.elizabennett.co.uk; Acedido 27.02.2015.

Filmografia

Ramos, Olga. (1997). Entre Quadros: Paula Rego conversa com Alexandre Melo. (52min). Produção Valentim de carvalho, Lisboa. (Vídeo Cortesia do Professor Diniz Cayolla Ribeiro).

Taymor, Julie. (2003) Frida. Miramax, EUA. (118min).


Referências Bibliograficas

Marcos, M. L . & Cascais, A. F. (2004). Revista de Comunicação e Linguagem: Corpo, Técnica, Subjectividades (nº33). Relógio d’Agua.


Martins, Christiana (2013). Cicatrizes: Marcados para a vida. Revista Expresso. (nº21). p. 24-33.22/06/2013.
Ramos, Olga. (1997). Entre Quadros: Paula Rego conversa com Alexandre Melo. (52min). Produção Valentim de carvalho, Lisboa. (Vídeo Cortesia do Professor Diniz Cayolla Ribeiro).

Índice de Figuras

Fig. 1

Matthew Barney



Cremaster 3, 2002

Website, in https://artperspective.wordpress.com/2013/08/02/aimee-mullins/. Acedido a 02.05.2015

Fig. 2

Juliana Ribeiro



PAP- Mini coleção “Romantic Velvet”, 2008

Fig. 3


Valentino

Spring-Summer Collection Haute Couture, 2013



Vogue Itália. (2013). Edizioni Condé Nast: 2013 Spring fashion. (Nº751). Milano.

Fig. 4


Juliana Ribeiro

Cicatrização

Óleo s/ pano-cru liso e costurado com efeito de pregas zig-zag e aplicações de vivos em napa 290cm x 120cm

2014






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