Ministério da ciência e tecnologia mct programa de apoio a núcleos de excelência edital pronex 2003 parte I – dados gerais



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INTERCÂMBIOS


Aqueles que visam nuclear ou fortalecer grupos emergentes na área de atuação do núcleo

Incrementar o intercâmbio com o Arquivo Histórico da Universidade Federal de Juiz de Fora.
Fortalecer o Núcleo de Pesquisa do Departamento de História e o Laboratório de História Social da Universidade Federal do Espírito Santo.
Fortalecer o Grupo de Pesquisa História de Minas Século XVIII e XIX, sediado na Universidade Federal de São João del Rei.





K) PLANO DE METAS

(Plano de metas e indicadores de progressos anuais ou cronograma físico das atividades a serem desenvolvidas)


Plano de Metas
Ano 1 – Primeiro Semestre: Elaboração de instrumentos de pesquisa Montagem do sistema de informação do oitocentos visando integrar os bancos de dados já existentes dos pesquisadores – Montagem dos bancos de dados sobre escravidão no oitocentos, poder e política no oitocentos e imagens do oitocentos – Normatização das tabelas dos bancos de dados por fundo documental. Encontro de Pesquisadores. Será realizado o 2º Seminário Regional do CEO, em São João Del Rei. nos dias 7, 8 e 9 de maio de 2004. Paralelo ao Seminário, será realizado um Curso de Extensão, ministrado pelos pesquisadores, mestrandos e doutorandos ligados ao projeto, com o foco no tema do projeto para os professores do ensino fundamental e médio da rede privada e pública de ensino. Aquisição de Fontes. Aquisição de fontes microfilmadas produzidas e/ou reproduzidas em instituições de pesquisa onde existem fundos documentais de interesse dos pesquisadores envolvidos, tais como Biblioteca Nacional de Lisboa (Portugal) e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Portugal).
Ano 1 – Segundo Semestre: Elaboração de instrumento de pesquisa. Continuidade da montagem do sistema de informação do oitocentos, bem como dos bancos de dados sobre escravidão nos oitocentos, poder e política no oitocentos e imagens do oitocentos. Encontro de Pesquisadores. Será realizado um Seminário na cidade do Rio de Janeiro com os pesquisadores principais e colaboradores com foco específico no tema do projeto. Este Seminário contará com a presença da Professora Doutora Hilda Sábato, que será a avaliadora e consultora dos resultados do primeiro ano do projeto. Paralelo ao evento mencionado, será realizado um Curso de Extensão, ministrado pelos pesquisadores, recém doutores, doutorandos e mestrandos ligados ao projeto, para os professores do ensino fundamental e médio da rede privada e pública de ensino. Normatização por fundos documentais das tabelas dos bancos de dados existentes ou que venham a ser feitos. Produtos Finais. No final deste semestre, será realizado um concurso de monografias de Mestrado e Doutorado, com a publicação das duas melhores monografias.
Ano 2 – Primeiro Semestre. Elaboração de instrumento de pesquisa. Continuidade da montagem do sistema de informação do oitocentos, bem como dos bancos de dados sobre escravidão nos oitocentos, poder e política no oitocentos e imagens do oitocentos. Continuidade dos trabalhos de normatização das tabelas dos bancos de dados por fundo documental Encontro de Pesquisadores. Será realizado no XXIII Simpósio Nacional de História-ANPUH, em Londrina (PR), o II Encontro Nacional dos Oitocentos, com foco no tema Nação e Cidadania.
Ano 2 – Segundo Semestre. Elaboração de instrumento de pesquisa. Continuidade dos trabalhos de informação do oitocentos, bem como de normatização das tabelas dos bancos de dados por fundo documental. Produto Final. Início da elaboração do material paradidático, fruto das pesquisas dos pesquisadores principais e colaboradores. No final deste semestre, será realizado um concurso de monografias de Mestrado e Doutorado, com a publicação das duas melhores monografias. Publicação de três livros com artigos dos pesquisadores principais e colaboradores, resultados do primeiro e segundo ano de pesquisa.
Ano 3 – Primeiro Semestre. Elaboração de instrumento de pesquisa. Continuidade dos trabalhos de informação do oitocentos, bem como dos normatização das tabelas dos dados. Encontro de Pesquisadores. Realização do 3º Seminário Regional do CEO, em Juiz de For a, Minas Gerais (UFJF). Produto Final. Continuidade da elaboração do material paradidático.
Ano 3 – Segundo Semestre. Elaboração de instrumento de pesquisa. Finalização da montagem do sistema de informação do oitocentos, bem como dos bancos de dados sobre escravidão nos oitocentos, poder e política no oitocentos e imagens do oitocentos. Finalização dos trabalhos de normatização das tabelas dos bancos de dados por fundo documental. Seminário Internacional na cidade do Rio de Janeiro com a presença de professores estrangeiros com pesquisa no tema Nação e Cidadania, bem como dos pesquisadores principais e colaboradores. Produto Final. No final deste semestre, será realizado um concurso de monografias de Mestrado e Doutorado, com a publicação das duas melhores monografias. Publicação de três livros com artigos dos pesquisadores principais e colaboradores, resultados do terceiro ano de pesquisa. Finalização da elaboração de material paradidático.
OBS: A aquisição de fontes, tais como microfilmes, será feita ao longo de todos os anos.





1 The politics of Aristotle. Organization and notes by Ernest Barker. New York and London: Oxford University Press, 1948.

2 Rousseau, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

3 Auguste Comte: Sociologia. Introdução de Evaristo de Moraes Filho. São Paulo: Ática, 1978.


4 Alexis De Tocqueville, Democracy in America. New York: Vintage Books, 1990.

5 Alberto Torres, A organização nacional. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1938.

6 Oliveira Viana, Instituições políticas brasileiras. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.

7 A antiga visão da comunidade imaginada, tal como pensada por Benedict Anderson tem sofrido várias críticas. Cf. Benedict Anderson. Nação e Consciência Nacional. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. São Paulo: Editora Ática, 1989. Novas propostas de análise dessas questões, incluindo as críticas e os debates, podem ser encontradas em Balankrishnan Gopal (org.) Um mapa da questão nacional. Rio de Janeiro: Contraponto Editora, 2000.

8 As bases da chamada história política renovada foram definidas e sintetizadas por René Remond. Ver, René Remond, Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora UFRJ/Editora FGV, 1996. Ver, também,, Serge Bernstein & Pierre Milza, (dir.), Axes et méthodes de l’histoire politique. Paris: PUF, 1998.

9 Roberto Schwarz, “As idéias fora do lugar”, in Ao Vencedor as Batatas. São Paulo, Duas Cidades, 1977. Para um exemplo da histografia contemporânea que trabalha a partir do mesmo referencial conceitual, ver Richard Graham, “Ciudadanía y Jerarquia en el Brasil esclavista”, in Hilda Sábato (edit.), Ciudadanía política y formación de las naciones: perspectivas históricas de América Latina. México, Fondo de Cultura Económica, 1999.

10 FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. "As idéias estão no lugar". Caderno de Debates, São Paulo, no. 1, 1976.

11 Caio Prado Jr., Evolução Política do Brasil e outros Estudos. São Paulo: Brasiliense, 1979; Nelson Werneck Sodré, Capitalismo e Revolução Burguesa no Brasil. Rio de Janeiro, Graphia, 1997 (2a. edição); Emília Viotti da Costa, "Introdução ao Estudo da Emancipação Política do Brasil" In Mota, C. G. (org.) Brasil em Perspectiva. SP, DIFEL, 1971; John Armitage, História do Brasil. São Paulo, EDUSP/ Belo Horizonte, Itatiaia, 1981.

12 Lucia Maria Paschoal Guimarães, “Debaixo da imediata proteção de Sua Majestade Imperial: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro”. Revista do IHGB, Rio de Janeiro nº. 388, 1995.

13__________, “Francisco Adolfo de Varnhagen – História geral do Brasil”. In: Lourenço Dantas Mota (org.), Introdução ao Brasil: um banquete no trópico. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2001, v.2, p. 75-96.

14 Maria Odila da Silva Dias, “A interiorização da metrópole”, in (1808 – 1853)”, in MOTA, Carlos Guilherme (org.). 1822 Dimensões. São Paulo, Perspectiva, 1986.

15 CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política imperial e Teatro de Sombras: a política imperial. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003 (2a. edição). Ilmar R. de Mattos. O Tempo Saquarema: a formação do Estado imperial. São Paulo: Hucitec, 1990.

16 Ilmar R. de Mattos, op. cit.; Gladys Sabina Ribeiro, A liberdade em construção: identidade nacional e conflitos antilusitanos no Primeiro Reinado. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2001; Márcia Berbel. Deputados do Brasil nas Cortes Portuguesas de 1821-1822. São Paulo, Hucitec, 1999; Iara Lis Carvalho Souza, Pátria coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780-1831) São Paulo, Unesp, 1999.

17 Salles, Ricardo, Guerra do Paraguai: escravidão e cidadania na formação do exército, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1990. Ver também, do mesmo autor, Nostalgia Imperial: a formação da identidade nacional no Brasil no Segundo Reinado. Rio de Janeiro, Topbooks, 1996.

18 Martha Abreu, O Império do Divino, Festas Religiosas e Cultura Popular no Rio de Janeiro, 1830-1900. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998; João José Reis, A Morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo, Companhia das Letras, 1991. Do mesmo autor, ver “Identidade e diversidades étnicas nas Irmandades negras no tempo da escravidão”, in Tempo. Rio de Janeiro: , v.2, n.3, p.7 - 22, 1997; “De Olho no Canto: Trabalho de Rua na Bahia na Véspera da Abolição”, in Afro-Ásia. Salvador, v.24, p.199 - 242, 2000; Rebelião Escrava no Brasil. São Paulo, Cia. das Letras, 2003 (nova edição revista e ampliada).

19 José Murilo de Carvalho, “Cidadania: tipos e percursos”, in Estudos Históricos vol. 9, no. 18, 1996, p. 355 e Desenvolvimiento de la Ciudadanía en Brasil. México, Fondo de Cultura Económica, 1995, p. 51. Ver também, do mesmo autor, “Dimensiones de la ciudadanía en el Brasil del siglo XIX”, in Hilda Sábato (edit.), Ciudadanía política y formación de las naciones... De T.H. Marshall, ver “Cidadania e Classe Social” in Cidadania, Classe Social e Status. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1967. Para críticas e reflexões sobre o trabalho deste autor, ver Albert O. Hirschman. A Retórica da Intransigência: perversidade, futilidade, ameaça. São Paulo, Companhia das Letras, 1995; Bryan S. Turner, “Outline a Theory of Citizenship”, in Sociology, vol. 24, no 2, Maio 1990, p. 189-217; Maurice Roche, “Citizenship, Social Theory, and Social Change”, in Theory and Society, vol. 16, no 3, Maio 1987, p. 363-399; Anthony W. Marx, “Contested Citizenship: The Dynamics of Racial Identity and Social Movements”, in Charles Tilly (org.). Citizenship, Identity and Social History. International Review of Social History vol. 40, Supplement 3, 1995, p. 159-183; Martin Bulmer & Anthony M. Rees (orgs.). Citizenship Today: the Contemporary Relevance of T.H. Marshall. Londres, UCL Press, 1996.

20 Hebe Maria Mattos. Das Cores do Silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista - Brasil séc. XIX. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998; Sidney Chalhoub, Visões da Liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo, Companhia das Letras, 1990; Keila Grinberg, O Fiador dos Brasileiros: cidadania, escravidão e direitos civis no tempo de Antonio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003; Joseli Mendonça, Entre A Mão e os Anéis: a lei dos sexagenários e os caminhos da abolição no Brasil. Campinas, Editora da Unicamp, 1999; Eduardo Spiller Pena. Pajens da Casa Imperial: Jurisconsultos e escravidão no Brasil do século XIX. Campinas, Editora da Unicamp, 2001; Elciene Azevedo, Orfeu de Carapinha: a trajetória de Luiz Gama na Imperial Cidade de São Paulo. Campinas, Editora da Unicamp, 1999. SCOTT, Rebecca, Holt, Thomas & Cooper, Frederick. Beyond Slavery: Explorations of Race, Labor, and Citizenship in Postemancipation Societies. Chapel Hill e Londres, The University of North Carolina Press, 2000.

21 Gladys S. Ribeiro, op. cit.; Lucia M. Bastos Pereira das Neves, Corcundas e Constitucionais: A Cultura Política da Independência (1820-1822). Rio de Janeiro, Revan/Faperj, 2003. Ver também, desta autora, “Brasileiros e portugueses: ambivalência de imagens, na primeira metade do oitocentos”, in Revista da Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica. Curitiba, v.1, p.125 - 136, 2003.

22 René Remond, Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora UFRJ/Editora FGV, 1996, p. 22-23.

23 José Murilo de Carvalho, “Primeiros passos (1822-1930), in: ______, Cidadania no Brasil: o longo caminho. 2ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 15-83”.

24 Lawrence Stone, “Prosopogrphy”, in ________, The past and the present revisited. London and New York: Routledge & Kegan Paul, 1987, p.45-73

25 Jean Brémond, Dictionnaire de la pensée politique. Paris: Hatier, 1989, p. 455-6.

26 Ver, Jüergen Habermas, Mudança Estrutural na Esfera Pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1978 (primeira edição de 1954). Ver, também, Reinhard Koselleck, Le Règne de la critique, Paris: Éditions EHESS, 1979, (primeira edição de 1953).

27 Maurice Agulhon, “Le cercle dans la France bourgeoise 1810 - 1848”, Cahier des Annales, Paris, n° 36, 1977.

28 Gille Le Béguec, “Les circuits de formation du personnel politique”, in: BERSTEIN, Serge & MILZA, Pierre (dir.), Axes et méthodes de l’histoire politique. Paris: PUF, 1998, p. 303-318.

29 Rainer Hüdemann, “Les groupes parlementaires dans les stades de formation du parlementarisme français au XIX siècle. Méthodes d’analyse et typologie”, in: BERSTEIN, Serge & MILZA, Pierre (dir.), idem, p. 319-333.

30 Dominique Julia, “La violence des foules: peut-on élucider l’inhumain?”, in: ______ & Boutier, Jean (dir.), Passés Recomposés. Camps et chantiers de l’histoire. Paris: Autrement, 1995, 208-223.

31 Eugene Genovese, From Rebellion to Revolution Afro-American - Slave Revolts en the Making of the Modern World, Lousiana (USA): Louisiana State University Press, 1983. Tradução brasileira: Da Rebelião à Revolução, São Paulo: Global, 1983.

32 Ver, ainda, John G. A. Pocock, Virtue, Commerce and History, Cambridge (UK): University of Cambrige, 1985, 1-34.

33 Clifford Geertz, A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. Pierre Bourdieu, O poder simbólico, Lisboa: Difel, 1989.

34 Raoul Girardet, Mitos e mitologias políticas. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

35 José Murilo de Carvalho, A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

36 Roger Chartier, À beira da falésia: a história entre incertezas e inquietudes. Tradução de Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1998.

37 Bernard Guenée & Jean-François Sirinelli “L’Histoire Politique”, in Bedarida, François (org.), L’histoire et le métier d’historien em France 1945-1995. Paris: Éditions de la Maison des sciences de l’homme, 1995, p. 301-310.

38 Quentin Skinner, As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. Ver, ainda, John G. A. Pocock, op. cit.

39 Roger Chartier, A história cultural: entre práticas e representações. Tradução. Lisboa: DIFEL, 1990. Ver, também, Daniel Roche, Les républicains des lettres, Paris: Seuil, 1988.

40 Pierre Rossanvallon, Le sacre du citoyen. Histoire du suffrage universel em France. Paris: Gallimard, 1992, p. 299-307.

41 Ver, Michel Winock, O século dos intelectuais. Tradução de Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000 (Edição francesa de 1997). Ver, ainda, TREBITSCH. Michel Trebitsch & Marie Christine Granjon (dir.),. Pour une histoire comparée des intellectuels. Paris: Editions Complexe: IHTP/CNRS, 1998, p.21-23.

42 Pierre Nora, Les lieux de mémoire. Paris: Gallimard, 1986-1992, 7v.

43 Jean-PierreRioux, 1998. “A memória coletiva”, in RIOUX, J.P., & SIRINELLI, J. F., Para uma história cultural. Tradução Ana Moura. Lisboa: Editorial Estampa, 1998, p. 307-334 (Edição francesa de 1997).






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