Mixer, Globo Filmes e Downtown apresentam Confia em Mim



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Mixer, Globo Filmes e Downtown

apresentam
Confia em Mim
85 minutos|Cor|Plano|Dolby 5.1
Com Mateus Solano e Fernanda Machado

Direção de Michel Tikhomiroff

APRESENTAÇÃO
Os atores Mateus Solano e Fernanda Machado protagonizam um suspense no filme Confia em Mim, dirigido por Michel Tikhomiroff. O longa-metragem tem produção da Mixer em coprodução com a Globo Filmes e a Rede Telecine. A distribuição é da Downtown Filmes com codistribuição da Paris Filmes.
Fernanda Machado vive Mari, uma promissora chef de cozinha que sonha ter seu próprio restaurante.A Mari não é aquela heroína bobinha, ingênua. É uma personagem totalmente possível, com quem as mulheres se identificam: uma pessoa inteligente, batalhadora, que se vê vítima de um golpe. Isso acontece com muitas mulheres inteligentes que a gente conhece”, descreve Fernanda. Para o papel, a atriz teve aulas com o chef André Otero e frequentou cozinhas de restaurantes em funcionamento. “Eu preparei os pratos de verdade em cena”, conta.
Na trama, enquanto passa por um momento profissional complicado, Mari acaba se envolvendo com o sedutor Caio, personagem de Mateus Solano. Homem de negócios, ele dará as condições para a chef realizar o sonho de comandar um restaurante. Porém, as coisas não são exatamente o que parecem ser.
“O filme é sobre confiança, em si mesmo e nos outros, e sobre a verdade. É sobre o que pode estar por trás das aparências”, define o diretor, Michel Tikhomiroff, que foi encontrando, aos poucos, o tom de suspense da produção. “Foi a própria vocação da história que a levou a ser um suspense psicológico, um gênero que se faz pouco no Brasil. A tensão não vem de grandes cenas de ação, mas do fato de não conhecermos totalmente o antagonista e não sabermos até onde ele pode chegar. Esse perigo iminente é que gera as cenas mais tensas do filme”, conta ele, que trabalhou ao lado do roteirista Fabio Danesi.
Filmado durante quatro semanas em Paulínia e Campinas (São Paulo), com orçamento de R$ 5 milhões, Confia em Mim tem trilha sonora assinada pelos produtores Rica Amabis, Luca Raele e Tejo Damasceno. A direção de fotografia é de Rodrigo Monte e a direção de arte de Isabelle Bittencourt.

SINOPSE CURTA

Confia em Mim – Direção de Michel Tikhomiroff (Brasil, 2013). Chef de cozinha talentosa, Mari sonha ter seu próprio restaurante. Ela se envolve com o sedutor Caio, que oferecerá condições para a chef realizar seu sonho. Porém, as coisas não são o que parecem ser. Com Mateus Solano, Fernanda Machado, Fernanda D’Umbra e Bruno Giordano. Duração: 85 min. (Brasil, 2013). Gênero: suspense.
SINOPSE LONGA
Confia em Mim – Direção de Michel Tikhomiroff (Brasil, 2013). Chef de cozinha talentosa, mas insegura, Mari sonha ter seu próprio restaurante. Ela passa por um momento profissional difícil, trabalhando sob as ordens de um chef autoritário e que reprime seu talento. Um dia ela conhece o sedutor Caio, que lhe dará as condições para realizar seu sonho. Empreendedor, Caio mostra a Mari que ela pode assumir um restaurante próprio e se dispõe a investir nela. Porém, as coisas não são exatamente o que parecem ser. Com Mateus Solano, Fernanda Machado, Fernanda D’Umbra e Bruno Giordano. Duração: 85 min. (Brasil, 2013). Gênero: suspense.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Michel Tikhomiroff

Roteiro: Fabio Danesi

Produtores: João Daniel Tikhomiroff; Michel Tikhomiroff; Hugo Janeba; Vicente Amorim; Eliane Ferreira

Produção Executiva: Caique Ferreira

Direção de Fotografia: Rodrigo Monte, ABC

Montagem: Gustavo Giani

Direção de arte: Isabelle Bittencourt

Trilha sonora: Rica Amabis, Luca Raele e Tejo Damasceno

Som direto: José Louzeiro, ABC

Figurino: David Parizotti

Maquiagem: Donna Meireles

Distribuição: Downtown Filmes / Paris Filmes

Coprodução: Globo Filmes

ELENCO PRINCIPAL

Mateus Solano – Caio

Fernanda Machado – Mari

Fernanda D’Umbra – Teresa

Bruno Giordano – Vicente

Clarisse Abujamra – Beatriz

Janaina Afhonso – Joana

Patrícia Pichamone – Paula

Fabio Herford - Edgar

ENTREVISTA – Mateus Solano
É um desafio manter o mistério do personagem e não entregar suas intenções”
Mateus Solano tem mais de 12 anos de experiência como ator. Formado em Artes Cênicas pela UniRio, teve destaque na TV ao interpretar Ronaldo Bôscoli na minissérie Maysa – Quando Fala o Coração. Em 2010, interpretou os gêmeos Jorge e Miguel na novela Viver a Vida. Por seus personagens, ganhou o prêmio Melhores do Ano, do Domingão do Faustão, na categoria Melhor Ator Revelação, Meus Prêmios Nick (Ator Favorito), Troféu Imprensa (Revelação do Ano) e Prêmio Contigo! de TV (Melhor Ator de Novela). Entre outros trabalhos, em 2013, Mateus interpretou o vilão Félix Khoury em Amor à Vida. Pelo papel, recebeu o Prêmio Extra de Televisão como Melhor Ator e, mais uma vez, o troféu Meus Prêmios Nick de Ator Favorito. No cinema, o ator está no elenco de Linha de Passe, Alice e A Novela das Oito e no ainda inédito O Menino no Espelho.
Como foi o convite para o filme?

Estava doido para fazer cinema, uma coisa nova para mim. Na época, o Michel disse que me convidou pelo meu trabalho na novela Viver a Vida, em que eu fiz gêmeos idênticos com personalidades diferentes. O Caio é um personagem fascinante, bem diferente do que eu já tinha feito. Ele é muito carismático. Ao contrário do Félix, de Amor à Vida, que atrai pelas barbaridades que fala, por ser irritante, o Caio parece um príncipe encantado. Mas percebe-se que ele é mais que isso. É um personagem complexo.
O personagem é também um pouco ator, ele não é quem parece ser. É difícil achar o tom da atuação?

Esse personagem foi muito interessante. Foi um desafio manter o mistério e ter uma atuação que não entregasse as suas intenções. Não se pode atuar mais do que a medida. Tem que pensar com a cabeça do público e entender o momento em que ele vai descobrir a verdade. O Caio nega o que fez até o fim e só no seu último olhar é que percebemos quem ele realmente é. Mesmo sem saber sobre o passado do personagem, a gente percebe que o Caio é experiente nas atitudes que toma. Não seria a primeira e nem a última vez em que ele agiria como agiu com a Mari.
Em um filme intimista como esse, o trabalho do ator conta muito. Como foi sua relação com o diretor?

O Michel trabalha muito com o ator e a gente vê que ele gosta muito de dirigir os atores. Foi uma relação muito bacana. Como diretor, ele tem que se preocupar com o todo, mas a gente sente que, em primeiro lugar, vem o ator. Antes de filmar nas locações, ensaiamos no estúdio com o cenário todo marcado com fita crepe, meio no estilo do filme Dogville. Essa experiência foi preciosa, porque entramos nos cenários já muito à vontade e com todas as relações entre os personagens construídas. Michel é um diretor muito seguro, sabe bem o que quer. Eu nem me lembrava de que era seu primeiro filme porque ele não tinha nada de estreante. E trabalhar com a Fernanda Machado foi uma delícia, é uma pessoa muito querida.



ENTREVISTA – Fernanda Machado
A Mari descobre uma força que ela mesma não sabe que tem”
Fernanda Machado começou a atuar aos 12 anos, em Maringá, no Paraná. Em 2004, após ser vista no Festival de Teatro de Curitiba, foi convidada para sua primeira novela, Começar de novo, na Rede Globo. Depois disso, não parou mais. Em 2007, por conta de seu desempenho em Paraíso Tropical, recebeu o prêmio Melhores do Ano, do Domingão do Faustão, como Melhor Atriz Coadjuvante. Na novela Amor à Vida, teve muito sucesso como a personagem Leila. No cinema, a atriz ganhou destaque ao participar de Tropa de Elite. Fez ainda Amanhã Nunca Mais e Mentiras Sinceras. Em breve, poderá ser vista nos cinemas também no filme americano The Brazilian, sua estreia em Hollywood. 
O que a levou a aceitar o convite para o filme?

A primeira coisa que me chamou a atenção foi a oportunidade de contar a história de uma mulher. Porque eu fiz filmes incríveis, como Tropa de Elite, mas sempre estive ali para ajudar a contar a história dos “meninos”. Agora, era a chance de falar das meninas. Depois, o que me atraiu foi o fato de a Mari ser uma personagem muito real, totalmente possível. Ela é muito talentosa, mas não acredita nesse talento todo. É insegura. Ela não é aquela heroína bobinha, ingênua, que é enganada. É uma pessoa inteligente, batalhadora, que passa por um golpe como muitas mulheres inteligentes que a gente conhece.
Eu e o Michel tínhamos muita preocupação em não deixar a Mari ficar chatinha, “banana”. A gente sabe como o público gosta de torcer pelos maus. Depois do filme, com a experiência de fazer a vilã na novela Amor à Vida (a personagem Leila), vi isso pessoalmente. Mas a Mari descobre uma força que ela mesma não sabe que tem. É essa determinação que muda toda a vida dela.
Até a postura corporal dela muda, não é? Fica mais ereta e o andar mais firme.

Sim, é o desabrochar dela. Nessa fase botamos um rabo de cavalo, uma postura mais prática. Cinema é legal porque você tem o gráfico da personagem muito claro. E trabalhar com o Michel foi muito bom, ele é um superparceiro. Tivemos um período de ensaio perfeito para estudar e estabelecer todas as relações.
Como foi o trabalho com o Mateus? Vocês já se conheciam?

A gente já se conhecia porque eu trabalhei com a Paula Braun, mulher dele, no filme Amanhã Nunca Mais. Mateus é um grande parceiro, gosta da contracena, da troca. É criativo e uma pessoa deliciosa. Ele e meu namorado ficaram melhores amigos, a gente tinha que ir buscá-los no camarim, porque eles não saíam de lá, conversando, fazendo uns vídeos engraçados. Depois foi uma delícia reencontrá-lo na novela.
Na preparação para o papel, você fez laboratório com um chef. Como foi essa experiência?

Foi sensacional. Eu já cozinhava, mas aquele básico para me virar. Fiz o treinamento em uma escola de gastronomia com o chef André Otero e fomos a cozinhas de restaurantes onde ele prestava assessoria. Passamos um dia em um bufê self-service, uma cozinha movimentada, bem pesada mesmo. Depois ficamos na cozinha de um bistrô, mais elaborada. O trabalho na cozinha é muito pesado, corrido, horas em pé. Eu já admirava muito os chefs e depois desse filme passei a admirar mais ainda.

Também treinava muito no quarto do hotel. Salteava feijão cru na frigideira, cortava cebola. Passei o filme inteiro com um curativo no dedo, era meu acessório. Em cena, eu preparei os pratos de verdade. Foi bem intenso, porque eu tinha que criar intimidade com aquele universo muito rápido, coisa que os chefs levam anos aprendendo.
Aprendi muita coisa com esse filme que eu levo para a vida, e não só em termos de gastronomia. Logo depois do filme eu fiz um almoço para a família e meu pai elogiou: “Nossa, esse filme foi bom para você”. E eu brinquei: “Foi bom pra vocês, né?” (risos).
Você aprendeu a fazer o gaspacho de melancia que a Mari faz no filme?

Sim! A aparência é igual ao de tomate, mas é adocicado. É um prato inusitado e muito simbólico do filme: parece, mas não é.

DIRETOR – Michel Tikhomiroff
Quis contar essa história sob a ótica da vítima, que é um ponto de vista mais original”
Michel Tikhomiroff é diretor de filmes e diretor artístico da área de desenvolvimento de conteúdo da Mixer. Apaixonado por dirigir atores e por todas as formas de storytelling, formou-se em cinema pela Tisch School of the Arts - Film and Television da New York University. De volta ao Brasil, passou a dirigir comerciais e levou, entre outros prêmios, três Leões no Festival de Cannes. Michel iniciou sua incursão no conteúdo com o docudrama Europa Paulistana, que foi semifinalista no Emmy Internacional. Michel fez a codireção geral de Julie e os Fantasmas para a Band e Nickelodeon. A produção ganhou o prêmio da APCA de melhor série infanto-juvenil em 2011 e foi finalista no Emmy Internacional. Atualmente dirige a segunda temporada da série dramatúrgica O Negócio para o canal HBO.
Você se inspirou numa história real, um golpe sofrido por uma amiga sua. Como foi essa transposição para um filme de ficção?

Um dia, um amigo me ligou dizendo que não podia me encontrar, como combinado, porque estava na delegacia com a irmã. Ela tinha sido vítima de um golpista com quem tinha se envolvido. Eu respondi, meio brincando: “Depois me conta direito essa história que vou fazer um filme”. Com o tempo, fazendo o roteiro, fui me distanciando da história real, quase nada ficou. Mas ficou a essência: como mulheres inteligentes e bem-sucedidas caem na sedução de pessoas assim, que têm um perfil de psicopata.


Quis contar essa história sob a ótica da vítima, que me parece um ponto de vista original. A vítima tem uma curva dramática mais interessante, porque o psicopata sempre termina como começou. Ele não muda. As vítimas de golpes têm um sentimento de frustração muito grande e se sentem profundamente traídas. Chegam ao fundo do poço e querem vingança.
No filme, a Mari é talentosa, mas não tem muita autoconfiança. No momento em que ela começa a conquistar essa confiança, leva uma rasteira e precisa reconstruir toda a sua vida. Nosso desafio era transformar uma pessoa normal em heroína. Porque o psicopata, o personagem fora do ordinário, tem um poder de atração muito grande. O filme mostra uma personagem que acaba se tornando tão forte que dá a volta por cima usando as mesmas armas de quem a fez sofrer.
O filme é intimista, com poucos personagens. O foco foi mais na psicologia mesmo dos personagens, na relação entre eles? Como você definiria o filme?

É um suspense psicológico. Ele acompanha a Mari e o processo dela. Em um primeiro momento há o encantamento por aquele homem dos sonhos, que chega num momento de fragilidade. Mas logo vem o choque de realidade. O filme é sobre confiança em si mesmo e nos outros, e sobre a verdade. É sobre o que está por trás, sobre como as coisas não são o que parecem ser.


Como você se preparou para dirigir um longa com clima de suspense?

Na preparação, fui revisitar os filmes dirigidos por Hitchcock e até filmes que não são propriamente suspense, como os de David Mamet e Tarantino. A tensão do filme não vem de grandes cenas de ação, mas do suspense psicológico. De você não conhecer totalmente o antagonista e não saber até onde ele pode chegar. Esse perigo iminente é que gerou as cenas mais tensas do filme.


Fui descobrindo aos poucos o filme que eu queria fazer, com várias versões do roteiro. Fiquei muito feliz com o roteiro final do Fabio Danesi. Eu peguei uma versão anterior, reescrevi tudo o que eu queria e passei para ele. O feedback dele veio com tudo o que eu estava buscando e, a partir daí, reconstruímos o filme juntos. Fui para o set seguro por ter um roteiro consistente, com personagens sólidos.

Vocês ensaiaram bastante antes de filmar, com a marcação do cenário no chão, como num palco. Como é seu método de trabalho?

Eu gosto muito de trabalhar com os atores. Gosto de estabelecer essa linha direta, essa cumplicidade. A gente procurou ensaiar nas próprias locações. Nas que ainda não estavam prontas, eu pedi que a direção de arte desenhasse todo o cenário no chão, com fita crepe, para a gente já ensaiar ali. E foi ótimo porque chegamos às filmagens prontos, muito ajustados. Mas, ao mesmo tempo, em algumas cenas cruciais a gente parava de ensaiar um pouquinho antes de atingir a maturidade, para guardar o frescor, o clímax para o set.


O trabalho com os atores foi fantástico. Na escolha do elenco, primeiro eu cheguei ao Mateus, quando ele estava fazendo os gêmeos da novela Viver a Vida. Foi sugestão da minha mulher. Mateus é bonitão, mas que tem um olhar ambíguo, que pode ser de bonzinho e pode não ser. Quando nos encontramos, vi que ele era uma simpatia, muito carismático. Era o cara.
Depois cheguei à Fernanda, em quem eu tinha originalmente pensado para outro projeto da Mixer. Mandei o roteiro para ela e no primeiro telefonema vi que a gente tinha uma sintonia perfeita. Ela entendeu totalmente o personagem e um completava a frase do outro na conversa. Foi fantástico. Fernanda se dedicou muito ao filme, ela é muito estudiosa, ensaiou muito. Anotava o roteiro inteiro com cores diferentes, uma para cada intenção da personagem. Era impressionante o roteiro dela todo colorido de caneta.
Você também gosta de cozinhar, como a Mari?

Adoro! Quando a gente decidiu, no roteiro, que a personagem seria chef de cozinha, para mim foi um prazer pessoal. Cozinho muito em casa e meu apartamento foi todo reformado em função da cozinha. Não tenho nenhuma especialidade, vou fazendo pelo gosto da experiência. Assisto a todos os programas de culinária da TV, adoro. Eu só consegui assistir a uma das aulas do chef André Otero, que deu consultoria ao filme, mas já foi ótimo, aprendi vários truques na cozinha.


Fale um pouco sobre a trilha sonora. Como ela colabora para o clima do filme?

Eu e o Rica nos conhecemos desde a faculdade, já dividimos apartamento, eu participei do primeiro disco dele. Essa afinidade ajudou a chegar ao resultado de maneira tranquila. Gosto muito da sonoridade da trilha. Acho que ela mantém a pertinência ao gênero do filme, mas acrescenta originalidade e não cai no lugar comum.




PRODUTOR – João Daniel Tikhomiroff
Os personagens duelam o tempo todo, criando a atmosfera de thriller”
O cineasta João Daniel Tikhomiroff é fundador e Executive Chairman da Mixer. Sua presença tem sido uma constante na indústria da publicidade internacional. Como diretor de comerciais, ganhou 41 Leões no Cannes Lions International Advertising Festival, tornando-se o segundo diretor mais premiado no festival. É o único diretor latino-americano selecionado entre os 32 melhores do mundo no The Commercial Book (D&AD British Yearbook). Produziu dezenas de séries e documentários para as principais redes de TV, nacionais e internacionais. Dirigiu o longa Besouro, selecionado e premiado em vários festivais, como o de Taormina (Itália), Festival de Berlim, ReelWorld Film Festival (Toronto), Sitges (Espanha), Pan African Film Festival (Los Angeles), além de três Grandes Prêmios do Cinema Brasileiro (Academia Brasileira de Cinema).
“Acho que o filme tem vários elementos para atrair o público. Ele segue um gênero pouco visitado pelo cinema brasileiro, o drama de suspense. É um filme que não apresenta alguns ingredientes mais usuais da nossa cinematografia, como o exotismo ou a comédia, e se aproxima mais de um tipo de filme que a gente costuma ver no cinema americano, francês, argentino. Ao mesmo tempo, é um filme que tem o nosso jeito, com personagens que a gente vê toda hora nos jornais, em notícias sobre golpistas, estelionatários.
A história se passa em São Paulo e tem as características da cidade, mas poderia se passar em qualquer grande metrópole do mundo. O filme tem um caráter universal. O que amarra tudo é a história, não a localização geográfica. Os personagens duelam o tempo todo, criando essa atmosfera de thriller. O grande desafio foi imprimir São Paulo em Campinas e Paulínia de maneira realista”.

PRODUTORA – Eliane Ferreira

Nossa vítima é também nossa heroína, então não foi difícil que todos se apaixonassem pelo projeto logo de cara!”

Experiente na área de produção e de distribuição de filmes nacionais, com mais de 30 projetos no currículo, Eliane Ferreira é diretora de Conteúdo e Negócios da Mixer, coprodutora do filme Mato sem Cachorro (2013). Eliane atuou nas áreas de captação de recursos através de leis de incentivo, agentes de vendas, distribuidores e parceiros internacionais, além de ter sido, durante seis anos, produtora-executiva da Mixer, assinando a produção dos filmes Besouro (2009), de João Daniel Tikhomiroff, e Corações Sujos (2001), de Vicente Amorim.

“O Michel Tikhomiroff foi quem surgiu com a ideia da trama. Ele se inspirou em uma história real, que aconteceu com uma amiga e pessoas conhecidas dele. Com o roteiro do Fabio Danesi, a ficção ganhou espaço e a história tomou forma. O incrível deste filme é que ele tem uma proposta e enredo diferentes do que costumamos ver no cinema nacional. É uma narrativa despretensiosa, que conta a história do ponto de vista da vítima, sem torná-la um mártir. Nossa vítima é também nossa heroína. Não foi difícil que todos se apaixonassem pelo projeto logo de cara! Assim, nascia o nosso filme, lá em 2009. Desde então, o longa sofreu algumas mudanças, amadureceu, como não podia deixar de ser, e foi se tornando a produção que é hoje. 



Confia em Mim é um filme adulto. Não pelas suas cenas, porque não temos nada de sexo ou violência explícita, mas por sua temática. A trama tem forte apelo psicológico, e vai se mostrando bem mais complexa do que aparenta ser de início”.

ELENCO
Fernanda D’Umbra (Teresa)
Formada pela Escola de Arte Dramática da USP, Fernanda D’Umbra fez carreira no teatro. Trabalhou com Cacá Rosset no Teatro do Ornitorrinco, e com o grupo Cemitério de Automóveis, de Mário Bortolotto. Foram mais de 40 espetáculos com o grupo, como atriz e produtora, em 10 anos. Na TV, Fernanda se destacou no seriado Mothern (GNT). No cinema esteve no filme Boleiros 2.
“A Teresa é aquela amiga que vê tudo, mas não quer ver. Ela sente que alguma coisa não se encaixa no conto de fadas que a Mari está vivendo, mas quer acreditar que está errada. Ela torce para o errado. Torce para as suas desconfianças não terem fundamento, porque não quer ver a amiga sofrer. E também não quer ser a amiga chata, que fica botando a outra para baixo, por isso ela embarca na vibração da Mari. Mas, às vezes, é a chata que gosta da gente de verdade.
Adoro esse ‘casual’ do filme. Sou apaixonada pelas histórias desses canalhas caseiros, próximos, que podem entrar na vida de qualquer um. Sou viciada em crimes, coleciono livros, gibis, assisto ao canal Investigation Discovery. Vi um documentário sobre um homem que foi preso depois de ter casado com várias mulheres e ter dado golpe nelas. No fim, perguntaram a uma das mulheres o que ela sente em relação ao homem. E ela respondeu: ‘Eu sinto muita falta dele’. Aí a gente vê o que é o amor, como a paixão turva os nossos olhos. E o filme mostra muito bem essa violência amorosa, como ela pode levar alguém ao fundo do poço”.
Bruno Giordano (Vicente)
Com formação teatral, Bruno Giordano trabalhou com diretores como Plínio Marcos, Antunes Filho, Fauzi Arap e Domingos de Oliveira. Em TV, seu último trabalho foi o seriado Sessão de Terapia (HBO). No cinema, Esteve em filmes como Bellini e a Esfinge e Se Nada Mais Der Certo. Ganhou prêmio de Melhor Ator no Festival de Gramado e no Festival de Recife com o curta-metragem E no Meio Passa um Trem, produzido pela O2.
“O meu personagem, o policial Vicente, é o único que estende a mão para a Mari. Quando ela vai à delegacia denunciar ter sido vítima de um golpe, é humilhada pelos policiais. O Vicente toma as dores dela e passa a ajudá-la.
O interessante no filme é que não fica clara a motivação do personagem para ajudar a Mari. Isso torna a situação mais universal, porque dá espaço para cada espectador trazer a sua vivência ao interpretar a atitude dele. Pode ser por um gesto de humanidade, um interesse na Mari, por ele ser um homem solitário, enfim, a estrutura dramatúrgica do filme deixa tudo em aberto”.

ROTEIRO – Fabio Danesi
Percebemos que na insegurança da Mari estava o coração do filme”
Fábio Danesi foi coroteirista-chefe da série O Negócio (HBO), criador do seriado Agora Sim (Sony) e também criou, além de ser roteirista chefe, o seriado infanto-juvenil Julie e os Fantasmas, vencedor do prêmio APCA e finalista do Emmy Internacional. Além destes, foi roteirista da série Mothern (GNT), entre outros programas de TV. É autor do livro de contos Todas as Festas Felizes Demais.
“Para construir a trama e os personagens, eu e o Michel tivemos a ajuda de uma equipe de roteiristas. Dividimos a história em duas partes: a externa e a interna. A externa é o que acontece com os personagens. A interna trata do que eles sentem, de como são.
Primeiro, definimos a história externa: uma mulher conhece um homem charmoso, se apaixona, sua vida sofre uma reviravolta, mas ela dá a volta por cima. Daí fomos atrás da história interna: uma mulher talentosa, mas insegura, que não confia em si mesma, conhece um homem que eleva sua autoestima. Mas, por um golpe, essa mulher precisa encontrar forças dentro de si para conseguir se levantar, confiar nela mesma e se superar. Depois de todo esse processo, juntamos a história interna com a externa, dividimos o filme em três atos, escolhemos onde estariam os principais pontos de virada, e construímos as cenas, tijolinho por tijolinho. Quando eu saí para escrever o roteiro sozinho, já estava tudo pensado. Meu trabalho foi o de fazer as cenas funcionarem e de criar diálogos que jogassem a favor da história.
Desde o começo, a ideia do Michel foi fazer um filme sobre a vítima, e não sobre o golpista. Isso quer dizer que a vítima precisava ser, no mínimo, tão interessante quanto o golpista. Então, a gente se concentrou em construir a Mari da melhor maneira que a gente pudesse. Quando encontramos o defeito dela, a insegurança, percebemos que ali estava o coração do filme. A maior ação, sempre, deveria acontecer dentro da Mari. Isso, acreditamos, elevou a personagem e trouxe maior profundidade às cenas de suspense”.

TRILHA SONORA – Rica Amabis
A trilha é usada para reforçar os sentimentos da Mari”
Os compositores e produtores Rica Amabis e Tejo Damasceno assinam a trilha sonora de filmes como O Invasor e Cão sem Dono, ambos de Beto Brant; Besouro, de João Daniel Tikhomiroff; Bruna Surfistinha, de Marcus Baldini; e O Abismo Prateado, de Karim Aïnouz, além do seriado Alice.
“A nossa conversa com o Michel sempre foi focada em achar um caminho para a trilha e, a partir dele, criar as músicas. Das nossas conversas, resolvemos que a trilha seria usada para reforçar os sentimentos da Mari. O filme começa com ela testando um prato novo, com receio, insegura, e a música ajuda a demonstrar esse sentimento. É uma música que causa uma estranheza. E assim acontece no decorrer do filme.
O filme tem um frescor dentro do gênero. Como tínhamos que seguir o sentimento do personagem, acabamos trazendo isso para a música. O filme tem um ambiente sofisticado e trabalhamos para que a trilha seguisse essa sofisticação. Assistimos com o Michel e o Gustavo (Giani, montador) alguns filmes que teriam a ver com Confia em Mim: Um Corpo Que Cai, do Hitchcock, e Blow Up, porque tanto eu quanto o Michel tínhamos a impressão que a trilha do Antonioni poderia ter uma ligação com o nosso filme. Quando assistimos, para nossa surpresa, o filme só tinha música diegética, que está dentro da cena. Usamos a experiência do Blow Up para perceber que poderíamos tirar a música em vários momentos do filme”.
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA – Rodrigo Monte
Quando o filme se torna mais tenso, a câmera fica um pouco mais viva”
Rodrigo Monte começou a trabalhar com cinema em 1991, no filme Era uma vez..., de Arturo Uranga. Desde então, já fez assistência de diretores de fotografia como Gustavo Hadba, Marcelo Brasil e Affonso Beato. Assinou a direção de fotografia de filmes como 2000 Nordestes e Corações Sujos, ambos de Vicente Amorim, além das séries Sessão de Terapia e A Mulher Invisível.
“Na primeira metade do filme, as cores são um pouco mais quentes e o contraste/densidade são mais suaves. No momento em que o filme se torna mais tenso, aumentamos as áreas de preto e usamos menos cor. Além disso, a câmera fica um pouco mais viva.
O filme tem muitas cenas de interior, acredito que a maioria. Isso propicia um maior controle na luz, mas pode criar dificuldades se as locações escolhidas não permitem uma profundidade, uma decupagem benéfica ao filme. Estamos sempre nessa luta, de filmar em locações que ajudem a contar a história em questão. Optamos por uma câmera digital no desejo de captar uma imagem ‘limpa’, coerente com o que a história pedia.”


DIREÇÃO DE ARTE – Isabelle Bittencourt

Filmamos com a cozinha toda funcionando, fogo ligado e tensão de verdade”


Isabelle Bittencourt é cenógrafa e diretora de arte. Trabalha com cinema desde 1985. Trabalhou como assistente de direção de arte e cenografia para Fernando Novie, Sidney Biondani e Luis Ferré. Em 1991, iniciou sua carreira solo, colaborando, desde então, com diretores renomados de publicidade, cinema e televisão, como Ugo Giorgetti, Cacá Diegues, Fernando Meirelles, Tadeu Jungle, Júlio Xavier e Cao Hamburger.
“Filmamos bastante em Campinas que, comparada a São Paulo, é relativamente pequena. Um dos grandes desafios da direção de arte do filme foi imprimir São Paulo em Campinas, onde tudo acontece numa escala menor. Acabamos escolhendo as locações que nos privilegiavam em termos arquitetônicos e menos em função do que elas eram originalmente.
A casa da Mari, por exemplo, foi filmada na casa de uma sexagenária professora da Unicamp. Fizemos várias adaptações estéticas para parecer com a casa de uma chef de cozinha de 30 anos, na Vila Madalena, em São Paulo. O restaurante também foi bem modificado. Visitamos várias cozinhas, inclusive na hora do rush, para entender o funcionamento delas. Filmamos neste cenário com tudo funcionando, comidas sendo preparadas, fogo ligado e toda a tensão de uma cozinha de verdade. Tivemos a sorte de ter um chef maravilhoso como consultor e food stylist, que foi essencial para que as cenas ficassem bem reais.
Trabalhar com o Michel foi muito bacana, um diretor estreante em longa-metragem que sabia exatamente o que queria. Para os ensaios com os atores, a pedido dele, desenhamos alguns cenários/locações em escala real com fita crepe no chão do estúdio. Isso de início pareceu meio exótico, mas facilitou muito o trabalho dos atores. Na hora de filmar, eles já conheciam os ambientes, o que agilizava bastante o processo.
Contei com uma equipe de arte supercompetente, essencial para a realização do trabalho: Clíssia Moraes (produtora de objetos), Camila Galhardo (produtora de arte), David Parizotti (figurinista) e Dona Meireles (maquiadora).”

PRODUÇÃO – Mixer
Há 11 anos atuando no mercado audiovisual brasileiro, a Mixer realiza conteúdos de todos os gêneros e para todas as plataformas, experiência que a consolidou como uma das principais produtoras independentes do país. A origem da produtora visionária e pioneira veio da publicidade, e foi reconhecida por desenvolver e contar histórias por meio de produções audiovisuais. Consagrou-se no mercado e tornou-se a segunda produtora mais premiada no mundo: com 47 Leões no Festival de Cannes, além de prêmios em Festivais de Londres, San Sebastian, Tóquio, Buenos Aires e Rio de Janeiro.
Hoje, a Mixer é referência na produção de conteúdo no país e a expectativa é conquistar mais espaço nesta área, com programação original independente para vários canais, tanto da TV por assinatura quanto da TV aberta, criando propriedades que gerarão novas receitas de licenciamentos. 
Com o grande propósito de unir e misturar renomados profissionais nacionais e internacionais das áreas de conteúdo, artes, tecnologia e publicidade, a Mixer tem o compromisso permanente de sempre criar e inovar em todas as áreas e formatos do audiovisual. A produtora conta com um time de diretores e roteiristas criativos e premiados, sempre dispostos a mesclar tendências, construir conceitos e renovar.
Com o diferencial competitivo de ser um conceituado e qualificado centro de idealização e realização de storytelling do Brasil, a Mixer coleciona, desde 2003, um portfólio repleto de obras de sucesso para todas as telas.

DISTRIBUIÇÃO
Downtown Filmes
Fundada em 2006 por Bruno Wainer, que tem em seu currículo a distribuição de alguns dos maiores sucessos do cinema brasileiro, entre os quais “Olga”, “Os Normais”, “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”,  a Downtown Filmes especializou-se a partir de 2008 na distribuição exclusiva de filmes brasileiros. Isso garantiu à empresa o lançamento de importantes títulos, entre eles: “Meu Nome Não é Johnny”, “Divã”, “Chico Xavier”, “De Pernas pro ar” e “Minha Mãe é uma Peça”.

Em 2011 foi responsável pela distribuição dos dois maiores sucessos do ano: as comédias “De Pernas pro Ar” e “Cilada.com”, que juntos venderam mais de 6,6 milhões de ingressos. Outro lançamento importante foi o documentário “Lixo Extraordinário”, indicado ao Oscar neste mesmo ano.

Em 2013, a distribuidora lançou dois grandes sucessos: “De Pernas pro Ar 2”, que  ultrapassou a marca de 4,8 milhões de espectadores e “Minha Mãe é uma Peça”, com mais de 4,6 milhões de ingressos vendidos.
Desde sua fundação em 2006 até dezembro de 2013 a Downtown Filmes acumulou mais de 42 milhões de ingressos com o lançamento de 53 filmes, o que a elevou a categoria de principal distribuidora de filmes nacionais no país.

 

Paris Filmes


A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição, produção e exibição de filmes. A companhia está alicerçada em uma estrutura independente, onde a qualidade de seus produtos e o respeito com que trabalha são elementos indispensáveis. Unidos, esses fatores fizeram e fazem da empresa hoje, uma das mais respeitadas e tradicionais distribuidoras do país.
Em 2009, a companhia conseguiu firmar seu espaço no mercado se tornando líder dentre as distribuidoras nacionais ao apoiar grandes e pequenas produções, nacionais e internacionais, dentre elas o fenômeno “A Saga Crepúsculo”.
A partir de 2011, a empresa passou a atuar também na produção de filmes brasileiros. O investimento foi um novo desafio que deu certo, desde sua primeira aposta, com o longa-metragem “De Pernas Pro Ar”, do diretor Roberto Santucci. Atualmente, 11 filmes já foram produzidos pela companhia, entre eles: “E Aí Comeu”, “Cilada.com” e “Minha Mãe É Uma Peça – O Filme”. Fechou o ano como a maior distribuidora independente e a 3ª maior em participação de market share.
No ano seguinte, confirmou seu espaço ao conquistar o 1º lugar em market share entre todas as distribuidoras, majors e independentes, além de distribuir grandes sucessos como o filme brasileiro com maior número de bilheteria no ano: “Até que a Sorte nos Separe”, do diretor Roberto Santucci. Neste mesmo ano, a Paris Filmes lançou a nova franquia cinematográfica “Jogos Vorazes”, além de distribuir os premiados “O Artista”, “A Dama de Ferro” e “Meia-Noite em Paris”.

COPRODUÇÃO
Globo Filmes

 

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 140 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como “Tropa de Elite 2”, “Se Eu Fosse Você 2”, “2 Filhos de Francisco”, “O Palhaço”, “Xingu”, “Carandiru”, “Nosso Lar” e “Cidade de Deus” – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.



 
Rede Telecine

 

Há 22 anos, a Rede Telecine estreia na TV brasileira o melhor do cinema mundial, cada vez mais rápido.  Joint-venture entre a Globosat e os quatro maiores estúdios de Hollywood – Paramount, MGM, Universal e Fox – também exibe com exclusividade as produções da Disney, além de sucessos do mercado independente.



 

Visando investir cada vez mais na produção cinematográfica nacional, a Rede Telecine lançou em 2008 o Telecine Productions, selo de coprodução de títulos em parceria com grandes produtoras brasileiras. Além de estimular a criação de novos filmes e garantir sua exibição com exclusividade nos canais da Rede, em algumas produções o Telecine exibe versões exclusivas.

 

A Rede Telecine é líder absoluta entre os canais de filmes da TV por assinatura. Em 2013, pelo oitavo ano consecutivo, exibiu o filme mais assistido na TV paga brasileira. Com o menor índice de repetição e os maiores e mais recentes longas do mercado brasileiro. O Telecine reúne sete das 10 maiores bilheterias do cinema em 2012. Nos últimos 20 anos, estreou com exclusividade 13 vencedores do Oscar de Melhor Filme.




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