Mobilização para uma Ação Social: Planejamento Estratégico



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Mobilização para uma Ação Social:

Planejamento Estratégico

  • Mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo vivem em condições de extrema pobreza ( RENDA PER CAPITA < U$ 1/DIA).

  • Hoje, 30% dos brasileiros vivem com menos de 1 salário mínimo/mês.

MUDANÇAS, TRANSIÇÕES, TRANSFORMAÇÕES estão acontecendo, guiadas por sistemas únicos, sem alternativas viáveis.

  • Políticas Neoliberais = ideologia que procura eliminar a idéia da necessidade de intervenção do Estado no combate às desigualdades sociais.

  • Globalização = processo de formação de mercados mundiais para a expansão do sistema capitalista.

  • Questionamentos: Estes processos têm beneficiado a coletividade? Ao mesmo tempo em que geram riqueza fabulosa, geram também desperdícios, desigualdades e pobreza a níveis inaceitáveis.

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Planejamento Estratégico

As políticas sociais que nortearam a década de 70

Continuaram em 80

Continuaram em 90

Parece que Continuarão entre 2000-2010

O Homem está colocado numa trama de fatores, inserido no processo de desenvolvimento social e econômico.

 

Se o indivíduo vai ou não passar por um evento específico na vida, depende de vários fatores ou contextos:

Ambiente - social, físico e psicológico.

Biológicos - herança genética, maturidade e envelhecimento

Organização de Serviços - recuperação, curativo, preventivo.

Estilos de Vida – emprego, consumo, riscos atividades.

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Planejamento Estratégico

  • De qual realidade ou contextos necessitamos estar atentos?

  • Econômica – Crise cada vez maior do poder real (capitalismo). Poder formal = políticas, que no Brasil, erroneamente, são sempre vinculadas à quantidade de recursos disponíveis.

  • Social – Como conseqüência das crises – agudização das desigualdades.

  • Epidemiológico – substituição das doenças infecto parasitárias pelas crônicas e degenerativas.

  • Demográfico – alterações na composição e características populacionais.

  • Nutrição – substituição de dietas por mudanças do meio ambiente cultural (estilos de vida e hábitos alimentares) e consumista (ingestão de óleos e gorduras)

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Planejamento Estratégico

  • Assistência Social = “ somatório de serviços destinados a contingentes populacionais que não conseguem, por uma ou várias razões, se enquadrarem em serviços individuais ou bem personalizados”.

  • Em parceria, Governo, Mercado e Sociedade caminham para um novo modelo de organização e gestão. “Modelo de complementariedade e cooperação”.

  • Exemplo claro é o surgimento de várias ONGs em todo o Brasil.

  • Pobreza = carência material, inexistência de meios mínimos para satisfazeres as necessidades básicas

  • 38,21% da Pop. Urbana Viçosa = abaixo linha pobreza.

  • 92,4% dos habitantes residem na zona urbana.

  • 20% desempregada.

  • Necessita-se de Planos e Metas para amenizar os problemas sociais.

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Planejamento Estratégico

  • Gráfico da Doença

Baixa Produção


Mais Doença

Meios de

Subsistência

Mínima

Limitada Prevenção

Baixa Energia

Humana


Elevação dos Cuidados Médicos Nutrição Deficiente

DOENÇA

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Planejamento Estratégico

  • O Estado está adotando medidas e programas que não estão dando conta de reverter ou modificar as condições de carência.

  • Temos vivenciado programas alternativos, muitos deles com objetivos de superar as desigualdades e principalmente promoverem a qualidade de vida, mas que na prática têm como resultados somente o assistencialismo, o paternalismo, sem contudo promoverem o desenvolvimento social coletivo.

  • É um momento de reflexão, de pensarmos juntos, sobre os Sistemas Organizacionais dos Municípios.

  • Não temos no País o hábito de planejar, e na maioria das vezes somos pegos de surpresa com mudanças bruscas, das quais custamos a entender. Disto decorre dificuldades em tomarmos as devidas medidas para sanear os problemas.

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Planejamento Estratégico

O Que é Planejar?
 
Neste momento a primeira pergunta será:
 Como não ser pego de surpresa por estas modificações ?
 
 Sabe-se que não pode haver desenvolvimento de uma região se ela não dispõe de um sistema organizacional, bem preparado, para as necessárias transformações.
 
 Nenhum tipo de programa pode ter êxito sem o suporte técnico e de organizações capacitadas e preparadas para enfrentarem crises e conflitos.
 
 Vive-se um momento de se estimular processos de descentralização administrativa e técnica.
Busca-se a todo instante a participação comunitária organizada.

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  • Situação Organizacional dos Municípios

 

 Na maioria das vezes não dispõem de Planos Diretores compatíveis para organizarem-se e desenvolverem-se.

 

   Ações como a formulação de um Plano

   Organização e atualização de objetivos

 Identificação de problemas e reais necessidades

   Análise do meio ambiente

 Essas etapas são sempre vistas como fixas, fechadas e os Planos na sua maioria copiados ou fabricados, sacrificando o que há de mais importante: a criatividade.

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Planejamento Estratégico

  • Fundamental mesmo é encontrar a melhor maneira de cerrar a porteira do clientelismo e do populismo.

  • Mais fundamental ainda é entender que a planificação é a mais efetiva e prática proposta para planejar frente os conflitos, a instabilidade política e financeira, arrancando as administrações da rotina operacional para deixá-la livre para coordenar a arquitetura do futuro no presente.

 

  • Espera-se dos administradores uma formação técnica, habilidades para o aprendizado continuado, habilidade política, comunicação, rapidez e habilidades para ação.

  • Espera-se ainda a capacidade de formular soluções.

Mobilização para uma Ação Social:

Planejamento Estratégico

  • Na história das Administrações, com raras exceções, as ações de planejamento sempre foram pautadas:

 

  no aumento da estrutura física

aumento das estruturas materiais

  • falta de perseverança

  • inadequada alocação de recursos.

Pesquisas preliminares em 22 municípios da nossa região apontaram:

  

70% dos municípios não possuem Códigos de Postura que viabilizem ações de Vigilância Epidemiológica, Sanitária, Alimentar e Nutricional.

  27% não sabem do que se trata.

  30% se baseiam em Códigos de municípios vizinhos.

7% encomendaram planos, a exemplos dos de saúde, a empresas privadas e de consultorias.

Mobilização para uma Ação Social:

Planejamento Estratégico

  • Para que e para quem Planejar ?

  As características específicas da saúde, por exemplo, são de grande complexidade e com exclusivo compromisso social e humano, fazendo com que necessitem de uma administração especial destacando-se:

  • política social específica ( saúde direito de todos );

  • Sistema Nacional de Saúde ( unificação de modelos organizativos para alcançar equidade, universalidade, eficácia e solidariedade );

  • descentralização, hierarquização e racionalização (princípios estratégicos em busca de maior produtividade);

  • responsabilidade de cobertura ( conceito diferente de assistencialismo );

  • ética social ( melhoria de qualidade de vida );

  •  atenção à saúde em diferentes níveis (I, II, III);

  •  demanda epidemiológica ( perfil epidemiológico, vigilância epidemiológica );

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Planejamento Estratégico

  • Para que e para quem Planejar ?

  As características específicas da saúde, por exemplo, são de grande complexidade e com exclusivo compromisso social e humano, fazendo com que necessitem de uma administração especial destacando-se:

  • política social específica ( saúde direito de todos );

  • Sistema Nacional de Saúde ( unificação de modelos organizativos para alcançar equidade, universalidade, eficácia e solidariedade );

  • descentralização, hierarquização e racionalização (princípios estratégicos em busca de maior produtividade);

  • responsabilidade de cobertura ( conceito diferente de assistencialismo );

  • ética social ( melhoria de qualidade de vida );

  •  atenção à saúde em diferentes níveis (I, II, III);

  •  demanda epidemiológica ( perfil epidemiológico, vigilância epidemiológica );

  • Mobilização para uma Ação Social:

    Planejamento Estratégico

  • Salienta-se ainda como princípios do enfoque estratégico prospectivo, a tomada de decisões:

 

  • Onde estamos ?

  • Onde queremos ir ?

  • Como chegar lá ?

  • Três momentos fundamentais são traduzidos por:

 

1) Decisão política.

 2) Análise da situação.

 3) Transformação para o desenvolvimento.

Mobilização para uma Ação Social:

Planejamento Estratégico

  • Construção dos Cenários

 

  • Por cenário entende-se a descrição, por meio de palavras, figuras ou modelos, da situação atual da sociedade ou de parte dela, desejando alternativas de situações futuras desta sociedade e a seqüência de eventos que as presentes circunstâncias poderiam levar a se chegar àquele futuro.

  •  Exemplo:

 Cenário “A” Cenário “B” Cenário “C”

 

Insuficiente Regular Bom

Negativo Intermédio Positivo

Insuficiente Moderado Avançado

Insuficiente Em Modificação Desejado

Mobilização para uma Ação Social:



Planejamento Estratégico

  • Salienta-se ainda como princípios do enfoque estratégico prospectivo, a tomada de decisões:

 

  • Onde estamos ?

  • Onde queremos ir ?

  • Como chegar lá ?

Funções do Engenheiro Agrícola e Ambiental:

  • Preservar o meio ambiente.

  • Contribuir para o avanço da agroindústria com sustentabilidade e precisão.

  • Resolver problemas dos sistemas agrícolas, agroindustriais e controle de poluição.

  • Áreas de atuação:

  • Saneamento, controle de poluição e recuperação ambiental.

  • Gestão de recursos hídricos e engenharia de água e solo.

  • Avaliação, conservação e planejamento ambiental

  • Como?

  • Identificando problemas em sistemas agrícolas e agro-industriais, considerando seus aspectos econômicos, sociais e ambientais, com visão humanística, ética e empreendedora em detrimento das demandas da sociedade.

  • Estudos de impactos ambientais.

Epidemiologia e Saúde Ambiental:

  • Assistimos, neste início de milênio, a uma onda de mudanças adaptativas à nova ordem mundial. Dentre estas, a mentalidade ambientalista reveste-se de especial relevância, na medida em que se identifica com as necessidades de competitividade, produtividade, segurança e qualidade, passando, assim, a constituir-se em fator estratégico no mundo globalizado. Eis que nos processos avaliativos a coleta, processamento e avaliação de dados oferecem subsídios importantes para que estratégias possam ser aplicadas ou replicadas em contextos similares. Talvez seja esta a mais importante dentre tantas outras contribuições que a epidemiologia vai dar para otimizar todo este processo. E para aumentar a credibilidade contribui ainda a educação ambiental e para a saúde, que nem sempre têm recebido a atenção à altura de seu potencial transformador.

Epidemiologia e Saúde Ambiental:

  • A saúde ambiental compreende todos os aspectos das interrelações do homem com o ambiente físico e social e abrange as implicações sanitárias das atividades, bem como os problemas dos resíduos gerados pela produção e consumo.

  • O desenvolvimento tecnológico tende a provocar alterações rápidas e radicais no ambiente e no seu impacto sobre a saúde humana, resultando que o número de agentes potencialmente envolvidos é muito grande e suas interrelações altamente complexas.

  

  • Um projeto voltado ao atendimento de uma demanda tecnológica e/ou social, potencial e efetiva deve abranger:

  •  

  • Atividades Indicadores de progresso

  • Coleta de dados % de informações obtidas

  • Definição de plano amostral Plano montado

  • Coleta de amostras % de amostras coletadas

  • Análise de amostras % de amostras analisadas

  • Tabulação de dados % de dados tabulados

  • Interpretação de dados % de dados interpretados

  • Elaboração da informação Informação pronta em livros,

  • apostilas, publicações

  • Repasses e publicações Número de repasses realizados.

Funções do Engenheiro Agrícola e Ambiental:

  • Preservar o meio ambiente.

  • Contribuir para o avanço da agroindústria com sustentabilidade e precisão.

  • Resolver problemas dos sistemas agrícolas, agroindustriais e controle de poluição.

  • Áreas de atuação:

  • Saneamento, controle de poluição e recuperação ambiental.

  • Gestão de recursos hídricos e engenharia de água e solo.

  • Avaliação, conservação e planejamento ambiental

  • Como?

  • Identificando problemas em sistemas agrícolas e agro-industriais, considerando seus aspectos econômicos, sociais e ambientais, com visão humanística, ética e empreendedora em detrimento das demandas da sociedade.

  • Estudos de impactos ambientais.

Epidemiologia e Saúde Ambiental:

  • Assistimos, neste início de milênio, a uma onda de mudanças adaptativas à nova ordem mundial. Dentre estas, a mentalidade ambientalista reveste-se de especial relevância, na medida em que se identifica com as necessidades de competitividade, produtividade, segurança e qualidade, passando, assim, a constituir-se em fator estratégico no mundo globalizado. Eis que nos processos avaliativos a coleta, processamento e avaliação de dados oferecem subsídios importantes para que estratégias possam ser aplicadas ou replicadas em contextos similares. Talvez seja esta a mais importante dentre tantas outras contribuições que a epidemiologia vai dar para otimizar todo este processo. E para aumentar a credibilidade contribui ainda a educação ambiental e para a saúde, que nem sempre têm recebido a atenção à altura de seu potencial transformador.

Epidemiologia e Saúde Ambiental:

  • A saúde ambiental compreende todos os aspectos das interrelações do homem com o ambiente físico e social e abrange as implicações sanitárias das atividades, bem como os problemas dos resíduos gerados pela produção e consumo.

  • O desenvolvimento tecnológico tende a provocar alterações rápidas e radicais no ambiente e no seu impacto sobre a saúde humana, resultando que o número de agentes potencialmente envolvidos é muito grande e suas interrelações altamente complexas.

  

  • Um projeto voltado ao atendimento de uma demanda tecnológica e/ou social, potencial e efetiva deve abranger:

  •  

  • Atividades Indicadores de progresso

  • Coleta de dados % de informações obtidas

  • Definição de plano amostral Plano montado

  • Coleta de amostras % de amostras coletadas

  • Análise de amostras % de amostras analisadas

  • Tabulação de dados % de dados tabulados

  • Interpretação de dados % de dados interpretados

  • Elaboração da informação Informação pronta em livros,

  • apostilas, publicações

  • Repasses e publicações Número de repasses realizados.



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