Modalidade: comunicaçÃo oral c



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EIXO TEMÁTICO 2: ESTRATÉGIAS, MATERIAIS E RECURSOS DIDÁTICOS NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E BIOLOGIA

MODALIDADE: COMUNICAÇÃO ORAL – CO.55

A UTILIZAÇÃO DE UMA HISTÓRIA CONTADA NO ENSINO SOBRE FÓSSEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Guilherme Maciel, Universidade Federal de Lavras, macielygui@gmail.com.

João Augusto dos Reis Neto, Universidade Federal de Lavras, joaoaugusto.reis@gmail.com

Antonio Fernandes Nascimento Junior, Universidade Federal de Lavras, toni_nascimento@yahoo.com.br
CAPES/PIBID e FAPEMIG
Resumo: Na tentativa de construir uma prática pedagógica que seja crítica, as disciplinas de Metodologia do Ensino de Ciências e de Biologia da Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Lavras propõem aos licenciandos a elaboração de estratégias pedagógicas para trabalhar conteúdos trazidos pela proposta curricular de Ciências do ensino fundamental. Este trabalho relata uma atividade, cujo tema foi “Fósseis”. A metodologia foi desenvolvida junto aos alunos matriculados na disciplina. A partir da avaliação realizada pôde-se perceber que o uso de história contada foi uma estratégia eficiente para a construção do conhecimento acerca do tema, pois permitiu aos estudantes aproximarem-se do conhecimento de forma dinâmica e menos conflitante do que pela forma expositiva.

Palavras-chave: Metodologia de Ensino, Ensino de Ciências, Fósseis.


INTRODUÇÃO
O modelo tecnicista é considerado um problema para a ascensão de uma pedagogia que vise à formação de um sujeito crítico e autônomo, pois na prática ela reafirma a ordem social vigente que está intimamente ligada ao modelo de produção capitalista (LIBÂNEO, 1990). Assim, desde a formação inicial é necessário que os licenciandos compreendam a necessidade de romper com tal concepção e consigam construir uma prática pedagógica que seja transformadora e promova a formação de um sujeito com sólido conhecimento científico e com um olhar crítico sobre a realidade que está inserido.

Nessa perspectiva, cabe ainda aos professores em formação construir estratégias e metodologias de ensino eficientes para a construção dos conhecimentos dos seus educandos que contemple a dimensão crítica da formação humana e cidadã sem deixar de lado os conhecimentos científicos. Para isso a escola precisa necessariamente estar preparada para abraçar um modelo de ensino que rompa com o tecnicismo vigente na prática escolar. Sendo assim, de acordo com Bizzo (2002) cabe à instituição escolar proporcionar um ambiente de aprendizado onde os alunos possam aprender uma forma de conhecimento diferente daquela que se aprende em casa. Contudo, vale ressaltar que é necessário que a mesma respeite os conhecimentos prévios dos alunos fazendo deles uma ponte entre os conteúdos científicos e o cotidiano dos mesmos. Mas para que isso ocorra, é preciso repensar o modelo de formação de professores. Tendo em vistas as mudanças sociais, políticas, econômicas e tecnológicas que ocorreram ao longo da história da sociedade é impossível pensar um professor, ou mesmo um modelo de formação docente, que não acompanhe essas transformações e que não esteja contextualizado com o momento histórico em que se vive hoje. Segundo Gatti (2010) as grades curriculares de cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas abordam mais conhecimentos específicos da área deixando, de certo modo, à margem a preparação pedagógica dos licenciandos.

Diante disso, é preciso (re)pensar um novo perfil e um novo modelo, se assim pudermos considerar, de formação de professores. Nesse sentido, podemos destacar a concepção de professor pesquisador (Nóvoa, 1992), cujo papel é inserir-se num contexto mais amplo da construção do seu fazer pedagógico, o da pesquisa como produtor do saber, e melhorar a sua prática enquanto mediador nos processos de ensino-aprendizagem com os seus alunos e alunas. Assim, na tentativa de contribuir com a superação desses problemas na formação de professores e construir um perfil de professor que seja crítico, autônomo e que reflita sobre sua própria prática foi proposta uma atividade pedagógica no âmbito das disciplinas de Metodologia de Ensino de Ciências e a de Biologia do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais. O objetivo dessa atividade foi fazer com que os licenciandos elaborassem estratégias pedagógicas que fujam do modelo expositivo para ensinar os temas trazidos pelo Currículo Básico Comum de Minas Gerais nas disciplinas de Ciências e Biologia (BELO HORIZONTE, 2007).

Neste trabalho, é relatada a construção de uma estratégia pedagógica utilizando a história contada. A história contada, com base em Souza e Bernardino (2011) é uma estratégia pedagógica que utiliza a oralidade como recurso para apresentar narrativas, construídas ou reproduzidas, com o objetivo de alcançar os educandos numa dimensão afetiva, de criatividade e imaginação, diferente da usual no ambiente escolar. Ela pode ser considerada ainda uma forma de incluir, além da disciplina de Língua Portuguesa, os alunos num processo de familiarização com a língua materna, além de contribuir com a formação das estruturas cognitivas dos mesmos, desenvolvendo a comunicação e facilitando a apropriação de conhecimentos científicos. Nesse sentido, Abramovich (1997) aponta que a história contada é um caminho para a aprendizagem e descobrimento ao estimular a leitura a partir da escuta. Souza e Bernardino (2011) demonstram ainda que ela favorece a prática docente no ensino fundamental.

Diante disso, a história contada foi escolhida para se desenvolver uma metodologia com a temática dos fósseis voltada para alunos do ensino fundamental. A escolha desta estratégia se deve ao fato de que a abordagem da Paleontologia tem sido tratada de forma superficial no Ensino Médio (DANTAS & ARAÚJO, 2006), apesar do tema ser comum nos livros didáticos. Ainda de acordo com esses autores, os livros ainda trazem uma abordagem ineficiente dos conceitos de paleontologia, e assim, dificultam o processo de aprendizagem dos alunos acerca do tema. Diante disso, é necessário que os estudantes compreendam a importância dos fósseis como “provas” do processo evolutivo. Dantas e Araújo (2006) ressaltam também que é necessário conhecer a história evolutiva e geológica da Terra, e isso pode ser feito a partir do estudo dos fósseis. Além disso, ainda de acordo com os autores, o estudo dos fósseis é uma ferramenta fundamental para a compreensão da distribuição dos seres vivos na terra (biogeografia) e também de outras áreas como a sistemática filogenética e a ecologia.
DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
O desenvolvimento do trabalho foi dividido em duas partes. A primeira refere-se às atividades desenvolvidas na disciplina Metodologia do Ensino de Ciências, e a outra, referente às atividades desenvolvidas na disciplina Metodologia do Ensino de Biologia, como descrito abaixo:
1º PARTE - Apresentação do plano de aula e sua avaliação coletiva:
O plano de aula foi apresentado para o professor e os demais colegas da disciplina, além dos alunos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID de Biologia, em um evento promovido pelo mesmo grupo, o “Fórum de Educação Científica e Ambiental”. O plano de aula foi escrito baseando-se no Eixo temático 1, Tema 7: Evolução dos Seres Vivos, voltado para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, segundo o CBC (BELO HORIZONTE, 2007). Neste eixo, só existe um tópico a ser trabalhado: “relacionar as informações obtidas por meio do estudo de fósseis a características da terra no passado, seus habitantes e ambientes” (p.35). Nesse processo foi utilizado também os Parâmetros Curriculares Nacionais, os PCN (BRASIL, 1997) como referência para o planejamento da aula. O objetivo da aula foi viabilizar a construção do conceito de fósseis inicialmente com a pergunta: “O que são fósseis?”. A aula é constituída de três etapas: a primeira, problematização; a segunda, a história contada e por último a atividade avaliativa. Após a apresentação do plano de aula no simpósio, os alunos do PIBID foram convidados a avaliar o trabalho.

A partir da avaliação feita pelos participantes do evento, podemos destacar a preocupação que o professor deve ter em trazer outros grupos de seres vivos para a discussão em sala de aula, como o grupo das plantas, que é grupo de íntima relação e importância com o dos animais. Segundo os PCN+ (BRASIL, 2002) o ensino de Biologia precisa compreender a diversidade de seres vivos existentes e assim entender as transformações geológicas e evolutivas que ocorreram ao longo do tempo, esse é um dos objetivos do trabalho. Abaixo, segue a descrição da atividade elaborada a partir do plano de aula acima, apresentada na aula Metodologia do Ensino de Ciências.


A REALIZAÇÃO DA MICROAULA – “METODOLOGIA DE ENSINO EM CIÊNCIAS”
Após a apresentação do plano de aula foi realizado uma microaula de trinta minutos, ainda na disciplina de Metodologia de Ensino de Ciências, com os alunos da disciplina. Iniciou-se a aula mostrando aos alunos da disciplina algumas imagens impressas. Nas imagens havia representações de um mesmo lugar em tempos geológicos distintos, onde continha, em algumas, a presença do homem e em outras não. Além disso, apareciam animais e plantas diferentes. Durante a atividade fez-se uma série de perguntas para os alunos a fim de ir trabalhando a temática e foram mostradas algumas imagens de diferentes tipos de fósseis.

Após este momento, iniciou-se uma nova problematização acerca da importância dos fósseis, o que são fósseis, onde são encontrados e por quem são encontrados. Algumas perguntas foram feitas pelos alunos, como “Fóssil é um osso?”, “Quando eu morrer será que vou virar um fóssil?”, “Qual a diferença entre fóssil e osso?”.

Além das imagens, foi levada uma história impressa e esta foi lida em voz alta. Nesta procurou-se relacionar os diferentes tipos de animais existentes com os diferentes tipos de fósseis e a relação destes com as mudanças climáticas ao longo da história geológica da Terra. Neste momento, percebeu-se uma tendência ao Lamarckismo e isso gerou uma nova discussão, desta vez acerca da evolução, o que do ponto de vista pedagógico foi extremamente construtivo, pois foi um momento de construção coletiva do conhecimento acerca da Evolução.

Com o objetivo de que os alunos compreendessem um pouco mais sobre como os fósseis são estudados, iniciou-se uma atividade. Os alunos foram divididos em dois grupos grandes e foram entregues imagens impressas. Nestas, havia desenhos de membros homólogos de diferentes animais. Foi pedido aos alunos que os agrupassem por semelhança, e a aula encerrou-se com uma breve discussão acerca do modo em que os mesmos realizaram a atividade. Posteriormente, a atividade teve continuação na disciplina de “Metodologia de Ensino em Biologia”, no semestre seguinte, como relatado a seguir.


2° PARTE: A REALIZAÇÃO DA AULA – “METODOLOGIA DE ENSINO DE BIOLOGIA”
A disciplina de “Metodologia do Ensino de Biologia” deu continuidade às atividades propostas na disciplina anterior. Nesta os licenciandos deram uma aula de cinquenta minutos sobre o mesmo tema, considerando uma pequena alteração, o ensino sobre fósseis foi para o ensino médio e não mais para o fundamental. Contudo, isso não representou de fato uma grande mudança, pois a diferença na metodologia se deu na abordagem.

A seguir a descrição completa, desde a construção do plano de aula até a execução, da atividade na disciplina de “Metodologia do Ensino de Biologia”.




  • Plano de Aula:

O plano de aula desta vez não foi apresentado, mas de modo semelhante ao anterior foi construído baseado no Eixo temático 1, Tema 7: Evolução dos Seres Vivos do CBC (BELO HORIZONTE, 2007) e foi utilizado como referência novamente os PCN (BRASIL, 1997). O objetivo da aula foi construir o conceito de fósseis a partir da pergunta “O que são fósseis?”. A aula foi desenvolvida de modo semelhante à primeira aula, em três etapas: a primeira problematização, a segunda a história contada e por último a atividade avaliativa. Apesar de serem as mesmas etapas anteriores o desenvolvimento foi diferente, sendo modificadas com base na avaliação da apresentação do último plano de aula. A avaliação, desta vez, foi feita pelos alunos matriculados na disciplina que participaram da atividade. As falas mais representativas foram transcritas e discutidas como apresentado a seguir.




  • Descrição da aula:

A aula foi iniciada com o licenciando mostrando algumas imagens em data show para alunos da disciplina, e junto às imagens foi feito uma problematização com perguntas que fomentavam a discussão entre os alunos. As duas imagens iniciais eram de tempos diferentes na escala geológica, e nelas havia diferentes tipos de animais representados. Outra imagem representava tempos atuais, onde a figura do ser humano está inserida. Inicialmente foram feitas perguntas como: “Existem diferenças entre as imagens?”; “Como saber que o dinossauro existiu se nem o homem estava presente?”. Os alunos unanimemente responderam que a presença de fósseis é uma evidência da vida de animais extintos e que as mudanças ambientais respondiam o porquê de alguns seres vivos antes viventes hoje já não viverem mais. Durante a aula foi explicado como ocorre o processo de fossilização, tomando a fotografia de um fóssil de dinossauro para auxiliar na discussão. Nesta primeira parte o objetivo era que os alunos entendessem que o fóssil não era “uma pedra”, mas sim um “osso” que foi modificado ao longo de milhares de anos. Ou seja, são evidências da vida pré-histórica preservada nas rochas (FILIPE, 2008).

Em seguida, a aula concentrou-se em outro ponto: “Nem todo fóssil é um osso modificado”. Para isso, imagens de “fósseis de plantas” foram mostradas, o que gerou dúvidas nos alunos sobre a constituição deste tipo de fóssil. A imagem da planta formava um “desenho” em uma rocha, enquanto o fóssil de dinossauro formava “algo sólido”. Os estudantes perguntavam, em comparação, sobre imagens desenhadas por homens das cavernas, se estas seriam também fósseis. Esta por sua vez foi respondida de forma a esclarecer a diferença entre as “pinturas rupestres” e a marca de uma planta na rocha, como evidência da sua existência.

Ainda houve questões como, “Como a planta se fossiliza, se ela não tem esqueleto?”, então foi explicado o processo de fossilização também para as plantas. E destacou-se que havia sim algo em comum entre plantas e animais fossilizados, pois ambos os representam uma evidência de que estes seres vivos existiram. Foi mostrada ainda uma nova fotografia, dessa vez um fóssil de libélula. A libélula é um animal que surgiu na terra há muito tempo e ainda existe, e com uma nova problematização discutiu-se com os alunos a questão de que um fóssil de um ser vivo não evidencia sua inexistência no tempo em que foi coletado. Pois um fóssil de um animal poderia ainda ter representantes viventes, como é o caso da libélula.

Seguindo a mesma abordagem, mostrou-se uma nova imagem, dessa vez um inseto em âmbar, que foi algo bem diferente do que os alunos já haviam visto até ali. Procurou-se construir com os alunos que a evidência “fóssil” não é encontrada só na terra ou na rocha, mas preservado em outras formas, por exemplo, em algumas resinas, como o âmbar. Para avaliar, primariamente a prática, foram feitas algumas afirmações erradas com objetivo de que os alunos participantes encontrassem os erros e os corrigisse no decorrer da aula. Tal atividade foi bastante positiva, visto que os alunos fizeram as correções com bastante segurança.

Na segunda etapa os alunos foram divididos em dois grupos grandes com o objetivo de que escrevessem um final para a mesma história que fora distribuída para os grupos. A história trata de dois acontecimentos na vida de dois dinossauros, os alunos deveriam levar em consideração o que haviam aprendido em aula e os seus conhecimentos prévios sobre o assunto para então escrever um desfecho para a mesma. Os alunos levaram em torno de 30 minutos para escrever suas histórias, e ao longo deste processo eles apresentaram algumas dúvidas, que foram prontamente esclarecidas.

Terminada esta etapa, iniciou-se a terceira e última etapa da aula, onde os grupos apresentaram suas histórias para o restante da turma. Ao final de cada apresentação o grupo que ouvia a história deveria contribuir de forma a acrescentar um final diferente daquele que fora contado. Dessa forma os dois grupos podiam ter contato com ambas as histórias e deveriam construir os conhecimentos relativos à temática de forma coletiva. Após esta etapa os alunos da disciplina foram convidados a avaliar a prática como forma de avaliação da atividade.

Nessa avaliação, foi destacada a utilização das imagens como recurso, que segundo os participantes auxiliaram muito na atividade, e Segundo Silva e colaboradores (2006) as imagens promovem uma ponte da visualização à compreensão do conhecimento. No sentido de promover uma educação transformadora, que rompa com a exposição dos conteúdos, o recurso é bastante eficaz, pois é dinâmico e está muito presente na realidade dos alunos.

Outra preocupação levantada fora acerca do uso dos animais da fauna brasileira como exemplos, pois estes devem estar presentes ao se falar em fósseis, visto que o Brasil possui uma grande riqueza paleontológica. Nessa perspectiva, de acordo com Freire (1985) o professor deve aproximar o que está distante para o concreto, ou seja, tornar o conteúdo presente no cotidiano dos educandos. Os conteúdos programáticos devem estar contextualizados na realidade concreta dos estudantes. Muitas vezes, os livros didáticos ao proporem aulas sobre fósseis trabalham com animais que nunca pertenceram à fauna brasileira.

Podemos destacar ainda a utilização de recursos diferenciados na construção da aula. Nesse sentido, o professor deve trazer novos recursos, que estimulem a curiosidade e provoquem entusiasmo pelo conhecimento, como o caso da história contada e as imagens. Ao refletir sobre sua prática, de acordo com a necessidade apresentada pelos alunos o professor deve trazer materiais que sirvam como recurso metodológico para suas aulas, tornando-as mais interativas (BRASIL, 1997). Desse modo, ao utilizar novos recursos, de forma não expositiva, o professor trabalha na tentativa de promover um ensino crítico que contemple de fato uma formação mais autônoma e emancipatória dos alunos e alunas.


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante da avaliação da prática realizada podemos perceber que história contada, que visava a construção do conhecimento acerca de fósseis na atividade realizada, foi eficiente e causou nos alunos um envolvimento satisfatório em relação à temática. Foi possível ainda perceber o encantamento dos alunos na prática, além de se mostrarem participativos e ativos na construção dos seus conhecimentos. Acreditamos que quando utilizada em uma sala de aula, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio, a metodologia aqui proposta sirva como um recurso interessante para trabalhar o tema proposto, e que seja um elemento de apoio para o professor, onde destacamos a importância do seu papel na mediação do processo pedagógico. Sendo assim, esperamos que o uso dessa estratégia possa tornar o ensino de evolução, e também paleontologia, mais interessante e rico em possibilidades, uma vez que trabalha numa dimensão dinâmica visando a autonomia dos alunos na construção dos conceitos e conhecimentos a serem trabalhados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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BELO HORIZONTE. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Currículo Básico Comum – Proposta Curricular Ciências e Biologia. – Belo Horizonte: SEE, Minas Gerias, 2007.

BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo: Ática, 2002.

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CORACINI, M. J. R. F. (Org.) O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira. Campinas: Pontes, 2002.

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FILIPE, C. H. O., 2008. Fósseis: formação, classificação e importância paleontológica, Disponível em: Acesso em: 20 de janeiro de 2015.

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 14ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.

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LIBÂNEO, J. C.. Democratização da Escola Pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Loyola, 1990.

LIPPI, E. A. ; FINK, A.T. A arte de contar histórias: perspectivas teóricas e práticas. Vivências, v.8, n.14, 2012.

NÓVOA, A. Formação de professores e profissão docente. In. NÓVOA, A. (org.) Os Professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.



SILVA, H., C.; ZIMMERMANN, E.; CARNEIRO, M.H.S.; GASTAL, M.L.; CASSIANO, W.S. Cautela ao usar imagens em aulas de Ciências. Ciência e Educação, v.12, n.2, p.219-233, 2006.

SOUZA, L. O; BERNARDINO, A. D. A contação de histórias como estratégia pedagógica na educação infantil e ensino fundamental. Educere et Educare - Revista de Educação; v. 6, nº 12, 2011.


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