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Encontro30.07.2016
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MOSTRA DE FILMES

 

 



Exílio em Shanghai (Exil Shanghai), de Ulrike Ottinger. Alemanha/Israel, 1997, 275 minutos, documentário. Exibição em 16mm.

Retrato de um grupo de seis judeus europeus exilados em Shanghai, uma das mais fascinantes metrópoles do Oriente.

 

 

Freak Orlando, de Ulrike Ottinger. Alemanha, 1981, ficção, 126 minutos. Exibição em 35mm.



Delirante história dividida em episódios, narrada na forma de um pequeno teatro do mundo, conduzida pela figura onipresente de Orlando, que vive em diferentes períodos de tempo, ora como homem, ora como mulher. Uma leitura muito livre do romance Orlando, obra-prima da escritora Virginia Woolf.

 

Joana d’Arc da Mongólia (Johanna d’Arc of Mongolia), de Ulrike Ottinger. Alemanha/França, 1989, ficção, 165 minutos. Exibição em 35mm.

Um grupo de personagens excêntricos que viaja no Expresso Transiberiano é feito refém por uma princesa mongol.

 

 



Sob a Neve (Unter Schnee), de Ulrike Ottinger. Alemanha, 2011, documentário, 108 minutos. Exibição em Blu-ray.

As paisagens e vilas da região de Echigo, no Japão, passam boa parte do ano cobertas pela neve. Há gerações e gerações, o fenômeno influi diretamente na rotina de seus habitantes, que programam suas vidas de acordo com o volume e a altura da neve. Para investigar a rotina, adequações e rituais desta região, Ulrike Ottinger parte para a mítica terra da neve na companhia de dois artistas kabuki.

 

Retrato de uma Alcoólatra (Bildnis einer Trinkerin), de Ulrike Ottinger. Alemanha, 1979, ficção, 109 minutos. Exibição em 35mm.

Uma bela mulher (Tabea Blumenschein) decide viajar da França para Berlim para recomeçar sua vida. Ao longo da viagem, bebe sem parar e encontra diversos personagens bizarros. Entre as várias presenças do elenco, destaque para a cantora Nina Hagen. Filme que tornou Ottinger conhecida fora da Alemanha e lhe valeu a definição de “Fassbinder de saias” pela crítica internacional.

 

O Baú do Casamento Coreano (Die Koreanische Hochzeitstruhe), de Ulrike Ottinger. Alemanha/Coréia do Sul, 2009, documentário, 82 minutos. Exibição em 35mm. 



Uma caixa de madeira maciça repleta de objetos simbólicos e misteriosos é peça fundamental do ritual coreano de casamento. No filme de Ulrike Ottinger, esta mesma caixa serve de ponto de partida para uma viagem à Seul contemporânea, onde investigações nos levam, necessariamente, a tradições invisíveis. Um retrato divertido de uma sociedade que preserva rituais surpreendentemente conservadores. Um conto de fadas moderno e etnográfico sobre o incrível fenômeno das novas megacidades emergentes ao redor do mundo e suas sociedades contraditórias.

 

Dorian Gray no Espelho da Imprensa Marrom (Dorian Gray im Spiegel der Boulevardpresse). Alemanha, 1984, ficção, 150 minutos. Exibição em 35mm.



Uma organização pretende criar um ser humano moldável e manipulável de acordo com as necessidades da empresa. Ele é Dorian Gray (Veruschka von Lehndorff), jovem, rico e bonito, cuja vida já está traçada: ele será desenvolvido, seduzido e destruído. Enquanto isso, Frau Dr. Mabuse (Delphine Seyrig), chefe de um império da mídia internacional, elabora um plano sem escrúpulos para expandir seus negócios. A exemplo do que fizera com a obra de Virginia Woolf em Freak Orlando, aqui Ottinger oferece uma visão muito pessoal do clássico romance O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

 

Ulrike Ottinger – A Nômade do Lago (Ulrike Ottinger  Die Nomadin vom See), de Brigitte Kramer. Alemanha, 2012, documentário, 86 minutos. Exibição em DVD. 



Documentário sobre a cineasta Ulrike Ottinger, que recupera alguns dos momentos mais importantes de sua trajetória artística.


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