MÁrcia regina galleli bruno henrique grotti


- NBC T 3.3 – DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO



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1.8.2 - NBC T 3.3 – DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO



3.3.1 – CONCEITO
3.3.1.1 – A demonstração do resultado é a demonstração contábil destinada a evidenciar a composição do resultado formado num determinado período de operações da entidade.

3.3.1.2 – A demonstração do resultado, observado o princípio de competência, evidenciará a formação dos vários níveis de resultados mediante confronto entre as receitas e os correspondentes custos e despesas.


3.3.2 – CONTEÚDO E ESTRUTURA

3.3.2.1 – A demonstração do resultado compreenderá:




  1. as receitas e os ganhos do período, independentemente de seu recebimento;

  2. os custos, despesas, encargos e perdas pagos ou incorridos, correspondentes a esses ganhos e receitas.

3.3.2.2 – A compensação de receitas, custos e despesas é vedada.

3.3.2.3 – A demonstração do resultado evidenciará, no mínimo e de forma ordenada:


  1. as receitas decorrentes da exploração das atividades-fins;

  2. os impostos incidentes sobre as operações, os abatimentos, as devoluções e os cancelamentos;

  3. os custos dos produtos ou mercadorias vendidos e dos serviços prestados;

  4. o resultado bruto do período;

  5. os ganhos e as perdas operacionais;

  6. as despesas administrativas com vendas, financeiras e outras, e as receitas financeiras;

  7. o resultado operacional;

  8. as receitas e despesas e os ganhos e perdas não decorrentes das atividades-fins;

  9. o resultado antes das participações e dos impostos;

  10. as provisões para impostos e contribuições sobre o resultado;

  11. as participações no resultado;

  12. o resultado líquido do período.


1.8.3 - NBT 3.4 – DA DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS



3.4.1 - CONCEITO
3.4.1.1 – A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados é a demonstração contábil destinada a evidenciar, num determinado período, as mutações nos resultados acumulados da entidade.
3.4.2 – CONTEÚDO E ESTRUTURA
3.4.2.1 – A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados discriminará:


  1. o saldo no início do período;

  2. os ajustes de exercícios anteriores;

  3. as reversões de reservas;

  4. a parcela correspondente à realização de reavaliação, líquida do efeito dos impostos correspondentes;

  5. o resultado líquido do período;

  6. as compensações de prejuízos;

  7. as destinações do lucro líquido do período;

  8. os lucros distribuídos;

  9. as parcelas de lucros, incorporadas ao capital;

  10. o saldo no final do período.

3.4.2.2 – Os ajustes dos exercícios anteriores são apenas os decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil, ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior, e que não possam ser atribuídos a fatos subseqüentes.



3.4.2.3 – A entidade que elaborar a demonstração das mutações do patrimônio líquido, nela incluirá a demonstração de lucros ou prejuízos acumulados.


1.8.4 - NBC T 3.5 – DA DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO



3.5.1 – CONCEITO
3.5.1.1 – A demonstração das mutações do patrimônio líquido é aquela destinada a evidenciar as mudanças, em natureza e valor, havidas no patrimônio líquido da entidade, num determinado período de tempo.

O subitem 3.5.1.1 foi alterado pela Resolução CFC n° 887, de 9 de outubro de 2000.
3.5.2 – CONTEÚDO E ESTRUTURA
3.5.2.1 – A demonstração das mutações do patrimônio líquido discriminará:

  1. os saldos no início do período;

  2. os ajustes de exercícios anteriores;

  3. as reversões e transferências de reservas e lucros;

  4. os aumentos de capital, discriminando sua natureza;

  5. a redução de capital;

  6. as destinações do lucro líquido do período;

  7. as reavaliações de ativos e sua realização, líquida do efeito dos impostos correspondentes;

  8. o resultado líquido do período;

  9. as compensações de prejuízos;

  10. os lucros distribuídos;

  1. os saldos no final do período.


1.8.5 - NBC T 3.6 – DA DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS



3.6.1 – CONCEITO
3.6.1.1 – A demonstração das origens e aplicações de recursos é a demonstração contábil destinada a evidenciar, num determinado período, as modificações que originaram as variações no capital circulante líquido da entidade.
3.6.2 – CONTEÚDO E ESTRUTURA
3.6.2.1 – A demonstração das origens e das aplicações de recursos discriminará:

  1. o valor resultante das operações da entidade, correspondente ao resultado líquido do período, retificado por valores que não geraram movimentação de numerário ou não afetaram o capital circulante, que tanto poderá constituir-se em origens ou em aplicação de recursos;



  1. as origens dos recursos, compreendendo:

  1. os aportes de capital;

  2. os recursos provenientes da realização de ativos de longo prazo e permanente;

  3. os recursos provenientes de capital de terceiros de longo prazo;




  1. as aplicações dos recursos, compreendendo:

  1. os recursos destinados ao pagamento das participações nos lucros aos sócios ou acionistas;

  2. os recursos aplicados na aquisição do permanente e no aumento dos ativos de longo prazo;

  3. os recursos aplicados na redução de obrigações de longo prazo;

  4. os reembolsos de capital;




  1. a variação do capital circulante líquido, resultante da diferença entre os totais das origens e das aplicações dos recursos;

e) a demonstração da variação do capital circulante líquido, compreendendo os saldos iniciais e finais do ativo e do passivo circulante, e respectivas variações líquidas do período.




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