Música no Grande Auditório dia 25 de abril Gaiteiros de Lisboa nas comemorações de abril e aniversário do tmg



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Nota à Imprensa | sexta feira, 18 de abril de 2014


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Música no Grande Auditório dia 25 de abril


Gaiteiros de Lisboa nas comemorações de abril e aniversário do TMG

Os Gaiteiros de Lisboa foram os escolhidos para o concerto Comemorativo dos 40 anos do 25 de abril e para o 9º aniversário do TMG no próximo dia 25 de abril (sexta), no Grande Auditório, às 21h30.

Poucos serão os nomes na música portuguesa que reúnem tão generalizado consenso como o dos Gaiteiros de Lisboa. Chamar-lhes «instituição» poderia acarretar o perigo de lhes imputar alguma rigidez, mas os Gaiteiros de Lisboa exibem com orgulho o estatuto de «Grupo de Manifesto Interesse Cultural» atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura e têm sido tudo menos rígidos na sua história, feita de abertura, de imaginação e de um sucesso só explicável com a qualidade.

Ao TMG o grupo traz o seu último disco de originais, "Avis Rara", álbum que recebeu os mais rasgados elogios da crítica nacional. O disco contou com preciosos colaboradores como Adiafa, Zeca Medeiros, Sérgio Godinho, Armando Carvalheda e Ana Bacalhau.

“Avis Rara” é uma «viagem que reinventa melodias, poesias, polifonias e instrumentos, mas também com o destino ambulante de um grupo que para existir tem que se mexer e se deslocar». O trabalho apresenta originais mas também recolha de música tradicional que vai do Alentejo à Ilha do Pico, do Minho às Beiras e a Trás os Montes, passando também pela poesia de Alexandre O'Neil, por cantos religiosos e de trabalho e sem esquecer a crítica social.

Sobre o título do disco, refere um dos Gaiteiros de Lisboa, Carlos Guerreiro: «Avis Rara é um título que de certa forma traduz o conteúdo deste trabalho, não só pela estranheza de sons e arranjos que ele contém, como pela originalidade e irreverência na abordagem do já tão explorado filão da Música Tradicional Portuguesa.

É o seguimento natural de todos os que lhe antecederam, reafirmando a atitude pioneira do Grupo quanto ao experimentalismo sonoro e à consequente criação de instrumentos não convencionais.».
Música no Café Concerto dia 26 de abril

Canções de abril 40 anos depois, por Carlos Barreto Xavier

O TMG lançou o desafio ao músico Carlos Barreto Xavier para pegar em canções de abril e reinventá-las. O resultado é “Revisitar abril: as canções 40 anos depois” e pode ser visto no próximo sábado, dia 26 de abril, no Café Concerto do TMG às 22h00. O concerto tem entrada livre.


As canções do pré e do pós 25 de abril fazem parte do património cultural português. Compositores, poetas e músicos criaram muitos hinos que serviram de instrumentos de protesto político e de denúncia social. 40 anos depois, como sobrevive esse riquíssimo espólio musical?

Carlos Barreto Xavier, músico, compositor e professor fortemente ligado à Guarda, aceitou o desafio de reinterpretar as canções marcantes desse período da história portuguesa.


Acompanharão Carlos Barreto Xavier em palco os músicos Reinaldo Pinhão no baixo e Vânia Fernandes na voz.
Trata-se de uma iniciativa que integra as Comemorações dos 40 anos do 25 de abril que o TMG promove durante todo o mês.
Tertúlia no Café Concerto dia 29 de abril

A atualidade do 25 de abril

A atualidade dio 25 de abril” é o tema da tertúlia apresentada pela Comissão Organizadora das Comemorações na Guarda do 40º Aniversário do 25 de Abril no próximo dia 29. A sessão está marcada para as 17h30 no Café Concerto e tem entrada livre.



Teatro no Pequeno Auditório, dia 30 de abril

Trigo Limpo Teatro ACERT e “O Fascismo dos bons homens”
“O Fascismo dos Bons Homens” é a produção do Trigo Limpo Teatro ACERT- baseada no romance “a máquina de fazer espanhóis” de Valter Hugo Mãe – que o TMG apresenta no Pequeno Auditório na próxima quarta feira, dia 30 de abril, pelas 21h30.
Com encenação de Pompeu José e interpretação de António Rebelo, Hugo Gonzalez, João Silva, Pedro Sousa, Pompeu José, Raquel Costa, Sandra Santos.
Nas palavras do encenador, explicando esta produção do Trigo Limpo – Teatro ACERT, «as personagens saíram das páginas do livro e procuraram o palco, como nova morada. A encenação andarilhou nos ajustes que a dramaturgia ia exigindo para revelar cada uma das situações vivenciadas. As leituras teatrais apuravam as tensões teatrais para que os personagens emergissem. Na sucessão de cada etapa, os atores estabeleceram afinidades com os personagens com quem passaram a pernoitar apaixonadamente. Relação carnal, emotiva e sincera. “O Fascismo dos Bons Homens” é um espetáculo conduzido por um romance que cruelmente comove, satiriza e, sobretudo, revela o envelhecimento de todos aqueles que, proveitosa e dignamente, não abdicam de nos fazer refletir sobre as suas lembranças que, no final de contas, se mantêm arreigadas no lar “Para Todas as Idades” que habita indiscriminadamente em cada um de nós».
O espetáculo conta também com a composição e direção musical de Filipe Melo, com os músicos Miguel Cardoso e Luís Henrique, com a cenografia de ZéTavares e Pompeu José e com o desenho de luz de Luís Viegas e Paulo Neto.
Esta é uma atividade que integra as Comemorações dos 40 anos do 25 de abril que o TMG promove durante todo o mês.

Exposição na Galeria de Arte até 13 de julho

A “Vida Subterrânea” de António Jorge Gonçalves no TMG

Está patente na Galeria de Arte do TMG até 13 de julho a exposição “Subway Life (Vida Subterrânea)” de António Jorge Gonçalves.


“Subway life” é o projeto que levou António Jorge Gonçalves a desenhar pessoas sentadas em carruagens do Metro. Tudo começou em Londres - onde o artista residiu durante três anos - com um exercício que consistia em desenhar a pessoa que se sentasse à sua frente no Metro. Ao regressar a Lisboa, decidiu levar o jogo a outras 9 cidades: Lisboa, Berlim, Estocolmo, Nova Iorque, São Paulo, Tóquio, Atenas, Moscovo, e Cairo.

Em 2002 foi criado o site subway-life.com, que foi premiado no Flash Film Festival tendo recebido milhões de visitas. Em Setembro de 2010 foi publicado um livro (Assírio & Alvim) que reúne um conjunto significativo dos desenhos, complementado por apontamentos sobre cada cidade.

A exposição agora apresentada mostra uma seleção desses desenhos ampliados à escala humana, criando assim um efeito surpreendente de proximidade com estes desconhecidos.


O autor nasceu e vive em Lisboa. O seu trabalho percorre a banda desenhada, o cartoon político e as artes cénicas.

Dos livros de banda desenhada que publicou destacam-se a trilogia de FILIPE SEEMS, A ARTE SUPREMA, REI e O SENHOR ABÍLIO. Desenha semanalmente um cartoon para O INIMIGO PÚBLICO. Realizou conceitos visuais para teatro, entre os quais O QUE DIZ MOLERO, ARTE, CONSPIRAÇÃO ou ANTÍGONO.

Nos últimos anos, deixou a tranquilidade do atelier para dar aos seus traços um carácter performativo com projetos de Desenho Digital com músicos, actores, bailarinos, e a solo.

A exposição pode ser visitada de terça a quinta feira das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00, sexta das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 24h00, sábado das 15h00 às 19h00 e das 19h00 às 24h00 e domingo das 15h00 às 19h00. A entrada é livre


Toda a programação do TMG poderá ser consultada na íntegra e mais pormenorizadamente no nosso sítio na internet: www.tmg.com.pt

A Agenda está também disponível em PDF para download.

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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248

gci@tmg.com.pt

www.tmg.com.pt


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