Música no Pequeno Auditório, dia 22 de Junho Marko Topchii: um virtuoso da guitarra no tmg



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Nota à Imprensa | Sexta-feira, 15 de Junho de 2012

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Música no Pequeno Auditório, dia 22 de Junho

Marko Topchii: um virtuoso da guitarra no TMG

Na próxima sexta-feira, dia 22 de Junho, o guitarrista ucraniano Marko Topchii apresenta-se em concerto no Pequeno Auditório do TMG, às 21h30.

Marko Topchii é um jovem de 20 anos. Na sua curta mas promissora carreira já deu inúmeros recitais por toda a Europa. O seu repertório é bastante eclético, abarcando a música desde o período barroco até aos nossos dias. Desde 2007 que tem sido galardoado com inúmeros prémios em Concursos de Guitarra Internacionais, com destaque para os primeiros prémios obtidos em 2011 no 12º Concurso de Guitarra em Belgrado, Sérvia, no Le Concours International de Guitarre “Ville d’Antony” em França, no 6º International Ligita Guitar Competition em Liechtenstein, no 3º Concurso Internacional de Guitarra Robert J. Vidal em França e no nosso país, no 13º Concurso Internacional de Guitarra de Sernancelhe.

Trata-se de um concerto em parceria com o Concurso e Festival Internacional de Guitarra Clássica de Sernancelhe e integrado na Rede 5 Sentidos.


Cinema, no Pequeno Auditório, dia 27

Tabu”, de Miguel Gomes

Na quarta-feira, dia 27 de Junho, o TMG apresenta no Pequeno Auditório, às 21h30, o filme “Tabu” de Miguel Gomes. O filme foi premiado com o galardão Alfred Bauer e o FIPRESCI [Alemanha, 2012] e integrou a Selecção Oficial do Festival de Berlim 2012.

Na história: «uma idosa temperamental, a sua empregada e uma vizinha dedicada a causas sociais partilham o andar num prédio em Lisboa. Quando a primeira morre, as outras duas passam a conhecer um episódio do seu passado».


Fotografia, dia a partir de 26 de Junho no Café Concerto

Exposição “E nunca sonhei que um telefone visse o mundo"

A partir do dia 26 de Junho e até 15 de Julho, o TMG apresenta no Café Concerto a exposição de fotografias “E nunca sonhei que um telefone visse o mundo”, da autoria de Pedro Dias de Almeida, jornalista e editor de cultura da Revista Visão. Trata-se de uma colecção de imagens captadas através de telemóvel. A exposição tem entrada livre e pode ser visitada no horário de funcionamento do CC.

«A fotografia cheirava a líquidos estranhos, nascia em quartos escuros; passavam dias até que as imagens que capturávamos se revelassem aos nossos olhos.

O telefone era um objecto negro, pousado, estridente, com um disco ao centro e algarismos. Nada aproximava uma máquina fotográfica de um telefone.

Eu, espectador, gostava de espalhar rectângulos na realidade vista - e de esperar por eles. Depois, preguiçoso, quase me esqueci. Até que inventaram um telefone com um olho. Um telefone que viaja connosco e é, também, máquina fotográfica. Voltei aos meus rectângulos. Eles estiveram sempre ali.

A voz de Caeiro, uma voz que nunca existiu, ecoa na minha cabeça: “A espantosa realidade das coisas é a minha descoberta de todos os dias”», explica o autor.


Na Galeria de Arte até 29 de Julho

Exposição de Mário Cesariny no TMG

O Teatro Municipal da Guarda tem patente na Galeria de Arte a exposição “Visto a esta luz”, do artista plástico português Mário Cesariny, por muitos considerado o expoente máximo do surrealismo na pintura em Portugal. Esta exposição ficará patente até 29 de Julho e é apresentada no âmbito de uma parceria com a Fundação Cupertino de Miranda. A fundação assumiu nos últimos anos de vida do artista plástico uma relação de grande proximidade e amizade. Nesta exposição procura dar-se uma visão global da sua obra no contexto da Colecção da Fundação Cupertino de Miranda. A exposição é comissariada por António Gonçalves.


Mário Cesariny nasceu em Lisboa em 1923- 2006. Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio. Estudou também música com Lopes Graça. Posteriormente frequentou o primeiro ano do curso de Arquitectura da ESBAL. Participou nos encontros do “Café Herminius” e aderiu ao Neo-realismo, do qual se vem a desligar em 1946. No ano de 1947 conhece André Breton e é nesse mesmo ano que participa na fundação do “Grupo Surrealista de Lisboa”, do qual se afasta em 1948, vindo a formar um novo grupo “Os Surrealistas”. Com este participa na 1.ª Exposição dos Surrealistas.
«Ao longo da exposição encontram-se alguns dos seus objectos que adquirem uma particularidade e mesmo uma aura que os retira do sentido do objecto escultórico e do ready-made. Apresentam-se antes com encontros de sentidos muito apurados, enquanto relações poéticas. Resultam de uma abordagem de vivência com o quotidiano e salientam-se pela sua simplicidade. É uma prática constante a dos objectos que vão sendo encontrados, e que Mário Cesariny vai revelando, quer pela articulação que estabelece entre eles, quer pela importância que lhes dá no seu dia-a-dia, quando os remete para o seu espaço particular, em específico o seu quarto e ali os vai mistificando e desmitificando, como se lhes fosse encontrando uma consideração, uma poética», escreve António Gonçalves a propósito desta exposição.
A exposição pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248

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