Nasce uma nova empresa de desenvolvimento florestal



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Na província de Niassa

Nasce uma nova empresa de desenvolvimento florestal

...o projecto avaliado em cerca de 60 milhões de USD, vai gerar mais de mil postos de emprego directos

Maputo (Canal de Moçambique) – Foi assinada na cidade de Maputo a escritura da Constituição da «Empresa de Desenvolvimento Florestal Malondatreefarms SA», da Organização Moçambicana, Fundação Malonda, que detêm 20 porcento do capital da empresa, em parceria com a Treefarms Internacional que detêm os restantes 80 por cento.

A cerimónia que se realizou na fundação Malonda na Cidade de Maputo contou com a participação de para além dos representantes das duas organizações que se juntaram para criar a empresa, do Director Nacional das Terras Arlindo Cuco, fazendo se sentir a falta do Governador da província de Niassa, que também estava prevista a sua presença.

Em declarações ao «Canal de Moçambique», o Presidente do Conselho da Administração (PCA) da Fundação Malonda, Inocêncio Sotomane, disse que “a criação daquela empresa é mais um passo em frente no objectivo da nossa organização que é de atrair mais investimentos privados para o Niassa”.

“Acredito que a população do Niassa, tanto como o Governo provincial vão tirar benefícios desta nossa iniciativa”, frisou Sotomane, acrescentando que o projecto na sua primeira fase vai gerar pouco mais de mil postos de trabalho directo naquela província que é considerada a mais pobre do país.

Por enquanto ainda são só aspirações.

Numa primeira fase, a nova empresa vai ocupar uma área de aproximadamente 46 mil hectares nos distritos de Lichinga, Sanga e Muembe. O projecto de plantio de árvores florestais é de longo prazo, estimando-se que a exploração da madeira comece daqui a 25 anos, segundo um documento da Fundação Malonda, que está agora na posse do «Canal».

Segundo o projecto, não só se irá produzir madeira, mas também postes de energia, polpa de papel, entre outros derivados da madeira.



A falta de vias de acesso afasta investimentos na província

O Director Nacional da Terras, Arlindo Cuco, também em declarações ao «Canal de Moçambique», disse que a província do Niassa é a que tem maior espaço florestal por explorar, todavia, “a falta de vias de acesso em melhores condições, fazem com que esta província seja a menos concorrida do país para investimentos na mesma.”



Ainda há muito por fazer

Leonor Cardoso, da Treefarms Moçambique, disse ao «Canal de Moçambique» que ainda há muito por fazer para melhorar o ambiente de negócios em Moçambique. Esta portuguesa da Organização Norueguesa Treefarms Internacional, disse que aceitou vir trabalhar em Moçambique devido à facilidade de expressão linguística, por se tratar de um país de língua oficial portuguesa. Garantiu que a sua organização encontrou muitas dificuldades para iniciar os seus investimentos, “mas vai continuar a trabalhar em Moçambique, porque existe muito espaço para o desenvolvimento e exploração florestal”.

Depois de Niassa, “as províncias a seguir serão Nampula e Cabo Delgado”, garantiu Leonor Cardoso ao «Canal de Moçambique».

A Treefarms Internacional opera em mais de 20 países da Ásia e Africa Subsariana, incluindo a vizinha Tanzânia.



(Borges Nhamirre) – CANAL DE MOÇAMBIQUE – 11.07.2007
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