NÚcleo de ciências humanas departamento de ciências da educaçÃo projeto político-pedagógico curso de graduaçÃo em pedagogia, licenciatura



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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Produção de texto Carga horária: 40 horas Semestre:

EMENTA

Leitura, compreensão e produção de textos. Revisão gramatical.

OBJETIVOS

Ampliar as habilidades lingüísticas que os alunos já desenvolveram com relação à Língua Portuguesa

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico. São Paulo: Loyola, 2000.

COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Atica, 1991.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALVARADO, Maite. O leiturão: jogos para despertar leitores. São Paulo: Ática, 1989.

GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1985.

KLEIMAN, Angela. Texto e leitor-aspectos cognitivos da leitura. Campinas/SP: Pontes, 1989.

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. Porto Alegre: Sagra DC Luzzatto, 1994.

PLATÃO, Francisco Savioli; FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1991






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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA

Disciplina: Literatura Infanto-Juvenil Carga horária: 40 horas Semestre:

EMENTA

Conceituação, origem e desenvolvimento do gênero. Descrição dos subgêneros literários. História da literatura infanto-juvenil e estudo singularizado de textos representativos. A ilustração do texto infanto-juvenil e a educação. A literatura infanto-juvenil e o significado social para a criança. Do imaginário ao real. Critérios de seleção de textos, procedimentos metodológicos e sugestões de atividades pedagógicas. Papel do professor como animador de leitura.

OBJETIVOS

Desenvolver habilidades pedagógicas para o uso da literatura juvenil na Educação Básica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMOVICH, Fannu. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo. Scipione: 2008

COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infanto-juvenil. Editora Moderna. São Paulo, 2009.

FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2009.

ZILBERMAN, R. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 1981.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAPTISTA, M.C. A linguagem escrita e o direito à educação na primeira infância. Anais do I Seminário Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo Horizonte, Faculdade de Educação-UFMG, 2010.

CARVALHO, Mariana; CARVALHO, Maurício Ribeiro. O Pedrinho + o Aniversário do Príncipe. Scortecci Editora, 1998. 35p.

CUNHA, Maria Antonieta. Literatura infantil: teoria e prática. São Paulo: Ática, 1989. FEIJO, Mário. O prazer da leitura. São Paulo: Ática, 2010.

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler. 50. ed. SP, BRASIL: Cortez, 2009. 87p.

GOULART, C. Alfabetização e letramento: os processos e o lugar da literatura. In: PAIVA, MARTINS, PAULINO, CORRÊA,VERSIANI (orgs). Literatura: saberes em movimento. Belo Horizonte: CEALE, Autêntica, 2007, p.57-68.

GREGÓRIO FILHO, F. Práticas leitoras (de cor...coração): algumas vivências de um contador de histórias. In: YUNES, E. Pensar a leitura: complexidade. São Paulo: Loyola, 2002.

MARTINS, Maria Helena. O Que é Leitura. 19. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.

SARAIVA, Juracy Assmann (Cols.). Literatura na escola: propostas para o Ensino Fundamental. Porto Alegre: Artmed, 2006







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CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA

Disciplina: Corpo e Movimento Carga horária: 40 horas Semestre:

EMENTA

Escolarização do corpo. A importância da linguagem corporal na Educação Infantil. Corporeidade e vivências lúdicas visando a consciência corporal.

OBJETIVOS

Desenvolver no educador da educação infantil a compreensão da importância e relevância do desenvolvimento de atividades ligadas a linguagem corporal com vistas ao processo de ensino e aprendizagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. V. 1,2 e 3.

FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: Teoria e Prática da Educação Física. Editora Scipione, 2006.

LAPIERRE, André; AUCONTURIER. B. (1986). Simbologia do Movimento. Porto Alegre: Artes Médicas.

LELOUP, Jean-Yves. (1998). O Corpo e seus Símbolos: uma antropologia essencial. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes.

LEVIN, Esteban (1997). A Infância em Cena: Constituição do Sujeito e Desenvolvimento Psicomotor. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BENJAMIN, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo: Summus, 1984.

CABRAL, Suzana V. (1988). Educar Vivendo: O corpo e o grupo na Escola. Porto Alegre: Artes Métricas.

CABRAL, Suzana V. (2001). Psicomotricidade Relacional: Prática Clínica e Escolar. Rio de Janeiro: Revinter.

EDDA, Bomtempo. Psicologia do brinquedo: aspectos teóricos e metodológicos. São Paulo: Nova Stella – Editora Universitária de São Paulo, 1996.

KISHIMOTO, Tizuco Morchida (org). Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. São Paulo: Cortez, 1996.

KISHIMOTO, Tizuco Morchida. O Brincar e suas Teorias. São Paulo: Pioneira Thomson Learning: 2002.

LEBOVICE, S. DIATKINE, R. Significado e Função do Brinquedo na Criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985

MALUF, Ângela C. Munhoz. Brincar – prazer e aprendizado. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

OLIVEIRA, Paulo. O que é brinquedo. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1984.

PAPALAI, Diana F. OLDS, Wendkos Sally. O mundo da criança. São Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil, 1981.

VELASCO, Cacilda. Brincar – o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint, 1996.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente – o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

VYGOTSKY, L. S.; LURIA, Alexander R. LEONTIEV, Alex N. Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2001.







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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA

Disciplina: Educação e Gênero Carga horária: 40 horas Semestre:

EMENTA

A historicidade do conceito de gênero e o uso no ensino e na pesquisa histórica; história das mulheres e das relações de gênero na historiografia contemporânea; as relações vigentes nas escolas numa perspectiva "inclusiva" que aborde as questões de gênero, classe, etnia/raça e geração; a feminização do magistério.

OBJETIVOS

Compreender o que é gênero e as relações de gênero na sociedade; Analisar a historicidade do conceito de gênero e o uso no ensino e na pesquisa histórica; Refletir sobre os rumos da História das Mulheres e das Relações de Gênero na historiografia contemporânea;Estudar e discutir as relações vigentes nas escolas buscando uma perspectiva "inclusiva" que aborde as questões de gênero, classe, etnia/raça e geração; analisar o processo de feminização do magistério.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Jane Soares. Mulher e educação: a paixão pelo possível. São Paulo: Editora

UNESP, 1998.

BAUER, Carlos. Breve história da mulher no mundo ocidental. São Paulo: Xamã, 2001.

FERNÁNDEZ, Alicia. A mulher escondida na professora: uma leitura psicopedagógica do ser mulher, da corporalidade e da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1994.

BANDINTER, Elisabeth. Um é o outro: relações entre homens e mulheres. Rio de Janeiro:

Nova Fronteira, 1986.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALIZADE, Alcira Mariam (Org.). Cenários femininos: diálogos e controvérsias. Rio de

Janeiro: Imago, 2002.

ALVES, Branca Moreira; PITANGUY, Jacqueline. O que é feminismo. 8. ed. São Paulo:

Brasiliense, 2003.

CHAUI, Marilena. Repressão sexual: essa nossa (dês) conhecida. 5. ed. São Paulo:

Brasiliense, 1984.

FOUCAULT, Michel. A mulher e os rapazes: da história da sexualidade. Rio de Janeiro:

Paz e Terra, 1997.

LOURO, Guacira Lopes (org.). O corpo educado. Pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
______. Currículo, gênero e sexualidade - Refletindo sobre o "normal", o "diferente" e o "excêntrico" Gefem, Revista Labrys, 2002.MCLAREN, Peter. Multiculturalismo crítico. 2. ed. São Paulo: Cortez/IPF, 1999.

MILL, Stuart. A sujeição das mulheres. São Paulo: Escala, 2006.

PERROT, Michelle. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. 3. ed.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.

PRIORE, Mary Del. (org) História das mulheres no Brasil, São Paulo: Contexto, 1997. PINTO, Céli Regina Jardim. Uma história do feminino no Brasil. São Paulo: Fundação

Perseu Abramo, 2003.



2.7.11 Requisitos para integralização
O curso de Pedagogia é organizado em semestres letivos e deverá ser integralizado com no mínimo, 08 (oito) semestres e, no máximo, 12 (doze) semestres, conforme regulamenta a Resolução nº 095 /CONSEA, de 27 de abril de 2005, onde explicita em seu Art. 1º que, a UNIR resolve: “Fixar o tempo máximo para integralização dos cursos da Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR, 50 % ao prazo regular previsto para a conclusão do curso”. Cumprirá a determinação legal quanto aos dias letivos – 100 dias por semestre - com 04 (quatro) horas de atividades diárias, durante cinco dias na semana.

Para a integralização do curso, e em conformidade com a Resolução CNE/CP 1/2006, o aluno deverá:



a) Ter cursado a carga horária total definida neste projeto, que compreende 3.480 horas, distribuídas em:

- 2.980 horas de atividades voltadas à realização das disciplinas, seminários e atividades de natureza predominantemente teórica que farão a introdução e o aprofundamento de estudos, entre outros, sobre teorias educacionais, situando processos de aprender e ensinar historicamente e em diferentes realidades socioculturais e institucionais que proporcionem fundamentos para a prática pedagógica, a orientação e apoio a estudantes, gestão e avaliação de projetos educacionais, de instituições e de políticas públicas de Educação, incluindo as práticas de docência e gestão educacional que ensejem aos licenciandos a observação e companhamento, a participação no planejamento, na execução e na avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambientes educativos;

- 300 horas de estágio curricular a ser realizado, ao longo do curso, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes escolares e não-escolares que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências, na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, prioritariamente; na Educação Profissional na área de serviços e de apoio escolar; na Educação de Jovens e Adultos; na participação em atividades da gestão de processos educativos, no planejamento, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e projetos educativos; em reuniões de formação pedagógica.

- 200 horas de Atividades Complementares, que poderá envolver o planejamento e o desenvolvimento progressivo do Trabalho de Curso, atividades de monitoria, de iniciação científica e de extensão, diretamente orientadas por membro do corpo docente da instituição de educação superior decorrentes ou articuladas às disciplinas, áreas de conhecimentos, seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, a educação do campo, a educação indígena, a educação em remanescentes de quilombos, em organizações não-governamentais, escolares e não-escolares públicas e privadas.



b) Estar aprovado no Trabalho de Conclusão de Curso, elaborado conforme normas apresentadas em regulamento próprio, anexo a este PPP.

c) Ter participado da Avaliação do ENADE, quando for o caso.
2.7.12 Descrição da Avaliação do Curso (ENADE)
O Curso de Pedagogia vem mantendo o Conceito quatro (4) - Conceito Preliminar de Curso (CPC), resultante da Avaliação do ENADE.
2.8 AVALIAÇÃO E METODOLOGIAS DE ENSINO
Nesse Projeto, as práticas curriculares são trajetórias orientadas pela problemática do processo formativo que, neste desenho, são partes constituintes de cada núcleo. A problemática, enquanto prática é um conjunto integrado de conteúdos disciplinares, que devem ser articulados de forma interdisciplinar pelos envolvidos no processo pedagógico. Nesse sentido, a docência deve ser exercida com autonomia didático-pedagógica, explicitação epistemológica e planejamento participativo, de tal sorte que todas as dimensões da problemática possam se tomar visíveis na produção acadêmico-científica e na inserção do Curso de Pedagogia na Sociedade.

Entende-se por autonomia didático-pedagógica a liberdade que o docente tem de levantar, selecionar e organizar conteúdos, técnicas de ensino, métodos pedagógicos, teorias científicas, que orientem sua prática educativa. A explicitação epistemológica é uma tomada de decisão necessária à pratica científica comprometida com interesses politicamente definidos. O planejamento participativo é uma ação desejável com vistas a consolidação das aprendizagens e do próprio Curso.

O currículo deve apresentar as condições sob as quais serão revisadas suas práticas e analisado o êxito e coerência de seus propósitos declarados. Neste projeto são três os indicadores que se destacam como mínimos para metodologia para execução do currículo:

Autonomia Didático-pedagógica: Diversidade de projetos, Vivências, Inovações,

Compromissos com as Rotinas Formativas;

Explicitação epistemológica: Coerência teórica na produção acadêmica e Coerência

prática no exercício da Docência; Programa da Disciplina; Intervenção Social;

Planejamento Participativo: Elaboração colegiada do Planejamento; Produção em

Grupo dos Recursos Didático-Pedagógico; Disseminação do Conhecimento;

Estes indicadores são apresentados quando da apresentação das ementas e bibliografias do curso que constituem parte deste PPP, bem como orientador das escolhas referidas as atividades-meio quanto as condições de trabalho e prioridades de investimento, bem como para as ações científicas, respeitando-se os interesses pessoais, mas identificando-os com o compromisso com a formação profissional que se pretenda oferecer.


2.8.1 Avaliação institucional
A avaliação, e possível revisão do projeto, deverá considerar os indicadores metodológicos já descritos e promover encontros regulares, aplicação de instrumentos e revisão criteriosa das atividades formadoras para produção de relatórios de acompanhamento que antecipem pontos a serem revistos e minimize-se riscos de obsolescência sobre o campo de conhecimento, produção teórica e/ou práticas pedagógicas inadequada ao propósito declarado neste PPP.

Respeitadas as normas de avaliação prevista no Regimento Geral da Universidade Federal de Rondônia, o curso de pedagogia adota um sistema de avaliação em dois níveis:

a) Por um conselho permanente de professores e alunos, eleitos e/ou indicados por um colegiado de alunos e professores;

b) Por um processo de consulta externa a cada dois anos a partir da conclusão da primeira turma de alunos egressos quando da aprovação e efetivação deste PPP.


2.8.2 Avaliação do processo de ensino aprendizagem
A avaliação é realizada conforme artigos 120 e 121 do Regimento Geral da UNIR, enfatizando-se que o rendimento do desempenho discente será aferido por disciplina, considerando a preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.

Cabe destacar que a interdisciplinaridade constitui condição para melhoria da qualidade do ensino mediante a superação contínua da já clássica fragmentação, uma vez que orienta a formação global do homem. Tem-se certeza de que para tanto, exigirá dos professores do curso uma postura de abertura para se estabelecer diálogo entre suas disciplinas e a interação entre o conhecimento e a realidade concreta, as expressões de vida, que dizem respeito a todas as áreas do conhecimento. Esse diálogo entre as disciplinas deverá ocorrer em encontros contínuos formais e não formais entre os professores.

Portanto o currículo como um processo contínuo de ser e vir a ser, se faz necessário que as estratégias de avaliação sejam concebidas como auxiliares do processo que se faz no fazer. Importa aqui ressaltar a necessidade de que se avalie permanentemente ao longo do curso ao seu final.

Neste contexto avaliação de desempenho dos acadêmicos no curso, estes serão avaliados por um processo de auto e hetero avaliação por cada atividade em particular e no conjunto do semestre. Quanto à avaliação do processo ensino-aprendizagem, estes observarão as linhas gerais a que a UNIR propõe para o aluno de graduação e poderão ser objetos de discussão e uso pelos docentes, as seguintes formas de avaliação:

- Avaliação diagnóstica no início do processo, verificando princípios básicos do processo ensino aprendizagem;

- Avaliação formativa durante o processo educativo com as seguintes atividades: acompanhamento do desempenho dos acadêmicos no desenvolvimento das atividades educativas tais como, participação, interesse, apresentações em grupo e desempenho individual em atividades práticas (em sala e em campo);

- Avaliação somativa no final de cada etapa do processo (bimestral) através da avaliação, pelo docente, das atividades realizadas, obedecendo os critérios estabelecidos em regimento UNIR.

Estes temas constituem objeto que ocupará regulamentação específica do Conselho de Departamento ou reuniões pedagógicas que convirjam para este fim.

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