NÚcleo de ciências humanas departamento de ciências da educaçÃo projeto político-pedagógico curso de graduaçÃo em pedagogia, licenciatura



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2.7.6 Atividades Complementares
As atividades complementares previstas na matriz curricular, obrigatórias até um total de duzentas (200) horas para o acadêmico (a), serão computadas a partir de critérios estabelecidos de modo que, de fato, complementem a formação dos estudantes.

Essas atividades poderão ser realizadas tanto na Instituição quanto fora dela, cabendo ao acadêmico apresentar os documentos comprobatórios da ação realizada ao professor do Curso de Pedagoga, responsável pelo registro e encaminhamento para a Diretoria de Registro e Controle Acadêmico (DIRCA).

O detalhamento deste processo será objeto de regulamentação específica, anexo deste Projeto, atendendo-se aos critérios mínimos previstos neste PPP como objetivo de formação do pedagogo. Também se inserem neste contexto as disciplinas que sejam cumpridas por opção do aluno, admitida em outros cursos e com caráter de apoiar a formação profissional, devidamente autorizada em âmbito institucional.
2.7.7 Estágio Supervisionado Integrado
O estágio supervisionado é atividade que consiste em promover a formação profissional na docência. Específica e realizada no campo próprio de atuação do pedagogo, consistirá em prática supervisionada, porém independente por parte do formando, com vistas a produzir capacidade de respostas diante das situações profissionais docente, em campo e espaços de atuação concretos.

O estágio (Regulamento em Anexo) será desenvolvido considerando-se a vivência como docência compartilhada, onde professor e professorando articulam suas práticas, em um ambiente escolar como apoio mútuo. Para viabilizar a operacionalização do Estágio, os alunos serão organizados em pequenos grupos e serão orientados por professores do DED (um professor para cada grupo) que farão planejamento coletivo e deverão cuidar para que todas as atividades de estagio sejam realizadas por todos os alunos devidamente supervisionadas. Nas escolas e sistemas educativos, os alunos irão desenvolver as horas destinadas ao estágio planejando, executando, auxiliando e orientando atividades em conjunto com a escola, acompanhando o projeto pedagógico, as estratégias de gestão educativa e conteúdos programáticos do cotidiano professor e aluno.

O estágio será atividade que ocorrerá mediante convênio (Anexo) com os sistemas educativos, de modo que professorandos, professores e docente-supervisor obtenham diálogo permanente que produzam análises das potencialidades e fragilidades do profissional que está prestes a formar-se na docência, realizando um crescimento mútuo.

Admitir-se-á também Estágio Profissional Remunerado em consonância com a regulamentação vigente na IFES.


2.7.8 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O ensino ocupa-se do conhecido. A pesquisa procura avançar no desconhecido, apontar saídas para situações problema. A extensão se apóia no ensino e na pesquisa articuladamente, sendo que os três podem culminar no Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Assim a ação docente, no exercício de cada disciplina, deverá prever a atividade de extensão, que incorpora os resultados de pesquisas, e ainda, atividades que apontem a necessidade de novas pesquisas. Neste sentido, o trabalho em campo envolve desde a prática profissional em ambiente escolar e investigações diversas que deverão ser norteados por questões teóricas.

A sistematização das produções acadêmicas deve priorizar a esfera da natureza do curso visto que na Graduação o objetivo da pesquisa é desenvolver atividades de iniciação à ciência. Assim, o entendimento é que a pesquisa possa influir no enriquecimento e no aperfeiçoamento das ações ligadas à extensão e ao ensino.

Diante das exigências do mundo atual que faz recair sobre os processos de formação inicial do pedagogo um envolvimento mais acirrado com a transformação social, o Curso de Pedagogia se constitui mais que a simples instrução acadêmica. A pedagogia na atualidade considera o acesso do educando à cultura e às vivências da vida cidadã no sentido da formação humana. Partindo destes pressupostos durante o curso, o acadêmico deverá envolver-se com múltiplas atividades ligadas ao desvelamento no âmbito da cultura local, regional, nacional e mundial, por meio da participação em eventos tais como: visitas à exposição de artes, palestras, peças de teatro, entre outros.

Tanto quanto a participação é salutar o envolvimento e comprometimento com as questões sociais e mais especificamente o estudo e a análise das populações minoritárias e do trabalho comunitário. Esta ação ocupar-se-á do mapeamento dos problemas sociais da comunidade, em especial, na esfera cultural e educacional, bem como o concurso do levantamento de medidas de intervenção.

A partir dessa perspectiva o Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia da UNIR preocupa-se com a constituição de um currículo coerente a integração entre teoria e prática pedagógica. Nesse sentido, a produção acadêmica representa condição sine qua non ao processo de construção de conhecimento do profissional com competência para o desenvolvimento da ação docente, bem como na gestão escolar e outros aspectos da formação profissional.

O Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) é uma atividade curricular obrigatória e se constitui requisito complementar para a conclusão do curso de Licenciatura em Pedagogia. O TCC é resultado da integração ensino-pesquisa-extensão e o Departamento de Ciências da Educação poderá optar, a cada entrada de alunos, entre uma das três modalidades previstas no PPP, que são:



  1. A produção monográfica;

  2. A elaboração de relatório científico de pesquisa;

  3. A elaboração do projeto de inovação.

O detalhamento, em suas três modalidades, bem como os Critérios para Elaboração do TCC, a serem adotados independentemente do modelo de produção científica a ser desenvolvido, será objeto de regulamentação específica, anexa neste Projeto. Seguem informações gerais sobre cada modalidade.
2.7.8.1 Monografia
A atividade de produção de Monografia de Conclusão de Curso acontecerá como desdobramento do perfil do curso, ou seja, ao longo dos semestres que antecedem a formalização da relação de orientação, é fundamental que os professores ao realizarem seus trabalhos em sala de aula, orientem atividades para configurarem como embrionárias da pesquisa. Desta forma, estaremos construindo um processo de aprendizagem que consegue construir junções importantes entre teoria, prática e pesquisa, culminando numa atividade de orientação e geração do conhecimento ao longo do trabalho da elaboração da monografia.
2.7.8.2 Relatório Científico de Pesquisa
A investigação da prática educativa é um segmento básico e integrante da formação e qualificação profissional. Momento privilegiado à realização da teorização crítica da prática educacional que se consolida com experiências no campo de trabalho.

Tais experiências oferecem oportunidades de fortalecimento e aprimoramento da capacidade acadêmica e profissional dos docentes em formação. Assim é essencial que a investigação contemple ações diversas para permitir reflexão crítica sobre os aspectos pedagógico-socio-políticos nos diversos espaços educativos, buscando dessa forma sistematizar atividades que valorizem a efetivação da educação de qualidade.

O que se pretende, portanto, é que haja uma articulação entre o conhecimento teórico e a realidade educacional com objetivos de:

Possibilitar a articulação entre os conteúdos teóricos e instrumentais do currículo, de modo que o acadêmico desenvolva a “práxis” criadora no fazer pedagógico expresso nos eixos temáticos já apresentados.

Destacam-se algumas orientações:


  • Mediar o ensino para aprendizagem dos acadêmicos;

  • Assumir e saber lidar com a diversidade entre os educandos;

  • Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem dos acadêmicos;

  • Incentivar atividades de enriquecimento cultural;

  • Desenvolver práticas investigativas e de pesquisa;

  • Elaborar, executar e avaliar projetos para desenvolver conteúdos curriculares;

  • Utilizar novas metodologias, tecnologias, estratégias e materiais de apoio;

  • Desenvolver hábito de trabalho em equipe.

Nessa modalidade de trabalho o acadêmico se integra a um grupo de pesquisa, sob a orientação do tutor, de acordo com a sua área de interesse ou as possibilidades criadas a partir do estágio supervisionado, dos projetos de iniciação científica da UNIR que tenham relação com a pedagogia, ou ainda, das disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso de Pedagogia.

O relatório a que nos referimos constitui em sua essência o resultado de pesquisas realizadas no espaço-tempo da educação escolar e, especificamente relacionadas com as pré-escolas, séries iniciais do ensino básico, a gestão educacional e a formação profissional do docente, sendo que as temáticas estão diretamente relacionadas com o cotidiano educacional no qual a formação desses profissionais está direcionada.

A partir das questões mencionadas acima sugere-se algumas etapas:



  • Coletar e analisar dados que favoreçam o conhecimento e o funcionamento da escola;

  • Identificar dificuldades encontradas no desempenho do trabalho docente e propor alternativas;

  • Diagnosticar as dificuldades encontradas na educação no atual contexto;

  • Situar-se nas relações do processo de ensino-aprendizagem, observando-o, como objetivo de compreendê-lo em sua totalidade;

  • Redimensionar atividades observadas e/ou vivenciadas, oportunizando a produção de conhecimento científico contextualizado;

  • Subsidiar-se para a sistematização e fichamento de informações e dados e dados do relatório;

  • Vivenciar as relações interpessoais e a ética profissional necessárias a uma profissão qualificada;

  • Desenvolver a capacidade do exercício profissional com vistas ao aperfeiçoamento das metodologias operacionais de renovação da prática político-pedagógica;

  • Examinar o pluralismo das diversas instituições e preservar o conjunto de valores existentes que favoreçam o crescimento coletivo do profissional docente;

  • Analisar e criticar a situação de espaços educativos exercitando como base o questionamento e a criatividade.

2.7.8.3 Projeto de Inovações Pedagógicas


O projeto de inovações pedagógicas é um instrumento que cria possibilidades de mudanças concretas na realidade escolar, ou seja, ele imprime no contexto condições para efetivamente transformar a vivência de acadêmicos, professores e a comunidade em patamares que emancipa as pessoas.

Dessa forma para efetivar esses projetos se faz necessário que sua prática ocorra desde o primeiro semestre do curso com uma perduração que ultrapasse os limites da escola, bem como pós-curso de pedagogia para os que se inserem nessa inferência. Assim, concordamos que a pesquisa-ação, tipo colaborativa, em que professores, acadêmicos e a comunidade escolar construam juntos, soluções para os problemas é um dos caminhos que pode criar possibilidades de intervenção direta e eficaz no espaço e cotidiano da escola e da sala de aula.



Etapas

  • Projeto de Diagnóstico do cotidiano escolar;

  • Pesquisa de campo colaborativa;

  • Apresentação e discussão do diagnóstico;

  • Levantamento das atividades a serem realizadas;

  • Avaliação e redirecionamento.


Áreas de Abrangência

  • Formação de professores;

  • Educação de Jovens e adultos;

  • Relação escola-família;

  • Gestão educacional;

  • Inovações Curriculares;

  • Organização estudantil;

  • Leitura e escrita;

  • Biblioteca;

  • Distúrbios de Aprendizagem;

  • Alfabetização;

  • Educação Ambiental;

  • Outras.

2.7.9 Tutoria
A Tutoria Acadêmica está entendida neste projeto pedagógico como um processo de suporte permanente que busca dar respostas aos problemas e necessidades relacionadas com a vida universitária do (a) aluno (a), sobretudo naqueles momentos em que ele (a) necessita tomar decisões. O modelo de tutoria aqui proposto será flexível e acessível tanto para o (a) aluno (a) como para o (a) tutor (a) e, sobretudo, deve permitir uma mudança na concepção e percepção da própria comunidade universitária em relação aos (as) tutores (as) acadêmicos (as).

Através da tutoria, se orienta e apóia o (a) aluno (a) em novas metodologias de trabalho e estudo, se informa sobre aspectos acadêmico-administrativos que ele (a) deve levar em conta nas decisões sobre a trajetória acadêmica; assim mesmo, ao criar um clima de confiança entre o (a) tutor (a) e o (a) estudante se pode conhecer aspectos importantes de sua vida pessoal que de alguma forma afetam seu desempenho, podendo sugerir atividades extracurriculares que possam potencializar seu desenvolvimento integral, pessoal e profissional. Cabe destacar que a tutoria não pretende se sobrepor à docência, mas sim complementa-la e até enriquecê-la como uma forma de atenção centrada no (a) estudante.

Com isto, se pretende que com o programa de tutoria do Curso de Pedagogia intervindo em três áreas: na área Psicopedagógica, atendendo aspectos que impactem em seu desempenho acadêmico e incidam no desenvolvimento de habilidades de aprendizagem e a área de Orientação profissional, onde se pretende apoiar o perfil do futuro egresso (a) e orienta-lo (a) em sua vinculação com o mercado de trabalho.
Finalidade:

A finalidade principal do programa de tutoria é propiciar um acompanhamento do progresso acadêmico dos (as) alunos (as), detectando-se os problemas gerais e propondo soluções. Com a finalidade de guiar a formação do (a) aluno (a), o programa também desenvolve atividades de estudos e discussões sobre temas relacionados ao interesse de tutores (as) e alunos (as), bem como de extensão cultural que possa vir a criar indivíduos críticos e capazes de refletir não só em sua área de formação, mas também relativos aos problemas da sociedade de uma forma geral. Assim, cumpre-se a missão da Universidade de formar não apenas cientistas, mas profissionais com elevado senso de cidadania.


Definição do Tutor (a):

O (A) professor (a) - tutor (a) é o (a) responsável (a) por dar apoio acadêmico e/ou pessoal necessário ao aluno (a), de criar um ambiente adequado de confiança e respeito para seu desenvolvimento ajudando-lhe a prevenir possíveis desajustes que se possam apresentar durante sua trajetória formativa dentro da instituição. Deve também promover entre os (as) alunos (as) uma aprendizagem significativa onde ele (a) aprenda a se conhecer, a estabelecer metas e a assumir responsabilidade de suas ações.

Para a escolha do (a) Tutor (a), no início de cada ano letivo, o (a) aluno (a) preenche uma ficha, que lhe é fornecida pelo secretariado do DED e na qual consta o nome dos (as) tutores (as) com um brevíssimo Currículum Vitae (CV) de cada um, em que coloca o nome de 3 professores (as) por ordem da sua preferência. Sempre que possível, é atribuído a(o) aluna (o) o (a) tutor (a) que escolheu em primeiro lugar. Se não for possível, seguir-se-á a ordem de preferência do (a) aluno (a) passando à sua segunda escolha. Cada tutor não deverá exceder o número de seis tutorandos (as) por ano.

Embora não seja obrigatório que o (a) tutor (a) venha a ser o (a) Orientador (a) do TCC, é desejável, e adequado, que isso aconteça, sempre que possível. Neste sentido, é natural que os temas da tutoria possam estar associados à busca de um plano de estudo e pesquisa, buscando o tratamento de determinados autores, determinados conceitos, etc. Recorda-se que o regime de tutoria funciona apenas durante os dois primeiros anos da formação universitária. Ao final do segundo ano, os (as) alunos (as) passarão a dispor de um (a) orientador (a) de TCC. 


Dinâmica da Tutoria:

Cada tutor (a) terá a seu cargo, indicativamente, cerca de seis tutorandos (as) por ano (as). Reunirá, preferencialmente, com cada um (a) deles (as) de quinze em quinze dias, durante aproximadamente uma hora. O (A) tutor (a) poderá preferir reunir vários tutorandos (as) simultâneamente, embora reunião com um (a) só seja preferida. Cada tutor (a) orientará as sessões de tutoria como entender mais apropriado. Sugere-se que seja apresentado, de acordo com cada tutorando (a), em cada sessão, um documento de pelo menos uma lauda sobre um tema/problema definido na sessão anterior. Após sua leitura pelo tutorando (a), segue-se uma discussão que conduzirá, em princípio, ao tema da sessão seguinte. Cabe ressaltar a importância de existir sempre um texto escrito, como forma potencializar o tempo para a melhoria da produção escrita.

Pretende-se atingir, a partir deste PPP que o Programa de Tutoria Acadêmica do Curso de Pedagogia obtenha o apoio das ferramentas de informação e comunicação, disponibilizadas na Rede Internet, oferecendo também, o suporte de uma tutoria online.

O Departamento de Ciências da Educação poderá, a seu critério, elaborar, em conjunto com os professores tutores, um Plano de Tutoria para cada ano.



2.7.10 Ementário


1° SEMESTRE






SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA

Disciplina: História da Educação Carga horária: 80 horas Semestre: 1º

EMENTA

A História da Educação no seio da história antiga. Condições históricas sobre o homem e o processo educativo. Educação humanista e liberal. A educação no advento da idade moderna. A pedagogia humanista das revoluções e o neo-humanismo. Educação no século XX. A educação contemporânea. A educação no Brasil. A educação brasileira da primeira república. A educação brasileira após 1930. A educação no interperíodo das ditaduras. A educação pós 1964. Século XX e XXI

OBJETIVOS

Contribuir para a formação do profissional licenciado em Pedagogia, apoiando-o na compreensão dos fundamentos da história da educação que se projetam nas diversas práticas educativas e pedagógicas, pautadas no transcorrer das relações humanas e a construção dos paradigmas teóricos que marcam esta dimensão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GADOTTI, Moacir. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2005.

LOPES, Eliane Marta Teixeira. Perspectivas históricas da educação. 2. ed. 1989. 80 p.

RIBEIRO, Maria Luísa Santos. História da educação brasileira: a organização escolar. 14. ed. Autores Associados, 1995. 166 p.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 44. ed. São Paulo: Brasiliense, 2005.

CAMBI, Franco (1999). História da Pedagogia. São Paulo. Editora da UNESP.

GERMANO, José Wellington. Estado militar e educação no Brasil: (1964-1985). São Paulo: Cortez, 1993.

LUZURIAGA, Lorenzo. História da educação e da pedagogia. 12. ed. São Paulo: Nacional, 1999.

ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da educação no Brasil. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 1991.







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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Filosofia Carga horária: 80 horas Semestre: 1º


EMENTA

Origem, noção e divisão da filosofia. O conhecimento. Sistemas filosóficos, e temas atuais. Ética; Ideologia; sistemas filosóficos; correntes filosóficas. A contribuição da filosofia junto às teorias e práticas educativas da civilização ocidental e, também, no processo educativo na atualidade. O sujeito filosófico. A modernidade e pós-modernidade e a filosofia.

OBJETIVOS

Propiciar o aprendizado filosófico a partir de uma visão crítica e reflexiva.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHAUI, Marilena. Convite a Filosofia. São Paulo: Ática, 2006.

GRANGER, Gilles-Gaston. Por um conhecimento filosófico. Papirus, 1989. 288 p.

MATTAR NETO, João Augusto. Filosofia e Ética na Administração. São Paulo: Saraiva, 2009.

MONDIN, Battista. Curso de filosofia: os filósofos do ocidente. 6. ed. Paulinas, 1982. 207 p. 2 v;

MORENTE, Manuel García. Fundamentos de filosofia: lições preliminares. 8. ed. Mestre Jou, 1980. 324 p.

VEIGA-NETO, Alfredo. Foucault e a educação. Belo Horizonte: Autentica, 2005.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARANHA, Maria Lucia Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de Filosofia. São Paulo: Moderna, 2005.

COSSUTA, Frédéric. Elementos para a leitura dos textos filosóficos. Martins Fontes, 1994. 258 p;

MARITAIN, Jacques. Elementos de filosofia I: introdução geral à filosofia. 13. ed. Agir, 1981. 203 p. v.;

MARTINS FILHO, Ives Gandra da Silva. Manual esquemático de filosofia. São Paulo: LTR, 2010.

PRADO JUNIOR, Caio. O que é filosofia. São Paulo: Brasiliense, 2008.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 2005.









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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Metodologia da Produção Científica e Acadêmica

Carga horária: 80 horas Semestre: 1º


EMENTA

Conhecimento e saber: o conhecimento científico e outros tipos de conhecimentos. A metodologia científica e a construção do conhecimento. Metodologia da produção acadêmica: estudo, fichamentos, resumo, resenhas, trabalho acadêmico. Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

OBJETIVOS

Oferecer ao estudante o embasamento teórico-empírico sobre Metodologia Científica e os principais métodos e técnicas de pesquisa acadêmica, enfocando aspectos do conhecimento científico, sua construção processual, sua legitimação e validação na academia e nas ciências sociais aplicadas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Cientifica. São Paulo: Prentice Hall, 2007.

DEMO, Pedro. Saber pensar. 2. ed. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2002.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica. São Paulo: Atlas, 2008.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2008

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOOTH, W. C. COLOMB, G. C. WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. Trad. Henrique Monteiro. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues (Org.). Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1999.

COLARES, Anselmo A. (org.) O ensino superior e a produção do conhecimento. Santarém, PA: Cravo Roxo, 2006.

FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.

LUNA, Sérgio Vasconcelos de, Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2000.

VIEGAS, Waldyr. Fundamentos de metodologia científica. Brasília: Paralelo 15; Editora UNB, 1999.







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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento Carga horária: 80 horas Semestre: 1º


EMENTA

Estudo do desenvolvimento humano nas suas dimensões físico-motor, afetivo-emocional, intelectual e social a partir de explicações teóricas da psicanálise com destaque para Freud, teoria cognitiva de Piaget e da teoria histórico-cultural com realce para Vygotsky, situando a Psicologia do Desenvolvimento no contexto da educação escolar.

OBJETIVOS

Contribuir com a formação do futuro professor oferecendo-lhe instrumentos para a compreensão da contribuição dos conhecimentos da Psicologia do Desenvolvimento na compreensão de como as condições internas e externas ao indivíduo promovem mudanças no comportamento no percurso vital, e ainda: compreender os fundamentos das principais teorias psicológicas do desenvolvimento e dos processos psicológicos básicos; apropriar-se do conhecimento da evolução histórica, o campo da Psicologia do Desenvolvimento e das suas interfaces com outros campos do conhecimento e da psicologia; entender como as condições internas e externas ao indivíduo, promovem mudanças no seu comportamento em especial em períodos de transição no ciclo vital; analisar como a Psicologia do desenvolvimento se situa no contexto escolar e suas contribuições para o desenvolvimento da aprendizagem escolar; observar situações empíricas e analisá-las a luz das teorias em estudo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGGIO, A. B. A Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1978.

COLINVAUX, D. LEITE. B.L DELL’AGLIO, D. D. (Org.). Psicologia do Desenvolvimento: reflexões e práticas atuais. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.

COOL, C. MARCHESI, A. PALACIOS, J. (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e educação. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. V.1

LIMA, E.S. Indagações sobre o currículo: currículo e desenvolvimento humano. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.

MOTA, E. M. Psicologia do Desenvolvimento: uma perspectiva histórica. In: Temas em Psicologia. 2005, vol. 13, n.2, p. 105-11.

RAPPAPORT, C.R. Psicologia do Desenvolvimento. V. I. São Paulo: EPU, 1981.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BEE, Helen L. O ciclo vital. Porto Alegre: Artmed, 1997. 656 p.

ERIKSON, Erik Homburger. O ciclo de vida completo. Porto Alegre: Artmed, 1998. 111p.

FREUD, Sigmund; STRACHEY, James. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, (1970-1996). Vol. VIII.

PIAGET, Jean. O nascimento da inteligência na criança. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 389 p.

OZELLA, A.S. (Org.) Adolescências Construídas. São Paulo, Cortez.

PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 684 p.

RAPPAPORT, C.R. Psicologia do Desenvolvimento. V. III. São Paulo: EPU, 1981.

______. Psicologia do Desenvolvimento. V. IV. São Paulo: EPU, 1981

______. Psicologia do Desenvolvimento. V.II. São Paulo: EPU, 1981.






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CURSO DE PEDAGOGIA

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Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Sociologia da Educação Carga horária: 80 horas Semestre: 1º


EMENTA

Introdução ao pensamento sociológico. Antecedentes históricos do surgimento da sociologia: Revolução industrial e Revolução Francesa. O pensamento sociológico de Comte, Marx, Durkheim e Max Weber.

OBJETIVOS

Proporcionar ao aluno o acesso ao processo de análise sociológica do fenômeno educacional. Analisar as principais teorias sociológicas sobre educação; Compreender a relação educação e sociedade; interpretar os discursos sociológicos contemporâneos acerca do fenômeno educacional; Analisar e se posicionar sobre as questões sociais envolvidas na educação e as relações entre o ser humano, a sociedade em que vive e o tipo de educação resultante de todo o processo e contexto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADORNO, Theodor W. Educação após Auschwitz. In: Educação e Emancipação. 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p. 119-133.

BOURDIEU, P. e PASSERON, J-C. A Reprodução. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1982.

BOURDIEU, Pierre. A Escola conservadora: as desigualdades frente à escola e à cultura. In: FORQUIN, J-C. Sociologia da Educação. Petrópolis, Vozes, 1995.

FREITAG, Bárbara. Escola, estado e sociedade. 6. ed. Moraes, 1986. 142 p.

NOGUEIRA, Maria Alice. Educação, saber, produção em Marx e Engels. 2. ed. Cortez, 1993. 220 p.

RODRIGUES, Neidson. Da mistificação da escola à escola necessária. 7. ed. Cortez, 1996. 97 p.

SNYDERS, Georges. Escola, Classe e Luta de Classes. 2ª edição, São Paulo, Moraes, 1981.

TOSCANO, Moema. Introdução à sociologia educacional. 5. ed. Vozes, 1986. 210 p.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CUNHA, Luiz Antonio. A Educação na Sociologia: um objeto rejeitado? Cadernos Cedes, Campinas, n. 27, p. 9-22, 1992.

FORACCHI, M. H. (org.). Educação e Sociedade. São Paulo, Nacional, 1978.

KRUPPA, S. M. P. Sociologia da educação. Cortez, 1993. 157 p.

MORRISH, Ivor. Sociologia da educação: uma introdução. 4. ed. Zahar, 1983.

NOGUEIRA, Maria Alice, CATANI, Afrânio. Escritos de Educação. 8.ed. Petrópolis RJ: Vozes, 1998.

SANTOS, Cleito P. dos. Educação, Estrutura e Desigualdades Sociais. In.: VIEIRA, Renato & VIANA, Nildo (orgs.). Educação, Cultura e Sociedade. Goiânia, Edições Germinal, 2002.

TEDESCO, J. C. Sociologia da Educação. São Paulo, Autores Associados, 1995.

VIANA, Nildo. Introdução à Sociologia. Belo Horizonte, Autêntica, 2006.






2° SEMESTRE






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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Filosofia da Educação Carga horária: 80 horas Semestre: 2º


EMENTA

Introdução ao pensar, ao ato de filosofar, à gênese do pensamento grego e da ocidentalidade, caracterizando a reflexão e seus desdobramentos para a gênese do pensamento educacional. Principais referências teóricas do pensamento filosófico contemporâneo que mais diretamente dizem respeito às teorias educacionais: liberalismo, positivismo, marxismo e pragmatismo.

OBJETIVOS

Discutir as grandes questões relacionadas aos fundamentos filosóficos da educação no Brasil bem como desenvolver a capacidade de interpretação crítica das principais posições filosóficas sobre a educação vinculando a atividade filosófica ao cotidiano da prática pedagógica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEWEY, John. Como Pensamos. São Paulo, Nacional.

FERRIERI, Adolphe. A Lei Biogenética e a Escola Ativa.

JAEGER, Werner. Paidéia: a Formação do Homem Grego. São Paulo, Martins Fontes/UNS.

LOPES, Eliana Marta Teixeira & outros. 500 Anos de Educação no Brasil. Belo Horizonte, Autêntica.

SAVIANI, D. Escola e Democracia: Teorias da Educação, curvatura da vara e Onze teses sobre educação e política. 22. ed. São Paulo: Cortez, 1989.

SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 2. ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1991.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALTHUSSER, Louis. Ideologia e Aparelhos Ideológicos do Estado. Lisboa, Editorial Presença.

BENINCÁ, E. Pedagogia e senso comum. In: DALBOSCO, C. A.; CASAGRANDE, E. A.; MÜHL, E. H. Filosofia e Pedagogia: Aspectos históricos e temáticos. Campinas: Autores Associados, 2008. Cap. 8, p. 181-203.

BORNHEIM, Gerd (org). Os Filósofos Pré-Socráticos. São Paulo, Cultrix.

BOURDIEU, P. & PASSERON, J. C. A Reprodução. Rio de Janeiro, Francisco Alves.

DEWEY, John. Democracia e Educação. São Paulo, Nacional.

DURKHEIM, Ernrnile. Sociologia, Educação e Moral. Porto, Res.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 28. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra.

GASPARIN, João Luis. Comênio. Rio de Janeiro, Vozes.

GERMANO, José Willington. Estado Militar e Educação no Brasil. São Paulo, CortezlEdunicamp

HERBART. J. F. Pedagogia General Derivada Dei Fin de Ia Educacion. Madrid, La Lectura.

HOMERO. Odisséia. São Paulo, Melhoramentos.

IANNI, Octavio. Marx e a Cultura, in Folhetim. São Paulo, Folia de São Paulo, 21 de outubro de 1984. p 10.






SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Epistemologia da Educação Carga horária: 80 horas Semestre: 2º


EMENTA

A construção da Pedagogia como Ciência: da Grécia à Renascença; Teoria do Conhecimento e Ciência Moderna; A Formação das Teorias da Educação e a Constituição da Episteme Pedagógica.

OBJETIVOS

Apresentar e debater as bases sócio-culturais do conhecimento científico da educação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOTTOMORE, T. Dicionário do pensamento marxista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988c.

BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.

COMÊNIO, João Amós . Didáctica Magna. 3. ed. Fundação Calouste Gulbenkian, Porto, 1985. Introdução; Didáctica Magna; Saudação aos Leitores; Capo X a XIX;

DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Felix. Mil platos. Capitalismo e esquizofrenia. Vol. 4. Rio de Janeiro: Editora 34, 1997.

FERRATER-MORA, José. Dicionário de filosofia. São Paulo: Loyolla, 2004, 2. ed.

GASPARIN, João Luiz. COMÊNIO ou a arte de ensinar tudo a todos. Campinas, SP: Papirus, 1994.

GRAMSCI, Antonio. Maquiavel, a política e o Estado moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976, 375-413

KHUN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas, Trad. de Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. 6a. ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.

PAIVA, Vanilda. Johann Amos Comenius (1592-1670): Primórdios da Pedagogia Política e da Democratização do Ensino. Rev. Fac. Educ., UFF,10 (1 e 2), 1983,p,23-33;

SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CIAVATTA, Maria. Teoria e educação no labirinto do capital. Petrópolis: Vozes, 2001, 115-129.

FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva: um (re)exame das relações entre educação e estrutura econômico-social capitalista. (3ª ed.). São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1989.

FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995.

KOSIK, Karel. A dialética do concreto. São Paulo: Paz e Terra, 1995.

LUKÁCS, Georg. Realismo crítico hoje. Tradução e introdução de Carlos Nelson Coutinho. Brasília: Coordenada Editora de Brasília, 1969, 27-75.

MANACORDA, Mario Alighiero. História da educação. São Paulo: Cortez, 1989.

MARCUSE, Herbert. Idéias para uma teoria crítica da sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos (1844). São Paulo: Boitempo, 2004, 107-114.

NIETZSCHE. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1983, VI-XVIII e 58-81; 83-151; 187-223; 295-325.

REIS, Ronaldo Rosas. Educação e estética. Ensaios sobre a arte e a formação humana no pós-modernismo. São Paulo: FONTES, Virginia. História e verdade. In FRIGOTTO, Gaudêncio e








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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA

Disciplina: Psicologia da Aprendizagem Carga horária: 80 horas Semestre: 2º

EMENTA

Estudo das diferentes concepções teórico-práticas acerca dos processos de construção do conhecimento e da aprendizagem. Análise das fases que compõem o processo de aprendizagem segundo as abordagens cognitivas contemporâneas de processamento da informação e as implicações para o ensino. A motivação do aluno como uma tarefa do ensino.

OBJETIVOS

Compreender e construir conhecimentos no campo da Psicologia da Aprendizagem que contribuam para que o estudante seja capaz de: conhecer e analisar as diferentes concepções teórico-práticas acerca dos processos de construção do conhecimento e da aprendizagem, destacando suas diferenças e aproximações, bem como suas implicações para o processo didático; analisar as fases que compõem o processo de aprendizagem segundo as abordagens cognitivas contemporâneas do processamento da informação e as implicações para o ensino; compreender a motivação do aluno como uma tarefa do proecesso de ensino.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COLL, César (org.). O construtivismo na sala de aula. 6. ed. São Paulo: Ática, 1999.

COLL, César; PALACIOS, Jesús; MARCHESI, Álvaro (Org.). Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia da educação escolar. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. v. 2.

MOREIRA, Marco Antonio. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1999.

PAÍN, Sara. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. 4. ed. Artes Médicas, 1992.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALENCAR, E. S. (org.) Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. São Paulo, Cortez.

AQUINO, Júlio Groppa. Indisciplina da escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Sammus, 1996.

KUPFER, Maria Cristina. Freud e a Educação: o mestre e o impossível. São Paulo: Scipione, 1997.

LA TAILLE, Yves de; OLVEIRA, Marta Kohl de; e DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Sammus, 1992.

MACEDO, Lino et al. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

OLIVEIRA, Martha Kohl. Vygotsky - aprendizagem e desenvolvimento: um processo sócio - histórico. São Paulo: Spione, 1995.

PATTO, Maria Helena Souza. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: T. A. Queiroz, 1990.

PIAGET, Jean. Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974.

VYGOTSKY, Lev Semyonovitch. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 2000.







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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Psicomotricidade Carga horária: 80 horas Semestre: 2º


EMENTA

Conceituação da psicomotricidade; Evolução histórica da Psicomotricidade e seus diferentes campos de atuação; Estágios do desenvolvimento meio e atividades-fim. O cumprimento da função social da escola e as condições objetivas de trabalho. O administrador, as normas e sua aplicação. A administração financeira da unidade escolar. A autonomia da escola e a participação na gestão escolar. Mecanismos de participação coletiva na gestão escolar.

OBJETIVOS

Oportunizar uma práxis educativa de intervenção psicomotora aplicado à ação pedagógica nos diferentes níveis de escolarização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERTEHERAT, T. e Bernstein, C. O corpo tem suas razões - Antiginástica e consciência de si. Paulo: Martins Fontes, 1982.

BUENO, Jocian Machado. Psicomotricidade Teoria e Prática: Estimulação, Educação e Reeducação Psicomotora com Atividades Aquáticas. São Paulo: Editora Lovise, 1998.

CABRAL, Suzana V. Educar vivendo: o corpo e o rupo na escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOSCAINI, Franco. Psicomotricidade e Grafismo: Da Grafomotricidade à Escrita. Rio de Janeiro: Viveiro de Castro, 1998.

FONSECA, Vitor da. A Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

LE BOULCH, Jean. Psicomotricidade. Brasília, SEED/MEC, 1983.

LEVIN, Esteban. A Infância em Cena: Constituição do Sujeito e Desenvolvimento Psicomotor. Petrópolis. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.








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CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Sociolinguística Carga horária: 80 horas Semestre: 2º


EMENTA

Introdução aos estudos linguísticos. Objeto de estudo da sociolinguística. Conceitos introdutórios e pressupostos teóricos. Língua e sociedade: as variações diatópicas, diastráticas e diacrônicas. Variações de registro. Variedades linguísticas e contexto social e cultural. A norma culta, as variações e o erro linguístico. As interfaces do preconceito linguístico. As interfaces da Sociolinguística para o ensino de língua materna e/ou estrangeira.

OBJETIVOS

Avaliar a aplicação do corpo teórico da sociolinguística à prática docente da língua materna, buscando a dialética dos atuais discursos linguísticos sobre a sociolinguística para intervir criticamente no ensino, orientação e supervisão, contribuindo para que a relação aluno e professor seja desenvolvida com estratégias que valorizem os aspectos sociais inerentes à língua.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. A Língua de Eulália. Novela Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 2000.

BAGNO, Marcos. Gramática pedagógica do português brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? Sociolinguística e Educação. São Paulo: Parábola, 2005.

SÍRIO, Possenti. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras: Associação de Leitura do Brasil, 1996.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, Cinthia de Oliveira. Sociolingüística: Uma área abrangente. Webartigos. 2009. Disponível em: . Acesso em 02 out. 2012.

BAGNO, Marcos. Gramática da nossa língua. Revista Presença Pedagógica. Mar./Abr., 2012. Disponível em: . Acesso em 02 out. 2012.

BAGNO, Marcos. Nada da língua é por acaso: ciência e senso comum na educação em língua materna. Revista Presença Pedagógica. Set., 2006. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

CARVALHO, Castelar de. Saussure e a língua portuguesa. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

E-Dicionário de Termos Literários. Níveis de Língua. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

FARIAS, Simone Curth. O aspecto social em Saussure e Bakhtin: diferentes concepções filosóficas. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

ILARI, Rodolfo. Por que (não) ensinar gramática na escola. Educação & Sociedade., Campinas, v. 18, n. 60, Dec. 1997. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

OLIVEIRA, Mariana Morais de. As "Colunas de Atualidades": um gênero do discurso. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

PEDROSA, Cleide Emília Faye. Gênero textual: Uma jornada a partir de Bakhtin. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

TARALLO, Fernando. A Pesquisa Sociolinguística. 7ª. Ed. São Paulo: Ática, 2005.



3° SEMESTRE






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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Didática Carga horária: 80 horas Semestre: 3º


EMENTA

A Didática numa perspectiva histórica; As teorias pedagógicas e à sua importância para a formação do educador; O panorama atual da Didática no contexto do pensamento crítico em Educação; A prática docente a partir dos componentes didáticos e sua aplicabilidade no cotidiano da escola. Elementos teórico-metodológicos na área da Didática; Técnicas e Tecnologias de ensino e aprendizagem; Planejamento escolar, Projeto Político Pedagógico, Currículo e Avaliação.

OBJETIVOS

Esta disciplina pretende possibilitar aos alunos e às alunas: refletir sobre o papel sócio-político da educação escolar, da didática e do ensino nas suas múltiplas relações; caracterizar o processo ensino/aprendizagem a partir da prática escolar e as teorias a elas subjacentes tendo como referência visitas in loco; orientar o trabalho no sentido de uma articulação entre a generalidade das questões abordadas na didática e a especificidade das tarefas pedagógicas onde se entrelaçam a reflexão e a significação, as concepções e as ações proporcionando um saber/fazer crítico; elaborar uma proposta de plano de ensino a partir da realidade vivenciada e de conceitos teóricos-práticos adquiridos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação: epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 1996.

CANDAU, Vera Maria. (org.) A didática em questão. 23 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

ESTEBAN, Maria Teresa. (Org.). Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

MACHADO, Nilson José. Epistemologia e Didática. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2005.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRE, Marli Eliza Dalmazo Afonso de; OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales, et aI. Alternativas do Ensino da Didática. São Paulo: Papyrus, 1997.

CANDAU, Vera Maria. A didática em questão. Petrópolis. Ed. Vozes: 1984.

COMENIUS. Didática Magna. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

ELIAS, M. C. Célestin Freinet. Uma pedagogia de atividade e cooperacão. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

FREIRE, PAULO. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2000.

GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. 3. ed. SP: Autores Associados, 2005.


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