NÚcleo de ciências humanas departamento de ciências da educaçÃo projeto político-pedagógico curso de graduaçÃo em pedagogia, licenciatura



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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Tecnologia Aplicada à Educação Carga horária: 80 horas Semestre: 3º


EMENTA

O processo de informatização da sociedade; Tendências atuais da tecnologia; Introdução à informática e ao uso do computador na sala de aula; A informática na educação do ensino fundamental (séries iniciais) e educação infantil; Teorias de aprendizagem e metodologia subjacentes ao ensino por computador; Abordagem crítica do uso do computador na escola.

OBJETIVOS

Aplicar ideias e ações com base nos referenciais teórico-práticos das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação para realizar o processo de ensino aprendizagem de forma científica, articulando conhecimentos na interação “sujeito - máquina - cultura - sociedade - instituição escolar”, de forma crítica e continuamente re-elaborada.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro.11. Edição. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.

LÉVY, Pierre. As tecnologias da Inteligência - O futuro do pensamento na era da informática. São Paulo. Editora 34. Tradução de Carlos Irineu da Costa. 2004.

PERRENOUD, Philippe. Dez Novas Competências para Ensinar. Porto Alegre, Artmed Editora, 2000.

Revista Em Aberto. Educação a distância e formação de professores: problemas, perspectivas e possibilidades. Vol. 23, No 84. Brasília. INEP, 2010. Disponível em . Acessado em 02 out. 2012.

TAKAHASHI, Tadao (Org.) Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde. Brasília. Ministério da Ciência e Tecnologia. 2000.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BEVORT, Evelyne; BELLONI, Maria Luiza. Mídia-educação: conceitos, história e perspectivas. Revista Educação & Sociedade., Campinas, v. 30, n. 109, Dec. 2009. Disponível em: . Acessado em: 02 jan. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S0101-73302009000400008

BUENO, José Lucas Pedreira; GOMES, Marco Antônio Oliveira. Uma análise histórico-crítica da formação de professores com tecnologias de informação e comunicação. Revista Cocar (UEPA), v. 5, n. 10, p. 53-64, jul-dez 2011. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

DEMO, Pedro. Aprendizagens e novas tecnologias. Revista Brasileira de Docência, Ensino e Pesquisa em Educação Física. Vol. 1, n. 1, p.53-75, Agosto/2009. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.

LIVINGSTONE, Sonia. Internet literacy: a negociação dos jovens com as novas oportunidades on-line. Revista Matrizes, São Paulo, Ano 4, nº 2, jan./jun. 2011. Disponível em: . Acessado em 02 out. 2012.



ZUIN, Antonio A. S.. O Plano nacional de educação e as tecnologias da informação e comunicação. Revista Educação & Sociedade., Campinas, v. 31, n. 112, set. 2010. Disponível em . Acessado em 02 out. 2012.



4° SEMESTRE






SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Currículo e Educação Básica Carga horária: 80 horas Semestre: 4º


EMENTA

Conceito de currículo. Funções do currículo. Componentes curriculares. As fontes do currículo. O Projeto Político Pedagógico da Escola e a construção do currículo. Currículo, escola e sociedade; escola, currículo e a construção do conhecimento; concepções, dimensões e determinantes do currículo; parâmetros curriculares nacionais (PCN's); organização do trabalho pedagógico e a organização do trabalho docente; currículo e interdisciplinaridade.

OBJETIVOS

Desenvolver competências que lhes permita coletar informações sobre a realidade escolar e seus entornos, analisá-las e perceber caminhos para sua utilização na construção do Projeto Político Pedagógico e do currículo escolar e compreender a finalidade da educação e as relações entre aprendizagem, desenvolvimento e educação como condições prioritárias para a intervenção na realidade que é complexa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: Brasília: MEC, 1999.

SANTOS, Samai Serique dos. Avaliação sobre concepções curriculares e prática pedagógica. In: COLARES, Maria Lília I. Sousa. Colóquios temáticos em educação: avaliação em seus múltiplos aspectos. Campinas, SP: Átomo e Alínea, 2006.

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documento de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte, Autêntica, 1999.

ZABALA, A. Enfoque globalizador e pensamento complexo. Uma proposta para o currículo escolar. Porto Alegre: Artmed, 2002.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BEHRENS, M.A. O paradigma emergente e a Prática Pedagógica. Curitiba: Champagnat, 2003.

COOL, C. Psicologia e Currículo. São Paulo: Ática, 1996.

DELORS, J. Educação um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2003.

HERNANDEZ, F. A organização do currículo por projetos de trabalho. O conhecimento é um caleidoscópio.Porto Alegre:Artes Médicas, 1998.

VASCONCELOS, C. dos Santos. A construção do conhecimento em sala de aula. SP: Liberdade, 2002.





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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Educação Especial Carga horária: 80 horas Semestre: 4º


EMENTA

Aspectos históricos, legais e políticos da inclusão de pessoas com necessidades educativas especiais. Os novos paradigmas da educação inclusiva. A inclusão nos diversos segmentos sociais: trabalho, esporte, turismo, lazer, artes, cultura e religião. Educação inclusiva e os parâmetros curriculares nacionais. Pressupostos para o êxito da integração/inclusão. Modalidades alternativas e abordagens educacionais na escola especial e regular; Educação Especial e preparação para o trabalho interdisciplinar. O fazer pedagógico com educandos surdos, cegos e deficientes mentais.

OBJETIVOS

Promover reflexão cerca das transformações necessárias às práticas e políticas educacionais que possibilitam o acesso e a garantia de aprendizagem a pessoa com necessidades educativas especiais, bem como desenvolver as habilidades específicas para enfrentar as demandas atuais da educação especial e preparação para inclusão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. MEC. Ministério da educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília, 2001

GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. Autores Associados, c1996. 97p.;

MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Fundamentos de educação especial. Pioneira, 1982. 137 p.

MAZZOTTA. Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil: História e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez, 1996.

VASH, Carolyn L.. Enfrentando a deficiência: a manifestação, a psicologia, a reabilitação. Pioneira, 1988. 283 p.;


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares. Secretaria de Educação Fundamental/Secretaria de Educação especial - Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1999.

CARMO. Apolônio Abadio. Deficiência Física: A Sociedade brasileira cria, “recupera” e discrimina. Brasília: Secretaria dos Desportos/PR, 1991.

CARVALHO, Rosita Edler. A nova LDB e a Educação Especial. 2. ed. Rio de Janeiro: WVA, 1998.

GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. Autores Associados, c1996. 97p.

JANNUZZI, Gilberta. A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. 2. ed. Autores Associados, c1992. 123 p.;

PESSOT, Isaías. Deficiência Mental: da superstição à ciência. São Paulo: EDUSP, 1984.

PROJETO ESCOLA VIVA. Garantindo o acesso e permanência de todos os alunos: alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Especial, 2000.

PROJETO ESCOLA VIVA. Identificando e Atendendo as Necessidades Especiais de Alunos. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Especial, 2000.








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NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Fundamentos e Prática do Ensino das Múltiplas Expressões Artísticas

Carga horária: 80 horas Semestre: 4º


EMENTA

Arte e interdisciplinaridade. Fundamentos da arte-educação. Linguagem e arte. As múltiplas linguagens artísticas (música, imagem, poesia, arte visual, teatro, folclore e a cultura popular) e suas relações com a produção do conhecimento. A arte nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Vivências educativas através da arte-educação. Introdução à criação, música, pintura, escultura. Literatura, e cinema. Ferramentas básicas e projetos específicos para o trabalho com Arte e Pedagogia.

OBJETIVOS

Desenvolver nos alunos habilidades relativas às múltiplas inteligências manifestadas através das linguagens plástica, musical, literária e cênica, sensibilizando-os para a importância que tais linguagens têm na Educação, especialmente nas séries iniciais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. PCN: Arte, Rio de Janeiro, DP&A, 2001.

IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Porto Alegre: Artmed, 2003.

MASSIN, Jean. História da Música Ocidental. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1997.

WEIGEL, Ana Maria Gonçalves. Brincando de música: experiências com sons, ritmos, música e movimento. Porto Alegre, 1998.

ZIMMERMAN, Nilsa. O mundo encantado da música. São Paulo: Paulinas, 1996.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ABRAMOVICH, Fanny. O estranho mundo que se mostra às crianças. 2. ed. São Paulo: Summus, 1983.

MACHADO, Maria Clara. Teatro/II. Rio de Janeiro: Bloch: FENAME, 1980 (Coleção Biblioteca Educação é Cultura). Vol. 7.

MAGALHÃES Júnior, Raymundo. Teatro/I. Rio de Janeiro: Bloch: FENAME, 1980 (Coleção Biblioteca Educação é Cultura). Vol. 6.

MIGNONE, Francisco. Música. Rio de Janeiro: Bloch: FENAME, 1980 (Coleção Biblioteca Educação é Cultura). Vol. 3.

REZENDE, Neide. A Semana de Arte Moderna. São Paulo: Ática, 1993. (Coleção Série Princípios).

VENEZIA, Mike. Michelangelo. São Paulo: Moderna, 1996. (Coleção Mestres das artes).

______. Picasso. São Paulo: Moderna, 1996. (Coleção Mestres das artes).

______. Van Gogh. São Paulo: Moderna, 1996. (Coleção Mestres das artes)







SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA, LICENCIATURA

Resolução 04/CD de 05/11/1982

Reconhecimento: Portaria 519/MEC de 13/10/1987



INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA


Disciplina: Fundamentos e Prática da Educação Infantil II Carga horária: 80 horas

Semestre: 4º


EMENTA

Observação, registro, documentação, planejamento (rotinas, seqüências didáticas) e avaliação na Educação Infantil: questões para a prática pedagógica. A especificidade de creches e pré-escolas no que diz respeito a: organização e gestão do espaço; organização e gestão do tempo (tempo individual, tempo de relações em pequenos grupos e no coletivo - equilíbrio entre atividades mais calmas e mais movimentadas); agrupamentos das crianças e as possibilidades de convivência com diferentes faixas etárias; rotinas de atividades; interrelações entre educar e cuidar, mente-corpo/racionalidade-desejo; valorização e construção da autonomia, da cooperação e da solidariedade; valorização das produções infantis; o brincar como forma própria de a criança significar e apreender o mundo. Brincadeira e construção de conhecimento; Brincadeira como experiência de cultura. Brincadeira e culturas infantis. Jogo, brinquedo e brincadeira: definições e questões. A ludicidade como mediadora da ação da criança. Concepções de linguagem, relação entre pensamento e linguagem e entre linguagem e interações. A comunicação com e entre os bebês, e com e entre as crianças pequenas. Os adultos e as interações verbais com as crianças: falas e escutas. As crianças pequenas e a linguagem: ações e simbolizações. Corpo, gesto, a construção do sentido e a aquisição da linguagem oral da criança. Relação entre oralidade e cultura escrita. Letramento e cultura escrita. O letramento no cotidiano das crianças pequenas: gêneros discursivos e suas apropriações. A brincadeira com as palavras e o texto poético. Narrativas e leitura de histórias. Literatura na Educação Infantil.

OBJETIVOS

Pretende-se possibilitar aos/às alunos/as do curso de pedagogia a construção de conhecimentos no campo da Educação Infantil que contribuam para que, ao final da disciplina, o estudante possa ser capaz de: desenvolver análise crítica dos condicionantes socioculturais, políticos e ideológicos presentes na da Educação Infantil; planejar e desenvolver propostas educativo-pedagógicas nas e para as diversas instituições de Educação Infantil, considerando, a brincadeira como necessária para a construção do conhecimento infantil, os processos de educar e cuidar, integrando os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos, comunicacionais e sociais da criança; valorizar a linguagem oral da criança nas atividades, bem como a relação entre oralidade e cultura escrita; desenvolver práticas de letramento e inserir as crianças na cultura escrita.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMOWICZ, Anete e WAJSKOP, Gisela. Educação infantil: Creches. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1999.

BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa; SOLÉ, Isabel. Cristina Maria de Oliveira. Aprender e Ensinar na Educação Infantil. Porto Alegre: Artes Médias Sul, 1999.

BRASIL. Ministério Da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara De Educação Básica. Resolução Nº 4, de 13 de julho de 2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Brasília, 2010.

HERNÁNDEZ,Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2002.

KISHIMOTO, Tizuko. (Org.) Jogo, brinquedo, brincadeira e educação. São Paulo: Cortez, 2000.

SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da F. Rosa. Porto Alegre: Artmed, 1998.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ABRAMOWICZ, A e WAJSKOP, G. Educação Infantil: creches: atividades para crianças de zero a 6 anos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1999.

BRASIL. Congresso Nacional. Emenda Constitucional nº 59 de 11/11/2009. Brasília: 2009.

______. MEC. Indicadores da Qualidade na Educação Infantil. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Brasília: MEC/SEB, 2009.

______. MEC. Parecer CNE/CEB nº 8/2010. Estabelece normas para aplicação do inciso IX do artigo 4o da Lei no 9.394/96 (LDB). Brasília: MEC, 2010.

______. MEC. Resolução Nº 5, DE 17/12/2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB, 2009.

______. MEC. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Políticas de Educação Infantil e do Ensino Fundamental. Política Nacional de Educação Infantil: pelo direito das crianças de zero a seis anos à Educação. Brasília: MEC, SEB, 2006.

______. MEC. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Básicos de Infra-estrutura para Instituições de Educação Infantil. Brasília: MEC, SEB, 2006.

______. MEC. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil. Brasília: MEC, SEB, 2006. V.1 e 2.

BONDIOLI Anna e MANTOVANI, Susanna. Manual de Educação Infantil: de 0 a 3 anos. Uma abordagem reflexiva. 9 ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

CAPELLINI, Vera Lúcia M. Fialho; MANZONI, Rosa Maria (Orgs.). Políticas públicas, práticas pedagógicas e ensino-aprendizagem: diferentes olhares sobre o processo educacional. Bauru: UNESP/FC/SP: Cultura Acadêmica, 2008.

CAVALCANTI, Zélia (Coord.). Arte na sala de aula. Porto Alegre: Artmed, 1995. (Série: Cadernos da escola da Vila - Volume I).

DEHEINZELIN, Monique. A fome com a vontade de comer. Uma proposta curricular de educação infantil. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1994.

FREIRE, Madalena. A paixão de conhecer o mundo. 12 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995

JUNQUEIRA FILHO, Gabriel de Andrade. Interdisciplinaridade na Pré-escola. São Paulo: Pioneira, 2003.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Thomson, 2003.

KULMAN JR, M. Histórias da Educação Infantil Brasileira. In: Revista Brasileira de Educação. 14 (especía), 2000. (p. 5-18).

LEONTIEV, A.N. Os princípios psicológicos da brincadeira pré-escolar. MEC/SEF/COEDI. Educação Infantil no Brasil - Situação atual. Brasília: MEC, 1994.

MACEDO, Lino; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005.

PORTO VELHO. Secretaria Municipal de Educação. Divisão de Educação Infantil. Proposta Política Pedagógica para a Educação Infantil do Município de Porto Velho. Porto Velho: SEMED, 2009.

ROSSETTI-FERREIRA, M. C. & AMORIM, K. S. Relações Afetivas na Família e na Creche durante o Processo de Inserção de Bebês. IV Simpósio Latino Americano de Atenção à Criança de O a 6 anos. Brasília: MEC, 1996.

ROSSETTI-FERREIRA, M. C. (orgs). Os fazeres na Educação Infantil. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2000.

ROUSSEAU, Jean Jacques. Emílio ou da educação. Trad. Roberto Leal Ferreira. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Ed. Martins Fontes. 1987.

ZABALZA, M. Qualidade em educação infantil. Trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Artmed Editora, 1998.

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