Índice prefácio 7 primeira parte: alternativas éticas básicas 8



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Copyright ® 1972 The Zondervan Corporation

Título do original: Ethics: Alternatives and Issues, publicado pela Zondervan Publishing House, Grand Rapids, MI, USA

1ª edição: 1984

Reimpressões: 1986, 1988, 1991, 1996, 1999, 2000, 20002, 2001, 2002, 2003, 2005, 2006
Publicado no Brasil com a devida autorização e com todos os direitos reservados por

Sociedade Religiosa Edições Vida Nova

Caixa Postal 21266,

São Paulo-SP 04602-970

www.vidanova.com.br

Printed in Brazil / Impresso no Brasil
ISBN 85-275-0150-3
CAPA: Ato Propaganda
Revisão: Júlio P. T. Zabatiero

ÍNDICE



PREFÁCIO 7

PRIMEIRA PARTE:ALTERNATIVAS ÉTICAS BÁSICAS 8

Introdução: Abordagens e Alternativas Éticas Básicas 8



I. AS ALTERNATIVAS BÁSICAS NA ÉTICA NORMATIVA 8

A. Mentir Não é Nem Certo Nem Errado: Não Há Normas1 8

B. Mentir É Geralmente Errado: Não Há Normas Universais2 9

C. O Mentir Às Vezes É Certo: Há Uma Norma Universal3 10

D. Mentir Sempre É Errado: Há Muitas Normas Não-Conflitantes4 10

E. Mentir Nunca É Certo: Há muitas Normas Conflitantes6 11

F. Mentir Às Vezes É Certo: Há Normas Mais Altas7 12

G. Resumo e Comparação das Alternativas 12

II. AS ABORDAGENS BÁSICAS: NORMAS ÉTICAS OU FINS ÉTICOS? 13

A. Regras Versus Resultados 13

B. Prescritiva Versus Descritiva e Emotiva 14

C. Categórica Versus Hipotética 15

D. Princípios, Normas e Regras 15

E. Universal Versus Geral 16

III. POR QUE UMA ABORDAGEM NORMATIVA? 16

A. As Normas São Inescapáveis 16

B. As Normas São Necessárias 18

NOTAS DE RODAPÉ 19

O Antinomismo: Não Há Normas 20



I. O ANTINOMISMO EXPLICADO 20

A. Kierkegaard: Transcendendo o que é Ético 20

B. Nietzsche: Transvalorizando a Ética 23

C. Sartre: A Rejeição do Ético 25

D. A. J. Ayer: A Eliminação da Ética 29

II. A AVALIAÇÃO DO ANTINOMISMO 30

A. Alguns Valores na Ética Antinomista 30

B. Alguns Problemas Com uma Ética Antinomista 31

Leituras Sugeridas 32

NOTAS DE RODAPÉ 32

O Generalismo: Não Há Normas Universais 34



1. O GENERALISMO EXPLICADO 34

A. Jeremy Bentham: O Utilitarismo Quantitativo 34

B. John Stuart Mill: O Utilitarismo Qualitativo 35

C. G. E. Moore: Regras Gerais e a Obediência Universal 37

D. John Austin: Nenhuma Regra Geral Deve Ser Quebrada 39

II. O GENERALISMO AVALIADO 40

A. Alguns Valores do Generalismo 40

B. Algumas Insuficiências do Generalismo 42

Leituras Sugeridas 43

NOTAS DE RODAPÉ 43

O Situacionismo: Há Uma Norma Universal 43



I. O SITUACIONISMO EXPLICADO 44

A. Evitando Dois Extremos: o Legalismo e o Antinomismo 44

B. Propondo as Pressuposições 45

C. Explicando as Proposições 46

D. Aplicando a Norma do Amor 50

II O SITUACIONISMO AVALIADO 52

A. Algumas Vantagens da Posição Situacional 52

B. Algumas Insuficiências do Situacionismo de Uma Só Norma. 54

Leituras Sugeridas 56

NOTAS DE RODAPÉ 56

O Absolutismo Não-Conflitante: Há Muitas Normas Universais Não-Conflitantes 58



I. O ABSOLUTISMO NÃO-CONFLITANTE EXPLICADO 58

A. Platão: Idéias Universais da Moralidade 58

B. Emanuel Kant: O Imperativo Categórico 61

C. Outros Absolutlistas Pluralistas: Algumas Premissas Subentendidas 65

II. O ABSOLUTISMO NÃO-CONFLITANTE AVALIADO 67

A. Alguns Aspectos Positivos do Absolutismo Pluralista 67

B. Alguns Problemas com o Absolutismo Pluralista 68

Leituras Sugeridas 70

NOTAS DE RODAPÉ 70

Absolutismo Ideal: Há Muitas Normas Universais Conflitantes 71



I. O ABSOLUTISMO IDEAL EXPLICADO 71

A. Doutrinas Básicas do Absolutismo Ideal 71

B. Algumas Doutrinas Associadas do Absolutismo Ideal 73

C. Alguns Exemplos Examinados 77

II. O ABSOLUTISMO IDEAL AVALIADO 79

A. Algumas Contribuições Positivas do Absolutismo Ideal 79

B. Algumas Dificuldades Sérias com o Absolutismo Ideal 80

Leituras Sugeridas 82

NOTAS DE RODAPÉ 82

O Hierarquismo: Há Normas Universais Hierarquicamente Ordenadas 83



I . O HIERARQUISMO ÉTICO EXPLICADO 83

A. A Tese Básica do Hierarquismo 84

B. Algumas Ilustrações do Hierarquismo 89

II. O HIERARQUISMO CRITICADO 92

A. Qual é a Base para Determinar a Hierarquia de Valores? 92

B. Como uma Norma Pode Ser Transcendida e Ainda Ser Universal? 95

III. O HIERARQUISMO ÉTICO: UMA SÍNTESE DAS DEMAIS POSIÇÕES 98

A. O Antinomismo: Ressaltando a Responsabilidade Pessoal 98

B. O Situacionismo: Ressaltando o Dever Absoluto do Amor 98

C. O Generalismo: A Luta por Normas Universais 99

D. O Absolutismo Pluralista: Mantendo Normas Absolutas 100

NOTAS DE RODAPÉ 100

SEGUNDA PARTE: QUESTÕES ÉTICAS 102

O Cristão e o Amor-Próprio 102



I. O ESPECTRO DE OPINIÕES SOBRE O AMOR-PRÓPRIO 102

A. Ayn Rand: Amando a Si Mesmo por causa de Si Mesmo 103

B. Erich Fromm: Amando o Ego Como Representante da Humanidade 105

C. Paul Tillich: Amando a Si Mesmo como Afirmação do Ser 107

D. Sören Kierkegaard: Amando a Si Mesmo Altruisticamente 108

E. Um Resumo do Amor-Próprio 109

II. EXAMINANDO OS DADOS BÍBLICOS SOBRE O AMOR-PRÓPRIO 109

A. O Amor-Próprio Conforme é Condenado na Escritura 110

B. O Amor-Próprio Conforme é Recomendado na Escritura 111

III. UMA SÍNTESE E UMA SOLUÇÃO 112

A. A Natureza do Homem Não Está Totalmente Corrompida 113

B. Amando o Bem em Si Mesmo 114

Leituras Sugeridas 115

NOTAS 116

O Cristão e a Guerra 116



I. O ATIVISMO: É SEMPRE CERTO PARTICIPAR DA GUERRA 117

A. O Argumento Bíblico: "O Governo É Ordenado Por Deus." 117

B. O Argumento Filosófico: O Governo É o Guardião do Homem 118

II. O PACIFISMO: NUNCA É CERTO PARTICIPAR DA GUERRA 121

A. Os Argumentos Bíblicos: A Guerra Sempre É Errada 121

B. Os Argumentos Sociais: A Guerra É Sempre Má 123

III. O SELETIVISMO: É CERTO PARTICIPAR DE ALGUMAS GUERRAS 124

A. Uma Base Bíblica para o Seletivismo 124

B. A Base Moral para o Seletivismo 128

C. O Seletivismo e a Guerra Nuclear 130

D. O Seletivismo e o Hierarquismo 130

Leituras Sugeridas 131

NOTAS 131

O Cristão e a Responsabilidade Social 131



I. A RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CRISTÃO EM GERAL 132

A. A Responsabilidade para com Outras Pessoas 132

B. A Responsabilidade para com a Pessoa Total 132

II. AS RESPONSABILIDADES SOCIAIS ESPECIFICAS DO CRISTÃO 133

A. A Responsabilidade Social Pelos Seus 133

B. A Responsabilidade Social para com Todos os Homens 135

III. O MOTIVO E O MÉTODO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CRISTÃO 140

A. Os Motivos para a Prática do Bem Social 140

B. O Método para Fazer o Bem Social 142

C. A Responsabilidade Social e a Ética Hierárquica 143

Leituras Sugeridas 144

NOTAS DE RODAPÉ 144

O Cristão e o Sexo 145



I. A BASE BÍBLICA PARA O SEXO 145

A. A Natureza do Sexo 145

B. A Função do Sexo 147

II. A BASE HIERÁRQUICA PARA UM CONCEITO CRISTÃO DO SEXO 151

A. A Poligamia e uma Hierarquia de Dever 152

B. O Divórcio e uma Hierarquia do Dever 153

C. A Fornicação e uma Hierarquia do Dever 154

D. Resumo e Conclusão 154

Leituras Sugeridas 155

NOTAS DE RODAPÉ 155

O Cristão, o Controle da Natalidade e o Aborto 155



I. UMA ÉTICA DE CONTROLE DA NATALIDADE 156

A. Os Argumentos Contra o Controle da Natalidade 156

B. Respondendo aos Argumentos Contra o Controle da Natalidade 157

C. Um Conceito Cristão do Controle da Natalidade 159

II. UMA ÉTICA DO ABORTO 161

A. O Aborto Não É Necessariamente Assassinato 161

B. O Aborto É Uma Atividade Muito Séria 161

C. Quando o Aborto É Justificado 162

D. Quando o Aborto Não É Justificável 164

E. Algumas Áreas Problemáticas 166

F. O Aborto Pode Ser Justificado Segundo o Princípio da Qualidade da Vida? 167

III. O QUE SE DIZ DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL? 168

A. Quando a Inseminação Artificial Seria Errada 168

B. Quando a Inseminação Artificial Seria Certa 168

NOTAS DE RODAPÉ 169

O Cristão e a Eutanásia, o Suicídio e a Pena Capital 170



I. UMA ÉTICA CRISTA DA EUTANÁSIA 170

A. Nem Sempre Tirar Uma Vida É Assassinato 171

B. Morrer Misericordiosamente Não É o Mesmo que Matar Misericordiosamente 171

C. A Obrigação É Perpetuar Vida que é Humana 172

D. A Eutanásia É Justificável Em Qualquer Caso? 173

II. UMA ÉTICA DO SUICÍDIO 174

A. O Suicídio para Si Mesmo 174

B. O Suicídio em Prol dos Outros 176

III. UMA ÉTICA CRISTÃ DA PENA CAPITAL 177

A. A Base Bíblica para a Pena Capital 177

B. Algumas Objeções à Pena de Morte 179

C. A Base Lógica para a Pena Capital 181

IV. O HIERARQUISMO E TIRAR OUTRAS VIDAS 182

NOTAS DE RODAPÉ 183

O Cristão e a Ecologia 184



I. UMA BASE BÍBLICA PARA A ECOLOGIA 184

A. O Valor da Criação 184

B. O Valor da Encarnação 185

II. A ECOLOGIA E O VALOR INTRÍNSECO DAS PESSOAS 186

A. O Mal É Sempre Pessoal 186

B. Poluir o Meio-Ambiente É Moralmente Errado 187

III. A ECOLOGIA E O DEVER MORAL DE CONTROLAR O AMBIENTE DO HOMEM 189

A. Controlando o Ambiente Físico 190

B. Controlando o Ambiente Humano 190

LEITURA SUGERIDA 191

NOTAS DE RODAPÉ 191

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