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U

NIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO DE PEDAGOGIA – LICENCIATURA

[EDU03080] PESQUISA EM EDUCAÇÃO

Débora da Silveira Madalena



Projeto de pesquisa

Educação de Jovens e Adultos Surdos em classes Bilíngües.

Porto Alegre

2011
Dados de identificação:


Título do projeto: Educação de Jovens e Adultos Surdos1 em classes Bilíngües.
Nome do aluno: Débora da Silveira Madalena.
Temática: Como as políticas de inclusão têm influenciado a educação de jovens e adultos surdos?

Introdução:


A temática proposta para este projeto filia-se aos Estudos Surdos que estão ligados aos Estudos Culturais. Essa aproximação deve ser crítica e tem como objetivo “a participação dos próprios surdos no processo de transformação pedagógica” (Skliar 2005).

O meu olhar perante essa comunidade não é vinculada á uma perspectiva clínica/biológica que enxerga a surdez como deficiência, mas sim numa visão epistemológica que caracteriza o Surdo como um sujeito possuidor de uma identidade visual. Segundo Strobel, 2008:

Dentro do povo surdo, os sujeitos surdos não diferenciam um de outro de acordo com o grau de surdez, e sim o importante para eles é o pertencimento ao grupo usando a língua de sinais e cultura surda que ajudam a definir as suas identidades surdas. (pag. 24)

Pretendo com essa pesquisa analisar como a relação entre as políticas inclusivas adotadas pelo Ministério da Educação - MEC e as demandas sócio-culturais emergentes da comunidade Surda são atendidas (realizadas/concretizadas) na Educação de Jovens e Adultos - EJA com alunos Surdos das totalidades iniciais I, II e III do Centro Municipal dos Trabalhadores Paulo Freire - CMET Paulo Freire na cidade de Porto Alegre.

Essa pesquisa tem como foco as políticas inclusivas do MEC, pois essas norteiam a educação do nosso país, mas acima de tudo constrói ou ignoram construções culturais. Assim como há muitos anos não se falava em educação para a diversidade e hoje temos como obrigatório no currículo o ensino da cultura Afro e Indígena. Também podemos dizer que o contrário também ocorre: hoje em dia a educação de surdos é assegurada pela LEI Federal N° 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002, em que é reconhecida a LIBRAS como principal língua do povo surdo:

Art. 1° É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e outros recursos de expressão a ela associados.

Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramática própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. (Karnopp, 2004, pag. 104 -105)

Porém vemos um retrocesso ouvintista (“trata-se de um conjunto de representações dos ouvintes, a partir do qual o surdo está obrigado a olhar-se e narrar-se como fosse ouvinte.” Skliar, 2005) representado pelo uso de práticas de oralização e imersão de alunos surdos em escolas regulares com intérpretes.

Nesse ano de 2011, houve grandes movimentações da comunidade surda do nosso país para o não fechamento da escola INES, primeira escola de Surdos do Brasil, fundada no Segundo Reinado e também referencial na área dos estudos Surdos. Esse movimento principalmente reivindica a continuação e o crescimento da educação bilíngüe nas escolas de Surdos.

Para este projeto destaco a importância da Educação Bilingue como proposta pedagógica que atende as demandas educacionais para alunos surdos contemplando aspectos da diferença lingüística e o acesso pleno ao conhecimento. Há uma crítica com relação à educação bilíngüe, pois ao determinarmos o ensino do Português obrigatório estaremos enfatizando a importância ouvinte na instituição escolar. Mas ao adotarmos somente a LIBRAS estaremos ignorando também a forma como a sociedade está organizada e não oportunizando ao Surdo articular dentro dela. A Educação bilíngüe, para tanto, acredito que seja a melhor forma de integrar a necessidade de estar socialmente inserido na organização ouvinte, mas também respeitando a formação sócio-cultural da identidade surda. A cultura surda é muito bem definida por Strobel, 2008 quando diz:

Cultura surda é o jeito de sujeito surdo entender o mundo e modificá-lo a fim de torná-lo acessível e habitável ajustando-os com as suas percepções visuais... (pag. 24)
Problema:
O problema central do meu projeto é como as classes bilíngües do Centro Municipal de Educação Paulo Freire se organizam perante as políticas inclusivas do MEC?

Objetivos:




  • Analisar as influências das políticas inclusivas do MEC nas turmas de totalidades I. II, e III da escola CMET Paulo Freire, perante uma perspectiva Epistemológica;

  • Refletir sobre a prática docente de professores das turmas bilíngües;

Proposta metodológica


Nesta pesquisa pretendo trabalhar com o estudo de caso, pois este abrange a pesquisa qualitativa, que segundo DIAS, 2000:

[...] os métodos qualitativos são menos estruturados, proporcionam um relacionamento mais longo e flexível entre o pesquisador e os entrevistados e lidam com informações mais subjetivas, amplas e com maior riqueza de detalhes do que os métodos quantitativos. (pag. 2)


Que encaixa-se com a minha questão norteadora de pesquisa que é analisar como o cruzamento entre as políticas inclusivas e as demandas da comunidade surda estão sendo atendidas nas classes bilíngües.

Meu trabalho iniciará com uma pesquisa documental das políticas inclusivas do MEC, nas propostas do movimento surdo em defesa do bilingüismo que ocorreram neste ano de 2011 em Brasília e no Projeto Político e Pedagógico - PPP da escola CMET. Buscando os pontos concordantes e discordantes com relação ao ensino de Surdos nos anos iniciais.

Após farei observações em salas de totalidade I, II e III na escola CMET. O meu primeiro foco é na questão do como ensinar. Para tanto quero observar aulas de professores surdos, professores ouvintes fluente em LIBRAS e professores ouvintes que necessitam de intérprete. Acredito que ambos oferecem diferentes perspectivas com relação ao ensino/aprendizagem. O segundo passo é observar como os alunos reagem às três distintas práticas docentes. Como registro, quero fazer um diário de campo com minhas observações.

Por fim realizarei entrevistas semi-estruturadas (Apêndices) com: alunos surdos, professores, gestores e coordenadores pedagógicos.

Com esses instrumentos acredito que poderei analisar a minha questão central, mas sempre mantendo a perspectiva antropológica da concepção da surdez que rompe com o paradigma clínico patológico.

Etapas previstas


Este projeto terá duração de dois semestres letivos a contar do primeiro ao último dia letivo do ano de 2013. Este prevê etapas básicas: análise documental, observação, entrevista e análise dos dados coletados. Alguns processos poderão ocorrer concomitantemente.

Março e Abril



  • Análise das políticas inclusivas do MEC;

  • Análise nas propostas do movimento surdo em defesa do bilingüismo e

  • Análise do Projeto Político Pedagógico do CMET Paulo Freire.

Maio


  • Observação em turmas de surdos com docentes:

    • Surdos;

    • Ouvintes fluentes em LIBRAS e

    • Ouvintes que não são fluentes em Libras

Junho e Julho



  • Descrição/Transcrição das observações

Agosto


  • Entrevistas:

    • Alunos surdos;

    • Os docentes observados;

    • Gestores (diretor da escola e o responsável pelas políticas de educação especial do município) e

    • Coordenador pedagógico.

Setembro e Outubro

  • Transcrição das entrevistas

Novembro e Dezembro

  • Análise dos dados coletados.

Instrumentos que serão utilizados


  • Análise de documentos:

GÜNTHER, 2006, define como “a variante mais antiga para pesquisa”. Com ela pretendo coletar os dados do Ministério da Educação e Cultura referentes à educação de Surdos. Ele também servirá para a busca dos documentos da comunidade Surda referentes à defesa do Bilingüismo e também o PPP da escola que embasarão a minha busca pelo cruzamento das duas vertentes na educação de Surdos no país.


  • Observação:

Esta será por meio do diário de campo, portanto não estruturada. Utilizarei um diário de notas para orientar a minha teorização. Apesar de esse instrumento ser mais transcritivo, acredito que seja a melhor forma de registrar as inter-relações dos alunos e professores, abrangendo ou a perspectiva da Educação de Inclusão ou Educação de surdos.


  • Entrevista:

As entrevistas serão semi-estruturadas. LAVILLE, 1999, a define como “série de perguntas abertas, feitas verbalmente2 em uma ordem prévia, mas na qual o entrevistador pode acrescentar perguntas de esclarecimento”. Será entregue o termo de consentimento, que deverá ser assinado pelos entrevistados maiores de 18 anos e pelos pais dos alunos menores de 18 anos. Juntamente com o termo será entregue o questionário. Todas as entrevistas serão presenciais e filmadas. Depois transcritas.

Revisão de literatura

Os autores que escolhi para embasar teoricamente essa pesquisa são grandes referências na pesquisa nos Estudos Surdos e Estudos Culturais.

Primeiramente quero falar um pouco sobre o conceito lingüístico da LIBRAS, muito presente nos estudos de Karnopp. Ela define que a LIBRAS existe de forma natural nas comunidades surdas. É uma língua visu-gestual que rompe com o oralismo e que une os praticantes dessa modalidade lingüística. Segundo a autora em 2004:

ser surdo e usuário da língua de sinais é enfrentar também uma situação bilíngüe, pois o surdo está exposto a língua portuguesa tanto na modalidade oral quanto escrita. Assim, utilizar tanto a língua de sinais quanto a língua portuguesa na escola e possibilitar o estudo dessa língua pode significar o acesso a expressão, a compreensão e explicação de como as pessoas (tanto surdas quanto ouvintes) se comportam quando pretendem comunicar-se de forma mais eficaz e obter êxito nas interação e nas intervenções que empreendem. (pag. 106)

Outros conceitos que quero trabalhar é a identidade/cultura surda. Conceitos muito relacionados com a Língua de sinais, pois quem os utiliza identifica-se com um conjunto de outros praticantes dessa modalidade que formam a comunidade surda. Para esses conceitos trabalharei com STROBEL e PERLIN, 2008, que afirmam:

[...] as identidades surdas são construídas dentro das representações possíveis a cultura surda, elas moldam-se de acordo com o maior ou menor receptividade cultural assumida pelo sujeito.( PERLIN apud STROBEL, 2004, p. 77-78).

Para tratar sobre a visão Epistemológica da Surdez, problematizar a normalização do ser surdo na perspectiva educacional, Skliar, 2005 orienta-me que:

Reconstruir essa história (dos surdos sobre a sua educação e escolarização) é uma nova experiência de liberdade, a partir da qual se torna possível aos surdos imaginarem outras representações para narrarem a própria história do que significa o ser surdo. (pag. 29)

Por último, porém não menos importante, quero trabalhar com GIORDANI, que tem estudos na área de Jovens e Adultos Surdos. Assim como em qualquer outra classe de EJA regular é necessário respeitar as necessidades que emanam do grupo e saber utilizá-las para a construção do conhecimento. Ela tem uma pesquisa na EJA da escola CMET e no texto “Letramento na educação de Surdos: escrever o que está escrito nas ruas”, 2004, afirma que:

O Centro Municipal dos Trabalhadores– Paulo Freire se propõe em ser um espaço diferenciado, onde se constrói conhecimentos na interação com as histórias de vida dos seus alunos jovens e adultos. (pag. 121)

Trabalhando com esses autores, acredito estar embasada teoricamente, dentro da perspectiva social e lingüística do ser surdo. Portanto a escolha é proposital ao que se refere a não normalização da surdez.

Tabela com trabalhos na área de educação de surdos





AUTOR

TÍTULO

ANO

RELAÇÃO COM A PESQUISA

Lodenir Becker Karnopp

Língua de Sinais na Educação dos Surdos

2004

LIBRAS

Liliane Ferrari Giordani

Letramentos na Educação de Surdos: escrever o que está escrito nas ruas

2004

EJA – Surdos

Karin Strobel

As imagens do outro sobre a Cultura Surda

2008

Cultura Surda – Identidade Surda

Carlos Skliar

Os Estudos Surdos em Educação: problematizando a normalidade

2005

Epistemologia – Ouvintismo

Ronice Müller de Quadros


Situando as diferenças implicadas na educação de surdos: inclusão/exclusão

2008

Cultura Surda – Educação de Surdos

Sueli Lima Santana

Reflexões sobre a educação de surdos: trajetória social das pessoas surdas (refelxões)

2011

Currículo Flexível – Eja de Surdos – Cultura Surda

Ronice Müller de Quadros

POLÍTICAS LINGÜÍSTICAS E A EDUCAÇÃO DE SURDOS NO BRASIL

2007

Política Lingüística

Maura Corcini Lopes

e

Alfredo Veiga Neto

Marcadores Culturais Surdos: quando eles se constituem no espaço escolar

2009

Aspectos Sociais- Surdez - Surdo

Ana Paula Santana

e

Alexandre Bergamo

Cultura e identidade surdas: encruzilhada de lutas sociais e teóricas

2005


Cultura surda - Identidade –surda - Língua de sinais - Lingüística.

Referências

DIAS, Cláudia Augusto. Grupo Focal: técnica de coleta de dados em pesquisas qualitativas. 2000.

GIORDANI, Liliane Ferrari. Letramentos na Educação de Surdos: escrever o que está escrito nas ruas. A invenção da Surdez. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2004.

GÜNTHER, Hartmut. Pesquisa Qualitativa Versus Pesquisa Quantitativa: Esta é a Questão?. Psicologia: Teoria e Pesquisa. Mai-Ago 2006, Vol 22 n. 2, PP. 201-210.

KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais na Educação dos Surdos. A invenção da Surdez .Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2004.

LEVILLE, Chistian. A construção do Saber. Porto Alegre: Editora UFMG, 1999;

MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Disponível em: <http://www.ines.gov.br/paginas/revista/espaco18/Espa%C3%A7o% 20 Aberto %2001.pdf >. Acesso em 27 de novembro de 2011.

SKLIAR, Carlos B. Os Estudos Surdos em Educação: problematizando a normalidade. Porto Alegre: Editora Mediação, 2005.

STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a Cultura Surda. Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.

Apêndices

Apêndice – 1: Entrevista Com os alunos


    • Qual experiência escolar já tivesse?

      • Escola regular, Escola bilíngüe. Relatar essa vivência.

    • Quais foram às dificuldades?

    • Por que escolheu estudar no CMET?

    • Por que essa escolha de uma classe de surdos e não uma regular?

    • Com qual professor mais te identificas? Por que?

Apêndice – 2: Entrevista com professores (GERAL)




    • Como se diferencia a docência com uma turma bilíngüe?

    • Como os conteúdos são trabalhos na perspectiva bilíngüe?

    • Quais são as práticas pedagógicas mais recorrentes em aula?

Apêndice – 3: Entrevista com professores ouvintes fluentes em LIBRAS




  • O que te incentivou a aprender LIBRAS?

  • Qual a importância do conhecimento da língua de sinais para a educação de jovens e adultos surdos?

  • Há necessidade do intérprete em algum momento? Como são as intervenções com ele?

Apêndice – 4: Entrevista com professores ouvintes sem fluência em LIBRAS



  • Como é a sua comunicação com os alunos surdos?

  • Há algum interesse em aprender LIBRAS? Por que?

    • Há necessidade do intérprete em algum momento? Como são as intervenções com ele?

Apêndice – 5: Entrevista com professores Surdos



  • Qual a importância do conhecimento da língua de sinais para a educação de jovens e adultos surdos?

Apêndice – 6: Entrevista com Gestores e Coordenação Pedagógica




    • Como é organizada a grade curricular numa concepção bilíngüe?

    • Como as políticas inclusivas influenciam na construção do PPP?

    • Qual a importância do conhecimento da língua de sinais para a educação de jovens e adultos surdos?

Apêndice – 6: Entrevista com a Secretária Municipal da Educação especial



  • Quais as perspectivas da secretaria perante a educação inclusiva e a educação bilíngüe para os surdos?

  • Como é promovida a educação continuada dos professores das classes bilíngües do Cmet?

Termo de consentimento

Eu ______________________________________, CPF__________________, RG_______________, depois de conhecer e entender os objetivos,


  • Analisar as influências das políticas inclusivas do MEC nas turmas de totalidades I. II, e III da escola CMET Paulo Freire, perante uma perspectiva Epistemológica;

  • Refletir sobre a prática docente de professores das turmas bilíngües;

procedimentos metodológicos, riscos e benefícios da pesquisa, bem como de estar ciente do uso da minha imagem e depoimento AUTORIZO, através do presente termo, a pesquisadora Débora da Silveira Madalena do projeto de pesquisa intitulado “Educação de Jovens e Adultos Surdos em classes Bilíngües” a realizar as filmagens e recolher os depoimentos sem quaisquer ônus financeiro a nenhuma das partes.

Ao mesmo tempo, libero a utilização destas filmagens e depoimentos para fins científicos e de estudos (livros, artigos, slides e transparências), em favor da pesquisadora da pesquisa, a cima especificada.

Porto Alegre, ___ de _________ de 2013.

______________________________

Pesquisador Responsável pelo Projeto

_____________________________

Sujeito da Pesquisa

_____________________________

Responsável Legal ( Caso o sujeito seja menor de idade)

Dados da pesquisadora: Débora da Silveira Madalena – Graduanda em Pedagogia – da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Email: débora.madalena@ufrgs.br. Celular: (51) 8103-9731



1 Surdo, neste trabalho, será tratado não como deficiente, mas sim como uma minoria lingüística. Abordando uma visão sócio-antropológica que entende os surdos como sujeitos pertencentes a um grupo cultural e lingüístico minoritário, ao invés da visão clínica/biológica vê os surdos como deficientes e os classifica segundo os graus de perda auditiva. O termo deficiente auditivo é o termo clínico que define o grau da surdez. “Ser surdo abrange uma experiência de ser, de estar no mundo, que é vivida no coletivo, mas sentida de maneiras particulares”. (LOPES, NETO, 2009 pag.2)

2 No caso dos usuários da Língua de Sinais as perguntas serão sinalizadas.



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