No Grande Auditório, dia 27 de Novembro Cristina Branco traz “Alegria” ao tmg cristina Branco



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Nota à Imprensa | Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

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No Grande Auditório, dia 27 de Novembro

Cristina Branco traz “Alegria” ao TMG


Cristina Branco actua no Teatro Municipal da Guarda a 27 de Novembro (quarta-feira) num concerto que comemora o 814º aniversário da cidade da Guarda. A artista vem apresentar as canções do seu novo disco de originais intitulado “Alegria”. O concerto tem lugar no Grande Auditório pelas 21h30.

“Alegria” mantém uma relação estreita com a chamada “canção nacional”, mas está longe de se esgotar nela, deambulando por temas retirados do cancioneiro popular brasileiro, da música de autoras como Joni Mitchell ou de criadores como Sérgio Godinho, Jorge Palma, Mário Laginha, Ricardo Dias ou João Paulo Esteves da Silva.


A voz de Cristina Branco é uma voz nómada. Assim que se sente demasiado confortável, parte à procura de um novo poiso, uma nova pele. Quem diz pele diz novos contextos, novos significados musicais, novos desafios. O desconforto parece quase um mote na carreira da cantora; Cristina Branco não o procura mas encontra-o invariavelmente, coloca-lhe questões que tem de responder de imediato em nome da curiosidade, da ânsia de descobrir a verdade, por querer testar os seus limites a cada capítulo que acrescenta à sua já extensa discografia. Um desassossego que está presente desde o início: foi assim com “Ulisses”, foi assim com “Abril”, foi assim com “Não há só Tangos em Paris” e é-o agora mais uma vez com “Alegria”. Cristina Branco chama-lhe “adrenalina de estar vivo”.
Acompanham a cantora em palco os músicos Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Ricardo Dias

(piano) e Bernardo Moreira (contrabaixo).


No Pequeno Auditório, dia 22 de Novembro

Novas diretrizes em tempos de paz” pel’A Escola da Noite


Na sexta, dia 22 de Novembro, o TMG apresenta o espectáculo "Novas diretrizes em tempos de paz", do dramaturgo brasileiro Bosco Brasil, levado à cena pel'A Escola da Noite – Grupo de Teatro de Coimbra. O espectáculo realiza-se no Pequeno Auditório, às 21h30.


A história desta peça remonta a 18 de Abril de 1945, quando a II Guerra Mundial está perto do fim e um emigrante polaco, Clausewitz, desembarca no porto do Rio de Janeiro, em busca de uma nova vida como agricultor. No cais é colocado perante Segismundo, um oficial da alfândega que desconfia das intenções da entrada de Clausewitz no Brasil. Sem o salvo-conduto assinado por Segismundo, Clausewitz será obrigado a voltar ao cargueiro e a seguir viagem. Para a obtenção desse salvo-conduto, Segismundo propõe um desafio ao estrangeiro, o que leva as duas personagens a confrontar as suas memórias: de um lado um actor que perdeu familiares e amigos, do outro um ex-torturador que sempre cumpriu ordens.
O dramaturgo Bosco Brasil, estudou na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Foi actor e começou por escrever textos para rádio. É também guionista e autor de novelas. Diz-se influenciado por Sófocles, Strindberg, Tchékhov, Pirandello, Alfred Savoir, Eugene O’Neill, Bertolt Brecht, Samuel Beckett, Harold Pinter, José Vicente e Jorge Andrade. Em 1994 estreou a sua primeira peça para palco, “Budro”, dirigida por Emílio di Biasi. Ganhou os Prémios Molière e Shell de Melhor Autor. É co-fundador do Teatro de Câmara de São Paulo, inspirado no Teatro de Câmara de Estocolmo fundado por Strindberg.

"Novas diretrizes em tempos de paz" tem a encenação de António Augusto Barros e conta com a interpretação de Igor Lebreaud e Miguel Lança.


No Café Concerto, dia 21 de Novembro

Tertúlia “Café a meias” com Carlos Reis e Daniel Rocha

Os professores Carlos Reis e Daniel Rocha são os próximos convidados da tertúlia "Café a Meias" que o TMG promove no próximo dia 21 de Novembro (quinta-feira). Ambos vão partilhar com o público do Café Concerto as suas escolhas de livros, discos, filmes e outros prazeres. A sessão está marcada para as 22h00 e tem entrada livre.


Recorde-se que esta é a sétima sessão da tertúlia “Café a Meias” que já contou com as participações de Helder Sequeira e Mota da Romana, Luís Celínio e Joaquim Igreja, e Maria Antonieta Garcia e Elsa Fernandes; Álvaro Amaro, Baltasar Lopes, José Igreja, Mário Martins e Virgílio Bento (à data, candidatos à Câmara Municipal da Guarda), Carlos Baía, Rui Correia, António José Dias de Almeida e Fernando Carvalho Rodrigues.
Exposição, na Galeria de Arte

Gelo”, de Paulo Brighenti, com obras que questionam



a visibilidade, o tempo e a perda

Está patente na Galeria de Arte do TMG até ao próximo dia 29 de Dezembro, a exposição “Gelo”, de Paulo Brighenti. Trata-se de uma exposição que reúne obras sobre papel realizadas ao longo do ano de 2013 e que, refere o autor, «que questionam a visibilidade, o tempo e a perda».

Paulo Brighenti nasceu em 1968 em Lisboa. Vive e trabalha na capital. Expõe regularmente desde finais dos anos 90. Em 2002 Ganhou o Prémio de Desenho da Fundação Arpad Szenes- Vieira da Silva, Lisboa.

Em 2013 realizou as seguintes exposições: Chama Dupla, Galeria Baginski, Lisboa; Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz; Eclipse, Galeria do TMJB, Almada; Osso, Galeria Fonseca e Macedo, Ponta Delgada, Açores; A grande fogueira, Appleton Square, Lisboa. Natura, Casa Museu Nogueira da Silva, Braga.

A exposição ficará patente até ao final do ano e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248

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