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Encontro03.08.2016
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III FESTIVAL UFC DE CULTURA

CEARÁ, ÁFRICA, LUSOFONIA: ENCONTROS E DIÁLOGOS ALÉM-MAR

FICHA DE INSCRIÇÃO – OFICINAS / MINI-CURSO
NOME DO PARTICIPANTE:

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INSTITUIÇÃO A QUAL ESTÁ VINCULADO (ESCOLA/UNIVERSIDADE):

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CURSO:

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IDADE:

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TELEFONE e E-MAIL DE CONTATO:

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Marque um (X) na turma de oficina ou mini-curso desejado. Cada ficha de inscrição é válida apenas para uma oficina. Caso deseje participar de outra, preencha outra ficha e envie novamente:

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Dias 19 e 20/10 – Mini-curso “O ensino de História da África” (Turma Única)

Professora: Ana Mónica Lopes (Universidade Federal de Alagoas – UFAL)

Horário: 14h às 16h – Vagas: 50

Local: Auditório do Departamento de História (Área 2 do Centro de Humanidades – Benfica)


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Dias 14 e 15/10 – Oficina de Penteados Africanos (Turma 1)

Oficineiro: Carlina Santos (Associação dos Estudantes Africanos no Ceará – AEAC)

Horário: 9h às 12h – Vagas: 20

Local: Sala 2 do Bloco Conceição Souza (Curso de Biblioteconomia – Área 2 do Centro de Humanidades – Benfica)


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Dias 18 a 22/10 – Oficina de Fotografia em Pinhole (Turma Única)

Oficineiro: Leonardo Martins Galina (Guma)

Horário: 18h às 21h – Vagas: 20

Local: ONG Serviluz sem fronteiras (Av. Leite Barbosa, 1042 – Titanzinho)


Descondicionar o olhar cotidiano através da produção e observação de fotografias, conscientizando os participantes da força da linguagem visual, visando uma análise mais crítica a respeito do universo das representações. Ao estimular a prática fotográfica, desenvolve-se o olhar e a percepção de interferir criativamente na maneira de registrar a realidade, provocando os participantes a serem menos passivos em relação às imagens que os cercam. Utilizar o fascínio mobilizador que as imagens exercem sobre nós, como ponto de partida para pensar o universo fotográfico e suas possibilidades.
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Dias 18 e 19/10 – Oficina de Penteados Africanos (Turma 2)

Oficineiro: Carlina Santos (Associação dos Estudantes Africanos no Ceará – AEAC)

Horário: 9h às 12h – Vagas: 20

Local: Sala 2 do Bloco Conceição Souza (Curso de Biblioteconomia – Área 2 do Centro de Humanidades – Benfica)


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Dias 18 e 19/10 – Oficina de Danças Africanas – “Nu bem badja – Vamos Dançar” (Turma Única)

Oficineiro: Andy Monroy

Ritmos: Funaná e zouk, de Cabo Verde

Horário: 9h às 12h – Vagas: 13 para mulheres e 10 para homens

Local: Sala 12 do Bloco Helena Cartaxo (Curso de História – Área 2 do Centro de Humanidades – Benfica)
A oficina tem como principal objetivo criar laços culturais entre brasileiros e africanos, especificamente de Cabo Verde. O funaná é de origem cabo-verdiana, um ritmo acelerado e sensual que lembra o forró do Brasil, enquanto o zouk é uma dança originária das Antilhas, América Central, e foi amplamente difundido no meio cabo-verdiano. No Brasil o zouk acabou se fundindo com a conhecida lambada, criando, assim, o “lambazouk”. O zouk que se dança em Cabo Verde é um pouco diferente, mais conhecido como o “zouk Love” devido ao contato permanente entre os parceiros e o ritmo ser mais devagar e também sensual. 
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Dia 18/10 – Oficina “Folhas, Barro e Imaginários Negros: Razão e sensibilidade, arte e ciência na matriz afro-brasileira” (Oficinas de Cultura Afro-Brasileira – Turma 1)

Oficineiro: Allan da Rosa

Horário: 9h às 12h – Vagas: 20

Local: Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno


Desenvolver a compreensão de estruturas fundamentais da cultura afro-brasileira por suas formas de geração e de transmissão de conhecimento e por suas relações com o pensamento científico, com o cotidiano e com o saber ritual e artístico. Aprimorar a reflexão sobre a importância da integração do pensamento mental às sensibilidades corporais na constituição de saberes e na prática educativa. Entender paisagens do imaginário negro brasileiro, a partir da sua potência comunitária, simbólica e de seus históricos movimentos políticos.

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Dia 18/10 – Oficina de Croqui de Moda (Turma Única)

Oficineiro: Cláudia Castro (Curso de Estilismo e Moda)

Horário: 14h às 17h – Vagas: 15

Local: Curso de Arquitetura (Benfica)


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Dia 19/10 – Oficina “Tranças do Verbo: uma história da palavra afro-brasileira” (Oficinas de Cultura Afro-Brasileira – Turma 2)

Oficineiro: Allan da Rosa

Horário: 9h às 12h – Vagas: 20

Local: Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno


Aprimorar os conhecimentos sobre as expressões verbais de matriz afro-brasileira e desenvolver a sensibilidade sobre as relações entre fala e escrita, voz e página, corpo e papel, poética e política. Compreender a pujança verbal afro-brasileira. Introduzir a uma percepção da variedade de estilos e temáticas fortes na expressão literária negra, entendendo seus vínculos com a diáspora africana e suas problemáticas em relação ao mercado editorial brasileiro.
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Dia 19/10 – Oficina de Criação de Motivos Gráficos (Turma Única)

Oficineiro: Adriana Leiria (Curso de Estilismo e Moda)

Horário: 14h às 17h – Vagas: 10

Local: Curso de Arquitetura (Benfica)


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Dia 20/10 – Oficina “Capoeira Angola, no pensamento do movimento” (Oficinas de Cultura Afro-Brasileira – Turma 3)

Oficineiro: Allan da Rosa

Horário: 9h às 12h – Vagas: 20

Local: Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno


Oficina entrosa a realização de movimentos do jogo da Capoeira Angola às reflexões livres sobre seus fundamentos e histórias. Atenta ao sentido comunitário dos grupos angoleiros, aborda questões de linhagens, princípios da roda, musicalidade e versação.
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Dia 20/10 – Oficina de Origami – Criação de Máscaras (Turma Única)

Oficineiro: Valéria Albuquerque

Horário: 15h às 18h – Vagas: 20

Local: Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno


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Dia 21/10 – Oficina “Quilombos: História, sentidos e imaginário” (Oficinas de Cultura Afro-Brasileira – Turma 4)

Oficineiro: Allan da Rosa

Horário: 9h às 12h – Vagas: 20

Local: Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno


A oficina dialoga com os imaginários referentes à ideia de quilombo, consolidada no Brasil há séculos em virtude da resistência efetivada por escravizados, que apresentaram, praticamente, alternativas de modelos de relações sociais. Apresentando elementos comuns das bases mocambolas, a oficina enfoca também as mudanças que a palavra “quilombo” foi ganhando criticamente por artistas, educadores e ativistas dos movimentos negros e também trata das

diferenças regionais e das miradas políticas que as comunidades remanescentes de quilombos trazem ao tabuleiro político-cultural contemporâneo brasileiro.


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Dia 21/10 – Oficina Negro Teatro: entre rodas, encruzilhadas e palcos” (Oficina de Cultura Afro-Brasileira – Turma 5)

Oficineiro: Allan da Rosa

Horário: 18h às 21h – Vagas: 20

Local: Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno


Circulando nas paisagens da teatralidade ancestral afro-brasileira, presente em manifestações comunitárias, rituais e/ou festivas, a oficina propõe reflexões e dinâmicas de criação teatral, apresentando e pensando elementos de cena, em texto e corpo, que vêm marcando grupos contemporâneos que se definem como teatro negro brasileiro.

FAVOR ENVIAR ESTA FICHA PARA O EMAIL: inscricoes.festivalufc@gmail.com


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