Norman L. Geisler William E. Nix Introdução Bíblica Como a Bíblia chegou até nós



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As traduções e às versões ecumênicas


Com a grande profusão de Bíblias católicas romanas, judaicas e protestantes sendo publicadas, era inevitável que numa era ecumênica houvesse tentativas de produzir Bíblias ecumênicas.

O Novo Testamento: edição católica da versão padrão revisada (1965) encaixa-se nessa categoria. Embora seja realmente o texto da Versão padrão revisada, com cerca de 24 mudanças básicas (enumeradas no apêndice) e notas acrescentadas, ela foi oficialmente aprovada para uso dos católicos romanos. Entre algumas das mudanças nos textos estão a mudança de "brothers" ("irmãos", usado em linguagem geral) para "brethren" ("irmãos", usado em linguagem formal), nas referências feitas à família de Jesus (Mateus 12.46,48), e "deixá-la" em vez de "divorciar-se dela", com referência a José e a Maria (Mateus 1.19); o acréscimo de "e jejum" a "oração", em Marcos 9.29; bem como a reintegração do longo final do evangelho de Marcos (16.9-20) e o incidente da mulher apanhada em adultério em João 7.58— 8.11 (v. cap. 15).

A primeira tentativa feita por uma junta ecumênica unida de produzir uma Bíblia comum é A Bíblia âncora (1964). Sob a direção editorial de William F. Albright e de David Noel Freedman, ela se diz internacional e interdenominacional em sua abrangência. Especificamente afirma contar entre os tradutores muitos estudiosos protestantes, católicos e judeus de muitos países. Seu esforço é o de oferecer a todos os povos de fala inglesa todo o conhecimento significativo, histórico e lingüístico, que influencia a interpretação dos registros bíblicos. Ela está sendo produzida em volumes separados, sendo que cada um deles será acompanhado de uma introdução completa e de notas.

A edição revisada da Versão padrão revisada foi publicada como parte do Novo Testamento dA Bíblia comum, em 1973. Embora seja cedo demais para estimar o valor dessa tradução ou de seu sucesso como empreendimento ecumênico, é difícil ver como possa manter a sua unidade, visto que cada livro está sendo produzido por estudiosos de tão variadas perspectivas teológicas e culturais. Mesmo que a unidade seja mantida, conjectura-se que efeito as diversidades teológicas terão sobre a unidade total da mensagem bíblica.

Mesmo olhando de relance, entretanto, essa procissão de traduções modernas é suficiente para revelar que o século xx, como nenhum século antes na história humana, possui a maior proliferação de traduções da Bíblia, tanto num esforço oficial quanto não-oficial. Com essa grande diversidade e multiplicação das traduções vem uma responsabilidade maior do que nunca de compreender e transmitir todo o conselho de Deus contido em seu Livro inspirado.

21. As traduções para o português


Neste capítulo procuraremos apresentar um breve histórico da tradução da Bíblia em português, tanto em Portugal quanto no Brasil.*

Período das traduções parciais


"Venturoso" ou "Bem-Aventurado". A despeito de esse título ter sido atribuído a d. Manuel como o principal incentivador das grandes navegações, mais bem-aventurado que esse rei português foi um de seus antecessores, d. Diniz (1279-1325), por ter sido a primeira pessoa a traduzir para a língua portuguesa o texto bíblico, tornando assim possível a futura grande navegação dos leitores de língua portuguesa pelo imenso mar da Palavra de Deus.

Grande conhecedor do latim clássico e leitor da Vulgata, d. Dinis resolveu enriquecer o português traduzindo as Sagradas Escrituras para o nosso idioma, tomando como base a Vulgata latina. Embora lhe faltasse perseverança e só conseguisse traduzir os vinte primeiros capítulos do livro de Gênesis, esse seu esforço o colocou em uma posição histórica-mente anterior a alguns dos primeiros tradutores da Bíblia para outros idiomas, como João Wycliffe por exemplo, que só em 1380 traduziu as Escrituras para o inglês.

Fernão Lopes afirmou em seu curioso estilo de cronista do século XV, que d. João I (1385- 1433), um dos sucessores de d. Diniz ao trono português, fez grandes letrados tirar em linguagem os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as epístolas de Paulo, para que aqueles que os ouvissem fossem mais devotos acerca da lei de Deus (Crônica de d. João I, segunda parte). Esses "grandes letrados" eram vários padres que também se utilizaram da Vulgata latina em seu trabalho de tradução.

Enquanto esses padres trabalhavam, d. João I, também conhecedor do latim, traduziu o livro de Salmos, que foi reunido aos livros do Novo Testamento traduzidos pelos padres. Seu sucessor, d. João II, outro grande defensor das traduções do texto bíblico, mandou gravar no seu cetro a parte final do versículo 31 de Romanos 8: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?", atestando assim quanto os soberanos portugueses reverenciavam a Bíblia.

Como nessa época a imprensa ainda não havia sido inventada, os livros eram produzidos em forma manuscrita fazendo-se uso de folhas de pergaminho. Isso tornava sua circulação extremamente reduzida. Por ser trabalho lento e caro, era necessário que ou a Igreja Romana ou alguém muito rico assumisse os custos do projeto. Ninguém mais indicado para isso que os nobres e os reis.

Outras figuras da monarquia de Portugal também realizaram traduções parciais da Bíblia. A neta do rei d. João I e filha do infante d. Pedro, a infanta d. Filipa, traduziu do francês os evangelhos. No século XV surgiram publicados em Lisboa o evangelho de Mateus e trechos dos demais evangelhos, trabalho realizado pelo frei Bernardo de Alcobaça, que pertenceu à grande escola de tradutores portugueses da Real Abadia de Alcobaça. Ele baseou suas traduções na Vulgata latina.

A primeira harmonia dos evangelhos em língua portuguesa, preparada em 1495 pelo cronista Valentim Fernandes e intitulada De Vita Christi, teve os seus custos de publicação pagos pela rainha dona Leonora, esposa de d. João II. Cinco anos após o descobrimento do Brasil, d. Lenora mandou também imprimir o livro de Atos dos Apóstolos e as epístolas universais de Tiago, de Pedro, de João e de Judas, que haviam sido traduzidos do latim vários anos antes por frei Bernardo de Brinega.

Em 1566 foi publicada em Lisboa uma gramática hebraica para estudantes portugueses. Ela trazia em português, como texto básico, o livro de Obadias.


Outras traduções


Outras traduções em língua portuguesa, realizadas em Portugal, são dignas de menção:

Os quatro evangelhos, traduzidos em elegante português pelo padre jesuíta Luiz Brandão.

No inicio do século XIX, o padre Antônio Ribeiro dos Santos traduziu os Evangelhos de Mateus e de Marcos, ainda hoje inéditos.

É fundamental salientar que todas essas obras sofreram, ao longo dos séculos, implacável perseguição da Igreja Romana, e de muitas delas só escaparam um ou dois exemplares, hoje raríssimos. A Igreja Romana também amaldiçoou a todos os que conservassem consigo essas "traduções da Bíblia em idioma vulgar", conforme as denominavam.


Período das traduções completas




Tradução de Almeida


Coube a João Ferreira de Almeida a grandiosa tarefa de traduzir pela primeira vez para o português o Antigo e o Novo Testamento. Nascido em 1628, em Torre de Tavares, nas proximidades de Lisboa, João Ferreira de Almeida, quando tinha doze anos de idade, mudou-se para o sudeste da Ásia. Após viver dois anos na Batávia (atual Jacarta), na ilha de Java, Indonésia, Almeida partiu para Málaca, na Malásia, e lá, pela leitura de um folheto em espanhol acerca das diferenças da cristandade, converteu-se do catolicismo à fé evangélica. No ano seguinte começou a pregar o evangelho no Ceilão (hoje Sri Lanka) e em muitos pontos da costa de Malabar.

Não tinha ele ainda dezessete anos de idade quando iniciou o trabalho de tradução da Bíblia para o português, mas lamentavelmente perdeu o seu manuscrito e teve de reiniciar a tradução em 1648.

Por conhecer o hebraico e o grego, Almeida pôde utilizar-se dos manuscritos dessas línguas, calcando sua tradução no chamado Textus receptus, do grupo bizantino. Durante esse exaustivo e criterioso trabalho, ele também se serviu das traduções holandesa, francesa (tradução de Beza), italiana, espanhola e latina (Vulgata).

Em 1676, João Ferreira de Almeida concluiu a tradução do Novo Testamento, e naquele mesmo ano remeteu o manuscrito para ser impresso na Batávia; todavia, o lento trabalho de revisão a que a tradução foi submetida levou Almeida a retomá-la e enviá-la para ser impressa em Amsterdamã, na Holanda. Finalmente, em 1681 surgiu o primeiro Novo Testamento em português, trazendo no frontispício os seguintes dizeres, que transcrevemos ipsis litteris:

O Novo Testamento, isto he, Todos os Sacro Sanctos Livros e Escritos Evangélicos e Apostólicos do Novo Concerto de Nosso Fiel Salvador e Redentor Iesu Cristo, agora traduzido em português por Joio Ferreira de Almeida, ministro pregador do Sancto Evangelho. Com todas as 1icenças necessárias. Em Amsterdam, por Viuva de J. V. Someren. Armo 1681.

Milhares de erros foram detectados nesse Novo Testamento de Almeida, muitos deles produzidos pela comissão de eruditos que tentou harmonizar o texto português com a tradução holandesa de 1637.0 próprio Almeida identificou mais de dois mil erros nessa tradução, e outro revisor, Ribeiro dos Santos, afirmou ter encontrado número bem maior.

Logo após a publicação do Novo Testamento, Almeida iniciou a tradução do Antigo, e, ao falecer, em 6 de agosto de 1691, havia traduzido até Ezequiel 41.21. Em 1748, o pastor Jacobus op den Akker, de Batávia, reiniciou o trabalho interrompido por Almeida, e cinco anos depois, em 1753, foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes. Estava, portanto concluído o inestimável trabalho de tradução da Bíblia por João Ferreira de Almeida.

Apesar dos erros iniciais, ao longo dos anos estudiosos evangélicos têm depurado a obra de Almeida, tornando-a a preferida dos leitores de fala portuguesa.


A Bíblia de Rahmeyer


Tradução completa da Bíblia, ainda hoje inédita, feita em meados do século XVIII pelo comerciante hamburguês Pedro Rahmeyer, que residiu em Lisboa por 30 anos. O manuscrito dessa Bíblia se encontra na Biblioteca do Senado de Hamburgo, na Alemanha.

Tradução de Figueiredo


Nascido em 1725, em Tomar, nas proximidades de Lisboa, o padre Antônio Pereira de Figueiredo, partindo da Vulgata latina, traduziu integralmente o Novo e o Antigo Testamento, gastando dezoito anos nessa laboriosa tarefa. A primeira edição do Novo Testamento saiu em 1778, em seis volumes. Quanto ao Antigo, os dezessete volumes de sua primeira edição foram publicados de 1783 a 1790. Em 1819 veio à luz a Bíblia completa de Figueiredo, em sete volumes, e em 1821 ela foi publicada pela primeira vez em um só volume.

Figueiredo incluiu em sua tradução os chamados livros apócrifos que o Concilio de Trento havia acrescentado aos livros canônicos em 8 de abril de 1546. Esse fato tem contribuído para que a sua Bíblia seja ainda hoje apreciada pelos católicos romanos nos países de fala portuguesa.

Na condição de exímio filólogo e latinista, Figueiredo pôde utilizar-se de um estilo sublime e grandiloqüente, e seu trabalho resultou em um verdadeiro monumento da prosa portuguesa. Porém, por não conhecer 85 línguas originais e ter-se baseado tão-somente na Vulgata, sua tradução não tem suplantado em preferência popular o texto de Almeida.

A Bíblia no Brasil




Traduções parciais


Nazaré. Em 1847 publicou-sé, em São Luís do Maranhão, O Novo Testamento, traduzido por frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré, que se baseou na Vulgata. Esse foi, portanto, o primeiro texto bíblico traduzido no Brasil. Essa tradução tornou-se famosa por trazer em seu prefácio pesadas acusações contra as "Bíblias protestantes, que, segundo os acusadores, estariam falsificadas" e falavam "contra Jesus Cristo e contra tudo quanto há de bom".

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou o que ficou conhecida como A primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida. Essa versão foi revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D. Pedro n; pelo pastor M. P. B. de Carvalhosa, de Campos, Rio de Janeiro, e pelo primeiro agente da Sociedade Bíblica Americana no Brasil, pastor Alexandre Blackford, ministro do evangelho no Rio de Janeiro.



Harpa de Israel foi o título que o notável hebraísta P. R. dos Santos Saraiva deu à sua tradução dos Salmos publicada em 1898.

Em 1909, o padre Santana publicou sua tradução do Evangelho de Mateus, vertida diretamente do grego. Três anos depois Basílio Teles publicou a tradução do Livro de Jó, com sangrias poéticas. Em 1917 foi a vez de J. L. Assunção publicar o Novo Testamento, tradução baseada na Vulgata latina.

Traduzido do velho idioma etíope por Esteves Pereira, o livro de Amos surgiu isoladamente no Brasil em 1917. Seis anos depois, J. Basílio Pereira publicou a tradução do Novo Testamento e do Livro dos Salmos, ambos baseados na Vulgata. Por essa época surgiu no Brasil (infelizmente, sem indicação de data) a Lei de Moisés (Pentateuco), edição bilíngüe hebraico-português, preparada pelo rabino Meir Masiah Melamed.

O padre Huberto Rohden foi o primeiro católico a traduzir no Brasil o Novo Testamento diretamente do grego. Publicada pela instituição católica romana Cruzada Boa Esperança, em 1930, essa tradução, por estar baseada em textos considerados inferiores, sofreu severas críticas.


Traduções completas


Em 1902, as sociedades bíblicas empenhadas na disseminação da Bíblia no Brasil patrocinaram nova tradução da Bíblia para o português, baseada em manuscritos melhores que os utilizados por Almeida. A comissão constituída para tal fim, composta de especialistas nas línguas originais e no vernáculo, entre eles o gramático Eduardo Carlos Pereira, fez uso de ortografia correta e vocabulário erudito. Publicado em 1917, esse trabalho ficou conhecido como Tradução brasileira. Apesar de ainda hoje apreciadíssima por grande número de leitores, essa Bíblia não conseguiu firmar-se no gosto do grande público.

Coube ao padre Matos Soares realizar a tradução mais popular da Bíblia entre os católicos na atualidade. Publicada em 1930 e baseada na Vulgata, essa tradução possui notas entre parênteses defendendo os dogmas da Igreja Romana. Por esse motivo recebeu apoio papal em 1932.

A primeira revisão da Bíblia em português feita pela Trinitarian Bible Society [Sociedade Bíblica Trinitária] foi iniciada no dia 16 de maio de 1837. Essa decisão foi tomada seis anos após a formação da Sociedade. O primeiro projeto escolhido para a publicação da Bíblia numa língua estrangeira pela Sociedade foi o português. O rev. Thomas Boys, do Trinity College, Cambridge, foi encarregado de liderar o empreendimento. No ano de 1969, em São Paulo, foi fundada a Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, com o objetivo de revisar e publicar a Bíblia de João Ferreira de Almeida como a Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.

Em 1943, as Sociedades Bíblicas Unidas encomendaram a um grupo de hebraístas, helenistas e vernaculistas competentes uma revisão da tradução de Almeida. A comissão melhorou a linguagem, a grafia de nomes próprios e o estilo da Bíblia de Almeida.

Em 1948 organizou-se a Sociedade Bíblica do Brasil destinada a "Dar a Bíblia à Pátria". Essa entidade fez duas revisões no texto de Almeida, uma mais aprofundada, que deu origem à Edição revista e atualizada no Brasil, e uma menos profunda, que conservou o antigo nome Corrigida.

Em 1967, a Imprensa Bíblica Brasileira, criada em 1940, publicou a sua Edição revisada de Almeida, cotejada com os textos em hebraico e grego. Essa edição foi posteriormente reeditada com ligeiras modificações.

Mais recentemente, a Sociedade Bíblica do Brasil traduziu e publicou A Bíblia na linguagem de hoje (1988). O propósito básico dessa tradução tem sido o de apresentar o texto bíblico numa linguagem comum e corrente.

Em 1990, a Editora Vida publicou a sua Edição contemporânea da Bíblia de Almeida. Essa edição eliminou arcaísmos e ambigüidades do texto quase tricentenário de Almeida, e preservou, sempre que possível, as excelências do texto que lhe serviu de base.

Uma comissão constituída de especialistas em grego, hebraico, aramaico e português, coordenada pelo Rev. Luiz Sayão, trabalha em uma nova tradução das Escrituras para a língua portuguesa, sob o patrocínio da Sociedade Bíblica Internacional, com o título Nova versão internacional, da qual já se publicou o Novo Testamento em 1993.

S
ão também dignas de referência: a Bíblia traduzida pelos monges di Meredsous (1959); A Bíblia de Jerusalém, traduzida pela Escola Bíblica de Jerusalém (padres dominicanos) e editada no Brasil por Edições Paulinas em 1981, com notas, e a Edição integral da Bíblia, trabalho de diversos tradutores sob a coordenação de Ludovico Garmus, editado pela Vozes e pelo Círculo do Livro, também com notas.


A ilustração acima monstra a origem e o desenvolvimento da Bíblia em língua portuguesa, bem como os fundamentos sobre os quais descansa cada versão sucessiva.





1 V. Christ, the theme of the Bible, de Norman Geisler (Chicago, Moody Press, 1968).

2 Murfreesboro, Sword of tht Lord, 1969

3 Grand Rapids, Revell, 1907

4 Henrik W. van Loon, Story of the Bible, Garden City, Garden City, 1941, p. 227

5 Doctrine of the Word of God, Naperville, Allenson, 1956, v. 1 (Church dogmatics), p.592-5.

6 Theology of crisis New York, Scribner, 1929, p, 41

7 Brooke Foss Wbstcott, An introduction to the study of the gospels, New York, Macmillan,1902, p. 421.

8 Ap, ibid., p. 418-19. Colchetes de Westcott.

9 Theopneustia: the plenary inspiration of the Holy Scriptures, trad. David Scott, Chicago, bica, n.d., p. 139-40,

10 Archaelogical confirmation of the Old Testament, in: Carl F. H. Henry, org., Revelation and the Bible, Grand Rápids, Baker, 1958, p. 301-2.

* Bâruque está relacionado entre os apócrifos (v. p, 92).

11 Herbert Danby, The Mishnah, Oxford, Oxford University Press», 1933, p, 782.

12 Ibid.

* Livros não aceitos como canônicos no Concilio de Trento, em 1546.

** Livros não relacionados no sumário de Douai por estarem apensos a outros livros.

13 Philip Schaff, org., The creads of Christendom, 6a, ed. rev., New York, Harper, 1919/ p. 81, v. 2.

14 Brooke Foss Westcott, A general survey of the history of the canon of the New Testament, 7. ed., New York, Macmillan, 1896, p, 249-50.

15 2 Ibld., p, 223

* Uma introdução aos apocalipses, você pode encontrar no primeiro volume da coleção New Testament apocrypha, org. por Edgar Hennecke a Wilhelm Schmeemelcher (Philadelphia, Westminster, 1963).

16 The text and canon of the New Testament, Londres, Duckworth, 1913, p.178-81.

** "Ortodoxo" denota que o livro está de acordo com os ensinos dos credos e dos concílios dos primeiros cinco séculos, como o Credo dos apóstolos, o Credo niceno etc.

17 A general survey of the history of the canon of the New Testament, p. 41.

18 Henry Bettenson, Documents of the Christian Church, Oxford» Oxford University Press, 1947, p. 41.

19 Saint Paul's epistles to the Colossians and to Philemon, Grand Rapids, Zondarvan, 1965, p. 285.

20 The Bible in the Church, 2. ed., New York, MacMillan, 1887, p. 83-4.

21 Norman L. Geisler & William E. Nix, A general introduction to the Bible, Chicago, Moody, 1986, p.357.

22 Bruce M. Metzger, The text of the New Testament, New York, Oxford University Press, 1964, p.99-100.

* Há em português as Cartas para hoje, tradução de Philllps das epístolas do Novo Testamento, publicada por Edições Vida Nova. A Bíblia Viva é publicada em português pela Ed. Mundo Cristão. (N. do E.).

23 Ap. Luther A. Weigle, English versions since 1611, in: The Cambridge history of the Bible, New York, Cambridge University Press, 1963, p, 367, v. 3.

* O texto inglês já se acha devidamente concluído. Ademais, a Sociedade Bíblica Internacional presenteou os falantes do português com o Novo Testamento (1993) da Nova versão internacional e trabalha com afinco com vistas no lançamento do Antigo. (N. Do E.)

* Há desse tradutor em português a obra Cartas para hoje (Vida Nova, 1993). (N. do E).

** Essa versão já se encontra completa em inglês sob o título Today's English version equivale a A Bíblia na linguagem de hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil. (N. do E.).

* Este capítulo foi extraído da Bíblia de referência Thompson com algumas adaptações, O texto é da autoria de Jefferson Magno Costa e Abraão de Almeida.
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