Nos Trilhos da História do Baixo São Francisco: um ensaio sobre a Estrada de Ferro Paulo Afonso



Baixar 182.68 Kb.
Página2/2
Encontro29.07.2016
Tamanho182.68 Kb.
1   2

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


AGUIRRE, Brasília et alli. Projetos de irrigação no Nordeste: o custo da transformação social. São Paulo :FIPE/PRONI, 1988.

ALMEIDA, Luiz Sávio de. "Alagoas: as greves de 1932". Revista Estudos, n° 4, Departamento de Ciências Sociais/UFAL. 1990.


————— "Raízes do Comunismo em Alagoas". Debates de História Regional, n°1. Revista do Departamento de História/UFAL, 1992.
BLOCH, Didier. As Frutas Amargas do Velho Chico. Irrigação e desenvolvimento no Vale do São Francisco. São Paulo: Livros da Terra, 1996.
BRASIL. Congresso. Senado Federal. Comissão Especial Para o Desenvolvimento do Vale do São Francisco. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico,1995. v.1 Relatório Final.

CARVALHO, Otomar. Economia política do Nordeste: secas, irrigação e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Campus, 1988

CHESF. Companhia Hidrelétrica do São Francisco. www.chesf.gov.br, em 03/01/2002.

CODEVASF. Companhia de desenvolvimento do Vale do São Francisco. www.codevasf.gov.br, em 5/5/2002.

Costa, Virgílio P. da Silva. Joaquim Nabuco. São Paulo: Editora Três, 2001.

DULCI, Otávio S. Política e Recuperação Econômica em Minas Gerais. Belo Horizonte: UFMG, 1999.


ESPÍNDOLA, Thomaz do Bom- Fim. Geografia Alagoana ou descrição física, política e histórica da Província de Alagoas. Maceió: Edições Catavento, 2001.
FAORO, Raymundo. Os donos do Poder. A formação do patronato político brasileiro. Rio de Janeiro: Globo, 1987
FERNANDES, Florestam. A Revolução Burguesa no Brasil. Ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e Mucambos: introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil. 8.ed. Rio de Janeiro: Record, 1990.

FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil.São Paulo: Cia. Ed. Nacional, 1971.

HARDMAN, Francisco Foot. Trem Fantasma: a modernidade na selva. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

IBGE, Censo 1996. HTTP:/WWW.IBGE.GOV.BR, EM 24/07/00

INFORMATIVO Ferroviário. http:// br.geocities.com, em 02/2001.

LAVINAS, Lena; CARLEIAL, Liana M F ; NABUCO, M Regina ( org.).



Integração, Região e Regionalismo Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994

MARROQUIM Ad. Terra das Alagoas. Roma: Editori Maglione & Strini, 1922.

MINISTÉRIO da Viação e Obras Públicas. Relatório dos Presidentes de Província (1830-1889) e Relatórios Ministeriais (1821-1960) Hartness Guide Statistical Information, HTTP:WWWCRL.UCHICAGO.EDU/INFO/BRAZIL, entre 05/09/2000 e 15/10/2000.

MELO, Josemir Camilo. Modernização e mudanças: o trem inglês nos canaviais do Nordeste ( 1852-1902). Dissertação de Doutorado em História, UFPE, 2000

NABUCO, Joaquim. A Abolição e a República. Recife: Editora Universitária da UFPE, 1999.

OLIVEIRA, Evelina Antunes F. Nova Cidade, velha política. Poder local e desenvolvimento regional na Área Mineira do Nordeste. Maceió: EDUFAL, 2000.

Plancherel, Alice Anabuki. Memória e Omissão: anarquismo e Octávio Brandão. Maceió: Edufal, 1987,

POLLAK, Michael. “Memória , esquecimento e silêncio”. Estudos Históricos , nº3.

PRADO, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1978.

QUEIRÓZ, Maria Isaura P. O Mandonismo local na vida política brasileira e outros ensaios. São Paulo: Alfa-Ômega, 1976.


REDE Ferroviária Federal S/A. Revista Ferroviária. Suplemento Especial Rio de Janeiro, Abril, 1997.
RODRIGUES, Rosiane. Piranhas: retrato de uma cidade. Maceió: Catavento, 1999.
SALLES. Nara. Borda do Lago: um caso de conflito agrário ambiental. Dissertação de Mestrado em Antropologia, UFPE, 1999.
SAMPAIO, Theodoro. O Rio São Francisco e a Chapada Diamantina. Salvador: Livraria Progresso Editora, 1955.

SENADO FEDERAL. Comissão Especial para o Desenvolvimento do Vale do São Francisco. Relatório Final. V 1, Brasília, 1995.

SILVA, Antonio Ozai. História das Tendências no Brasil. São Paulo: Dag Gráfica e Editorial, s/d.
SOCIEDADE de Pesquisa para a Memória do Trem. http:// www.trem.org.br, em 10/02/2001.
TENÓRIO, Douglas Apprato. Capitalismo e Ferrovias no Brasil. Curitiba: HD Livros e Editora, 1996
SUDENE. Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento do Nordeste Brasileiro. Documentos Básicos. Recife, PE, 1995.

VIANNA, Luís Werneck. Liberalismo e Sindicato no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.


A GAZETA DE ALAGOAS, 17/07/1964./ DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO, 17/7/1964.

ARQUIVOS CONSULTADOS

ARQUIVO DA PREFEITURA DE PIRANHAS

ARQUIVO DO CÃMARA MUNICIPAL DE PIRANHAS

ARQUIVO PÚBLICO DE ALAGOAS

ARQUIVO DA COMPANHIA DE TRANSPORTES URBANOS DE ALAGOAS

ARQUIVO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE ALAGOAS

ARQUIVO DO SINDICATO DOS FERROVIÁRIOS DO ESTADO DE ALAGOAS.




i Professora Assistente da UFAL e pesquisadora CENDOP/Xingó-2000. Participaram na coleta de dados, Débora Nunes Lino, Iracilda Albuquerque de Melo e Ana Glória Ferreira dos Santos graduandas em Ciências Sociais/UFAL . Devo registrar a valiosa colaboração de Rogério Xavier Melo , Dieter Max Schoop, Luiz Ruben Bonfim , Alcivandes Santana e o apoio da FAPEAL.

ii Hardman, Francisco Foot. Trem Fantasma: a modernidade na selva. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. Fotos. Exposição do Centenário, Filadélfia, EUA, 1876; Exposições Nacionais, Rio de Janeiro, 1961, 1875 e 1908; Exposição Universal, Paris, 1900.

iii APPRATO Tenório, 1996, p.47; a abertura ao tráfego em Piranhas foi em 25/2/1881, p.105. Em 1835, o Regente Feijó já havia demonstrado interesse em implantar ferrovias, ibidem, p.37.


iv Revista Ferroviária, 1997, p. 5. Lei nº 641, de 26 de julho de 1852, restringindo o lucro a 8%, além do que teria de reembolsar ao governo pela garantia de juros.

v Revista Ferroviária, 1997, p.7.

vi Apprato Tenório, 1996, p.49.

vii Ibidem. p.104 e Marroquim, 1922, p.154

viii Ibidem. p.104.

ix SAMPAIO, Theodoro. 1955, p.60.

x A esse respeito ver por exemplo, FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder: formação do patronato político brasileiro. Rio de Janeiro: Globo, 1987 e QUEIRÓZ, M. Isaura. O mandonismo local na vida política brasileira e outros ensaios. São Paulo: Alfa Ômega, 1976.

xi Relatórios dos Presidentes de Província.http:wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil em 5/09/2000. Consta no relatório do Presidente da Província de 1879 p.5, dos mais de 7 mil retirantes que passaram por Piranhas, 1571 pessoas foram empregadas na construção da Estrada, e alimentadas suas famílias e 961 viúvas, órfãos, cegos, aleijados, etc. Caio Pardo ( 1978, p 201) assinala que entre 1877-80 houve um forte movimento migratório no interior do Nordeste.

xii FREYRE, Gilberto. Sobrados e Mucambos: introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil. 8.ed. Rio de Janeiro: Record, 1990, p.9. Vale lembrar que na literatura mundial, capitalismo e ferrovias são amplamente associados.

xiii FERNANDES, Florestam. A Revolução Burguesa no Brasil. Ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987, cap.2.

xiv sobre a caída do ministério Sinimbu ver COSTA, Virgílio P Silva. Joaquim Nabuco. São Paulo: Editora Três, 2001, p. 74. Caio Prado ( ob. cit. p. 180) assinala que netre 1880-85 houveram sete ministérios.

xv Sobre os diferentes processos de desenvolvimento regional no Brasil ver DULCI, Otávio S. Política e Recuperação Econômica em Minas Gerais. Belo Horizonte, UFMG, 1999. Sobre poder local/regional ver OLIVEIRA, Evelina A F. Nova Cidade, velha Política. Poder local e desenvolvimento regional na área mineira do nordeste. Maceió: EDUFAL, 2000.

xvi Sinimbu nasceu em São Miguel dos Campos, que fica a aproximadamente 200km de Piranhas.

xvii SAMPAIO, Theodoro. O Rio São Francisco e a Chapada Diamantina. Salvador: Livraria Progresso Editora, 1955. p.35.

xviii SAMPAIO, op. cit. p.44.

xix Relatórios do Presidente da Província de Alagoas à Assembléia Legislativa Provincial, 16/4/1882, p.51, http://wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em 5/9/2000.

xx Marroquim Ad. Terra das Alagoas. Roma: Editori Maglione & Strini, 1922. p.154: em 1890 Piranhas contava com 3497 habitantes.

xxi Douglas Apprato, 1996, op. cit. p.108.

xxii Relatórios do Presidente da Província de Alagoas à Assembléia Legislativa Provincial, 16/4/1882, p.33, http://wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em 5/9/2000

xxiii Relatório do Presidente da Província das Alagoas à Assembléia Legislativa Provincial, 1880, p.49 http://wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em 5/9/2000

xxiv Of. nº 1, de 28/01/1891 e nº 2, de 4/2/1891 do diretor da Estrada Francisco José Gomes Calaça ao Governador de Alagoas, Manoel de Araújo Góes comentam um acidente em que morreram o então diretor e seis empregados da EFPA. Arquivo Público das Alagoas

xxv Relatório do Presidente da Província das Alagoas à Assembléia Legislativa Provincial, 1882, p.34. http://wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em 5/9/2000. Caio Prado ( 1978, p 197) afirma que no final do Império, quando a maior parte da população brasileira está no litoral, o sistema de transportes, mesmo fragmentado, se amplia por terra, rio e mar.

xxvi Idem, p.73.

xxvii Em 1897 o engenheiro Mendonça Guimarães e o Barão de Souza Lima ”requerem ao governo alagoano a concessão de uma ferrovia que, partindo de Maceió, se encontraria num certo ponto com a Estrada de Ferro Paulo Afonso, contando com um ramal que descendo o vale do rio SF, ligava-se com a Estrada de Ferro de Sergipe” contornando a cachoeira (TENÓRIO, op. cit. p 190).

xxviii FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil.São Paulo: Cia. Ed. Nacional, 1971. p.37. Tenório (op. cit. p.46) afirma que a Estrada de Ferro Recife—São Francisco foi o primeiro investimento inglês nesse ramo, no Brasil.

xxix Na entrevista com Noé Gomes de Souza e José Aldírio Gomes de Souza, consta que de Petrolina à Água Branca, onde ficava a Estação da Pedra, ia-se a pé acompanhado de jumento com mercadorias e entre Petrolina e Jatobá apenas um caminhão circulava. O Sr. Eugênio Ramos afirma ainda que a estação mais próxima, depois de Jatobá, era Arcoverde (PE), a mais ou menos 170 km, e em tempos de chuva gastava-se até um dia inteiro de viagem.

xxx Conforme IBGE, Censo 1996, a população total das cidades que sediaram as Estações dessa Ferrovia, com exceção de Talhado, Sinimbu e Moxotó, sobre as quais não há dados disponíveis, é 107.053 habitantes.

xxxi França, EUA, Alemanha, Japão são apenas alguns exemplos de economia centrais que mantiveram o uso dos trens como transporte de massa.

xxxii TENÓRIO, op. cit. p.54

xxxiii RFFSA. Revista Ferroviária, edição especial de abril de 1997, p.8. As outras grandes empresas serão a Compagnie Auxiliaire des Chemins de Fer au Brésil (Belga) com 2000 km e a The Leopoldina Raiway, com 400km

xxxiv Idem, p.28.

xxxv Conforme IBGE, Censo 1996, a população total das cidades que sediaram as Estações desta Ferrovia, com exceção de Talhado, Sinimbu e Moxotó, sobre as quais não há dados disponíveis na atual divisão administrativa, é 107.053 habitantes.

xxxvi RODRIGUES, Rosiane. Piranhas: retrato de uma cidade.Maceió. Ed. Catavento, 1999.

xxxvii Entrevista Eugênio Ramos, ex-ferroviário da EFPA, em 8/7/00.

xxxviii Em 1909, o CT foi de 244,99% (p.141); em 1911, 221,13%; em 1912, 252,57%; em 1913, 226,53% e 1916, 101,10%. Não há registro sobre todos os anos. Hartness Guide Statistical Information, wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em outubro/2000.

xxxix Ministério da Viação e Obras Públicas, 1917, p.106. Hartness Guide Statistical Information, wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em outubro/2000.

xl Ministério da Viação e Obras Públicas, 1920, p.185. Hartness Guide Statistical Information, wwwcrl.uchicago.edu/info/brazil, em outubro/2000.


xli Registro de Atas de reuniões da Câmara de Vereadores de Marechal Floriano, vol 1, em 15/03/1948 e 13/09/1948.

xliiRegistro de Ata s de reuniões da Câmara de Vereadores de Marechal Floriano, vol 1 em 22/07/48.

xliii Registro de Atas de reuniões da Câmara de Vereadores de Marechal Floriano, vol 1 em 07/01/1949.

xliv A esse respeito ver, por exemplo, CARVALHO, Otomar. Economia política do Nordeste: secas, irrigação e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Campus, 1988; AGUIRRE, Brasília et alli. Projetos de irrigação no Nordeste: o custo da transformação social. São Paulo: FIPE/PRONI;

BRASIL. Congresso. Senado Federal. Comissão Especial para o Desenvolvimento do Vale do São Francisco. Relatório Final. Brasília: Centro Gráfico, 1995.



xlv Registro de Atas de reuniões da Câmara de Vereadores de Piranhas em 10/03/1950.

xlvi Sobre a nova província ver John Wirth citado por Dulci, Otávio, 1999. p.276 e sobre a CVSF ver Oliveira, Evelina A. F. , ob.cit. p. 48.

xlvii Registro de Atas da Câmara Municipal de Piranhas, vol 2, em 06/11/1951. Arquivo da Prefeitura de Piranhas.

xlviii BRASIL. Congresso, op. cit. vol 1 p 103. No relatório do Seminário Internacional sobre o desenvolvimento do Nordeste Brasileiro, SUDENE, 1994, p 241, é citada a construção da ferrovia Transnordestina, passando por Pernambuco e Ceará, como medida para melhorar a infra-estrutura regional.

xlix BLOCH, Didier. As Frutas Amargas do Velho Chico. Irrigação e desenvolvimento no vale do São Francisco.São Paulo: Livros da terra, 1996.

l idem, ibid.Lei nº 23 de fevereiro de 1947 a setembro de 1966.

li Idem, p.108-113.

lii Idem, p.146.

liii RFFSA, ob. cit. p. 29.

liv Apprato Tenório, ob. cit. p.104. A afirmação consta em Ademar Benévolo, Introdução à História Ferroviária do Brasil, citado por Tenório.

lv Entrevista com o Sr. Noé Gomes de Souza, Ana Maria da Conceição, Antonio Correia, José de Souza, Altemiro Damasceno, nesta ordem; ex- usuários da EFPA.

lvi Suplemento especial da Revista Ferroviária, 1997, p.8. Sobre o sindicalismo no Brasil, da Primeira República a 1946, ver, por exemplo, VIANNA, Luís Werneck.Liberalismo e Sindicato no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

lvii Plancherel, ob. cit. p 61; ALMEIDA, Luiz Sávio de. "Alagoas: as greves de 1932". Revista Estudos, n° 4, Departamento de Ciências Sociais/UFAL, 1990. p.25 e "Raízes do Comunismo em Alagoas". Debates de História Regional, n°1. Revista do Departamento de História/UFAL, 1992, p.130.

lviii SILVA, Antonio Ozai. História das Tendências no Brasil. São Paulo: Dag Gráfica e Editorial, s/d, p.75.

lix Rodrigues, Rosiane, ob cit p 52-53. Nos anos 80, a Dramática trocou o nome para Centro Social e Esportivo Piranhense-CSEP.

lx Os outros “municípios reconstruídos” foram Itacuruba (PE), Rodelas (BA), Chorrochó (BA) e Barra do Tarrachil ( BA). As cidades inundadas parcialmente foram Floresta e Belém do São Francisco, em Pernambuco e Glória, na Bahia. A CHESF reassentou, até 1995, 45% do total de 11.055 famílias ( Senado Federal, 1995, ob.cit. p 77).

lxi http://www.trem.org.br, em 02/02/2001. Além das entidades, bibliotecas e museus ferroviários ( RJ, PE, etc.), este site abriga links sobre ferromodelismo, muito praticado por ferroviários aposentados.

lxii Entrevista com o Sr. George Alves Lisboa.

lxiii Idem.

lxiv Idem.

lxv Entrevista com o Sr Eugênio Ramos Corrêa.

lxvi Plancherel, Alice Anabuki. Memória e Omissão: anarquismo e Octávio Brandão. Maceió: Edufal, 1987, p 42.

lxvii O último trilho foi retirado em 1971. Rodrigues, Rosiane Rodrigues, op. cit. p. 56. Em 17/07/64 foi publicado no Diário do Congresso Nacional e na Gazeta de Alagoas um artigo do presidente da Associação Alagoana de Imprensa, Genésio Carvalho, repudiando o fim da ferrovia.

lxviii Correspondência do governador Lamenha Filho ao superintendente da RFFNE, em 24/10/67.

lxix Correspondência entre o prefeito Celso Rodrigues ao Superindentente da RFFNE, de 28/2/67 à 02/07/69; correspondência entre prefeito Eviládio José de Souza ao Ministro dos Transportes, em 9/04/70 e 14/10/80; correspondência do prefeito Eviládio José de Souza ao superintendente da RFFSA, em 08/09/80; correspondência do engenheiro adjunto da presidência da CHESF ao prefeito Celso Rodrigues, em 02/01/84.

lxx Correspondência do engenheiro adjunto da presidência da CHESF ao prefeito Celso Rodrigues, em 02/01/84

lxxi Rodrigues, Rosiane, op. cit p 83.

1   2


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal