Nossa senhora das graças da vila de cimbres



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NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS DA VILA DE CIMBRES1

Prof. Mestre Severino Vicente da Silva

Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco

Nos dias iniciais deste século XXI tem aumentado o número de visitantes ao lugar conhecido como Sítio Guarda, um vilarejo de Cimbres, Distrito de Pesqueira, última cidade do Agreste em direção do sertão pernambucano. A cada semana um número razoável de pessoas chega de ônibus, à localidade, com o objetivo de conhecer o lugar onde, acreditam, ocorreu, no ano de 1936, a aparição da Nossa Senhora a duas jovens, e lá realizar orações e louvores à Nossa Senhora das Graças.

OS RELATOS

O Sítio Guarda é um lugar íngreme, de difícil acesso, próprio para o surgimento de uma ermitagem, ou ponto para a convergência daqueles que procuram um lugar ermo para a oração. Neste nosso trabalho pretendemos expor algumas reflexões sobre ocorrências religiosas, tomando por base relatos que forma publicados por pessoas e instituições religiosas, sem pretender chegar a conclusões, mas apresentar alguns acontecimentos e levantar alguns questionamentos para aprofundamentos posteriores.

Os acontecimentos rememorados pelos devotos que se dirigem ao Sítio Guarda, deram-se na presença de Maria da Luz, quando esta tinha a idade de 14 anos e de Maria da Conceição, dois anos mais velha. Enquanto Maria da Luz era filha de um casal de pequenos proprietários – Arthur2 Teixeira e Auta Monteiro; Maria da Conceição era filha de “migrantes”, melhor dizendo, era uma jovem negra, possivelmente neta de escravos, que morava com sua família em um casebre, nas terras que pertenciam ao avô de Maria da Luz.3

As meninas conheceram-se quando Arthur retornava de um dia de trabalho, acompanhado de Maria da Luz. Maria da Conceição, que vivia na roça, distante do povoado, ter-se-ia assustado quando ocorreu o encontro, fugindo para esconder-se em seu casebre, diante da presença de estranhos. Procurando acalmar a assustada jovem, Maria da Luz teria convidado Maria da Conceição para ir morar com ela, em sua casa. Não há notícias dos pais de Maria da Conceição que, tudo indica e esta é uma história relativamente comum em algumas regiões do país , perceberam que seria melhor que sua filha tivesse melhor sorte, indo viver com os proprietários, do que continuar com eles no casebre. As meninas tornaram-se amigas inseparáveis, embora Maria da Luz tivesse outros irmãos, uma vez que seu Arthur e dona Auta tiveram 18 filhos.

Esse era um casal comum, como muitos outros na região. Ele, Artur Teixeira, lavrador, preocupado com o sustento da família, cumpridor dos seus deveres de pai e protetor. Ela, Auta Monteiro, havia sido educada “nos princípios religiosos”, e participava da vida paroquial como zeladora do Apostolado da Oração, o que mostra um quadro comum de uma família católica do seu tempo e de seu lugar. Um catolicismo com características populares, mas já bastante sedimentado com as devoções próprias do catolicismo romanizado, como nos atesta o fato de dona Auta ser zeladora do apostolado da Oração de Cimbres.4

Vivia-se, à época, o cruciante momento do cangaço na região, então assolada pela atuação de Antonio Virgulino, o Lampião5, que recentemente passara na região. Havia um sentimento de temor, de pavor diante desse fato social, o banditismo, além das dificuldades próprias de um período de seca. Naquele período parte da população vivia da coleta de mamona, que era vendida a um preço razoável, pois dela se extrai óleo.

Uma das versões que atualmente estão publicadas sobre os acontecimentos de que estamos tratando assim diz. No início do mês de agosto de 1936, no dia 6, as duas jovens, Maria da Luz e Maria da Conceição, saíram para a coleta da mamona e, quando voltavam, temeram por suas vidas, pois recordaram de um incidente que tinham vivido recentemente, fugindo dos cangaceiros6. Tomaram-se de pavor e

Continuavam chorando e começaram a clamar por Nossa Senhora; a neblina tomava conta do local e naquele momento, deu um relâmpago, aparecendo no alto do monte uma grande luz. As duas não sabem como, foram para o alto, passando por espinhos, xique-xique, sem sofrerem nenhuma escoriação, nem mesmo rasgarem suas roupas”.7

Desceram do morro, foram para casa e, lá chegando, contaram ao Sr. Arthur o acontecido. A aventura das crianças levou os adultos a tentarem um explicação e, no dia seguinte voltaram ao local, agora com três trabalhadores de sua pequena propriedade. Pretendiam subir até onde as crianças disseram que foram, o alto do monte, cerca de 600 metros. Iam cortando a vegetação agreste, de macambira e caroá, e surpreenderam-se quando ouviram as vozes das crianças, já no alto os chamando. O Sr. Arthur correu até elas e, quando lá chegou viu que um pedra deslizara bruscamente na direção do grupo de trabalhadores, por pouco não os esmagando. Este foi considerado como primeiro milagre de Nossa Senhora na região, “ o primeiro milagre acontecido no Guarda”.8

Esses mesmos fatos são contados, com alguma variação no livrinho intitulado APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA – Sítio Guarda – Cimbres – Pesqueira – PE, possivelmente editado em 1997 , pela Artgrafi Ltda9.

Foi no ano de 1936, dia 6 de agosto, que Arthur Teixeira mandou sua filha Maria da Luz junto com Maria da Conceição fossem ao sítio para colher sementes da mamona. Obedientes seguiram as duas, conversando sobre o tempo passado de perseguição e perigo. Em dado momento, Maria da Luz perguntou a sua companheira: “O que você faria se agora mesmo chegasse aqui Lampião?”- Imediatamente esta respondeu: Nossa Senhora haveria de dar-nos um jeito para este malvado não nos ofender”. E olhando em direção da serra, ficou por um momento surpreendida. Parecia-lhe ver no alto da serra uma imagem em forma de mulher com uma criança que lhe fazia sinais com a mão. Apontando para a serra disse bem alto: “Olha lá uma imagem! “Maria da luz olhou na direção apontada e também viu a imagem. “Uma mulher bonita , com um menino nos braços”. Por uns momentos, nenhuma ousou proferir palavra alguma, talvez lembrando-se da conversa e com a preocupação nos bandidos. Logo, porém cessou a apreensão e ao notarem que esta mulher era muito bonita e seu menino nos braços parecia ainda mais belo, e que esta as chamava fazendo sinais com a mão desocupada. Como consternadas, esquecendo-se até da cesta correram para casa”.10

Este segundo relato, apresentado em uma publicação sem que apareça o nome do responsável, informa que o relato

foi fielmente copiado do original escrito pelo Monsenhor José Kehler, na época secretário geral da Diocese de Pesqueira, do livro “O fim do mundo está próximo” do Monsenhor Júlio Maria; da revista “Jesus vive e é o Senhor” bem como de cartas, avisos e declarações de Maria da Luz que se encontram arquivadas na Província do Colégio das Damas da Instrução Cristã a cuja congregação a mesma pertence até hoje”.11

Neste segundo relato as duas videntes vêem a imagem à distância, não se encontram com a imagem no cimo da serra, como nos informa o primeiro relato que nós mencionamos. No relato do Mons. Kehrle as jovens estão conversando com certa e aparente tranqüilidade, enquanto no primeiro texto que nós citamos elas estão com um certo pavor e chorando. Há um certo tom dramático no primeiro texto, até mesmo uma criação de um ambiente propício para a manifestação do divino, fala-se da ocorrência de

uma neblina tomava conta do local e naquele momento deu um relâmpago, aparecendo uma luz no monte”.12

Aqui parece haver uma criação, uma construção de um texto para a criação de um certo contexto, um certo sentimento. Vejamos:

Virei a ti em meio de uma espessa nuvem para que o povo ouça quando eu fale contigo e tenha sempre fé em ti. ( Êxodo, 19:9)

A descrição do segundo relato parece mais verossímil e preocupada não em “criar” algo, mas relatar o acontecimento. Dentre os dois relatos, vamos nos ater mais ao que está no Livrinho APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA. Notemos, ainda, que este livro tem o cuidado de lembrar que

os escritos referentes a novas aparições, manifestações, milagres etc, podem ser espalhados pelos fiéis mesmo sem licença das autoridades eclesiásticas contato que se observe a moral cristã”,

arrogando uma intervenção feita pelo papa Paulo VI no ano de 1966.13

OS REGISTROS

O Monsenhor José Kehrle, soube da ocorrência porque o vigário de Pesqueira, Pe. Manuel Marques, pediu que Arthur Teixeira levasse sua filha ao palácio Diocesano para contar tudo ao bispo14. O Mons. Kehler recebeu a incumbência de ouvir o Sr. Arthur e sua filha, Maria da Luz, quando, “no dia 15 de agosto de 1936, às 15:30 horas”. Interessante notar que Maria da Conceição, mais velha e descendente de escravos, não viajou até Pesqueira para ser ouvida.15

Maria da Luz relatou os fatos, inclusive um que relatava terem as mulheres da família se escondido nas matas, alguns dias antes da aparição, procurando escapar do grupo de Lampião, no mês de maio daquele ano. O Monsenhor ouviu da jovem que no mesmo dia dos acontecimentos, após o almoço, seu pai foi com ela e Maria da Conceição ao local onde teriam visto a mulher com a criança; Maria da Luz disse-lhe que o seu pai não via a mulher nem a criança, mas que o pai as aconselhou a perguntar a mulher quem ela era e teve como resposta “Eu sou a Graça”. O Monsenhor Kehler soube também que as meninas perguntaram o que ela, a imagem, queria, e ela lhes respondeu que “Vim para avisar que hão de vir 3 castigos mandado por Deus” e continuou : “Diga ao povo que reze muito e faça penitência”.

No dia 20 de agosto o Monsenhor Kehler foi com as meninas ao local das aparições e relata que, ainda que elas afirmassem estarem vendo a mulher, ele nada via, embora afirmasse ter "um sentimento singular”. Na situação de verificador da ocorrência, o Mons. Kehler separou as meninas para interrogar cada uma delas separadamente, na busca de encontrar alguma contradição. Primeiro interrogou Maria da Luz e então “fiz descer Maria da Luz e chamei Maria da Conceição. Esta fez as mesmas afirmações que Maria da Luz sem qualquer diferença”.16

Em seguida, o Mons. Kehler, através das jovens, perguntou à aparição se poderia fazer perguntas em outro idioma além do português. Recebendo a resposta afirmativa, passou a interrogar a aparição, através das meninas, em latim e alemão, recebendo, delas, a coerente resposta em português. Foram 11 perguntas em latim e duas em alemão, terminando o questionário em português, com as duas últimas questões sobre a possibilidade de haver perseguições, o que foi confirmado pela aparição, através das vozes das jovens.

Segundo o Mons. Kehler17, o padre Manual Marques não acreditava nas palavras das jovens e, por essa razão, apresentou ao bispo um relato que contraditava o seu. Entretanto, quando o padre Marques entregou o seu relatório ao bispo “este nada pode ler pois o papel estava em branco”. Ainda no relato do Monsenhor, Dom Adelmo Sobral, mandou um médico examinar as jovens e, após os exames, o Dr. Lydio Paraíba as declarou normais.

O crescente número de pessoas que afluíam ao Sítio Guarda para conhecer o local das aparições e apanhar a água de uma fonte, era tamanho que poderia criar uma comoção social. Assim a polícia enviada ao local para destruir a fonte de onde jorrava água milagrosa. Mas o Sr. Arthur a reconstruiu e a água voltou a jorrar. As aparições ocorreram até o dia 31 de agosto de 1936.18

Em 20 de outubro o Sr. Arthur foi intimado a ir depor na delegacia de Pesqueira, onde, após ser ouvido, foi simplesmente advertido.

VOCAÇÃO RELIGIOSA

Maria da Luz apresentou desejo de ter uma vida religiosa consagrada e o Mons. Kherle, juntamente com frei Estevão tentaram fazê-la recebida pelas Irmãs do Colégio Santa Dorotéia19, existente na cidade de Pesqueira, porém lá ela foi recusada. Entretanto o Colégio Santa Sofia, da cidade de Garanhuns, em uma outra diocese, da Congregação das Damas da Instrução Cristã prontificaram-se a receber Maria da Luz. Note-se, entretanto, que, preocupado com a pureza da fé, talvez temendo que o movimento devocional viesse a escapar do controle eclesiástico, o Bispo de Pesqueira procurou retirar Maria da Luz do colégio e proibiu que os padres viessem a lhe fornecer ajuda. Seriam essas dificuldades criadas pelas autoridades eclesiásticas algumas das perseguições mencionadas pela aparição?

Maria da Luz, entretanto, pode ficar com as Damas Cristãs do Colégio Santa Sofia, onde, no ano de 1940, após os primeiros votos passou a ser Irmã Adélia. Ficaria sem voltar a Pesqueira e ao Sítio Guarda até o dia 8 de dezembro de 1985, por determinação das autoridades eclesiásticas. A partir desse ano retornaram as romarias e tem crescido o movimento em torno do lugar. As pessoas passaram a subir o paredão íngreme do morro, uma parede de pedra. Atualmente “no local foi feito um muro de proteção e um nincho para uma imagem de N. Senhora das Graças bem como um pequeno depósito para acumular água que desce rocha abaixo”.20 A subida também foi facilitada para os visitantes peregrinos com a construção de uma escadaria.

NA BUSCA DA COMPREENSÃO

Vamos procurar, neste pequeno artigo, entender esse pequeno fenômeno, esse movimento que agrega pessoas, que introduz a idéia de que é possível, em terras brasileiras uma revelação divina.

São poucas as aparições de Maria, a mãe de Jesus, em terras não européias. As invocações e os seus títulos assim o demonstram. Tomemos, a título de exemplo, Fátima em Portugal, Lourdes na França, Salete na França. A manifestação de Maria, na América latina, aceita pela Igreja Romana, é a ocorrida no México, ainda no período colonial, a aparição da santa mestiça, Nossa Senhora de Guadalupe, que veio a ser considerada a padroeira da América Latina. No Brasil há a Nossa Senhora Aparecida, ocorrência do século XVII, que não foi uma aparição, foi um achado de pescadores e escravos. Apesar da devoção de que foi objeto desde o início, a Santa Preta, Aparecida nas águas do rio, só foi assumida totalmente pela hierarquia brasileira no início do século XX, tendo sido proclamada a Padroeira do Brasil. Algum tempo depois, o bispo de Pesqueira mandava silenciar Maria da Luz e o pe. José Kehrle, que afirmavam ter ocorrido no agreste pernambucano uma manifestação da mãe de Deus.

Enquanto as autoridades eclesiásticas de Pesqueira evitavam mencionar os acontecimentos extraordinários locais, difundia-se em todo o mundo a devoção em torno da aparição de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, bem como os eventos de Lourdes, em França. O que teria levado as autoridades duvidar das duas camponesas pernambucanas e aceitar as palavras dos meninos portugueses? Que inconveniência haveria em admitir a manifestação da Mãe de Deus em terras brasileiras?

Acima mencionamos que no tempo das aparições vivia-se, nos sertões, a saga dos cangaceiros. Havia uma outra saga em andamento, a saga do padre Cícero Romão, em torno de quem teria ocorrido um outro acontecimento maravilhoso: uma de suas paroquianas teria sido agraciada por uma deferência especial do Senhor, e a hierarquia nacional buscava apresentar aqueles acontecimentos como perigosos para Igreja e para a nação. Ainda em 10 de outubro de 1936, o Jornal do Brasil apresenta uma entrevista em que um padre compara os acontecimentos de Cimbres com o Caldeirão do Ceará, e pede providências,21 pois entendia que tais atos da religiosidade popular enfraquecia a presença da Igreja.

No mesmo período ocorria um pequeno movimento cismático, o bispo de Maura estabelecia uma Igreja Católica Brasileira. A hierarquia católica estava com muitos problemas a acompanhar, ao mesmo tempo em que precisava apresentar-se como modelo de unidade e de união. Entretanto, naquele momento, a hierarquia estava bastante imbuída dos sentimentos romanos, e incapaz de compreender os anseios da população simples do interior e parece não ter querido correr o risco de mais um problema disciplinar que pusesse em risco sua estratégia de aproximação ao Estado.

Quando hoje podemos ler os relatos de Irmão Adélia – Maria da Luz - , verificamos que não há grande diferença entre o que dizem as crianças de Fátima e as jovens de Cimbres. Falam de três castigos, que não são nunca totalmente explicitados, mas todos convergem para considerar como castigo o comunismo, a violência que se experimenta na sociedade.

No ano do centenário de Pesqueira – 1980, o município de Pesqueira publicou um livro , Pesqueira Secular22, com 273 páginas, sem nenhuma menção aos acontecimentos de 1936, ocorridos no Sítio Guarda. Entretanto, a partir de 1985 retornam as visitas ao Sítio Guarda e a Irmã Adélia volta pela primeira vez ao lugar onde, em 1936 viu a Aparição.

Dom Manuel palmeira, então bispo de Pesqueira, em homilia do dia 31 de agosto de 1986, lembrou que há muitas aparições de Nossa Senhora que não foram ainda reconhecidas pela Igreja, mas que não duvida da possibilidade de que tenha havido uma manifestação no Sítio Guarda. Para ele é a prudência da Igreja que a faz declarar como oficial aquilo que o povo fiel já aceita como verdade. Cinqüenta anos antes o bispo da Diocese mandara calar as meninas que teriam sido agraciadas pela aparição da Virgem, impedira que uma delas fosse aceita em uma casa religiosa da cidade. Em 1986, o bispo diocesano está a celebrar com o povo o jubileu dos acontecimentos, embora eles ainda não tenham sido reconhecidos oficialmente. O que teria mudado desde então?

Em1986, o que ocorrera para, a partir de então, apresentar-se uma mudança no comportamento eclesiástico? O que levaria um bispo a estar presente em uma cerimônia que o seu antecessor havia recusado e a Igreja ainda não definiu como verdadeiro? Poderíamos afirmar que há alguma relação entre momentos políticos e avaliações diversas para o mesmo fenômeno?

Embora o que foi dito já aponte para uma resposta a essas perguntas, só uma melhor análise dos acontecimentos e dos discursos dos envolvidos é que nos dará condições de fazer afirmações mais firmes.

.BIBLIOGRAFIA

60 ANOS DE GRAÇA, Recife: Conselho de Administração do Cenáculo da Graça, Colégio das Damas, 1996.

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA, SÍTIO GUARDA, CIMBRES PESQUEIRA. Recife: Artigrafi Ltda, 1997

PESQUEIRA SECULAR, Cônicas da Velha Cidade, Pedro SANTA CRUZ, Aloisio FALCÃO, Potiguar MATOS, Nivaldo BURGOS, Silvio LINS (organizadores), Recife: Gráfica Editora Santa Cruz, 1980



Email- bvicente@hotlink.com.br

1 Para ser apresentado no Congresso Internacional da História das Religiões, em Recife, 22 de junho de 2001.

2 Usaremos esta grafia, pois é assim que ela se encontra no relatório do Mons. José Kehler.

3 Os dados biográficos estão tomados do livro 60 ANOS DE GRAÇA, publicado pelo Conselho de Administração do Cenáculo da Graça, Colégio das Damas, Recife, no ano de 1996.

4 Aparições de Nossa Senhora, Sítio Guarda, Cimbres Pesqueira. Artigrafi Ltda, s/d

5 Nascido em 7 de julho de 1897 e morto em 18de julho de 1938

6 No mês de maio daquele ano, Vitgulino Lampião havia passado na região, obrigando as mulheres das famílias refugiarem-se distante de suas casas.

7 60 ANOS DE GRAÇA, P.11

8 Idem, p. 12

9 Esta empresa deve estar situada em recife, pois o telefone indicado (081) 424-2295, indica uma central telefônica da capital pernambucana.

10 P.5

11 Idem , p. 3

12 60 Anos de Graça, p.11

13 APARIÇÕES DE NOSSA ..... P. 4

14 Era bispo Diocesano Dom Adalberto de Acyole Sobral, segundo bispo da diocese de Pesqueira. Dom Adalberto dirigiu a diocese de 1934 a 1947.

15 Aparições de Nossa Senhora...p. 9ss.

16 Idem p.12

17 O Mons. Kheler morreu no dia 6 de agosto de 1978, tendo passado sua vida dedicando-se à propagação do evento, embora o seu Bispo houvesse o proibido de expressar-se em público.

18 APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA ... P.17

19 As religiosas da Congregação de Santa Dorotéia se estabeleceram em Pesqueira no ano de 1919, po solicitação do primeiro bispo diocesano, D. José de Oliveira Lopes.

20 idem p.18

21 60 Anos de Graças. P. 123

22 PESQUEIRA SECULAR, Cônicas da Velha Cidade, Pedro SANTA CRUZ, Aloisio FALCÃO, Potiguar MATOS, Nivaldo BURGOS, Silvio LINS (organizadores), Recife: Gráfica Editora Santa Cruz, 1980


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