Nota de imprensa mnac



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EXPOSIÇÃO PERMANENTE
ARTE PORTUGUESA 1850 – 1975

COLEÇÃO MNAC


APRESENTAÇÃO À IMPRENSA · 19 FEV 2013  - 11h00 MNAC
As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.



Actividades

Semanais


Visitas guiadas desenvolvidas num âmbito pedagógico

Ensino básico e secundário: 3.ª, 4.ª, 5.ª e 6.ª feira. 10.00-13.00 h.

Ensino secundário e universitário: 3.ª e 5.ª feira. 14.00-17.00 h

Grupos culturais, 3.ª idade e outros: 4.ª e 6.ª feira. 14.00-17.00 h



Visitas para todos os públicos

30 minutos à hora do almoço. Comentários a pinturas selecionadas. Quarta-feira de cada mês, 12.30 h

Fins-de-semana

Visitas guiadas

Romantismo em simultâneo. Visita-jogo para filhos e visita guiada para pais

3º Sábado de cada mês. 15.00 h. De Março a Junho.



Um olhar sobre a obra e o artista. Visita comentada sobre temas e autores.

2º Sábado de cada mês. 16.00 h.



Conhecer a pintura portuguesa de 1850 a 1975. Visita guiada para todo o público.

1º Domingo de cada mês às 12.00h.

SALA POLIVALENTE

MARIA LUSITANO

PROJECTO BIDONVILLE, 2002

Vídeo, cor, som, 5’


Coleção António Cachola em depósito no MNAC

APRESENTAÇÃO À IMPRENSA · 19 FEV 2013 Terça-feira.11h00
Nas décadas de 60 e 70 do século XX milhares de portugueses emigraram para vários países europeus, incluindo França, aglomerando-se em bairros de lata (bidonville), nos arredores de Paris, sendo vulgarmente identificados como “os negros da Europa”.

Em 2002, a artista recuperou um antigo filme super 8 doméstico efetuado pelo pai, na década de 70, sobre um dos maiores bairros de lata, o de Champigny-sur-Marne. Partindo duma nova projeção desse filme, a artista interpelou a memória paterna e familiar sobre a realidade documentada, transformando-a numa fonte pública de conhecimento e possibilitando, assim, uma reflexão histórica e crítica sobre a mesma.

O estigma do emigrante português, pobre, analfabeto, depauperado das suas mais elementares condições de vida, permanece como a imagem dum regime fascista, elitista e antidemocrático, mas esta obra revela também a história recente duma Europa ainda distante da paridade social, da defesa dos direitos humanos e da dignificação do trabalho.

Emília Tavares





Contacto: 

Para mais informações contatar:


T. + 351 21 343 21 48

Email : divulgacao-mnac@mnac.dgpc.pt




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