Nova Perspectiva Sistêmica Números 1, 2, 3, 7, 8 e 9: esgotadas Número 1



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RESUMO : O presente trabalho se propõe a abordar algumas questões relativas à questão da transmissão transgeracional da violência sexual, em especial no que se refere à compreensão da dinâmica das famílias incestuosas e suas conexões com as histórias de vida das mães das vítimas de incesto.





  • Ajustando o foco: adequando conceitos e técnicas no trabalho com famílias pobres – Tânia de Oliveira Luchi


RESUMO: Este artigo parte do pressuposto de que não existe família genérica e que a eficácia de um trabalho com famílias exige a definição de seu perfil a partir de uma visão ecossistêmica, que considere fatores de gênero, classe social, geração, e a multiplicidade étnico-cultural que constitui a sociedade brasileira. É proposta uma adequação de conceitos e técnicas no trabalho com as famílias brasileiras urbanas pobres, multiproblemáticas, geralmente da raça negra ou miscigenada. É assinalado que as etapas de desenvolvimento de seu ciclo de família, como conseqüência, os recursos técnicos utilizados em seu atendimento devem ser específicos. Este trabalho também é uma reflexão de que, ao se ajustar o foco no perfil da família pobre e ao se adequar conceitos e técnicas a este perfil, se evita uma postura autoritária, preconceituosa e é um respeito à diferença.


Número 22


  • Conhecimento disciplinar, posmodernismo e globalização: uma chamada à “virada reflexiva” de Donald Schön para as profissões de saúde mental - Marcelo Pakman


RESUMO: O conhecimento disciplinar, o pós-modernismo e a globalização são identificados e analisados aqui como três forças modeladoras da prática profissional e da educação atuais. A inter-relação complexa entre essas forças é vista como uma contribuição principal para a falta da criatividade e como fatores restritivos que invadem o campo da saúde mental. Os profissionais manejam de alguma forma para manter algum grau de efetividade, mas eles não percebem como o fazem, assim como não percebem os fatores que restringem sua prática. Um apelo para uma “virada reflexiva”, como proposto por Donald Schön, é feito pela epistemologia atual das práticas profissionais no campo da saúde mental, como um meio possível para evitar perpetuar um modo alienado de praticar e ensinar. São feitas recomendações sobre maneiras de dar corpo a tal “virada reflexiva”, assim como maneiras que permitam tanto a professores como a alunos centrar-se em torno a suas “teorias-em-uso” atuais, abrindo-os para a crítica, a mudança e a transmissão.


  • Entrevista com dr. Adalberto Barreto - dra. Miriam Rivalta Barreto




  • A história vivida e contadaEloísa Visal Rosas


RESUMO: A trajetória clínica e teórica de uma Instituição cuja epistemologia privilegia o intercâmbio de saberes: clientes, alunos e professores construindo juntos um processo de ensino/aprendizagem. Essa rede dinâmica possibilita uma reflexão conjunta contínua, que não permite verdades estabelecidas, oferecendo o contexto para uma narrativa cuja responsabilidade é compartilhada por todos os seus atores/autores.


  • A vida - Edgardo Musso

RESUMO: Este texto não foi produzido com uma finalidade didática-acadêmica, e sim para ser inserido nas conversações e reflexões no interior de uma cultura que sustenta que toda e qualquer atividade humana teria que ter como objetivo fundamental produzir uma vida o mais sustentável e satisfatória possível.


Destinado, portanto, a uma rede humana que, independentemente de suas específicas áreas de trabalho, é co-inspiradora de uma posição que (dadas as atuais circunstâncias históricas do humano) pense e sinta que o necessário a ser feito seja, na medida do possível, gerar produções, contra nada e ninguém e sim a favor da vida em suas mais variadas formas de expressão.

Meu interesse, coerente com minha história, fez com que me dirigisse a trabalhar sobre três temas que formam parte do que entendo como necessário tomar em conta para alcançar um viver sustentável e sistêmicamente amoroso e convivenciável: as percepções, como guias para nossas ações; a ética, inevitavelmente sustentada pelas emoções, também como guia para as ações; e os comportamentos criativos, que possibilitam a manutenção dos sistemas ou produzem suas mutações quando a imprevisivilidade do viver o solicita.

Obs.: no sentido filosófico-epistemológico o texto adere a uma observação sistêmico-construtivista da realidade, se poderíamos sintetizar assim. Não obstante, a presença da não ortodoxia de suas fontes intelectuais de inspiração que serão citadas parcialmente na bibliografia, tomando em conta algumas menos comuns.

Número 23


  • O lugar do terapeuta, sua visão de mundo e sua clínica- espaços revisitados - Gladis Brun



RESUMO: Neste trabalho, revisito minha trajetória de terapeuta refletindo basicamente sobre as mudanças nela desencadeadas a partir do meu contato com as novas organizações familiares. Nessa reflexão, o lugar do terapeuta ganha a dimensão de um espaço em movimento, a clínica é abordada como situação de construção permanente e a formação do terapeuta é entendida como um processo sem fim. Acentuo, finalmente, a importância do grupo de pares para que exercitemos nossa escuta e nossa capacidade de experimentar a diferença.



  • A linguagem não é inocente - Tom Andersen / Tradução - Rosa Maria Bergallo / Comentário - Jorge Bergallo



RESUMO:
Em torno ao conceito de círculo hermenêutico, associado aos filósofos Heidegger e Gadamer, que trata da conexão entre pré-conhecimento e experiência singular, o autor formula algumas idéias sobre a relação terapêutica. O ato da fala como informativo e formativo, e a importância das palavras e dos afetos a elas associados são algumas dessas idéias. Conclui com uma reflexão sobre a contribuição da linguagem técnica e as metáforas profissionais para a formação das pessoas; vê a linguagem profissional da patologia como opressiva.
A terapia de família no contexto das “drogas”: empatia e linguagem como instrumentos de liberdade, acolhimento e alteridade - Laís Helena Pinto Veloso.
RESUMO: O artigo propõe uma leitura da prática terapêutica balizada no paradigma construcionista social e no debate inscrito na pós-modernidade. Privilegia o contexto histórico e sócio-cultural na compreensão das famílias que apresentam problemas com drogas, dá ênfase às práticas de conversações reflexivas e de valorização desses sujeitos como autores de suas narrativas de vida. O processo terapêutico é entendido como um espaço permanentemente aberto à mudança, histórica e culturalmente contingente e que valoriza o contexto social.

A abordagem incorpora conceitos como a empatia, a gentileza, a delicadeza, o respeito e a cortesia como ferramentas fundantes de uma ética no campo da terapia de família, propiciadoras de novas formas de sociabilidade e de conversação. O foco de interesse consiste em construir espaços democráticos, de acolhimento, respeito à autonomia, estímulo à reflexão e que possam contribuir para a desconstrução das inúmeras formas de exclusão e segregação, que se expressam no imaginário aterrorizante construído em torno das pessoas que apresentam problemas com drogas, repercutindo, também, negativamente em sua rede familiar.

Ao invés de objetos passivos do cuidado, as pessoas e as famílias que apresentam problemas com drogas serão definidas como autores, protagonistas de suas histórias de vida, com potencial reflexivo e transformador sobre suas ações no mundo.


  • A visão sistêmica e a metáfora de rede social no trabalho de prevenção de violência intrafamiliar em comunidades - Carlos Eduardo Zuma


RESUMO: Este artigo apresenta algumas reflexões sobre a violência intrafamiliar, vista a partir da ótica sistêmica e utilizando a metáfora de rede social, e enumera algumas ações que surgem como necessárias, em conseqüência dessas reflexões, no caminho da prevenção desse tipo de violência.



RESUMO: Neste texto, resultado de uma participação em uma conversação, a autora trabalha com a idéia de redes como uma metáfora útil para a conversa sobre as relações sociais contemporâneas. Sugere que tal metáfora, que a cada dia torna-se mais comum, possa orientar o trabalho social com o objetivo de recuperar conexões e temas como a solidariedade, perdidos em uma sociedade individualista.

Número 24





  • Implicações do “pensamento sistêmico novo-paradigmático”: A Questão da dicotomia “terapia familiar sistêmica”/”terapia familiar narrativista” – Maria José Esteves de Vasconcellos


RESUMO: Continuando as reflexões já compartilhadas em artigo anterior – intitulado Implicações do “pensamento sistêmico novo-paradigmático” para as práticas psicoterápicas: a questão da “terapia sistêmica individual” – suscitadas por afirmações de Minuchin2 no artigo Onde está a família na terapia familiar narrativista?, aponta-se aqui o risco de se contrapor uma “terapia familiar sistêmica” a uma “terapia familiar narrativista”.

Considerando-se que o pressuposto da “construção da realidade”, assumido pelos “terapeutas narrativistas/construcionistas/construtivistas”, é um pressuposto sistêmico novo-paradigmático, qualquer profissional sistêmico – ou seja, novo-paradigmático – será, em termos epistemológicos, necessariamente construtivista/construcionista/narrativista.





  • Clássicos da Terapia de família: Nova visita à hipotetização, à circularidade e à neutralidade: um convite à curiosidade – Gianfranco Cecchin, M.D. / Comentário: Teresa Cristina Diniz / Tradução do espanhol – Aline Carrocino / Revisão e Tradução – Gizele Bakman


RESUMO: Este ensaio examina os princípios sistêmicos guia para a neutralidade, hipotetização e circularidade, historicamente desenvolvidos pela equipe de Milão, composta por Servini-Palazzoli, Boscolo, Cecchin e Prata. Com a reorganização destes membros da equipe, evoluíram diferentes reconstruções dos princípios sistêmicos originais. Agora se fez possível uma nova compreensão dos conceitos de circularidade, hipotetização e neutralidade, dada a epistemologia sistêmica em que se assentava o modelo anterior de Milão. Todavia, cabe enfatizar que as idéias apresentadas neste ensaio estão, em sua maioria, associadas com o trabalho sistêmico da equipe de Cecchin e Boscolo.



  • Serviço social e terapia familiar: novas famílias, novas práticas e o desafio de integrar teorias – Adriane Vieira Ferrarini


RESUMO: O texto analisa o trabalho do assistente social com famílias ao longo da história, situando as profundas mudanças ocorridas, tanto na família, quanto nas práticas sociais e profissionais. Objetiva mostrar que, hoje, o retorno às intervenções com famílias conduz à necessidade de atualização da teoria sistêmica. Esta atualização só pode ser feita através de um debate epistemológico, o qual, por sua vez, acaba oportunizando a revitalização do pluralismo no Serviço Social.


  • A sessão da família – Uma sessão de jazz - Amy Begel, CSW*


RESUMO: Neste artigo, a autora, médica e terapeuta de família por profissão, pianista e cantora de jazz amadora, propõe a metáfora de uma sessão de jazz para ampliar a perspectiva de um encontro terapêutico. Algumas características necessárias para que se dê esse tipo de reunião musical são desejáveis para construir um estilo terapêutico que aprecia a surpresa e a improvisação, sem descuidar-se da estética e do prazer de trabalhar em equipe. A improvisação como uma técnica, camping, swing e tag são algumas das contribuições que podemos “importar” de um outro campo para tornar a terapia mais lúdica e menos limitada.


  • Programa de capacitação de voluntários para trabalho com famílias de camadas populares – Malu Palma e Martha Scodro


RESUMO: A Associação Criança Saúde Renascer, é uma ONG co sede no Rio de Janeiro que atende a crianças internadas no Hospital da Lagoa – um dos maiores hospitais públicos do estado – e suas famílias.

Há 13 anos conta com o trabalho de voluntários exercendo as mais diversas funções, mas principalmente atendendo diretamente famílias em risco social.



O foco do presente trabalho é a apresentação do resultado do Programa Capacitação de Voluntários. Este programa acompanha o relacionamento “voluntário / família” no percurso da família desde sua entrada no Renascer até o momento da alta – quando deixa o programa.

Número 25





RESUMO: Gregory Bateson (1904-1980) nasceu em Londres, no dia 9 de maio de 1904. O presente ensaio é uma homenagem a esta incomparável personalidade, que foi, ao mesmo tempo, biólogo, antropólogo, psiquiatra, comunicólogo e epistemológico. A obra de Bateson? Ainda insuficientemente conhecida nos meios universitários – permanece, todavia, decisiva para nosso século que acabou de nascer. O artigo procura oferecer ao leitor algumas bases críticas que deverão lhe permitir tanto aproximar-se deste observador nato, lúcido e respeitador das diferenças, como descobrir orquestração de um pensamento “possuído” pelo permanente esforço de descoberta das “estruturas que conectam e unem todos os seres vivos”.


  • Forma, substância e diferença – Phactuel Rego


RESUMO: Este artigo consiste em uma apresentação da obra e da trajetória de Gregory Bateson, percorrendo noções fundamentais da abordagem sistêmica – ferramenta de aplicação genérica de grande valor prático, que ele ajudou a criar, desenvolver e aplicar, na ampla exploração que empreendeu pelas variadas trilhas das ciências humanas e, em particular, nas ciências comportamentais.


  • Gregory, me ensina alguma coisa? – Helena Maffei Cruz


RESUMO: Este artigo explora algumas idéias de Gregory Bateson presentes nos desdobramentos de áreas como: terapia familiar, ecologia e novas práticas sistêmicas, através de um diálogo imaginário, semelhante aos metálogos – textos criados por ele como uma forma de estímulo e curiosidade.

Número 26




  • A Quem foi mesmo von Foerster – Gianfranco Cecchin, Pietro Barbeta e Dario Toffanetti


RESUMO: Proposta: O que é terapia? Qual seria, hoje, a resposta de Heinz von Foerster? Os autores tentam revelar o mistério de uma resposta que surgiu numa conversa entre eles. Eles acham que Heinz von Foerster, como Gregory Bateson, foi um dos mais influentes filósofos da terapia. No artigo eles analisam algumas palavras-chave básicas – tais como máquina trivial, devir humano – e conceitos-chave – como “alargar o campo de possibilidades” – de modo a entender se há uma ordem ou propósito em fazer terapia.


  • A escuta terapêutica na interlocução clínica: uma contribuição ao Construcionismo Social pelo viés do Pragmatismo Lingüístico. – Neyde Bittencourt de Araújo e Naira Morgado


RESUMO: Esse artigo é uma contribuição à clínica singular do Construcionismo Social. Nosso foco será a interlocução clínica, numa releitura do conceito de linguagem, sob o viés do Pragmatismo Lingüístico, introduzindo as noções de “efeito performativo da linguagem” (Austin) e “jogos de linguagem” (Wittgenstein) como instrumentos ampliadores e facilitadores para escuta do terapeuta. Acreditamos na utilidade desta contribuição, por proporcionar a possibilidade de discriminar e nomear a qualidade da relação que envolve o terapeuta e seu paciente. Que lugar ocupamos na relação com o paciente quando aceitamos ou recusamos um convite a um determinado jogo de linguagem?


  • Ressonâncias da prática: a Poética Social em um grupo de atendimento a famílias em situação de violência. – Rosana Rapizo


RESUMO: O presente artigo pretende apontar os pontos principais da experiência de atendimento a famílias em situação de violência, enfatizando as alternativas que foram criadas para o trabalho com tais famílias dentro de uma instituição (O Instituto de Família do Rio de Janeiro). O trabalho consta de uma reflexão eminentemente prática com a participação dos terapeutas e famílias envolvidos nos atendimentos. Para guiar esta reflexão a autora utilizou a metodologia chamada por John Shotter de “poética social”.



  • A busca de recursos terapêuticos na clínica com famílias em situação de violência intrafamiliar. – Gizele Bakman, Luiz Fernando Monteiro Pinto Bravo, Maria Celina Matta e Vania Izzo de Abreu


RESUMO: O presente trabalho baseia-se na experiência dos atendimentos a famílias e casais que vivem em situação de violência em suas relações, que integram o Programa de Prevenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero do Instituto Nos. Cinco terapeutas compõem a equipe. As famílias são derivadas de diferentes fontes, sendo os atendimentos quinzenais e gratuitos. O recurso da equipe reflexiva integra a metodologia do trabalho. Entendemos a violência como um processo de integração entre uma ou mais pessoas e, conforme dispõe o relatório da OMS (2002) sobre a complexidade desse fenômeno, existem muitos fatores que levam uma pessoa a cometer violência. entre eles os individuais, os relacionais, os comunitários e os sociais. No desenvolvimento do trabalho, levantamos o que passamos a chamar de “temas recursos” na clínica com famílias em situação de violência e que, quando abordados e transformados em pontos de reflexão, tornam-se poderosos recursos no decorrer da terapia. São eles: 1- a violência como processo; 2- a busca das potencialidades; 3- o foco nos subsistemas; 4- a história transgeracional e 5-os modelos educacionais. Para cada tema-recurso são sugeridas perguntas norteadoras que auxiliam a conversação e a reflexão. Conclusão: não é um trabalho de convencimento e nem de correção de déficits, mas de busca constante das potencialidades das famílias, junto com elas.



  • A pintura como uma forma de auto-expressão e comunicação em situações críticas: uma maneira de criar espaço para diálogos em crises familiares. Eva Kjellberg e Tuula Wilén


RESUMO: Este artigo apresenta uma forma de estar junto com famílias, quando as conversas habituais, através das palavras, apresentam-se bastante rudes e até mesmo perigosas para serem utilizadas, ou mesmo quando não existem palavras para expressar experiências caóticas, como freqüentemente ocorre quando membros da família estão tomados por sentimentos fortes, tais como raiva, medo, tristeza ou vergonha. O trabalho associa dois importantes campos da prática clínica: o conversar através de processos reflexivos dentro de uma abordagem sistêmica construcionista e a pintura, para facilitar o encontro com “pinturas internas” em arte-terapia.


  • A criatividade como postura em ações de transformação social. Cecília Cruz Villares


RESUMO: O Projeto S.O.eSq. – Serviço de orientação à Esquizofrenia – faz parte do Programa para Redução do Estigma na Esquizofrenia, uma iniciativa da Associação mundial de Psiquiatria (WPA, sigla em inglês) lançada em 1996 e desenvolvida hoje em mais de 20 países de quatro continentes para criar estratégias informativas, educacionais e políticas para a redução do estigma e da discriminação devidos à esquizofrenia. Nas ações desenvolvidas no Brasil desde 2001, elegemos uma abordagem centrada no diálogo e em ações onde os protagonistas são profissionais, portadores e familiares. O objetivo desde texto é apresentar o projeto S.O.eSq. pela vertente da criatividade como postura e elemento gerador de transformações para a concretização de nossos objetivos e estratégias. Buscando respeitar a complexidade da esquizofrenia enquanto doença e vivência, descrevemos algumas ações do projeto olhando para os processos nos quais as pessoas envolvidas buscaram, por exemplo, “abrir-se para o novo”, o trabalho em rede gerando conexões, e um jogo entre trabalho e brincadeira num contexto de confiança, tornando-se agentes de mudança social.



  • O terapeuta como produtor de conhecimentos: contribuições da perspectiva construcionista social. Emerson F. Rasera e Carla Guanaes


RESUMO: A formação de um terapeuta é um processo contínuo, desenvolvido através de estudos teóricos, ampla prática clínica, supervisão e a comunicação das aprendizagens realizadas. Contudo, na sociedade brasileira, este último aspecto tem sido negligenciado, mantendo o terapeuta na posição de um consumidor de conhecimentos e relegando a segundo plano o aspecto criativo e reflexivo de sua prática. Visando estimular os terapeutas a assumirem sua responsabilidade de partilhar seus conhecimentos a partir da clínica, bem como fomentar a troca e o diálogo na comunidade da terapia familiar, este artigo tem como objetivo geral promover uma reflexão sobre o processo de produção do conhecimento científico a partir de uma perspectiva construcionista social.
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