Nuno Rosmaninho a historiografia Artística Portuguesa



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Nuno Rosmaninho
A Historiografia Artística Portuguesa:

de Raczynski ao dealbar do Estado Novo (1846-1935)
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1993.

Dissertação de mestrado em História Contemporânea de Portugal, orientada pelo Prof. Doutor Fernando Catroga.

ÍNDICE
Introdução 1
1. Os autores (1800-1940) 9
2. Estratégia e metodologia 15

2.1. Estratégia 15

2.1.1. Introdução 15

2.1.2. A biografia 18

2.1.3. A memória histórica e descritiva 22

2.1.4. A publicação de fontes 23

2.1.5. Desenvolvimento das ilustrações fotográficas 24

2.1.6. O objectivo pedagógico e de intervenção 26

2.1.7. O ensaio 27

2.1.8. Conclusão 28

2.2. Metodologia: a procura de uma estrita objectividade 30
3. A crítica de arte como género 41

3.1. Introdução 41

3.2. A consciência de uma ruptura 43

3.3. Como a crítica se concebe 44

3.4. Critérios de valorização estética em crítica de arte 47
4. Teoria e crítica de arte 51

4.1. Conceito de arte: do belo absoluto à sua relativização 51

4.1.1. Introdução 51

4.1.2. O belo ideal 53

4.1.3. A arte como imitação da natureza 57

4.1.4. A arte como expressão subjectiva 61

4.1.5. As reacções contra a noção de belo absoluto 64

4.1.6. Outros aspectos 65

4.2. Valorização estética 67

4.2.1. Introdução 67

4.2.2. Valorização geral 70

4.2.3. Hierarquia das artes 73

4.2.4. Valorização estética da arquitectura 74

4.2.5. Valorização estética da pintura e escultura 76

4.3. Os estilos artísticos: sua apreciação judicativa 83

4.3.1. Introdução 83

4.3.2. Românico 85

4.3.3. Gótico 87

4.3.4. Manuelino 88

4.3.5. Renascimento 94

4.3.6. Maneirismo 95

4.3.7. Barroco 98

4.3.8. Rococó 100

4.3.9. Neoclassicismo 100

4.3.10. Romantismo 100
5. Ideologia artística 103

5.1. O devir da arte 103

5.2. Nacionalidade e nacionalismo em arte 111

5.2.1. Introdução 111

5.2.2. Os monumentos e a memória pátria 111

5.2.3. A recusa de uma especificidade artística portuguesa 114

5.2.4. A crença numa especificidade artística portuguesa 115

5.2.5. Os principais núcleos de debate 119

5.3. A arte popular 127

5.3.1. O preconceito erudito 127

5.3.2. A universalidade do sentimento estético 131

5.3.3. Estratégia e metodologia 132

5.3.4. Da valorização estética à conformação ideológica 133
6. O restauro de monumentos 137

6.1. Introdução 137

6.2. A defesa do restauro purista 140

6.3. Contra os restauros fantasiosos 142



6.4. Contra o puro reintegracionismo: um novo conceito de restau­ro 143
Conclusão 145
Ilustrações 148
Bibliografia activa e passiva 181
Índices: quadros, gráficos, ilustrações 245


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