O centenário e a renovação Paroquial – Uma contribuição para a espiritualidade



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O Centenário e a renovação Paroquial – Uma contribuição para a espiritualidade

Série Espiritualidade Anglicana – I




Traduzido e adaptado por D. Luiz Osório Pires Prado e Rev. Eduardo C. Grillo


Apresentação

A Província, através de sua comissão de preparação para o Centenário, pediu a um grupo de pessoas que reunisse material devocional para edificar a Igreja no sentido da renovação da vida paroquial. Esta encomenda fala aos anseios de muitos de nós da Igreja Episcopal do Brasil, que reconhecemos a fragilidade de nossa espiritualidade e a urgência de um fôlego novo, o hálito vivificador da presença de Cristo ressuscitado caminhando com o seu povo santo.

Como se trata de uma encomenda genérica, reunimos um grupo de cinco colaboradores e fizemos uma escolha. Nos propomos a alcançar para uso de nossa gente material devocional produzido por anglicanos, para ser lido em celebrações, individualmente ou em pequenos grupos. Embora possa ser discutível como escolham dois pontos são bem claros: que as contribuições sejam da nossa tradição eclesial, mesmo que de fala inglesa, e que de outra forma jamais chegariam ao nossos povo. E, sendo rigorosamente devocional, aprofunde uma espiritualidade que reconhecemos ser carente para os grandes compromissos da prática da fé em nosso país.

Nosso uso da palavra “espiritualidade” nada tem a ver com qualquer ufanismo denominacional ou pieguice importada. Referimo-nos à prática da presença de Deus, litúrgica e devocionalmente, capaz de recriar e construir o povo de Deus na vivência da fé em Jesus Cristo. Em nosso caso, como anglicanos, filhos de uma igreja eucarística, significa dizer que nossa fé tem tudo a ver com a geografia de pobreza, sofrimento e esperança de nossa gente. Nesse sentido, “espiritualidade” não é “tema” ou “questão”, mas problema.

Sem espiritualidade adulta, nossa fé não tem alma.

Não estamos oferecendo nenhum modelo, mas sugerindo a matéria-prima e uma possibilidade metodológica. Que os textos a serem publicados e distribuídos em 1990 possam ser contextualizados e aprofundados pela realidade que vivemos e por uma ferramenta indispensável para os anglicanos: o Livro de Oração Comum. Como diz William J. Wolf, “o Livro de Oração Comum oferece uma espiritualidade disciplinada, responsiva à revelação bíblica que, durante tantos séculos, vem conformando a experiência e a prática anglicanas. Se, nesta jornada, a Bíblia pode ser considerada como a bússola, sempre orientando o peregrino de seus descaminhos e rumos equivocados, então o Livro de Oração Comum é nada menos do que o mapa, um indispensável guia de viagem” (Anglican Spirituality, introdução).

Cada pequeno caderno, a surgir durante o ano, trará informações de ordem biográfica sobre o autor “de fundo” e passagens escolhidas da sua produção devocional, que serão usadas conforme a oportunidade de cada situação. O que mais esperamos por esse esforço é que a celebração do Centenário nos faça sentir o perigo de tentar encaminhar a continuação da jornada da Igreja Episcopal do Brasil neste país sem o fôlego e o ânimo da presença do Senhor, sem o mapa que recebemos dos que viajaram antes de nós e sem a sabedoria que só pode vir do temor do Senhor.

Rogando a Deus que nosso trabalho possa contribuir para mais fidelidade e maturidade como filhos de Deus, agradecemos também pela oportunidade criada pela Província.


+ Luiz Osório Pires Prado

p/ Grupo de Trabalho


Evelyn Underhill

Na apresentação de uma pequena coleção, chamada Mestres da Oração, se diz que, muito provavelmente, o leitor deste texto também terá já experimentado o profundo sentimento de alegria ao encontrar um estranho que, no entanto, parece tão de perto como um velho conhecido e cuja voz soa de forma familiar, com um afeto que imediatamente reconhecemos. As pessoas desta nossa “coleção” são gente assim. Gente estranha do passado ou do presente, mas que se tornaram amigas de milhões. Os corpos de alguns deles foram sepultados há muito tempo, mas estão vivos para sempre através de suas palavras. É gente que viveu, pensou e amou a Deus, compreendendo os problemas e as alegrias que acompanham a vida cristã.

Evelyn Underhill é um destes nomes de irmãos e amigos do passado. Ela não foi, como tantas santas cristãs, uma monja, mas uma dona de casa que viveu sua vida nos subúrbios de Londres. Ela acreditou e ensinou que Deus envolve e inspira nossa oração, mesmo que vivamos em condições absolutamente comuns de existência.

Nascida em 1874, casada, filha de família anglicana, passou por crises no seu pertencimento à Igreja, mas finalmente se tornou um dos grandes nomes de nossa Comunhão. Mysticism (1911) e Worship (1936) são dois dos seus trabalhos mais conhecidos. Escreveu para jornais, pequenos livros e orientou retiros. Seu ensino também é lembrado por aqueles que a conheceram pessoalmente e participaram de sua presença calma e sabedoria devocional. Nos anos 20, participou de um esforço inspirado pelo Arcebispo William Temple, no sentido de repensar as relações entre a Igreja e a sociedade. Na época de sua morte, 1941, ela ainda era, como fora por muito tempo, uma pacifista cristã convicta.

Evelyn Underhill comunicou, por palavras e conduta, um sentimento muito especial da realidade invisível do Deus triúno. Comprometeu-se com o aprendizado dessa fé que parte da Encarnação de Jesus Cristo. E seu crescimento pela oração é a marca mais forte do seu ensino devocional. Ela, como tantos outros, foi uma mestra na grande tradição cristã.

Fórmula para a Oração Cristã

A oração verdadeira deve ser feita conforme estes passos:

O da adoração a Deus,

O da comunhão com Deus,

O da cooperação com Deus,

E destes, a adoração, a devoção, a elevação do coração e da mente ao Eterno devem ser sempre encaminhados primeiro.

Se começarmos pelo interesse próprio, ou mesmo pelo nosso próximo, ou os problemas do mundo, nunca iremos muito longe.

“Elevai os corações”.

Esta é a fórmula para a oração cristã. Ela busca primeiro o Reino de Deus; e precisamos manter esta verdade bem à mão.




Crescimento

Todos os que trabalham em jardins ou hortas sabem da importância do bom desenvolvimento das raízes, antes de surgirem folhas e flores. Assim, nossa vida em Deus deve ser profundamente enraizada antes de presumirmos produzir flores ou frutos. De outra forma, seremos como aquelas plantas tão frágeis que sempre precisarão de uma estaca. Constantemente nos afligimos pela noção de que devemos florescer rapidamente, como a semente que caiu em solo rochoso, mostrando surpreendentes sinais de crescimento espiritual.

Talvez sejamos só chamados a crescer naturalmente, aprofundando raízes, crescendo e florescendo, dóceis ao ritmo brando da vida. Quando não percebemos sinais evidentes de nosso progresso na fé ou nossa utilidade para Deus, será bom relembrar a criança no estábulo e o menino nas ruas de Nazaré. A oração infantil de Nazaré era a necessária preparação para a oração difícil da Cruz.

Assim, a vida do Espírito deve brotar de forma firme e suave, até que cheguemos à plena estatura que Deus planejou para nós.

Aprofundamento: como crescemos em nossa estatura devocional?


Embebidos no Espírito

Nada na natureza é tão suave e, ao mesmo tempo, tão vigoroso, tão perfeitamente tranqüilo em seu ambiente como um peixe no mar. O ambiente lhe empresta uma beleza, qualidade e poder que não são seus. Se o tirarmos dali, teremos algo pobre, quase sem serventia, com a vida jogada fora. Assim, a alma mergulhada em Deus, vivendo a vida de oração, é mantida, suprida, transformada em beleza, por uma vitalidade e força que não são suas.

As almas dos santos são tão poderosas justamente porque estão radicalmente embebidas no Espírito: sua vida toda é uma oração. A vida na qual eles vivem e se movem e têm o seu ser lhes passa algo de sua própria qualidade. Tanto quanto se mantiverem nessa vida, serão aptos para as exigências que vêm junto, isso porque são nutridos pelos dons que dela somente podem vir.

Esse retorno à nossa origem e aceitação de nossa verdadeira herança humana é justamente a vida sobrenatural da oração, como a alma humana pode muito bem experimentá-la.

É muito melhor ser um camarão no oceano do que uma enorme baleia teológica encalhada na praia.

Aprofundamento: nossa vida devocional se enraíza exatamente em que solo: idéias, valores, projetos, tradições ou na prática da presença do Cristo ressuscitado? Nossa preocupação pelo discipulado “prático” não nos tem levado a encalhar impotentes na praia? Qual é mesmo a única alternativa?




A Oração Silenciosa

A idéia de que a oração silenciosa é uma forma de preguiça religiosa só pode vir de quem jamais a experimentou. Primeiro, pensamento, desejos e lembranças enchem a mente; sons e imagens a distraem. Há algo muito humilhante no fato de que interrupções sem sentido são capazes de capturar a atenção que tentamos fixar em Deus. Todos esses convites para quebrar o silêncio devem ser rejeitados e o ser trazido de volta, sempre de novo à sua postura de escuta, de humilde atenção.

“A oração é simplesmente a intenção devota dirigida a Deus”, diz o antigo místico.

Aqui é que está o centro; dele brota toda a beleza e força. Isso não quer dizer que toda oração deva consistir em absorção silenciosa. Mas se quisermos aprender pela prática a arte de retornar ao nosso centro tranqüilo, devemos nos encaminhar para as diferentes possibilidades da oração, desafios que o amor e a penitência de nós exigem.

Aprofundamento: sem individualismo, mas preservando nosso compromisso pessoal intransferível, que vai muito além da piedade comunitária na reunião litúrgica, que práticas pessoais concretas devemos acolher e desenvolver?


Os Frutos do Espírito


  1. Os frutos do Espírito são cada vez menos espetaculares na medida em que amadurecemos. A vivência da fé consiste em se continuar calmamente a tarefa que recebemos, na situação em que fomos colocados, não suspirando por um insaciável desejo por mudança...

  2. Os santos que conheci pessoalmente não eram capazes de guardar tudo só para si. Sofriam profundamente pelas dores do mundo. Não é que tivessem alguma absorção mística pela vida em geral. Eles só amavam todas as coisas com o amor de Deus. Por isso é que eu sempre me convenço mais de que a melhor maneira de se ensinar o segundo mandamento é nos concentrarmos no primeiro!

  3. Se a Graça não estivesse mais interessada em nós que nós nela, a maioria de nós viveria e morreria num inferno. Ela é tão mais forte do que nós que acaba por irromper em nós, apesar de nossa automática resistência!

Aprofundamento: como poderiam a Escritura e o Livro de Oração Comum, nossa bússola e mapa, ajudar na jornada devocional capaz de produzir os santos de nossa geração? Não seria razoável que, enquanto congregação, nossa gente se reunisse também para rezar de forma criativa e quieta? Por que só nos reuniríamos para “discutir”?


O Método de Cristo: Uma oração

O pináculo do templo é um lugar muito solitário e Tu não estarás lá esperando por mim.

O Teu próprio método, a tua oração, a tua revelação de Deus tomam o caminho mais humilde.

Tua morada entre nós pode ser uma gruta ou uma cabana. Preciso descer da árvore, como uma pequena Zaqueu, se quiser que venhas habitar comigo. Nas estradas poeirentas da Galiléia, nos vilarejos e na beira da praia, sob os cuidados, os pecados, os labores e os sofrimentos de homens e mulheres comuns – lá é que Te encontramos.

“Ensina-me os teus caminhos e sustenta-me em tuas sendas, para que eu não tropece em meus passos”. Teus caminhos são bem pisados. Por eles, Tu e os teus santos têm trazido cura e amor a pessoas simples, onde quer que elas estejam. Ensina-me a servi-las como Tu serves: com paciência, simplicidade, reverência e amor.

Teus santos nunca tiveram a pretensão de “controlar” seus dons espirituais ou usá-los em seu próprio benefício. Nem buscaram uma Graça acima do comum. Eles desejaram seguir-te por caminhos simples e comuns. Ajuda-me também a desejar esses caminhos.

O Teu Espírito não nos é dado para que fujamos das dificuldades e exigências da vida, mas para que possamos viver uma vida simples, do jeito que queres que ela seja vivida – assim na terra como no céu.

Aprofundamento: nossos caminhos não têm sido muito mais complicados que os de Jesus? Em que consiste a simplicidade do Evangelho?




O Espírito da Adoração

O templo é um lugar reservado e que nos defende da balbúrdia da vida que tanto nos distrai. Necessitamos de um ambiente que nos inspire a responder a voz de Deus.

É Por essa constante atenção que se pode aprender a conhecê-lo, pois só podemos conhecer verdadeiramente aquilo que amamos, contemplamos, admiramos e desfrutamos. Isso é adoração.

Adoração, portanto, não é receber informações sobre Deus, mesmo que a instrução daqueles que sabem mais do que nós possa nos ajudar a adorar melhor. Também não se trata apenas de confessarmos a Ele os nossos pecados e pedirmos perdão. Mais que isso: quando o ser humano começa a compreender o que significa adoração é levado a confessar sua rebeldia, sua imperfeição, sua fragilidade e a suplicar por aquela energia restauradora a qual chamamos “Graça”.

Nem ao menos é pedir que Ele se preocupe com aquelas pessoas ou coisas com as quais nos sentimos envolvidos. Adoração é o espírito humano, pequeno e humilde, contemplando e reconhecendo a Glória de Deus sem medidas, a Única Realidade, o Perfeito, o Imutável, o Plenamente Livre.

Diz Santo Agostinho: “O que posso dizer, meu Deus, minha divina alegria? O que pode alguém dizer quando fala em Ti?” Este é o espírito de adoração.

Aprofundamento: onde e como, na prática da vida paroquial, sua vida devocional pessoal encontra “espaço” para tal experiência? A experiência litúrgica e comunitária de “cultos”, em lugar de incentivar a adoração, não é, na verdade, usada como um pobre substituto? Como se poderia, na comunidade da fé, reformar o culto para que seja “adoração”?


Total disponibilidade

“Deus mantém um diálogo permanente com suas criaturas” diz Paul Claudel (1). Ele tem uma conversa especial com cada um de nós.

O louvor e a oração tradicionais da Igreja, se corretamente praticados, são um maravilhoso meio de nos colocar em sintonia com Ele. Quando o diálogo se estabelece e, segundo as palavras da belíssima oração de E. B. Pusey (2), quando nós nos “libertamos da fatigante sucessão de pensamentos importunos rumo à Sua presença”, então podemos oferecer nossas súplicas com dignidade. E assim como nas Orações da Manhã e da Tarde, essas súplicas seguem após os Salmos, os Cânticos e as Leituras, ou seja, as partes contemplativas e meditativas da nossa oração.

Algumas vezes, é verdade, o diálogo será principalmente uma confissão de pecados ou uma revelação de nossa fraqueza e desânimo. Mas isso também pode ser levado à tranqüila presença de Deus e, desse modo, transformado pelo encontro da Divina Realidade.

É a sequência de louvor, de atenção e de oração que gradualmente nos educa para a disponibilidade total nas mãos dEle.

Aprofundamento: a prática da presença de Deus e nossa quietude e disponibilidade encontram expressão suficiente na liturgia da comunidade? Se não, como a aprendemos ou a ensinamos?



  1. Paul Claudel, escritor devocional francês (1868-1955).

  2. E. B. Pusey, líder anglicano do Movimento Tractarianista (1800-1882).


Uma energia viva e pessoal

Provavelmente, o melhor tipo de intercessão é a oferta bastante “geral” de alguém em união com o nosso Senhor. É isso que significa a oração total da Igreja pelo mundo. Ele ora em nós e através de nós, elevando até o mundo “sobrenatural” todas as almas e causas, apresentando-as diante da face de Deus. É nosso privilégio participar dessa elevação intercessória.

É claro que existe e deve existir grande diversidade no feitio das orações das pessoas. Para algumas, o pedir pelo sucesso do Pedrinho nas provas da escola ou pela saúde da tia Joana é a única maneira certa. Todos nós fazemos isso da forma que podemos e, na maioria das vezes, o fazemos muito mal.

A questão é que fazemos isso com fé e amor e oferecemos a Deus, que irá por si mesmo “tirar” desse ato de amor aquilo que realmente importa e usá-lo onde e como Ele desejar. Talvez a oração que fazemos aqui tenha a sua resposta lá do outro lado do mundo. Talvez a ajuda que recebemos em um momento difícil tenha vindo pela oração feita por alguém que nem sonhamos que exista. Tudo isso é um profundo mistério e devemos tomar cuidado para não tentar estabelecer normas opressivas e circunstanciais.

A grande variedade de formas da Graça de Deus trabalhar por si só já é maravilhosa. É uma energia viva e pessoal; não uma máquina. É uma resposta de amor a todos os nossos gestos de amor, mesmo o mais infantil.

Mas o nosso poder de intercessão por aqueles que nos são desconhecidos está intimamente relacionado com o pertencimento à Igreja. É nessa oração total da Igreja que nós participamos. Se fôssemos tentar isso de maneira individualista, não o faríamos de forma concreta, mas só abstratamente.

Penso que devemos tentar manter a prática desses dois tipos de intercessão – essa partilha da oração da Igreja, e também nosso ofetório pessoal por gente e causas que nos sejam queridas – os lados corporativos e pessoal da religião plena.

Aprofundamento: como difundir melhor, de forma didática, a noção de que a oração é também um ofertório na Eucaristia e nas demais oportunidades pessoais e comunitárias? Na prática pessoal e comunitária, nossa intercessão não continua sendo demasiadamente “interesseira”, sem a grandeza que só o verdadeiro senso de participação na vida da Igreja pode ter?




Fraternidade Universal

Ó Deus, que designaste o dia em que os reinos deste mundo hão de tornar-se o reino de nosso Senhor Jesus Cristo, aviva a nossa lealdade para contigo, para que escolhamos agora e sempre a tua vontade como a nossa vontade, o teu caminho como o nosso caminho, a tua paz como a nossa paz. Une os nossos bens aos teus fins, para que não nos satisfaçamos senão com o mundo unido em si mesmo e em fraternidade eterna. Concede à humanidade aquela liberdade e confiança mútua que tornará possível a todas as nações cooperarem para a glória e honra do teu reino; por amor daquele que veio para salvar a humanidade, Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.




Presença de Deus

Deus Todo Poderoso, que enviaste teu Filho ao mundo para ser eternamente amigo da humanidade, concede-nos o sentimento real da tua presença, de modo que, sob a influência do teu poder, superemos todas as tentações e adversidades, erguendo-nos vitoriosos para fazer a tua vontade, mediante o mesmo Jesus Cristo nosso Senhor. Amém.


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