O continente Africano Índice



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O Continente Africano

Índice


  • 1 Etimologia

  • 2 História

    • 2.1 Proto-história

    • 2.2 Pré-história

      • 2.2.1 Norte de África

    • 2.3 Antiguidade

    • 2.4 História recente de África

      • 2.4.1 Colonização europeia

      • 2.4.2 Apartheid

      • 2.4.3 Descolonização da África

  • 3 Geografia

    • 3.1 Localização

    • 3.2 Relevo

    • 3.3 Clima

    • 3.4 Hidrografia

    • 3.5 Vegetação

    • 3.6 Regiões

      • 3.6.1 África do Norte

        • 3.6.1.1 Magreb

        • 3.6.1.2 Saara

        • 3.6.1.3 Vale do Nilo

      • 3.6.2 África Ocidental

      • 3.6.3 África Centro-ocidental

      • 3.6.4 África Centro-oriental

      • 3.6.5 África Meridional

  • 4 Demografia

    • 4.1 Estatísticas

    • 4.2 Densidade demográfica

    • 4.3 Etnias

    • 4.4 Religiões

    • 4.5 Línguas

  • 5 Política

  • 6 Subdivisões

    • 6.1 África Meridional

    • 6.2 África Central

    • 6.3 África Ocidental

    • 6.4 África Setentrional

    • 6.5 África Oriental

    • 6.6 Estados não reconhecidos ou em disputa

    • 6.7 Dependências

    • 6.8 Outros territórios

    • 6.9 Outros agrupamentos de países africanos usados frequentemente

  • 7 Economia

    • 7.1 Extrativismo

    • 7.2 Agropecuária

    • 7.3 Indústria e transportes

  • 8 Cultura

    • 8.1 Tribos e grupos étnicos

  • 9 Problemas atuais

    • 9.1 Fome

    • 9.2 Colonização europeia e guerras

  • 10 Ver também

  • 11 Referências

12 Ligações externas

A África é o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e das Américas) com cerca de 30 milhões de quilómetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) com cerca de 900 milhões de pessoas, representando cerca de um sétimo da população do mundo, e 53 países independentes; apesar de existirem colónias pertencentes a outros países fora desse continente, principalmente ilhas, por exemplo Madeira, pertencente a Portugal, Ilha de Ascensão pertencente ao Reino Unido entre outras.

Apresenta grande diversidade étnica, cultural e política. Nesse continente são visíveis as condições de pobreza, sendo o continente africano o mais pobre de todos; dos trinta países mais pobres do mundo (com mais problemas de subnutrição, analfabetismo, baixa expectativa de vida, etc.), pelo menos 21 são africanos.[1] Apesar disso existem alguns poucos países com um padrão de vida razoável (comparável no máximo ao Brasil ou Bulgária), assim não existe nenhum país realmente desenvolvido na África.[2] O subdesenvolvimento, os conflitos entre povos e as enormes desigualdades sociais internas, são o resultado das grandes modificações introduzidas pelos colonizadores europeus.

A África costuma ser regionalizada de duas formas, a primeira forma, que valoriza a localização dos países e os dividem em cinco grupos, que são a África setentrional ou do Norte, a África Ocidental, a África central, a África Oriental e a África meridional. A segunda regionalização desse continente, que vem sendo muito utilizada, usa critérios étnicos e culturais (religião e etnias predominantes em cada região), é dividida em dois grandes grupos, a África Branca ou setentrional formado pelos oito países da África do norte, mais a Mauritânia e o Saara Ocidental, e a África Negra ou subsaariana formada pelos outros 44 países do continente.

Cinco dos países de África foram colónias portuguesas e usam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe; em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são ainda falados crioulos de base portuguesa.

Etimologia


Afri era o nome de vários povos que se fixaram perto de Cartago no Norte de África. O seu nome é geralmente relacionado com os fenícios como afar, que significa "poeira", embora uma teoria de 1981,[3] tenha afirmado que o nome também deriva de uma palavra de berbere, ifri, palavra que significa "caverna", em referência à gruta onde residiam.

No tempo dos romanos, Cartago passou a ser a capital da Província de África, que incluiu também a parte costeira da moderna Líbia. Os romanos utilizaram o sufixo "-ca" denotando "país ou território".[4] Mais tarde, o reino muçulmano de Ifriqiya, actualmente Tunísia, também preservou o nome.

Outras etimologias têm sido apontadas como originárias para a antiga denominação "África":


  • No século I, o historiador judeu Flavius Josephus (Ant. 1.15) afirmou ter sido nomeado para Epher, neto de Abraão, segundo o Génesis (25:4), cujos descendentes, segundo ele, tinha invadido a Líbia.

  • aprica, palavra latina que significa "ensolarados", mencionada por Isidoro de Sevilha (século VI), em Etymologiae XIV.5.2

  • aphrike, palavra grega que significa "sem frio". Esta foi proposta pelo historiador Leo Áfricanus (1488-1554), que sugeriu a palavra grega phrike (φρίκη, significando "frio e horror"), combinado com o prefixo privativo "-um", indicando assim um terreno livre de frio e de horror.

  • Massey, em 1881, afirmou que o nome deriva do egípcio af-rui-ka, que significa "para virar em direção a abertura do Ka." O Ka é o dobro energético de cada pessoa e de "abertura do Ka" remete para o útero ou berço. África seria, para os egípcios, "o berço."[5]

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