O flâneur visita a Escola Normal de Piracicaba/sp em 1913



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O flâneur visita a Escola Normal de Piracicaba/SP em 1913
Tony Honorato1

Universidade Estadual de Londrina – DEF/UEL

Universidade Estadual Paulista – PPGEE/FCLAr-UNESP

Fundação Araucária

tony@uel.br
Resumo

Este ensaio, inspirado nos escritos de Walter Benjamin, propõe-se refletir, a partir da flanerie, uma trama social presente na modelar Escola Normal Primária de Piracicaba, interior do Estado de São Paulo. Para tanto, fantasmagoricamente, laçamos um flâneur para narrar experiências vividas em um acontecimento piracicabano do ano de 1913. Utilizou-se da fotografia como fonte.



Palavras-chave: Flâneur, Escola Normal, Piracicaba/SP.

A imagem do flâneur, desenhada por Walter Benjamin (1987) a partir das obras literárias de Charles Baudelaire e Edgar Allan Poe, chama atenção para possibilidade da existência de um caminhar humano ocioso, sem rumo, nem sentido certo, vivendo experiências ambivalentes nas ruas, nas avenidas, nas galerias, nas exposições, nos cafés, nos parques e em meio a multidões que ocupam os espaços parisienses desde o século XIX. Flâneur é um típico observador do ao redor como panorama. O seu olhar panorâmico busca fundos informativos que expressem extensos bastidores da vida social nas metrópoles.

Mesmo com identidade enraizada nas grandes cidades, ao considerarmos as intensas transformações do século XX, o flâneur ganharia condição cosmopolita. Como cidadão do mundo teria potencial de obter conhecimentos e informações, objetivando incorporar costumes e comportamentos de diferentes cidades nas quais visitasse ou ficasse por tempo indeterminado na flanerie.

Para pensar o hábito de flanar sem se distrair dos paradoxos culturais, políticos, econômicos e educacionais, historicamente produzidos em consonância nas esferas micro e macro, torna-se relevante assumir a flanerie para além do século retrasado em Paris narrada por Benjamin. Nas sociedades modernas ocidentais, guardando as devidas proporções, pode-se mencionar a existência de flâneurs buscando outros ângulos de visualização da produção social citadina.

Neste sentido o objetivo deste ensaio é refletir a partir da flanerie uma trama social presente em uma das mais antigas escolas paulista, a Escola Normal Primária de Piracicaba, criada em 1897 com o nome de Escola Complementar que objetivava formar professores para o ensino primário. Para tanto laçamos um flâneur para narrar experiências vividas em um acontecimento piracicabano do ano de 1913.

Na cidade de Piracicaba, interior do Estado de São Paulo, no início do século XX, nota-se fantasmagoricamente uma figura, aqui denominada de flâneur. O flâneur detém uma espécie de feitiço, tal como o corcundinha de Benjamin (1987. p.141-2): aquele olhado por ele não sabe prestar atenção. Nem a si mesmo nem ao observador, porque se encontra sobressaltado em frente a uma pilha de cacos ilusórios. Só que nunca a via. Só flâneur via. E tanto mais nítido ao observante quanto outro menos via a si mesmo.

Como narrador das experiências humanas o flâneur piracicabano ficava boa parte do tempo observando as invenções e os espetáculos urbanos. Em Piracicaba para registrar conflitos e ambivalências culturais e sociais utilizava uma engenhoca fotográfica adquirida com progresso envolvente. Com a fotografia, por exemplo, ele conseguia “acentuar certos aspectos do original, acessíveis à objetiva – ajustável e capaz de selecionar arbitrariamente o seu ângulo de observação –, mas não acessíveis ao olhar humano” (BENJAMIN, 1994. p.168). A fotografia revela o lugar social de onde se vê, possibilitando assim certa autonomia e ao mesmo tempo apontando para coisificação descontextualizada.

O valor do hábito de cultuar da flanerie começa se recuar, em várias frentes, diante do valor da exposição. Esse é um drama ao fotografar os acontecimentos na era da reprodutibilidade técnica, conforme Benjamin (1994). Mas para o flâneur, um recém abandonado no mundo urbano, há um véu entre ele e a fotografia. Os seres humanos são esse véu, porque balançam como uma veste de uma dançarina cobrindo rostos socialmente distorcidos. O observador faz com que o horrível o encante e que o encanto o assuste.

O flâneur, em busca de encantos assustadores, ficou sabendo que a Câmara Municipal de Piracicaba, em novembro de 1912, havia doado ao Governo do Estado de São Paulo – que teve como seu representante, no ato de recebimento do donativo, o Secretário de Negócios do Interior, Altino Arantes – um terreno para edificação das novas instalações da Escola Normal Primária do município. O terreno era localizado no loteamento da antiga Chácara Laport, situada na esquina da Rua São João com a XV de Novembro no Bairro Alto. O flâneur também recebeu a informação de que no ano seguinte, pouco antes de viajar para a Europa, em abril de 1913, Paulo de Moraes Barros telegrafou ao Prefeito de Piracicaba, Fernando Febeliano da Costa, informando-lhe haver sido expedida a autorização para começar as obras da futura sede da Escola Normal2.

Assim, ao meio-dia de 05 de julho de 1913, com as lideranças do PRP (Partido Republicano Paulista), com os curiosos oficialmente não convidados e com os dirigentes escolares, o flâneur partiu para a obra e fotografou:


Fotografia catalogada no Arquivo do Museu Histórico e Pedagógico “Prudente de Moraes” de Piracicaba (MHPPM).


Lançaram o primeiro concreto! O flâneur nos ensina que o concreto pelo concreto nada mais é do que o nó de cimento, pedra, areia e água. O uso social dessa simples fórmula é o que interessa, pois pode revelar experiências humanas possivelmente interpretadas a partir da tentação de desatar os nós de concreto que silenciam as vozes enfraquecidas ao longo do tempo em nome do progresso.

No registro acima, histórico e simbólico, muitos desfilavam: elite republicana e peão de obra, criança e adulto, político e educador, alegria e tristeza, branco e negro, passado e presente, tradicional e moderno, e, claro, o flâneur envolvido, distanciado e oculto no meio das diversas pessoas presentes. No acontecimento o que mais se queria, de fato, era dar imagem alegre, cordial e harmônica das pessoas entre si, em torno de uma solenidade política. Com isso as fisiologias teciam, à sua maneira, na fantasmagoria da vida piracicabana.

Com a construção de instituições escolares pensava-se que quanto menos iletrados se tornassem os cidadãos, tanto maior seria o conhecimento humano necessário para agir contra a ignorância social, política, cultural e econômica. Com o propósito de formar professores, detentores dos modernos métodos de ensino, a Escola Normal de Piracicaba veio para sanar o problema. Na realidade a concorrência típica do ser moderno, cada vez mais aguda, proporcionava, sobretudo na educação, que cada um afirmasse cada vez mais imperiosamente os seus interesses.

A crença do homem escolarizado no pecado original do progresso alcançado via instituição escolar, imunizou-o contra a crença no conhecimento dos homens de diferentes estratos sociais. Mas não lhe salvou da ambiguidade do modo de vida rural e urbano.

O nosso flâneur, ainda em 1913, compartilhou experiências em Piracicaba no limiar tanto do campo quanto da cidade. Nenhum dos dois mundos ainda tinha o subjugado. Ele sentia-se incomodado com a posição. Por isso se posicionou e retratou a cerimônia do lançamento do primeiro concreto, revelando uma imagem da construção da moderna e citadina Escola Normal de Piracicaba em uma antiga chácara com entorno verde pouco habitado – como aparece no fundo da fotografia –, que na atualidade desapareceu em razão dos nós de concretos e ferros firmados socialmente.

Para o flâneur a escola observada emergiria para mediar o mundo do campo-cidade, da família-rua, do privado-público. Talvez por isso fosse indiscutível para ele o papel da educação escolarizada criada, particularmente, no período da moderna República Velha. Os acontecimentos escolares tornavam-se cada vez mais a sua casa para flanerie.

Flanar nas instituições escolares representava familiarizar-se com possibilidades de pensar, questionar, criticar, imaginar, valorizar, incorporar, embebedar e narrar as diversas maneiras de experiências da condição humana diante os desafios do ser e fazer social em tempos racionais, iluminados e sombrios fundados no moderno.

Ao se embebedar com a casa nova, o flâneur também imprimiu à fotografia um olhar turvo, como as águas do Rio de Piracicaba, revelando uma divisão social entre brancos e negros, mascarada nas imagens de homens de indumentária refinada. Na imagem capturada acima ele visualizou, à esquerda e à frente, um negro bem vestido, sozinho e separado dos homens brancos por uma vala da construção, forrada por armações de ferro. A vala, alegoricamente, pode simbolizar um enrijecido abismo social em relação aos que estavam do outro lado, perto e muito distante ao mesmo tempo do ‘preto’ [como era denominado o homem negro na época, segundo Simões (2005)] recém absolvido da escravidão.

A disposição dos homens na visão do flâneur reproduzia a desigualdade centenária, existente entre brancos e negros na sociedade brasileira escravocrata. Em Piracicaba, terceira cidade paulista em números de escravos no século XIX, aboliu a escravidão, deram liberdade aos negros, mas não lhe permitiram efetivas condições de integração social. Os negros continuavam em subemprego, apareciam nos jornais como bandidos e vagabundos, enquanto os imigrantes chegavam para o trabalho livre e a elite piracicabana se enriquecia com a cafeicultura, com a agroindústria canavieira e angariava dividendos políticos por meio das lideranças dos “Morais Barros” no Estado de São Paulo e na república brasileira.

Na sociedade brasileira do final do século XIX e início do XX, os homens arquitetaram um modo de vida citadino estimulando novas experiências nas dimensões branco-negro, homem-cidadão, público-privado, informação-instrução, belo-feio, amor-ódio, racional-irracional, enfim, novos caminhos num labirinto de concreto povoado e deserto, barulhento e silencioso, limpo e imundo, lançando ambiguidades de uma (con)formação humana presente desde da tenra infância.

A infância na cidade moderna também se fez presente na fotografia da edificação do prédio da Escola Normal Primária de Piracicaba. Para o flâneur, ela passa a ser marcada por um processo educacional que cicatriza os corpos definindo o sobreviver numa selva que ganha contornos em construções de tijolos, concretos, ferros e asfaltos que desenham escolas, vielas, ruas, avenidas, bairros, jardins, comércios, indústrias, bancos e poderes diversos, exigindo do ser humano instrução racional elevado ao quadrado (em seus inúmeros sentidos!).

Saber orientar-se numa cidade não significa muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se perde numa floresta, requer instrução (BENJAMIN, 1987, p.73). Receber instrução institucionalizada, além de ser fundamental na sociedade moderna, também representa na visão do flâneur piracicabano a não existência da infância pura e naturalizada. A criança se produz naquilo que experimenta nas relações históricas em sociedade, logo incorpora e subverte ideologias de uma temporalidade e de um lugar marcado pelos conhecimentos, conflitos e comportamentos humanos.

Ao pensar as experiências educacionais orientadoras da formação de crianças e jovens na edificação da sociedade moderna, torna-se relevante apontar elementos da realidade vivida pelos os indivíduos. A arquitetura das instituições escolares é um aspecto fulcral.

O novo prédio da Escola Normal de Piracicaba teve a sua construção durante quatro anos e pode, conforme Perecin (2005), ser considerado um ‘palácio perrepista’. Pois, ele foi inaugurado no dia 11 de agosto de 1917 para atender à demanda da crescente população escolar e ao ideário comportamental da aristocracia local. Para a autora, na pequena classe média e na classe pobre da cidade, causavam espanto o porte do edifício e a ostentação do ‘art nouveau’ a decorar a acrópole do Bairro Alto da cidade. O edifício ganhou um primoroso trabalho de carpintaria, arremates dos espaços interiores em eclética e pintura dos artesãos comandados por um italiano da Real Academia de Bologna, Luigi Lacchini. Consequentemente, a sociedade piracicabana recebeu dos republicanos, em pleno fastígio do café, o tesouro artístico configurado na peculiar e histórica Escola Normal de Piracicaba da Primeira República.


Fonte: Escola Normal de Piracicaba. Imagem extraída do livro de Corrêa, Neves & Mello (1991, p.136)

Na narração do flâneur a educação na Escola Normal de Piracicaba, a partir das instalações inauguradas em agosto de 1917, era ofertada em um prédio onde a arquitetura formava um “U”, com dois pavimentos. Estes imprimiam, além das salas administrativas na localização central, a divisão de duas alas específicas, sendo uma seção feminina e a outra masculina. Esta construção estabelecia, inicialmente, o nível de inter-relação pessoal entre os alunos, pois até os recreios possuíam uma rigorosa separação dos sexos.

Na leitura do flâneur a educação escolarizada em Piracicaba se desenvolvia no início do século XX como um forte instrumento de racionalidade técnica do regime republicano para eliminar a ignorância do povo, portanto conduzindo-o à ‘civilização’. A valorização do sentimento da infância se articulava diretamente a uma visão social, que focava a história e a memória no mesmo plano a partir dos interesses políticos, sociais e culturais. Isto provoca o esquecimento de si próprio como uma espécie de poder contido, por exemplo, no regulamento disciplinar da Escola Normal aplicado pelos dirigentes que mesmo sabendo que bicar fumo fazia parte do ethos caipira, como sugere a pintura – ‘Caipira picando fumo’ – de Almeida Junior, tentavam coibir tal comportamento em nome da saúde do corpo social empregada pelo movimento higienista presente no cenário escolar, como apontou Honorato (2008).

O flâneur, inspirado pela mônada ‘Chegando atrasado’ (BENJAMIN, 1987), também observou no interior da Escola Normal de Piracicaba a produção social a partir do tempo conformado à arquitetura escolar. Na instituição de sua flanerie, notava que os indivíduos eram conduzidos por novas experiências demarcadoras do tempo. Isto ocorria nos espaços da sala de aula, do ginásio de exercícios, do recreio, dos corredores, dos laboratórios e do portão de entrada/saída da Escola, atentando-se para os gritos de auto-libertação e para as incansáveis lutas com os demônios que assombram o viver do homem moderno: os tempos.

Ao flanar pelo universo normalista piracicabano em 1913 notou uma diferenciação entre o como usar o corpo no tempo-espaço da sala de aula e do ginásio de ginástica. Para flâneur na sala de aula o aluno era conformado corporalmente ao terreno e ao tempo da escrita, da leitura, da concentração, da especificidade de uma disciplina, do pensar, do aprender a ensinar, do padrão de uma graduação do saber, do mobiliário (ex: cadeiras ‘Chandler’), do tempo administrativamente construído e socialmente incorporado, enfim, a um ambiente físico e culturalmente limitador da mobilidade corpórea. Já o ginásio de exercício representava a casa geometricamente apropriada para o aluno movimentar-se, desenvolver as forças do corpo, era o tempo-espaço para compensar os cansaços intelectuais, divertir-se, sentir prazer, aprender hábitos higiênicos e receber habilidades para orientar as condutas corporais de seus futuros alunos.

Nestas duas instalações o flâneur visualizava produção de histórias da escola e de vida, ora em consonância, ora não. A proposição que ele nos coloca é notar como as fantasias expressadas na experiência são capazes de se nutrir, uma vez que o homem é aquilo que ele experimenta em um tempo e lugar. Tentar compreender as fantasias, ou melhor, a racionalidade estética é um desafio para o historiador da educação.

O flâneur nos instiga a pensar que a escola como mediadora da vida social passou a ser um lugar privilegiado dos conflitos e das disputas de poder que acentuaram cada vez mais com o estilo de vida urbano que tanto o assustava. A escola como mais uma invenção dos homens na sociedade moderna, possibilita os indivíduos experimentarem a existência do entrecruzamento do pensar, do conhecer, do viver as temporalidades e do dimensionar os espaços conforme as atividades cotidianas. Assim, para produção do conhecimento histórico, torna-se relevante enfrentar o mapeamento dos concretos, dos ruídos, dos ecos, dos barulhos sombrios, das fumaças das árvores demolidas, dos segredos, das mascaras, das cicatrizes, enfim, valorizar tudo que faz o sobreviver humano na esfera da consciência e do inconsciente, do racional e do sensível.

Por fim, na perspectiva benjaminiana, que inspirou a imaginação do flâneur piracicabano, ao produzir conhecimento histórico-educacional a noção de verdade estaria relacionada à contemplação a partir de um certo lugar das memórias, esfacelando então a acepção de verdade e experiência absoluta típica do historicismo fusteliano. A tentação da mão na escrita da história pode até sonhar com a verdade absoluta, mas nunca conseguirá escrevê-la de fato. As verdades produzidas nas experiências são pequenas verdades contadas em histórias que representam o espírito de uma época. Tempo esse sistematizado e compreendido por aquele que disponibiliza os resíduos de memória e por aquele incumbido academicamente de escrever a história, o historiador sem neutralidade!

Referência bibliográfica:
AGOSTINI, Ângelo. As aventuras de Nhô-Quim & Zé Caipora: os primeiros quadrinhos brasileiros 1869-1883. Distrito Federal: Senado Federal.
BENJAMIN, Walter. Paris, capital do século XIX. In:___________Walter Benjamin: sociologia. Organizador: Flávio R. Kothe. São Paulo: Ática, 1987.
BENJAMIN, Walter. A Paris do Segundo Império em Baudelaire. In:___________Walter Benjamin: sociologia. Organizador: Flávio R. Kothe. São Paulo: Ática, 1987.
BENJAMIN, Walter. Teses sobre filosofia da história. In:___________Walter Benjamin: sociologia. Organizador: Flávio R. Kothe. São Paulo: Ática, 1987.
BENJAMIN, Walter. Rua de mão única. Obras Escolhidas II. São Paulo: Brasiliense, 1987.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política. Obras Escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1994.
HONORATO, Tony. Indisciplina, poder y civilidad: el libro negro de los futuros profesores. In: KAPLAN, Carina V. La civilización en cuestión: escritos inspirados en la obra de Norbert Elias. Argentina: Miño y Dávilla, 2008. p. 133-150.
PERECIN, Marly Therezinha Germano. A educação pública no interior do Estado de São Paulo: a Escola Sud Mennucci de Piracicaba. In: Jornal de Piracicaba. Caderno Movimento História. 03/07/2005.
SIMÕES, José Luis. Escolas para as elites, cadeias para os vadios: relatos da imprensa piracicabana (1889-1930). Piracicaba, 2005. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação, Universidade Metodista de Piracicaba.
Fonte

Fotografia: Lançamento do 1º concreto do prédio da Escola Normal de Piracicaba em 05/07/1913. Arquivo do Museu Histórico e Pedagógico “Prudente de Moraes” de Piracicaba (MHPPM).



Fotografia: Escola Normal de Piracicaba. In: CORRÊA, Maria Elizabeth Peirão; NEVES, Helia Maria Vendramini & MELLO, Mirela Geiger de. Arquitetura escolar paulista: 1890-1920. São Paulo: FDE. Diretoria de Obras e Serviços, 1991.

1 Professor efetivo no Departamento de Educação Física da UEL, doutorando no PPGEE da FCLAr/UNESP, sob orientação do Prof. Carlos Monarcha. Membro do Grupo de Estudo História da Educação no Brasil, do Grupo de Pesquisa Processos Civilizadores e do Grupo de Estudos sobre Representação Social, Imaginário, Memoria e Intervenção Profissional (directorio CNPq).

2 Cf. PERECIN, Marly Therezinha Germano. A educação pública no interior do Estado de São Paulo: a Escola Sud Mennucci de Piracicaba. In: Jornal de Piracicaba. Caderno Movimento História. 03/07/2005.


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