O lúdico na formaçÃo do educador: contribuiçÕes na educaçÃo infantil



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O LÚDICO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR: CONTRIBUIÇÕES NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Marcela Moura Matos1

RESUMO

O artigo propõe um olhar reflexivo sobre a importância do lúdico na educação infantil, sendo que é nesse contexto que o brincar tem real importância. Abordamos a importância do brincar e suas contribuições no processo de ensino- aprendizagem, pois a brincadeira ajuda a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, uma vez que, nesta atividade a criança forma conceitos, relaciona ideias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades sociais, reduz a agressividade, integra-se na sociedade e constrói o seu próprio conhecimento. Para tanto, contamos com a colaboração dos seguintes teóricos: Santos (2007); Vygotsky (1998); Kishimoto (2011); Moyles (2002); RCNEI entre outros. Sendo a Educação Infantil um direito de toda criança, ela deve proporcionar situações de aprendizagens, onde a criança seja respeitada e valorizada. Outro aspecto abordado é a importância do lúdico na formação do educador, o qual é o mediador para a construção do conhecimento. É a partir dessa formação que a prática em sala de aula será transformada, pois o educador terá uma consciência da importância do brincar.


Palavras-chave: Ludicidade. Educação. Formação.


ABSTRACT

The paper proposes a reflective look about the importance of play in early childhood education, and it is in this context that the play has real importance. We discuss the importance of play and his contributions to the teaching-learning process, because the play helps children in their physical, emotional, intellectual and social, since this activity the child form concepts, related ideas, establishing logical relationships, develops oral expression and body, strengthens social skills, reduces aggression, integrating into society and builds its own knowledge. Therefore, we count on the collaboration of the following theorists: Santos (2007), Vygotsky (1998), Kishimoto (2011); Moyles (2002); RCNEI among others. Since kindergarten a right of every child, it must provide learning situations where the child is respected and valued. Another aspect is the importance of play in teacher education, which is the mediator for the construction of knowledge. It is from this that the practical training in the classroom will be transformed, for the educator will have an awareness of the importance of play.


Keywords: Playfulness. Education. Training.

1 INTRODUÇÃO

O presente artigo de caráter bibliográfico encontra-se ancorado no projeto de pesquisa intitulado “A importância do lúdico na formação do educador: contribuições na Educação Infantil”, o qual tem como objetivo compreender como o lúdico contribui para a formação do educador e a sua importância no processo educacional, pois a criança como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e devemos respeitá-los como tal.

Assim, estaremos expondo reflexões sobre o tema e alguns teóricos irão embasar a nossa discussão, Santos (2007), Vygotsky (1998), Kishimoto (2011) entre outros. Os referentes teóricos contribuíram nos aspectos relevantes a acerca da temática apresentada, pois compreender e conhecer o jeito particular de cada criança é o grande desafio da educação e de seus profissionais.

Observa-se que o lúdico é uma ferramenta importante na Educação Infantil, ele é um recurso didático dinâmico que garante resultados eficazes na educação, requer um planejamento e cuidado na execução da atividade elaborada. É através do lúdico que o educador pode desenvolver atividades que sejam divertidas e que, sobretudo ensine os alunos a discernir valores éticos e morais, formando cidadãos conscientes dos seus deveres e de suas responsabilidades, além de proporcionar situações que haja uma interação maior entre professores e alunos, em uma aula diferente e criativa, sem ser rotineira.

A Educação Infantil ganha ênfase em 1996, quando a LDB ao tratar da composição dos níveis escolares, inseriu a educação infantil como primeira etapa da Educação Básica. Desse modo verifica-se um grande avanço no diz respeito aos direitos das crianças, uma vez que a educação infantil é um direito da criança e tem o objetivo de proporcionar condições adequadas para o desenvolvimento e bem estar infantil, assim como o desenvolvimento físico, motor, emocional, social, intelectual e a ampliação de suas experiências. Assim, podemos dizer que o lúdico é como se fosse uma parte inerente do ser humano, utilizado como recurso pedagógico em várias áreas de estudos oportunizando a aprendizagem do individuo.

Dessa forma, este artigo está dividido em quatro seções: a primeira consta desta introdução; a segunda faz uma reflexão sobre a trajetória da Educação Infantil e as vantagens do brincar; a terceira ressalta a importância da formação do educador, a quarta expõe que o brincar e o educador devem ser parceiros na construção do conhecimento e, por fim, as considerações finais, onde ressalto quais são os primeiros passos para se conseguir uma educação de qualidade, visando à criança como ser social.



2 A TRAJETÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A expansão da Educação Infantil no Brasil tem ocorrido de maneira crescente nas últimas décadas, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado e as mudanças na organização e estrutura das famílias. Por outro lado, a sociedade está mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que motiva demandas por uma educação institucional para crianças de zero a seis anos de idade.

A conjunção desses fatores deu uma oportunidade de um movimento da sociedade civil e de órgãos governamentais para que o atendimento às crianças de zero a seis anos fosse reconhecido na Constituição Federal de 1988. A partir de então, a educação infantil em creches e pré-escolas passou a ser, ao menos do ponto de vista legal, um dever do Estado e um direito da criança (art. 208, inciso IV). O Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 destaca também o direito da criança a este atendimento.

Reafirmando essas mudanças, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, promulgada em dezembro de 1996, estabeleceu de forma incisiva o vínculo entre o atendimento às crianças de zero a seis anos e a educação.

No título III, Do Direito à Educação e do Direito de Educar, art. 4º, IV, se afirma que: “O dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de (...) atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade”. Tanto as creches para as crianças de zero a três anos como a pré-escola, para as de quatro a seis anos, são consideradas como instituições de educação infantil. A distinção entre ambas é feita apenas pelo critério de faixa etária.

A educação infantil é considerada a primeira etapa da educação básica (título V, capítulo II, seção II, art. 29), tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade.

A Constituição representa uma valiosa contribuição na garantia de nossos direitos, visto que, por ser fruto de um grande movimento de discussão e participação da população civil e poder público. Na realidade, foi somente com a Constituição que a criança de zero a seis anos foi concebida como sujeito de direitos. Dois anos após a aprovação da Constituição Federal de 1988, foi aprovado o Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei 8.069/90, que, ao regulamentar o art. 227 da Constituição Federal, inseriu as crianças no mundo dos direitos humanos. De acordo com seu artigo 3º, a criança e o adolescente devem ter assegurados os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, para que seja possível, desse modo, ter acesso às oportunidades de “[...] desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade” (BRASIL, 1994).
2.1 A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR

O brincar permite aprender a lidar com as emoções. Através das brincadeiras, a criança equilibra os conflitos gerados de seu mundo cultural, formando sua subjetividade, sua marca pessoal e sua individualidade. Segundo Kishimoto (2011 p.32) “ao atender necessidades infantis, o jogo tornar-se forma adequada para a aprendizagem (...)”.

Dessa forma o brincar, representa um campo de possibilidades na educação da criança, tendo também o poder sobre ela de promover tanto a evolução de sua personalidade como a melhoria de cada uma de suas funções psicológicas, cognitivas e éticas. Este é um dos meios de ludicidade que facilita a assimilação de saberes, promovem momentos de interação entre as crianças e faz a aprendizagem ficar prazerosa.

A aproximação do contexto escolar para o cotidiano natural da criança, ou seja, as brincadeiras e diversões da infância facilitam a adesão ao estudo. Desde o nascimento, a criança é cercada de pessoas que as olham e comentam, contam histórias e descrevem o seu futuro, o que provavelmente irá acontecer, a exemplo a sua inserção na escola. Assim, a criança cria expectativas, imagina um mundo fantástico, onde irá aprender coisas novas e extraordinárias, além de fazer amigos. No entanto, muitas vezes ao se deparar com a realidade escolar e com os métodos de ensino utilizados, acabam por se decepcionar. A inserção do lúdico no ensino torna-se de fundamental importância e é uma ferramenta imprescindível à qual os profissionais devem aderir com o intuito de conseguir uma produtividade por parte desses alunos recém-chegados a esse mundo.

Com essa nova estratégia, tanto o educador como o aluno têm muito a ganhar, pois para a criança o aprendizado tornar-se prazeroso, além do que o aprendizado acontece mais rápido, por quanto se sabe que não apenas as crianças como qualquer indivíduo em qualquer idade possuem uma maior facilidade em aprender aquilo que lhe é mais interessante, o que lhe chama a atenção, o que lhe desperta a curiosidade. Com o aprendizado alcançado o educador por sua vez se sentirá muito mais realizado com o seu trabalho já que observa por parte do aluno o retorno do seu esforço. Cria-se assim um vínculo entre professor e aluno, onde este procura aquele por possuir algo que lhe é querido.

A brincadeira favorece a autoestima das crianças, pois no ato de brincar elas recriam ações que lhe promoveram prazer, ou seja, aquilo que foi agradável para ela. Os sinais, os gestos, o espaço significam outra coisa daquilo que parece ser. Para que as crianças possam exercer sua capacidade de criar é necessário que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhe são oferecidas, sejam elas brincadeiras ou atividades voltadas para o interesse pessoal de cada uma.

O RCNEI (p.28) nos diz que “pela oportunidade de vivenciar brincadeiras imaginárias e criadas por elas mesmas, as crianças podem acionar seus pensamentos para a resolução de problemas”. Acredita-se que proporcionando a brincadeira, a criança cria um espaço no qual ela pode ter uma visão e uma compreensão sobre as pessoas, os sentimentos e os diversos conhecimentos apresentados a elas.

Para Vygotsky, a aprendizagem está relacionada ao desenvolvimento desde o início da vida humana, sendo “um aspecto necessário e universal do processo de desenvolvimento das funções psicológicas culturalmente organizadas e especificamente humanas” (Vygotsky, 1984, p.101). O desenvolvimento do ser humano é em parte definido pelos processos individuais, que fazem parte da vida humana, mas a aprendizagem que possibilita o despertar dos aspectos do desenvolvimento, ocorre quando o individuo entra em contato com um determinado ambiente cultural. Nessa perspectiva que a escola é o lugar, onde ocorre o processo de ensino aprendizagem, ela é a instituição criada pela sociedade para transmitir determinados conhecimentos, fazendo intervenções que conduzam à aprendizagem.


3 PERFIL DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Muitos são os educadores de educação infantil que estão em sala de aula sem formação adequada, além de receberem remuneração baixa e trabalharem em condições precárias. Os debates tem indicado a necessidade de uma formação mais aprofundada para os profissionais tanto da pré-escola, como de creches, onde levem em consideração os conhecimentos já acumulados no exercício profissional.

Em resposta a esse debate a LDB nos diz em seu Art. 62 que:

A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores em educação, admitida como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal”.

Isto significa que a capacitação deve acontecer o mais rápido possível, as diferentes redes de ensino tem o grande papel de proporcionar a esse profissionais essa capacitação, onde as experiências daqueles que já trabalham com as crianças sejam aproveitados e respeitados, pois além da formação, que é de grande importância, as experiências vividas em sala de aula são muito valiosas.

Na instituição de Educação Infantil o professor é a pessoa mais experiente, ou seja, aquele que irá garantir um ambiente prazeroso, onde as crianças poderão expor as suas experiências de vida. Aonde conduzirá as brincadeiras e jogos para que a aprendizagem dos alunos seja significativa.

Por isso a importância de capacitar os profissionais, pois eles terão subsídios para conduzir suas aulas, considerando as singularidades das crianças de diferentes idades, assim como a diversidade de hábitos, costumes e valores. Proporcionando assim um ambiente acolhedor, onde aprendizagem dos alunos é a principal meta.

Contudo, a formação do professor em ludicidade deverá estar pautada em aprendizagens significativas, aproximando as crianças de uma realidade que é a sua, pois essa prática deve estar envolvida com uma intencionalidade, quebrando as barreiras existentes em sala de aula, em que o lúdico muitas vezes é aplicado para completar os espaços vazios do plano diário, assim a brincadeira desenvolverá a formação dos sujeitos, construindo saberes.


4 O LÚDICO E O EDUCADOR

A ludicidade é uma ferramenta muito importante para a formação das crianças, pois é através dela que a criança desenvolve seu saber, seu conhecimento e sua compreensão de mundo. Sendo o brinquedo a essência da infância o seu uso permite a produção de conhecimento, principalmente na educação infantil.

Quando nos referimos à educação infantil sabemos que a ludicidade tem papel fundamental, Santos (2007) afirma “a ludicidade é uma necessidade do ser humano em qualquer idade e não pode ser vista apenas como diversão.” Muitos educadores ainda não perceberam a real importância do “brincar”, o quanto esse aspecto facilita o desenvolvimento pessoal, social e cultural. O educador precisa compreender a criança, o homem, o currículo e a educação para que o seu ensinar venha a contribuir positivamente na sociedade.

Uma das formas de repensar a formação dos educadores é introduzir nos cursos de formação uma base e uma estrutura curricular: a formação lúdica. Essa formação levará o futuro educador a conhecer-se como pessoa, saber de suas limitações e possibilidades, para quando este estiver atuando em sala de aula, saberá a importância do jogo e do brinquedo para a vida da criança, do jovem e do adulto. Quanto mais o educador vivenciar a ludicidade, maior será o seu conhecimento e a chance de se tornar um profissional competente, trabalhando com a criança de forma prazerosa estimulando a construção do conhecimento. A formação lúdica fará com que o adulto viva, conviva e resgate o prazer e a alegria do brincar, transpondo assim esta experiência para o campo da educação.

O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura as mesmas o direito de brincar, por isso educadores e futuros educadores devem valorizar as atividades lúdicas, é preciso que o professor tenha consciência que na brincadeira “as crianças recriam aquilo que sabem sobre as mais diversas esferas do conhecimento, em uma atividade espontânea e imaginária” (RCNEI, p. 29).

Na formação de profissionais da educação infantil deveriam está presentes disciplinas de caráter lúdico, pois a formação do educador resultará em sua prática em sala de aula. Essas disciplinas ajudarão na formação e preparação dos educadores para trabalharem com crianças, assim: “o lúdico servirá de suporte na formação do educador, como objetivo de contribuir na sua reflexão-ação-refelxão, buscando dialetizar teoria e prática, portanto reconstruindo a práxis.” (SANTOS, 2007, p.41)

A intervenção intencional baseada na observação das brincadeiras das crianças, oferecendo-lhes material adequado, assim como um espaço estruturado para brincar, permite o enriquecimento das competências imaginativas, criativas e organizacionais infantis. Cabe ao professor organizar situações para que as brincadeiras ocorram de maneira diversificada para propiciar às crianças a possibilidade de escolherem os temas, papéis, objetos e companheiros com quem brincar ou os jogos de regras e de construção, e assim elaborarem de forma pessoal e independente suas emoções, sentimentos, conhecimentos e regras sociais.

O educador é o mediador entre conhecimento e saber da criança, um organizador do tempo e das atividades propostas em sala. É a partir dessa mediação que a criança passa por seu processo de construção do conhecimento, então este educador tem que ter competência técnica para fazê-la. Além de desenvolver algumas capacidades, tais como atenção, imitação, memória, imaginação entre outros aspectos relevantes.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir dos estudos realizados acerca do tema ludicidade e das reflexões efetivadas neste artigo, fica evidenciando que muitos avanços ocorrem na trajetória da Educação Infantil e que sua importância só aconteceu nas últimas décadas, em função dos movimentos sociais de luta e reivindicação pelos direitos humanos, dentre eles, o direito de todas as pessoas a uma educação de qualidade desde a mais tenra idade.

Muitos são os desafios a serem enfrentados nessa área, mas reconhecer que os profissionais da educação infantil devem ser muito mais qualificados e que a sala de aula é um ambiente que precisa oportunizar a vivencia da emoção e desenvolver a sensibilidade, contemplando, assim, a curiosidade e a investigação dos pequenos é um grande passo para a termos uma educação de qualidade.

O profissional em Educação Infantil deverá planejar a sua metodologia evidenciando a alteridade que com certeza encontrará em sala de aula, e com isso desenvolver seu trabalho voltado para o desenvolvimento intelectual. Tudo isto, explorando situações de jogo, experiência e manipulação de objetos diversos, bem como a realização de experiências adequadas ao nível intelectual de cada um, sem esquecer da implicação e colaboração da família nessa etapa tão importante da vida da criança.

Com efeito, o lúdico no contexto da formação do professor que atua com crianças pequenas, representa uma grande mudança na atuação desse professor em sala de aula. Onde ele será o mediador para a construção do conhecimento, transformando sua sala de aula em um ambiente acolhedor.

O importante é que a educação de qualidade da criança pequena possa ser reconhecida não só no plano legislativo e nos documentos oficiais, mas pela sociedade como um todo. Afinal, essa modalidade educacional é de responsabilidade pública e, como tal, deve prioritariamente ser assumida por todos.



REFERÊNCIAS

BRASIL, Referencial curricular nacional para a educação infantil/ Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998.

KISHIMOTO, Tizuco Morchida (org.). O jogo e a educação infantil: Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14º. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

MOYLES. Janet R. Só brincar? O papel do Brincar na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2002.

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Pensar a educação: contribuições de Vygotsky. São Paulo: Editora Ática, 1998.

RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. Colaboradores José Augusto de Souza Perez... (et al.). 3ª ed – 12 reimp – São Paulo: Atlas, 2011.

SANTOS, Marli Pires dos Santos (org.). Brinquedoteca: O Lúdico em diferentes contextos. 11 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.

SANTOS, Marli Pires dos Santos (org.). O Lúdico na Formação do Educador. 7 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.



1 Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia pela UNEB – Campus XI – Serrinha – Bahia

Contato: email: marcelamoura42@hotmail.com. Orientação: Professora Mestre Ivonete Amorim


Cairu em Revista. Jan 2013, Ano 02, n° 02, p. 133-142, ISSN 22377719





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