O pensamento de júlia wanderley e suas contribuiçÃo para a historia da educaçÃo paranaense nilvan Laurindo Sousa Maria Isabel Moura Nascimento Apoio: Fundação Araucária pr



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O PENSAMENTO DE JÚLIA WANDERLEY E SUAS CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTORIA DA EDUCAÇÃO PARANAENSE

Nilvan Laurindo Sousa

Maria Isabel Moura Nascimento

Apoio: Fundação Araucária - PR

INTRODUÇÃO

O presente projeto de pesquisa tem o propósito de contribuir para a ampliação do conhecimento na área da História da Educação Brasileira, através da trajetória de Júlia Wanderley.

Período de delimitação da Pesquisa vai de 1891 a 1917, compreende o período de produção intensa, desde o ingresso na escola normal e toda uma vida a serviço da educação paranaense, bem como a intensa colaboração na revista periódica a Escola do início do século XX.

O problema proposto neste projeto é a importância desta educadora para a história da educação paranaense e do Brasil, as suas contribuições no campo educacional, objetivamos a análise da sua forma de atuação, seus papeis. Júlia Wanderley é mais uma figura de destaque entre os intelectuais que marcaram o debate educacional, colaborou com a Revista Escola na primeira década do século, tendo inclusive a publicação de seu relatório da Instrução Publicado na mesma em 1905. Objetivamos a análise deste relatório, as correntes filosóficas que fundamentaram a sua produção intelectual, bem como toda a sua vida de dedicação a Educação Paranaense frente a Escola Tiradentes.

A presente pesquisa tem o propósito de contribuir para a ampliação do conhecimento na área de história da Educação no Paraná e no Brasil. O presente projeto apresenta originalidade e ineditismo na catalogação da obra desta importante educadora do Paraná, objetivando uma reunião de seus escritos, a análise e reflexão de sua produção, bem como inseri-la no contexto dos Intelectuais da época.

Desta forma, considera-se fundamental estudar o projeto republicano para a Educação no país, investigar as relações com os contextos sócio-político e econômico ao período demarcado para o desenvolvimento desta pesquisa, são marcados com os impactos da reformas pombalina, no Brasil, instauração, após independência, de idéias pedagógicas, as quais são discutidas a partir da aproximação dos educadores da época, com correntes de movimentos sociais. São propostas de reformas da instrução pública métodos de ensino pensamento (ecletismos, positivismo, catolicismo, abolicionismo, anarquismo e comunismo).

A professora Júlia Wanderley, nasceu em 26-08-1874, na cidade de Ponta Grossa, onde realizou os estudos primários, em 1879, radicou-se sua família em Curitiba, ela com cinco anos.

Desde sua primeira professora, D. Arminda do Couto, foi encaminhada, na medida da necessidade do seu aprendizado, aos bons institutos de ensino. Nivaldo Braga, Justiniano de Melo, Francisco Guimarães Miguel Schleder foram seus preceptores que muito apreciaram a sua inteligente e disposição para o Estudo, assim afirmou PILOTTO, 1974.

Em 28-02-1891, ela dirigiu-se ao Governador do Estado requerendo o mesmo direito dos moços, ou seja, a permissão de matricula de moças na Escola Normal. Mesmo com muita relutância, por parte do governador, foi deferido o seu pedido, porém, impôs-se uma condição: “Não fosse ela a única moça, teria que ter mais outras colegas para ingressar na dita escola”. Para cumprir o determinado, conseguiu companheiras. Desta forma, terminaram com ela, em novembro de 1892, o curso iniciado em fevereiro do ano anterior, Maria Rosa Gomes, Isabel Guimarães e Cândida Nascimento, pertenciam a turma ainda Ernesto Luís de Oliveira, Veríssimo de Souza e Lourenço de Souza. Júlia e Ernesto obtiveram as mesmas notas de aprovação, com sete distinções e dois plenamentes. Duas inteligências privilegiadas. Desta forma, Júlia consegue o tão sonhado diploma de professora.

Júlia Wanderley discutiu problemas não só de política como também de filosofia e sociologia, com base, principalmente em conhecimento adquiridos sob a orientação de Justiniano de Melo, o sábio sergipano que muito brilhou em seu tempo, ao ensino no Paraná. Júlia tinha argumentação segura na defesa dos interesses da classe do magistério.

Aos 18 anos, Júlia Wanderley já escrevia sobre evolução das espécies, escritos que poderiam “ser assinado por qualquer naturalista renomado”. ”Era latente na professora o espírito científico”. Entre seus títulos, merece destaque o fato de ter sido a primeira mulher nomeada pelo Poder Executivo do Paraná para exercer o magistério. Foi regente da 9ª Cadeira de Instrução Primária de Curitiba.

Com o diploma, foi nomeada, em 1893, para reger a nona cadeira promiscua da Capital e, no anos seguinte, transferida para a primeira Cadeira da Capital. Foi encarregada da direção da direção da Escola Tiradentes, em fevereiro de 1895. Em 1901, D. Júlia Wanderley passou a reger curso do segundo grau na escola Tiradentes.

A professora Júlia Wanderley colaborou com jornais curitibanos, sobretudo. “O Artista” e “Operário Livre”, divulgando as doutrinas, temas relativos á questão social, muitas vezes assinados com o pseudônimo de Augusta de Souza. Em 1912, ela elaborou um método de redação que foi aplicado as suas alunas.

Em 9 de dezembro de 1915, D. Julia foi designada Membro do Conselho Superior do Ensino Primário e em 27 de dezembro foi também designada professora e diretora da Escola Intermediária, cujo curso daria as diplomadas matrícula na Escola Normal.

De formação católica e idéias socialistas, Júlia Wanderley adotou o pseudônimo de Augusta de Souza para assinar muitos artigos. Não há registros se aquela atitude foi determinada por modéstia ou por constrangimento imposto pelos preconceitos da época que não admitiam a participação da mulher na vida política. Realmente, o direito ao voto feminino somente foi consagrado pelo Código Eleitoral de 1932, baixado pelo Decreto n° 21.076, de 24 de fevereiro daquele ano.

Júlia Wanderley faleceu em Curitiba, no dia 18 de abril de 1917. O busto da educadora, talhado por João Turin, encontra-se em bronze na Praça Santos Andrade enquanto o original, em gesso, está no Museu que tem o nome do escultor paranaense. Essa educadora brasileira dá o nome a algumas Escolas no Paraná, assim como é homenageada também como nome de rua, dentre as inúmeras homenagens a ela prestada.

Neste breve relato, colhido de artigos, documentos de intelectuais ao referenciar esta professora, percebe a forma admirável com que intelectuais da época referenciavam-na , os quais não poupavam adjetivações ao falarem da mestra, percebe–se ainda o espírito pioneiro e a contribuição desta professora no que tange a formação, profissionalização e a inserção da mulher no exercício do magistério, bem como sua luta incessante e assim dizia: “Queria a mulher instruída e educada, meiga e forte”. Seus textos deram um testemunho, naquele contexto histórico, de que as mulheres podiam ser tão cultas quanto os homens.

É nesse contesto histórico que Júlia Wanderley escreve para o jornais e na Revista Escola que fomenta a necessidade de resgate desses escritos e um aprofundamento na análise destas fontes, como um artefato que favorece a compreensão da história da educação paranaense e brasileira vigente, bem como de resgatar a memória e a história desta importante educadora, a análise de suas ações frente a sua prática docente e, desta forma, a sua concepção de educação e sua ação educacional e intelectual no cenário paranaense frente ao contexto sócio-econômico, político e social.

JUSTIFICATIVA


O interesse pela presente temática surge desde a especialização quando trabalhei com quatro pioneiras da Educação paranaense, uma delas era a professora Julia Wanderley, desta forma tomamos conhecimento da sua trajetória e conseqüente contribuição para a compreensão da história da educação paranaense.

Em de 2009 juntamente com a Coordenadora do Grupo de Pesquisa “História, Sociedade e Educação” dos Campos Gerais – PR: HISTEDBR/UEPG, submetemos o projeto a Fundação Araucária, o qual teve aprovação e financiamento para o desenvolvimento desta pesquisa, visando a Catalogação das fontes primárias e secundárias e assim reunir os escritos desta educadora paranaense; Todavia diante das fontes e das possibilidades de pesquisa dos matérias catalogados, pretende-se com este projeto que visa a Dissertação de mestrado em educação, além da catalogação da produção intelectual da professora Júlia Wanderlei, objetiva-se contribuir para a visibilidade intelectual, sua trajetória e conseqüente contribuição desta educadora brasileira, bem como sua participação como um agente social na construção da História da Educação Paranaense.



Objetivos

Objetivo Geral:

Analisar a produção Intelectual professora Júlia Wanderlei e sua contribuição para a educação brasileira.

Objetivos Específicos:

- Contribuir para a visibilidade intelectual e história desta Educadora Brasileira e resgatar sua participação como um agente social na construção da História da Educação Paranaense.

- Analisar a sua forma de atuação, seus papeis, o debate educacional, sua participação junto a Revista Escola na primeira década do século;

- Analisar relatório como professora da 1 cadeira da do Sexo Feminino da Capital dirigido ao Diretor Geral da Instrução Pública, sua concepção de educação e a sua trajetória intelectual através de sua contribuição na Revista escola, evidenciar as correntes filosóficas que fundamentavam a Produção e a prática pedagógica de Júlia Wanderley;

REVISÃO DA LITERATURA

A história tem uma concepção cumulativa do tempo, desta forma, o presente tem melhor condição de entender o passado, do que este mesmo passado teve condições de entender a si mesmo, como tão bem afirma DECCA. Para ele a história é uma narrativa de eventos reais.

Podemos buscar o conhecimento da história pelas vozes de seus personagens, os quais, através de seus relatos, permitem o estabelecimento de relações mais ampla com o contexto sócio-econômico, político e cultural, formação, profissão, as condições de vida, a divisão social do trabalho possibilitam o aprofundamento, o conhecimento do modo como foi formado o sistema educacional do Paraná e as pessoas que participaram desta construção.

O trabalho de pesquisa, diante das fontes historiográficas inevitavelmente, perpassa pelo estudo das relações que envolvem o capitalismo e a interferência dos aspectos social, econômico e político, interessaram especialmente ao pensamento marxista. Desta forma é inevitável a referência a esse pensamento na abordagem do assunto.
Antes de tudo, o trabalho é um processo entre o homem e a Natureza, um processo em que o homem, por sua própria ação, media, regula e controla seu metabolismo com a Natureza [...] Ele põe em movimento as forças naturais pertencentes a sua corporalidade, braços e pernas, cabeça e mão, a fim de propriar-se da matéria natural numa forma útil para sua própria vida. Ao atuar, por meio desse movimento, sobre a Natureza externa a ele e ao modificá-la, ele modifica, ao mesmo tempo, sua própria natureza (MARX, 1982, p. 149).
Analisar o processo educacional, através de fontes historiográficas e a partir das reflexões empírico-teóricas para compreendê-lo em sua concretude, significa refletir sobre as contradições da organização do trabalho em nossa sociedade, sobre as possibilidades de superação de suas condições adversas.

A humanidade, produz a histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens diz respeito ao conjunto de instrumentos (objetos, idéias, conhecimento, com os quais os homens se relacionam com a natureza e com os outros homens para promover a sobrevivência. A forma histórica de produzir a humanidade chama trabalho, portanto a centralidade do trabalho nas relações sociais diz respeito também educação.


As categorias econômicas não são senão as expressões teóricas, as abstrações das relações sociais de produção. [...] Os homens que estabelecem as relações sociais de acordo com a sua produtividade material, produzem também os princípios, as idéias, as categorias, de acordo com suas relações sociais. Assim, estas idéias, estas categorias são tão pouco eternas quanto às relações que exprimem. São produtos históricos e transitórios (MARX, s/d, p. 94)
É desta forma que entendemos que a produção escrita da Professora Julia Wanderley, seus escritos, suas anotações contribuíram de forma significativa para a compreensão de todo o contexto educacional da época, seu papel como uma agente social, sua contribuição para a educação Paranaense.

Os escritos de nossa protagonista representam a sua voz enquanto sujeito individual imersa na realidade de sua sala de aula, de seus alunos, às voltas com os problemas que a realidade social lhes impunha. Bem como, a sua formação, sua fundamentação teórica. Os escritos da Professora Júlia podem, no entanto, representar também a posição de uma categoria, que, pela prática exercida, compartilhava dos mesmos problemas e buscavam soluções.

Em contrapartida temos os relatórios oficiais da Instrução pública que representam a visão do governo que pode ser considerado enquanto a voz daqueles que naquele momento ocupavam posições no aparelho do Estado.

Desta forma é que nos debruçaremos sobre a documentação produzida por esta reconhecida professora, como relatos da época, para uma compreensão daquele período, no que concerne o campo educacional.

As fontes são aqui consideradas enquanto produtos de uma determinada época, escritas por determinados sujeitos históricos que ocupavam posições específicas. O método que encaminha as análises considera a produção da vida material (econômica) como determinante das relações sociais que se organizam em instituições e práticas.

Ofícios endereçados ao Inspetor da Instrução, bem como mapas de freqüência, relatórios de atuação, discursos publicados podem transmitir e preservar determinados conhecimentos e atitudes consideradas contraditoriamente como necessárias para a manutenção de costumes e avanço da sociedade ou mesmo a manutenção de uma ordem social vigente.


PROCEDIMENTOS TEÓRICO METODODOLÓGICOS
O projeto será desenvolvido em três etapas:

Na primeira etapa será realizado o levantamento de toda produção escrita de Júlia Wanderlei em Jornais, Relatórios da Instrução Pública da Época, Artigos e Públicações na Revista Escola, bem como nos documentos da Escola Tiradentes em. O trabalho de levantamento, coleta e catalogação das fontes será realizado principalmente no Arquivo Público do Estado do Paraná, Biblioteca Pública e Instituto Histórico Geográfico, bem como no arquivo da Escola Tiradentes. Serão pesquisados, também, os acervos particulares que podem ter obras da Júlia Wanderlei.

Na segunda etapa será desenvolvida a análise conceitual e metodológica dos escritos localizados, com base em referências teóricas conceituais. A análise dos aspectos filosóficos e políticos de sua obra, da dimensão de sua prática educacional e o papel docente exercido, bem como, o seu posicionamento político como sujeito ativo socialmente diante o contexto histórico.

A terceira etapa consiste elaboração e confecção da Dissertação de Mestrado, para defesa e qualificação com base em referências teóricas conceituais, a análise dos escritos, os aspectos o filosófico e político ampliando a dimensão para uma compreensão da prática educacional e o papel docente, bem como o posicionamento político pedagógico de Júlia como sujeito ativo social e sua ação diante o contexto histórico. Considerando para tanto os aspecto semântico de sua produção escrita.

De antemão, a construção lógica do método materialista histórico, que fundamenta o pensamento marxista, que será aqui apresentada como possibilidade teórica (instrumento lógico) de interpretação da realidade educacional que queremos compreender. A atuação profissional na educação coloca a necessidade de conhecer os mais variados elementos que envolvem a prática educativa, a necessidade de compreendê-la da forma mais completa possível.

CRONOGRAMA



2011-2012

Atividades

1º sem.

2º sem.

3º sem.

4º sem.

Cumprimento dos créditos

X

X







Leitura da bibliografia

X

X

X




Levantamento das fontes

X

X







Análise das fontes




X

X




Redação




X

X

X

Qualificação







X




Defesa










X



Referências bibliográficas

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