O que eu gosto nos judeus george Vandeman



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E STÁ ESCRITO

O QUE EU GOSTO NOS JUDEUS

George Vandeman



Os guerrilheiros israelitas se agitavam em seu esconderijo na montanha. Um exército de sírios desavisados fervilhava na planície abaixo. A emboscada estava pronta. E assim começou a primeira luta pela liberdade religiosa, há mais de dois mil anos.

A crise ocorreu em 168 a.C., quando Antíoco Epifônio determinou impor a religião do Estado por todo o seu reino. Antíoco enviou patrulhas à Palestina para promover o culto pagão. Construiu uma estátua para o ídolo Júpiter no Templo de Jerusalém. Não satisfeito com a ofensa, cometeu o grande sacrilégio de sacrificar suínos no altar do Templo.

Todos os que não negavam sua fé eram mortos.

Jerusalém estava desassossegada. As coisas ferviam quando Matatias, um velho sacerdote, desafiou a ordem de um oficial sírio, de ajoelhar-se diante do altar pagão. Em vez disso, desembainhou a espada e matou seu algoz. Em seguida, fugiu com seus cinco filhos. Embora Matatias tenha morrido, seus filhos, liderados por Judas, prometeram guardar a fé.

Judas Macabeu montou um exército mal equipado, mas heróico, de combatentes pela liberdade de consciência, dispostos a lutar até a morte. Seus três anos de luta marcaram o primeiro uso bem-sucedido das táticas de guerrilha. Retiradas rápidas, emboscadas, ataques noturnos. Em número bem menor e com pouquíssimas armas, a causa parecia perdida. Mas seu líder continuou firme. "Coragem", animava ele. "Em relação ao Céu, não faz diferença sermos mortos por muitos ou por poucos." Corajosamente, os israelitas atenderam ao desafio de seu líder.

Antíoco reuniu o exército para esmagar a revolta, mas os sírios foram derrotados. Sem se intimidar, Antíoco enviou mais tropas, mas os intrépidos israelitas venceram novamente. Depois houve uma invasão de um exército ainda maior. Tão certos estavam os sírios da vitória dessa vez, que levaram consigo mercadores de escravos para prender o inimigo vencido. Judas encontrou esse exército perto da cidade de Emaús e o colocou em fuga, capturando armas e suprimentos suficientes para equipar dez mil soldados.

Na última e decisiva batalha, em 165 a.C., um bando de milhares de israelitas derrotou um exército de 47 mil soldados da cavalaria, infantaria e lanceiros montados em elefantes. Jerusalém estava salva. Os alegres vitoriosos limparam o santuário e rededicaram o templo. Em todos os invernos, celebra-se essa libertação no festival de oito dias do Hanukkah.

Você sabia que a existência futura do Cristianismo esteve em perigo durante essa crise? A vitória dos israelitas sobre Antíoco preservou a herança religiosa do Deus único, para ser levada por todo o globo pelo Cristianismo, Judaísmo e Islamismo.

Clifford Goldstein é agora um cristão que tem dedicado a vida para melhorar as relações entre as comunidades cristãs e judaicas.

Clifford é redator e também o editor da revista Shabbat Shalom.

Vandeman: Clifford, fale-nos um pouco a seu respeito. Você é casado?

Clifford: Eu me casei há cerca de quatro meses.

Vandeman: Qual é sua idade?

Clifford: Acabei de completar 30.

Vandeman: E onde você nasceu?

Clifford: Bem, como muitos Judeus, nasci em Nova Iorque. E, como muitos deles, fui criado em Miami Beach e morei uns tempos em Israel. Imagino que a grande diferença é que, quando estava morando em Israel, eu me tornei um seguidor de Jesus, o Messias.

Vandeman: Não é interessante? Em um kibutz?

Clifford: Estive num kibutz, no norte da Galiléia ao longo da margem das montanhas de Golan e fui batizado no rio Jordão.

Vandeman: Agora, fale-nos um pouco sobre seus conceitos, sua história e sua herança.

Clifford: Bem, para mim a herança judaica é uma inspiração, é quase como ler um livro de aventuras. A coisa que acho mais emocionante é o modo como os Judeus sobreviveram todos esses anos. Quando muitas das nações pagãs em torno deles sacrificavam seus filhos e seus bebês a todos aqueles deuses diferentes, os Judeus eram ministros e sacerdotes no lindo Templo de Deus. E quando Londres e Paris não passavam de pântanos, os Judeus já tinham Jerusalém. E isso é uma coisa emocionante.

Vandeman: Você conhece bem o Judaísmo para saber da dívida do cristianismo para com a fé judaica. Pode destacar algumas dessas grandes dívidas?

Clifford: Como cristão, passei a entender muito sobre o Judaísmo, seu propósito e por que o Senhor suscitou os Judeus para a obra que tinham a fazer. Há muitas coisas que os cristãos herdaram dos Judeus. É claro, a Bíblia, tanto o Antigo como o Novo Testamento, são Judeus do começo ao fim, os conceitos e todos os seus ensinamentos são Judeus. E Jesus também era Judeu. Portanto, temos muita coisa deles. Toda religião, na verdade, vem dos Judeus. E vocês têm hoje a lei, a mesma que os Judeus têm guardado. Todo o conceito de sacrifício do Messias, da redenção, o monoteísmo, são conceitos que foram tirados dos Judeus. E, como Judeu e cristão, tenho uma perspectiva especial sobre isso.

Vandeman: Obrigado, Clifford.

Não há a menor dúvida. Nós, cristãos, devemos muito à herança judaica. Pense um momento sobre isso. Nós adoramos o mesmo Deus e seguimos as mesmas Escrituras hebraicas. Quando perturbados, encontramos conforto nos mesmos Salmos. As crianças judaicas e cristãs se deliciam com as mesmas histórias: Davi, Golias, Daniel na cova dos leões, a corajosa e bonita rainha Ester. Honramos os mesmos pais na fé: Abraão, Moisés, Elias e muitos mais. Nós até defendemos valores idênticos, baseados nos Dez Mandamentos de Deus. Sim, os crentes Judeus e cristãos partilham muita coisa em nossa religião. A maior diferença talvez seja em relação à fé em Jesus como o Salvador, ou Messias. Porque existem divisões mesmo entre os estudiosos Judeus quanto ao significado do Messias e outras crenças.

Dentro do Judaísmo, encontramos algumas ramificações: a Ortodoxa, a Reformadora e a Conservadora. A Ortodoxa tem o maior número de sinagogas, mas a maioria do povo Judeu americano se identifica com a Conservadora ou a Reformadora. Vários subgrupos também crescem; um dos principais é o Movimento Reconstrutor. A despeito das congregações terem total independência, elas conseguem manter uma extraordinária unidade.

Isso é notável, uma vez que o povo Judeu tem se espalhado fora de sua terra natal nos últimos dois mil anos. Há muitos anos, os exilados adolescentes, José e Daniel, levaram bênçãos para a terra de seu cativeiro. Os imigrantes Judeus têm sempre enriquecido os países que os recebem de muitas maneiras. Muitos dos mais famosos e melhores músicos, cientistas, advogados, artesãos, artistas, homens de negócio, generais, filósofos e estadistas da História foram Judeus.

Com certeza, os Estados Unidos não seriam a grande nação que são hoje se não fosse a contribuição do povo Judeu. No início da história colonial, refugiados Judeus buscaram a liberdade em terra americana.

Apesar de sofrerem um pouco com o preconceito e alguma perseguição nos Estados Unidos, eles cresceram. Por exemplo, os colonizadores Judeus de Portugal encontraram segurança na nova Amsterdã Holandesa. Em 1654, eles estabeleceram a primeira sinagoga oficial no novo mundo. Em 1850, 77 congregações judaicas tinham sido organizadas em 21 estados. Hoje 3.500 sinagogas na América do Norte servem aos nossos sete milhões de Judeus.

O povo Judeu ainda sofre preconceito e discriminação. Muito disso vem dos supostos cristãos. Sabemos com grande tristeza que Adolph Hitler subiu ao poder e massacrou milhões de Judeus em uma terra com grande herança cristã. É claro, Hitler não praticava o cristianismo. Os crentes alemães ficaram chocados com os horrores dos campos de extermínio. Mas não podemos negar que Hitler usou o preconceito e o medo que muitos protestantes tinham do povo Judeu.

Nós, cristãos, às vezes, esquecemos que o próprio Jesus era Judeu. Ele nasceu da linhagem real de Davi, da tribo de Judá. Todos os Seus apóstolos eram Judeus. Então por que o próprio povo de Jesus O rejeitou? Bem, para começar, Sua afirmação de que era divino pareceu fora da linha do pensamento deles. Quando proclamou: "Eu e Meu Pai somos um", Jesus pareceu violar o princípio básico da crença judaica. Todo hebreu devoto repete diariamente o "Shemá": "Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o Único Senhor..." Deuteronômio 6:4-9.

Eles pensavam o seguinte: "Ora, uma vez que o Pai é um, como Jesus pode Se atrever a compartilhar da divindade com o Pai?" Essa perplexidade levou os líderes religiosos daqueles dias a acusar Jesus de blasfêmia e decidiram condená-Lo à morte.

Você pode ler tudo sobre isso em João 10:30. Teria sido útil, entretanto, lembrar o primeiro capítulo da Torah. Deus tinha dito: "Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança." Gênesis 1:26. Essa forma plural para Deus obviamente requer a presença de pelo menos duas pessoas. Embora a pluralidade de Deus não negue Sua unidade, como notamos no versículo seguinte. Ele diz: "E criou Deus o homem à Sua imagem." Gênesis 1:27. Evidentemente, deve haver um Deus, uma única cabeça, com membros plurais. Nossa mente humana limitada não consegue compreender isso. Assim como não conseguimos entender como Deus não teve princípio, mas existiu toda a eternidade. Sim, essas coisas e muitas outras são impossíveis de explicar. Mas quando aceitamos as Escrituras como estão escritas, como podemos negá-las? Lembre-se, no nascimento de Jesus, os sábios do Oriente perguntaram onde o Messias iria nascer. E os líderes Judeus apontaram na direção da pequena cidade de Belém, citando Miquéias 5:2: "E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." Ao que parece, eles esqueceram a última parte do texto, que documenta a história eterna do Messias. Eles sabiam aonde Ele viria, Belém, mas não perceberam de onde viria é da eternidade. Seria mesmo blasfêmia Jesus afirmar ser um com o Pai e ter um relacionamento eterno com Ele? Bem, considerando as Escrituras que acabamos de ler, de que outro modo poderia ser? Outros fatores contribuíram para a rejeição de Jesus pelos líderes daqueles dias. Como no tempo de Antíoco, a nação sofria de novo o jugo de um governo estrangeiro. Mas, dessa vez, com uma diferença importante: Israel desfrutava da liberdade de religião. Portanto, a situação era mais um inconveniente político do que uma crise espiritual. Mesmo assim, a nação ansiava libertar-se de Roma. Eles queriam um Messias que, como Judas Macabeu, expulsasse o inimigo e restaurasse a sua independência. Jesus não tinha interesse em organizar exércitos para salvar o povo dos romanos. Ele veio para salvá-lo do pecado. Desde que Jesus frustrou as expectativas, Israel falhou em aceitá-Lo. Mas, no dia em que Ele foi crucificado, alguns pensaram de outro modo. Imagine uma conversa no Calvário, entre dois membros da alta corte judaica, Nicodemos e José. Ambos tinham se comovido profundamente com os ensinamentos de Jesus. Embora nenhum deles houvesse se identificado com Ele, José cria secretamente. Nicodemos, entretanto, ainda lutava com a dúvida. Enquanto a multidão olhava para Jesus em Sua agonia final, os dois líderes Judeus se afastavam para uma conversa.

Nicodemos sugeriu que, se Jesus fosse de fato o Messias, teria salvo a Si mesmo da cruz e livrado a nação de Roma. José destacou uma passagem do profeta Isaías "Era desprezado, e o mais indigno entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e como um de quem os homens escondiam o rosto... mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões. E moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniqüidade de nós todos. Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo foi Ele atingido." Isaías 53:3-8.

"Mas como vamos saber se Isaías estava se referindo a Jesus aqui?" quis saber Nicodemos. "Ele podia estar retratando a perseguição do povo Judeu, como nossa nação sofreria com seus inimigos.

"Leia o texto com atenção" continuou José. "Ele traça uma diferença entre o Mestre sofredor e a nossa nação. Escondemos o nosso rosto dEle. Ele foi ferido pelas nossas transgressões.

Nicodemos impressionou-se mas continuou perplexo.

"Suponhamos então que Isaías esteja testificando aqui de seus sofrimentos pessoais."

"Bem, isso não pode ser" replicou José. "Essa passagem envolve punição substitutiva de Deus. Diz que o sofredor seria ferido por Deus. O Senhor levou sobre Si a iniqüidade de todos nós. Como vê, o Messias suportou o castigo do pecado pela nossa salvação. Ele é o Cordeiro de Deus. Há muito tempo, no deserto, nosso povo foi atacado por cobras venenosas. Milhares estavam morrendo sem esperança. Deus disse a Moisés para fazer uma serpente de metal e colocá-la no alto de um mastro para que as vítimas vissem. Todos que olhassem com fé e cressem que Deus podia curar continuariam vivos. Bem, você conhece a história. O próprio Jesus não a mencionou, aquela noite em que você falou com Ele?"

"Sim, falou" concordou Nicodemos. "Ele me disse que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto, Ele também deveria ser levantado na cruz. Assim como a serpente foi amaldiçoada, Ele também suportaria a maldição de Deus. E todos os que cressem nEle não pereceriam mas teriam a vida eterna."

Enquanto falava isso, Nicodemos adquiria uma nova convicção.

"Sabe, José, sempre pensei sobre o que Jesus me disse naquela noite. E estou vendo com clareza agora. O Messias está suportando a maldição de Deus na cruz, para que eu possa ser perdoado. Tenho que olhar para Ele e viver. Mas, diga-me, José, você crê em Jesus? Por que manteve a sua fé em segredo?"

"Eu tinha medo" admitiu José. "Mas acabou. Se Jesus pôde sacrificar Sua vida por mim, então posso dedicar a minha a Ele."

"Eu também" disse Nicodemos.

E juntos eles declararam a fé no Senhor Jesus Cristo.

Enquanto eles retiravam reverentemente o corpo quebrado da cruz, a multidão olhava em silêncio. Muitos foram para casa naquela tarde meditando. E havia muito no que meditar. A confissão do oficial romano: "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus." O grito do ladrão morrendo: "Senhor, lembra-Te de mim quando entrares no Teu reino." E a oração de Jesus: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem." Teria a multidão sido precipitada em condenar Jesus? E se Ele realmente fosse o Messias? Aquela noite, sob a luz das velas do sábado, muitos pesquisaram as profecias como nunca antes. Eles descobriram que Davi, mil anos antes, havia escrito o doloroso grito de Jesus: "Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?" Salmo 22:1.

No mesmo Salmo, Davi predisse os pregos da crucifixão: "Transpassaram-Me as mãos e os pés." Salmo 22:16. Há mais a descobrir sobre Jesus. Os soldados tinham dividido Suas roupas entre si, mas quando chegou a vez da túnica, eles tiraram sorte para não rasgarem a peça sem costuras. Isso também foi predito. Outras profecias também foram cumpridas. Seu traidor vendeu Jesus por 30 peças de prata. O dinheiro serviu para a compra de um cemitério chamado de "campo de um oleiro". Tudo isso foi predito 500 anos antes. Cada profecia se ajusta perfeitamente a Jesus. Muitos concluíram que Jesus era de fato quem Ele afirmara ser: o Messias. A prova mais convincente sobre Jesus, entretanto, é o silencioso testemunho dos tempos.

Três anos e meio antes de Sua morte, quando começava o ministério, Ele anunciou o que está em Marcos 1:15: "O tempo está cumprido." A que tempo Ele estava se referindo? Havia algum tipo de contagem regressiva profética aqui? Na verdade, sim. Muito tempo antes, o profeta Daniel predisse em Daniel 25:9. "Sabe e entende; desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas."

Na época de Daniel, Jerusalém estava em ruínas. Mas Deus, em Sua misericórdia, prometeu restaurar a cidade. A ordem do rei Artaxerxes foi dada em 457 a.C. e podemos ler tudo a respeito na Bíblia, no capítulo sete do livro de Esdras. De 457 a.C. até o Messias aparecer, seriam "7 semanas e 62 semanas". São 69 semanas, ou 483 anos proféticos (sete vezes sessenta e nove, igual a 483). Em 27 d.C., exatamente 483 anos após o mandamento para restaurar Jerusalém, Cristo foi batizado e começou Sua missão como Messias.

Há mais ainda na profecia de Daniel. No "meio da semana", três anos e meio mais tarde, o Messias deveria ser "cortado", ou seja, executado. E isso aconteceu na data exata. É maravilhoso que, através dos séculos, milhares de nossos amigos Judeus têm considerado Jesus o cumprimento de sua herança. Uma herança gloriosa da qual todos partilhamos. Durante os terríveis dias da Segunda Guerra Mundial, tropas nazistas percorriam a Holanda em busca do povo Judeu. Bem poucos cristãos pareciam dar importância a isso. Mas alguns se importavam. Na cidade de Haarlem, Corrie Ten Boom abriu o coração e o lar para aqueles que Hitler mais odiava. Uma tarde, a temida Gestapo chegou. Enquanto os soldados invadiam a casa, a família de Corrie escondia seus amigos Judeus num quarto secreto no terceiro andar. Os Judeus escaparam, mas os donos da casa não.

No campo de concentração em Ravensbruck, Betsie, a amada irmã de Corrie, morreu. A própria Corrie esteve marcada para a câmara de gás, mas um "erro" do clero a livrou. Corrie sucumbiu diante da amargura de seu sofrimento e perda? Não. E ela jamais se arrependeu do sacrifício de salvar os refugiados Judeus. Sabe, eles eram seus irmãos e irmãs. Sim, sejam cristãos ou Judeus, pertencemos todos à família de Deus. Que Deus nos ajude a apreciar uns aos outros e a procurar seguir Sua vontade.




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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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