O teatro da memória e da história


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1Notas

 Este texto é uma versão resumida das questões abordadas no trabalho de dissertação O Martírio Encenado: memória, narrativa e teatralização do passado no litoral sul do Rio Grande do Norte, apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE, em março de 2003.

2 Sobre o tema ver, entre outros, CLIFFORD, James. The Predicament of Culture: twentieth-century ethnography, literature, and art. Cambridge, Havard University, 1994; CLIFFORD, James e MARCUS, George. Writing Culture: the poetics and politics of ethnography. Berkeley, University of California Press, 1986.

3 A capela de Nossa Senhora das Candeias, tombada em ruínas, em 1964, pelo então Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como um bem de valor arquitetônico religioso, foi reerguida, posteriormente, através de um convênio firmado entre o Ministério da Cultura, a Fundação Nacional Pró-Memória, a Fundação Roberto Marinho e o Governo do Estado. A cerimônia de sua reinauguração foi realizada no dia 15 de fevereiro de 1986, contando com a presença de autoridades políticas da região e do presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, Enélio Lima Petrovich.

4 Antiga professora da cidade e escritora de “dramas”, Ana Costa criava peças que eram encenadas em alguns cinemas-teatro de Canguaretama, existentes desde a primeira metade do século XX até a década de 1980. Suas peças, pouco lembradas pelos moradores da cidade, pareciam dramatizar temas bíblicos e cotidianos. Para os integrantes do grupo de teatro paroquial da cidade, Ana Costa foi uma bela atriz que ensinava aos jovens de Canguaretama a arte dramática. Alguns atores dizem que ela foi miss Rio Grande do Norte.

5 Jacó Rabbi, personagem polêmico do período holandês, teria promovido, juntamente com grupos indígenas da região, saques entre as Capitanias do Rio Grande, Paraíba e Pernambuco. Sua condição judia, associada à nacionalidade alemã, não se constitui em ponto pacífico entre os historiadores. Sobre o assunto ver, CASCUDO, Luís da Câmara. História do Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro: MEC, 1955; MEDEIROS FILHO, Olavo. Os holandeses na capitania do Rio Grande. Natal: IHGRN, 1998; MELLO, José Antonio Gonsalves de. Tempo dos Flamengos: influência da ocupação holandesa na vida e na cultura do Norte do Brasil. 3ed.Recife: FUNDAJ; Editora Massangana; Instituto Nacional do Livro, 1987; CARVALHO, Alfredo de. Um intérprete dos Tapuias. Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. v.78, 1912, p.657-67.

6 Sobre o número de vítimas há divergências, variando, segundo os cronistas, entre 35 e 80 os martirizados neste evento. Sobre o assunto consultar, entre outros, MEDEIROS FILHO, Olavo. Os holandeses na capitania do Rio Grande. Natal: IHGRN, 1998; PEREIRA, Francisco de Assis. Protomártires do Brasil: Cunhaú e Uruaçu - RN. Aparecida (São Paulo): Editora Santuário, 1999.

7 Sobre a idade do Padre André de Soveral, no momento do massacre, alguns dos cronistas portugueses afirmam ter o sacerdote 90 anos. Mas, de acordo com os seus dados biográficos, encontrados em uma correspondência de Serafim Leite endereçada ao historiador potiguar Hélio Galvão, o pároco de Cunhaú, então já uma freguesia, estaria com 73 anos no momento de seu martírio (PEREIRA,1999,p.18-9).

8 No campo da antropologia contemporânea o ato performático vem sendo investigado, desde o trabalho pioneiro de Michel Leiris, no livro La Possession et ses Aspects Théâtraux chez les Éthiopien de Gondar. Paris: Gallimard,1957. Mais recentemente, Victor Turner dedicou várias reflexões ao tema da teatralização na vida social; entre as suas obras mais siginificativas ver, TURNER, Victor. The Anthropology of Performance. New York: PAJ Publication,1987; Dramas, Fields and Metaphors: Symbolic Action in Human Society. Ithaca, New York, Cornell University Press,1974; From Ritual to Theater. New York, PAJ Publication,1982.

9 Sobre a “continuidade” ritual de fragmentos de memória, ver o instigante artigo de Roger Bastide, Mémoire collective et sociologie du bricolage. Bastidiana, 1994, p.209-42.

10 Sobre este debate, ver notadamente os referenciais teóricos clássicos: SIMIAND, François. Méthode historique et science sociale. In: Annales, n.1, p.83-119 e LÉVI-STRAUSS, Claude. L'Anthropologie Sociale devant l'histoire. In: Annales ESC, n.4,1960,p.625-37.

11 Entre os estudos fundadores dessa nova concepção de historiografia, destaco, principalmente, o monumental estudo de BLOCH, Marc. Os reis taumaturgos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

12 Sobre o “encobrimento” de dados a respeito de índios e negros no Rio Grande do Norte, ver, neste número, o artigo de Julie Antoinette Cavignac, A etnicidade encoberta: índios e negros no Rio Grande do Norte.

13 Sobre a condição natural dos homens, ver os ensaios filosóficos dos “contratualistas” que refletiram sobre os estados de natureza e de sociedade. Dentre eles destaco, ROUSSEAU, Jean Jacques. Discours sur l’origine de l’inegalité, Paris: Gallimard-Pléiade, 1969; ROUSSEAU, Jean Jacques. Du contrat social. Paris: Gallimard-Pléiade, 1969.

14 Joris Garstman, que em 1637 comandava o engenho Cunhaú, casou-se com a filha do senhor de terras beatificado, João Lostão Navarro. Natural do Reino da Navarra, João Lostão foi dono de um importante porto de pescaria, guarnecido de uma casa forte, na enseada da Barra de Tabatinga, a 45 quilômetros de Natal, assediada pelos holandeses em setembro de 1645 (MEDEIROS FILHO,1986). Foi morto no massacre de Uruaçu, em outubro do mesmo ano. Seu nome figura entre os dos outros trinta “Protomártires do Brasil”.

15 Sobre a temática do patrimônio, ver especialemente, CHASTEL, André. La notion de patrimoine. In: NORA, Pierre. Les lieux de mémoire. II La Nation. Paris: Gallimard,1986. p.405-50; POMMIER, Edouard. Naissance de musées de province. In: Idem, p.451-96; POULOT, Dominique. Alexander Lenoir et les musées de monuments français. In: Idem, p.497-532; THEIS, Laurent. Guizot et les instituitions de mémoire. In: Idem, p.569-92.

16 Sobre o mercado de bens simbólicos, ver a sugestiva reflexão de Bourdieu, P. A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo, Perspectiva, 1992.




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