Octavio mendes cajado editora pensamento



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Conclusão


Se definirmos o Campo da Energia Humana como todos os campos ou emanações do corpo humano, veremos que muitos componentes conhecidos do CEH já foram medidos em laboratório. São os componentes eletrostáticos, magnéticos, eletromagnéticos, sônicos, térmicos e visuais do CEH. Todas as mensurações se harmonizam com os processos fisiológicos normais do corpo e os extrapolam, a fim de proporcionar um veículo para o funcionamento psicossomático.

As mensurações da Dra. Hunt mostram freqüências definidas para cores definidas da aura. Tais freqüências podem ter sons concomitantes mais altos, não registrados em virtude das limitações do equipamento de laboratório utilizado.

As medidas supramencionadas mostram também que o CEH, de natureza particulada, possui movimentos semelhantes aos de um fluido, como as correntes de ar ou de água. Essas partículas são minúsculas e até subatômicas, conforme alguns investigadores. Quando partículas diminutas carregadas se movimentam em nuvens, são, de ordinário, cognominadas plasmas pelos físicos. Os plasmas obedecem a leis físicas, o que leva os físicos a considerá-los um estado entre a energia e a matéria. Muitas propriedades do CEH, medidas em laboratório, sugerem um quinto estado da matéria, que alguns cientistas denominam “bioplasma”.

Esses estudos mostram que o modelo comum do corpo, consistente em sistemas (como o sistema digestivo), é insuficiente. Faz-se mister criar um modelo adicional, baseado no conceito de um campo de energia organizador. O modelo de um campo eletromagnético (CEM) complicado não serve de todo a esse propósito. Muitos fenômenos psíquicos associados ao CEH, como a precognização ou a percepção de informações da vida passada, não podem ser explicados com um modelo do CEM.

Consoante a Dra. Valorie Hunt, o corpo pode ser “encarado desde um conceito de quantum de energia, decorrente da natureza celular atômica do corpo em funcionamento, que atravessa todos os tecidos e sistemas”. Sugere ela que a visão holográfica do CEH seria uma boa. “O conceito de holograma, que surge na física e na pesquisa do cérebro, parece proporcionar uma visão cósmica realmente unificadora da realidade, que exige a reinterpretação de todos os descobrimentos biológicos em outro plano.”

Marilyn Ferguson declarou no Brain Mind Bulletin que ‘o modelo holístico foi descrito como o ‘paradigma emergente’, uma teoria integral que apreenderia todos os maravilhosos animais selvagens da ciência e do espírito. Aqui, finalmente, está uma teoria que consorcia a biologia à física num sistema aberto”.


Revisão do Capítulo 5


  1. Como foi medido o CEH?

  2. Quando os seres humanos vieram a saber, pela primeira vez, da existência do fenômeno áurico?

  3. Quando a aura foi observada pela primeira vez no século XIX, e por quem?

  4. Como o fenômeno do C)ÉH vai além do que a ciência de hoje conhece?

  5. Do ponto de vista da ciência teórica e experimental de hoje, cite um bom modelo para explicar o fenômeno do CEH.

Capítulo 6
O CAMPO DA ENERGIA UNIVERSAL

Quando, já adulta, comecei a ver de novo os campos da energia vital, tornei-me cética e confusa. Ainda não encontrara a literatura (mencionada nos dois capítulos anteriores), nem recebera nenhuma das orientações citadas no Capítulo 3. Está visto que, como cientista, eu conhecia os campos de energia, mas eles eram impessoais e definidos por fórmulas matemáticas. Estariam realmente ali? Teriam algum significado? Não estaria eu fabricando minhas experiências? Seria aquilo mera suposição de que a coisa existia só porque eu queria que ela existisse, ou eu estava experimentando outra dimensão da realidade dotada de significado, ordenada e sumamente útil á compreensão das circunstâncias da minha vida atual e, com efeito, da vida como um todo?

Eu já lera a respeito dos milagres de antanho, mas todos tinham acontecido, no passado, a alguém que eu não conhecia. Muita coisa parecia boato e fantasia. A parte da física que havia em mim precisava de observação e de controle para provar que esses fenômenos eram “reais ou irreais”. Por isso comecei a coligir dados, isto é, experiências pessoais, a fim de ver se ajustavam a alguma forma ou sistema lógico, como se ajusta o mundo físico. Eu acreditava, como Einstein, que “Deus não joga dados com o Universo”.

Descobri que os fenômenos que eu observava eram muito parecidos com o mundo com o qual eu estava familiarizada, bem ordenado na forma, no formato e na cor, e claramente baseado em relações de causa e efeito. Mas havia sempre algo mais ali, alguma coisa que continuava desconhecida, inexplicável, um mistério. Cheguei a compreender quão tediosa seria a vida sem o mistério desconhecido que vivia dançando diante de nós à medida que nos movíamos através .

do quê? Do tempo e do espaço? Eu costumava pensar assim. Vejo agora que nos movemos através de experiências pessoais de “realidade” — pensando, sentindo, experimentando, sendo, fundindo-nos, individualizando-nos, apenas para fundir-nos outra vez numa dança infinita de transformação, à proporção que a alma se forma, cresce e caminha para Deus.

O que eu observava se correlacionava com os muitos livros esotéricos escritos sobre a aura e os campos de energia. As cores se correlacionavam; os movimentos, os formatos e as formas se correlacionavam. A maior parte do que leio, costumo ler depois de fazer minhas observações, como se uma mão invisível quisesse que eu primeiro experimentasse um fenômeno antes de ler alguma coisa sobre ele, de modo que não pudesse projetar nenhuma imagem mental formada a partir da minha leitura. Agora acredito com firmeza na experiência de guiamento, que se move através da minha vida inteira e a impregna como uma canção, sempre me conduzindo a novas experiências, a novas lições, à proporção que cresço e me desenvolvo como ser humano.


Exercício para Ver os Campos de Energia Vital do Universo


A maneira mais fácil de começarmos a observar o campo de energia do universo é, simplesmente, deitar-nos de costas, relaxados, na grama, num bonito dia de sol, e olhar para o céu azul. Volvido algum tempo, veremos minúsculos glóbulos de orgone formando linhas onduladas contra o céu azul. Parecem minúsculas bolinhas brancas, às vezes com um ponto preto, que surgem por um segundo ou dois, deixam um ligeiro traço e tornam a desaparecer. Se você persistir na observação e expandir a visão, começará a ver que todo o campo pulsa num ritmo sincronizado. Nos dias de sol, as minúsculas bolinhas de energia, brilhantes, movem-se depressa. Nos dias enevoados, mais translúcidas, movem-se devagar e são em menor número. Numa cidade envolta em névoa e fumaça, são menos abundantes, escuras, e movem-se muito devagar. Estão subcarregadas. Os glóbulos mais numerosos e mais brilhantemente carregados que já observei foi nos Alpes Suíços, onde há muitos dias ensolarados e a neve cobre tudo com densas correntes. Aparentemente, a luz do sol carrega os glóbulos.

Agora, transfira o olhar para a borda dos cimos das árvores erguidas contra o céu azul. Verá uma névoa fina ao redor delas. Por curioso que pareça, você também notará que não há glóbulos na névoa. Mas se olhar com mais atenção, verá os glóbulos na borda da névoa verde, modificando o seu padrão ondulado e fluindo para a aura da árvore, onde desaparecem. Aparentemente, a aura da árvore absorve os glóbulos minúsculos. O verde ao redor da árvore aparece na fase da folheação, durante a primavera e o verão. No início da primavera, a aura da maioria das árvores apresenta uma tonalidade entre cor-de-rosa e avermelhada, semelhante à cor dos brotos vermelhos das árvores.

Se você olhar com atenção para uma planta de casa, verá um fenômeno semelhante. Coloque a planta debaixo de luzes brilhantes com um fundo de quadro escuro atrás dela. Verá linhas de cintilação verde-azulada subindo pela planta, ao longo das folhas, na direção em que ela cresce.

Elas cintilarão de repente; depois a cor se esvai, aos poucos, apenas para cintilar outra vez no lado oposto da planta. Essas linhas reagirão à sua mão ou a um pedaço de cristal, se você os aproximar da aura da planta. Quando afastar o cristal, verá que a aura da planta e a aura do cristal se esticarão para manter contato. Elas puxam como bala de goma (Veja a figura 6-1).

Tentei ver, certa vez, o efeito da folha fantasma, do qual tanto se fala na fotografia Kirlian. Empregando os métodos da fotografia Kirlian, houve quem fotografasse a imagem de uma folha inteira depois que a metade lhe fora cortada. Observei a aura da folha. Era de um azul médio. Quando a cortei, a aura de toda a folha apresentou uma coloração castanho-avermelhada. Voltei atrás e pedi desculpas à planta. Quando se restabeleceu a cor azul, num ou dois minutos, mostrava sinais definidos da parte que faltava, mas não tão claros quanto eu os vira nas fotografias Kirlian (Veja a Figura 6-2).


Figura 6-1: O efeito da pedra na aura da planta
Os objetos inanimados também têm aura. A maioria dos objetos pessoais, impregnados da energia do dono, irradiam essa energia. As gemas e os cristais mostram auras interessantes com muitos padrões acamados e complicados, que podem ser usados na cura. A ametista, por exemplo, tem uma aura dourada, com raios de ouro que partem de suas pontas naturalmente facetadas.

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